"O cantinho das motos"-

Quando dizes que vai subindo a rotação sozinha, chega a que rotação?

Lembro-me que a CB650F com que tirei a carta quando desembraiava em primeira o ralenti subia ligeiramente, creio que para ser mais difícil deixar ir abaixo…
 
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Não tem conta rotações.

Ontem apercebi me num semáforo, meti 1, acelerei um pouco, tirei gás e a rotação continua a subir apesar de já ter largado o acelerador.
Pelo barulho talvez umas 2 mil rpm
 
Ao fim de 600 km, acho que me saiu a ferrugem. Já redescobri o prazer de andar de mota. Já consegui passar de estar hipervigilante com todos os manómetros e tenso a agarrar os comandos, e simplesmente as coisas acontecerem por instinto e manter os olhos lá longe na estrada.
Afinal quem sabe não esquece... [:D]
 
Ao fim de 600 km, acho que me saiu a ferrugem. Já redescobri o prazer de andar de mota. Já consegui passar de estar hipervigilante com todos os manómetros e tenso a agarrar os comandos, e simplesmente as coisas acontecerem por instinto e manter os olhos lá longe na estrada.
Afinal quem sabe não esquece... [:D]

E ainda te lembras também? Não tens saudades daquelas 3ªs a 180 na ZZR...? [:cool:]
 
Depois de meses a pesquisar, depois de ver XSR's, Versys, NC750x, cb500x, Stroms XT, Tracers 700 e 900, acabei numa T7 de 2020

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Não tem conta rotações.

Ontem apercebi me num semáforo, meti 1, acelerei um pouco, tirei gás e a rotação continua a subir apesar de já ter largado o acelerador.
Pelo barulho talvez umas 2 mil rpm

Pois, assim é difícil. Pode haver alguma prisão no cabo do acelerador mas isso em princípio não se faria sentir apenas nessas circunstâncias. Pode ser a vela a ficar gasta ou com folga alterada, etc.

Esses motores monocilindricos as vezes tendem a enrolar ( funcionamento irregular e falta de resposta) um pouco a baixo regime. O que tu percepcionas como sendo 2000 rpm pode ser um pouco mais, o ralenti de um monocilindrico de 125 pode ser praticamente isso.

Resumindo, convém que seja vista por um mecânico que conheça essa mecânica.
 
Então e hoje quem vai manifestar-se contras as IPO a enrolar punho com o seu escape aftermarket sem dbkiller w matricula dobrada??[:D][:D]
 
Ao continuar a ver o mercado das Ducati, apareceu-me o seguinte: Moto de 2011 com apenas 1500km. Pensei logo ou se enganou, ou estourou. Exato. Motor reconstruído. Questionei o dono e respondeu-me que ''Levou pistões vielas cambota rolamentos o motor está novo, N estava a ouvir um barulhinho e era capas de vielas uma vez que abri o motor levou tudo novo a Mota n era para vender mas de momento tem de ser se quiseres vir ver esteja avontade''

As minhas questões são, a moto é importada, o proprietário teve este problema e diz-me venha ver a vontade mas nunca saberei se o trabalho foi bem feito senão, mas supondo que sim, quem entende deste tipo de motos recomendariam comprar uma moto neste caso? O preço não está fora do que pedem por elas. Não terá um problema destes afetado outras coisas ??

Oliveiraz33 Tu que tens uma menina destas, qual o teu feedback?​

Btw, a moto tem escape termignoni e não me sabe dizer se é homolgado ou não, caso não seja, vem aí IPO e ou terá de ser homolgado (casos eja possível) ou levar um já homolgado, correto?

Abaixo a fatura que me enviou.

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Esse boneco no papel diz muito pouco e o papel aceita tudo.
teria que falar com quem fez o serviço ou mandar inspecionar... Na Ducati.
 
Este fim de semana foi dedicado a uma "Rota do Norte", com um grupo de amigos.
Saímos sábado de manhã do km 0 da N222 em Gaia, seguimos pela N13 da Maia até ao km 0 da N103 em Viana do Castelo.
daí, percorremos toda a 103 até ao Alto Rabagão, onde decidi sair da 103 e atravessar a barragem para fazer pela estrada regional do lado Sul de Negrões, que se revelou acertada.
almoço em Chaves, e siga durante a tarde curtir a estrada até Bragança e Vimioso.
Jantamos em Miranda do Douro já ao anoitecer, e fomos dormir ao concelho de Mogadouro.

Ontem, pequeno almoço em Mogadouro e fazer a estrada 221 com alguns pontos de paragem, miradouros, e deu para a manhã toda até ao almoço em Escalhão, Figueira de Castelo Rodrigo.
Depois de almoço já toda a gente cansada, saímos para a n222 de cima para baixo, cumprimos até um pouco à frente de Foz Côa, cortei por uma estrada regional a passar no miradouro do Vargelas, Vale de Figueira e a terminar em S. Salvador do mundo. Já era um bocado tarde e ninguém tinha interesse em regressar pela n222 para cumprir a rota, então atravessamos pela barragem da Valeira para Carrazeda de Ansiães e daí voltamos ao "km 0" da nossa rota.

Resumindo, foi um ótimo passeio, mas um bocado esticado para fazer em dois dias com um grupo grande, a menos que não se queira parar muitas vezes e o ritmos acaba por ser sempre mais pousado.

Sobre a rota em si, para quem não conhece faz sentido fazê-la toda, para quem é dos arredores do Porto é um bocado desperdício o troço até Braga. Daí para a frente vale realmente a pena, sobretudo se houver tempo para sair da rota e ir apreciar locais ao lado.

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