O estilo Sócrates

Eu também não queria dizer que querias dizer que... Estilo Maria José Nogueira Pinto...

mas estavas a querer argumentar aquilo, e eu só estava a dizer o que tinha lido.
 
Vitalino Canas critica líder do PSD
PS diz que Sócrates é alvo de "campanha negra" no caso da UnI
16.04.2007 - 22h42 Lusa


O primeiro-ministro, José Sócrates, está a ser alvo de "uma campanha negra" no caso da Universidade Independente, defendeu, hoje o porta-voz do PS, Vitalino Canas.

"Este tipo de campanha é habitual noutros países mas não em Portugal. Isto demonstra falta de capacidade para uma oposição política por parte dos partidos da oposição", disse, referindo-se nomeadamente ao líder do PSD, Marques Mendes, que logo após a entrevista televisiva de José Sócrates à RTP pediu uma averiguação independente ao percurso académico do primeiro-ministro.

Vitalino Canas, questionado sobre a promessa de revelações sobre novos dados no caso da licenciatura de José Sócrates feita pela assessora da imprensa da UnI, disse que, "nestes episódios, é preciso ser sempre prudente porque há muitos interesses em jogo".

O porta-voz socialista garantiu ainda que estes episódios "não vão "fragilizar a capacidade de governar do PS" e adiantou como garantia disso mesmo que o rumo traçado pelo Governo vai ser mantido. "Vamos continuar uma governação decidida e reformista para dar resposta aos problemas do país, que é o importante", sublinhou.

O dirigente socialista, que se deslocou a Viseu para uma reunião com militantes do distrito, garantiu que não vai haver razões para a oposição "invocar qualquer tipo de fragilização" na capacidade de governar do PS nem na imagem do primeiro-ministro.

Canas defendeu ainda que se os "adversários" tivessem "outros argumentos", se tivessem "outra capacidade de resposta", não procurariam nos "aspectos da vida privada das pessoas" argumentos para fazer política.

Sobre o plenário com os militantes socialistas de Viseu, onde participam, entre outros, os deputados José Junqueiro e Miguel Ginestal, Vitalino Canas descreveu-o "numa lógica de balanço" dos dois anos de governação.

Estes encontros, disse ainda o dirigente do PS, "servem para ouvir sugestões e apresentar o trabalho feito".

Em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1291330&idCanal=10

País de brandos costumes e de fraca constestação e de exigência pela qualidade/verdade depois estranham...
 
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Independente convida Sócrates a ver provas


CÉU NEVES *
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A direcção da SIDES, sociedade gestora da Universidade Independente (UnI) promete exibir hoje, ao fim do dia, os verdadeiros "documentos académicos e prestar informações sobre o ex-aluno Eng. José Sócrates Pinto de Sousa". E convidou o primeiro-ministro e o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a estarem presentes. Estes não responderam.

"Sentimos o apelo feito por V. Excelência, aquando da entrevista/conferência na RTP1 no dia 11, no sentido de esclarecer o povo português de tudo o que lhe diga respeito em termos académicos e em especial do tempo em que foi aluno da UnI". É desta forma que a SIDES justifica a realização de uma conferência de imprensa num fax enviado ontem às 12.45 para o gabinete do primeiro-ministro. Acrescenta que a hora da apresentação dos documentos está dependente da disponibilidade de José Sócrates ou de um seu representante. Ao DN, Maria João Barreto, assessora da UnI, disse que se até ao início da tarde de hoje não receberem resposta, convocarão os jornalistas para as 18.00.

Um assessor do primeiro-ministro confirmou ao DN que José Sócrates recebeu o convite mas "não vai poder estar presente". Quanto ao conteúdo da conferência de imprensa não fazem prognósticos: "Há as versões mais díspares. Não há nada como esperar para ver." O gabinete de Mariano Gago não comenta o convite.

Quantos certificados?

A iniciativa da SIDES surge na sequência de uma notícia da Rádio Renascença, sábado, que dava conta de um certificado na posse da Câmara Municipal da Covilhã (onde José Sócrates trabalhou), com a data de 26 de Agosto de 1996, mas emitido num papel com o código telefónico que apenas entrou em vigor depois de 1998. Ou seja, não há um, nem dois, mas três certificados da licenciatura do primeiro-ministro na UnI. A Universidade disse que ia investigar e, agora, promete apresentar uma quarta certificação.

"Não sabemos quantos certificados diferentes existem, o que sabemos é que nós é que temos a documentação completa", disse ao DN, Maria João Barreto, que lança suspeitas sobre um grupo que "esteve na UnI e, agora , está proibido de entrar" e que terá "forjado" tais documentos. Quem? O ex-reitor Luiz Arouca que facultou a documentação aos jornalistas? Membros da anterior direcção da SIDES? A assessora não esclarece, salientando: "Temos suspeitas. São as pessoas que têm tentado destruir a Independente e a sua credibilidade, mas só amanhã [hoje] divulgaremos quem são. Vamos mostrar a documentação do primeiro-ministro". Acrescenta que o mesmo grupo estará a desviar alunos para outras universidades .

Supostamente, os referidos documentos encontram-se depositados num "cofre blindado, insuspeitável de poder ser consultado sem a anuência de quem tutela esse resguardo e cuja identidade não se revela", diz a SIDES. É onde está a documentação de "antigos alunos com responsabilidade e notoriedade pública", e também estes serão mostrados se existirem dúvidas.

* COM JOÃO PEDRO HENRIQUES"
Em http://dn.sapo.pt/2007/04/17/sociedade/independente_convida_socrates_a_prov.html

Esperemos então pela apresentação dos dados.
 
Porque é que o certificado do Sócrates está num cofre?

Esteve sempre num cofre?

Os certificados dos outros alunos também estão num cofre?

A Uni abriu um inquerito... Mas alguém acredita no trabalho da Uni?
 
O scan é um pouco dificil... é o diploma... está dentro de uma moldura. Mas quem quiser passar por famalicão passa em minha casa e eu mostro. Não percebo essa ironia toda.

Quanto a ter um professor a dar quatro cadeiras. Não sei, mas já agora...

O socrates fez 5 cadeiras na uni... e no plano de cursos eram de anos diferentes (mais uma vez, as noticias muito bem dadas!)! Uma do primeiro ano, duas do terceiro (ambas anuais), e duas do quinto (semestrais). O mesmo professor deu as do terceiro e do quinto.
Tive um professor que me deu, várias cadeiras, não todas do mesmo ano... espalhado pelo Curso. No primeiro ano (e outros!) tive cadeiras dadas pelo mesmo professor (em semestres diferentes e até no mesmo semestre. Ainda me lembro de no quarto ano ter duas cadeiras dadas pelo mesmo professor. Se tivesse deixado para tras essas duas do segundo semestre, mais duas do primeiro semestre do 4º ano já tinha 4 cadeiras no ultimo ano dadas pelo mesmo professor, mais uma vez, para mim é normal!)... No quarto idem... segundo... terceiro.. menos no quinto que só tive um semestre... e o segundo era estágio...

Para além disto estamos a comparar uma turma especial (caso do socrates) que ainda não tinha alunos naqueles anos (terceiro e quinto) e foi contratado um professor para dar as aulas. Volto a repetir, não vejo qualquer problema!

Ainda o ano passado numa pós graduação, num semestre tive o mesmo professor em duas cadeiras no mesmo semestre e já tinha dado uma no primeiro! Ou seja, no mesmo ano, tres cadeiras! Qual é o problema? Se for uma pessoa capaz até pode dar todas se tiver tempo!

É tudo muito conveniente... Muito fácil...
 
Não percebo essa ironia toda.

Não é ironia. É perplexidade. Não encares o que disse como ataque pessoal.

Acho que realmente tens dito coisas interessantes e úteis. Desmistificaste e desmontaste pelo menos a questão do diploma ao Domingo. Foi útil. Mas pelo menos a mim não me convenceste por aí além.

Será que não há pelo menos um instante ou outro em que vacilas perante toda a confusão que reina neste caso? Não tens pelo menos um pequeno momento em que te questionas sobre todos os pormenores e olhas para tudo e dizes que isto tudo junto é no mínimo pantanoso ? Se tu tivesses realmente um professor a dar 4 cadeiras não te lembravas pelo menos do nome dele ?

Faço minhas as palavras do Miguel Sousa Tavares no último Expresso:

Nenhum aluno que tenha feito um curso ‘a sério’ numa Universidade ‘a sério’ teve, no ano de licenciatura, cinco cadeiras, das quais quatro dadas pelo mesmo professor; nenhum aluno se esqueceria do nome dos professores, para mais se só teve dois; nenhum aluno acreditaria que era possível ser membro do Governo e simultaneamente concluir uma licenciatura com aulas nocturnas e fazendo o ano com média de 17; nenhum aluno viu um professor dar-lhe as notas durante as férias de Agosto, e logo quatro no mesmo dia; nenhum aluno tem um certificado de curso passado durante as férias, num domingo, e assinado pelo reitor e pela filha, na qualidade de directora administrativa (típico de Universidade de vão de escada). A isto, basicamente, José Sócrates respondeu que são questões a que é alheio e cuja responsabilidade só pode ser imputada à Universidade. Mas há uma coisa a que ele não foi alheio, que foi a escolha desta Universidade para se licenciar. E, aqui, volta a questão política: eu sei que houve inspecções regulares à UnI e que em nenhuma se sugeriu o seu encerramento. Mas, por tudo o que hoje sabemos sobre o seu funcionamento, os seus responsáveis e as suas estranhas e constantes anomalias processuais (até chegaram a dizer que só guardavam os registos dos alunos durante cinco anos...), a questão está em saber, exactamente, se ela não deveria ter sido encerrada muito antes. Será que José Sócrates, primeiro-ministro, recomenda o modelo da UnI que o aluno José Sócrates conheceu como exemplo a seguir na tal estratégia de qualificação e valorização profissional que defende para o país?
Tal como disse anteriormente, esta questão é na sua essência irrelevante.
Mas no entanto tem custos brutais. Socrates, para mim é um bom 1º ministro, face à mediocridade dos que o antecederam.

Mas temo muito que esta questão o desgaste. O país está numa situação muito complicada, precisa de liderança e decisões, e só de olhar para a oposição tenho pesadelos. Mas esta questão vai fazer mossa. O "povo" como se diz, já pouco respeito tem pelos políticos, menos terá com tudo isto. E isso é grave, muito grave e perigoso. Estamos todos a cozinhar um caldo perigoso, em que os concursos dos Salazares ou cartazes dos PNR's não aparecem por acaso.
 
(...)
Tal como disse anteriormente, esta questão é na sua essência irrelevante.
Mas no entanto tem custos brutais. Socrates, para mim é um bom 1º ministro, face à mediocridade dos que o antecederam.

Mas temo muito que esta questão o desgaste.

(...)

Não te preocupes: na Europa, já se tinha demitido e estava queimado para a política; estamos em Portugal, logo, passará a ser exemplo que vem de cima.
 
No Publico de hoje:

[FONT=Georgia,Times New Roman,Times,serif]Empresa de António Morais investigada pela Judiciária há oito anos[/FONT]

[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]17.04.2007, José António Cerejo</SPAN> [/FONT]


[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]O antigo professor da Independente esteve envolvido num concurso público, na Covilhã, em relação ao qual há suspeitas de corrupção. O processo está no DIAP[/FONT]



[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]António José Morais declarou ao Tribunal Constitucional que é titular de um depósito no valor de um milhão e 250 mil euros. Na declaração de rendimentos que entregou em 2005, após tomar posse como presidente do Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial das Justiça (IGFPJ) - cargo para que foi nomeado através de um despacho assinado por Alberto Costa e José Sócrates -, Morais indicou também que tinha auferido 490 mil euros a título de "rendimento de trabalho dependente" em 2004. Nesse ano era professor da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Na categoria de rendimentos de capital ou outros provenientes da sua actividade empresarial não fez qualquer declaração. Aliás, a GEASM (sucessora ASM) teve nesse ano um valor de vendas total de 174 mil euros e um prejuízo declarado de 47 mil euros. Nesta empresa, Morais tornou-se sócio, em Janeiro de 2006, de Ernesto Moreira, um jurista que acabara de demitir do IGFPJ, antes de ele próprio ser demitido por Alberto Costa. [/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]a A empresa de António José Morais, professor de quatro das cinco disciplinas que Sócrates fez na Independente em 1996, está a ser investigada pela Polícia Judiciária desde 1999. O processo, que tem pelo menos um arguido e foi aberto para averiguar as suspeitas de favorecimento do grupo HLC no concurso para a construção do aterro sanitário da Cova da Beira, aguarda despacho no Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa desde Outubro.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Lançado pela Associação de Municípios da Cova da Beira em Abril de 96, o concurso de concepção, construção e exploração do aterro da zona da Covilhã foi um dos primeiros no quadro do Plano Estratégico dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) - formalmente anunciado por José Sócrates, então secretário de Estado adjunto da ministra do Ambiente, em Setembro daquele ano. [/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Sabendo-se que estava a arrancar um programa de 122 milhões de contos (mais de 610 milhões de euros) para acabar com as lixeiras em todo o país, o concurso da Cova da Beira foi particularmente renhido e deu origem a três reclamações. Rejeitados os argumentos dos reclamantes, a adjudicação foi feita por cerca de 2,5 milhões de contos (12,5 milhões de euros) a um consórcio liderado pelo grupo HLC, do empresário covilhanense Horácio Luís de Carvalho. Entre os membros do consórcio avultava a Conegil, uma empresa de construção criada por José Manuel Santos Silva, um outro empresário da Covilhã que então se associou ao grupo HLC.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Atendendo à sua importância, uma vez que era um dos primeiros a avançar no âmbito do PERSU, o contrato foi celebrado com alguma solenidade, em Maio de 1997, na presença de José Sócrates. Os outorgantes eram o socialista Jorge Pombo, então presidente da Câmara da Covilhã, e os representantes do consórcio, entre os quais José Manuel Santos Silva. Na sequência desta primeira vitória, o grupo HLC veio a ganhar diversos concursos na área do Ambiente, ficando, entre outros, com os aterros dos distritos de Santarém e Beja, com o aterro de resíduos industriais não perigosos da Chamusca, com as estações de tratamento de águas residuais de Frielas e do Freixo e com a selagem de numerosas lixeiras no Ribatejo, no Norte e no Algarve.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Na área da construção, a Conegil, que continuou a ter José Manuel Santos Silva como administrador, viu multiplicarem-se as adjudicações públicas, em especial no Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna (GEPI) e em câmaras municipais, designadamente em Lisboa, Amadora, Alpiarça e Sintra, todas do PS. No final de 2001, coincidindo com o fim dos governos de Guterres, o grupo HLC começou a desfazer-se em falências, incluindo a da Conegil, que deixou dívidas de milhões e mais de uma dezena de grandes obras públicas por acabar.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Autor dos estudos ambientais[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Foi em plena expansão do grupo, em 1999, que a PJ começou a explorar as pistas que indiciavam o favorecimento da HLC/Conegil no concurso da Cova da Beira. As suas atenções centraram-se, além de alguns responsáveis do PS e do PSD da região, na ASM, uma empresa de projectos criada por António Morais - o professor que em Março de 1996 tinha sido nomeado director do GEPI por Armando Vara, então secretário de Estado da Administração Interna.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Antigo professor da Universidade da Beira Interior e militante do PS, António Morais viveu no Fundão entre 1989 e 1991 e mantém desde então estreitas relações com os meios políticos, empresariais e universitários da Covilhã. Daí que, como disse ao PÚBLICO, tenha sido convidado para preparar o concurso público do aterro da Cova da Beira. Tanto o programa de concurso, como o caderno de encargos e a avaliação técnica das propostas apresentadas pelos concorrentes foram da responsabilidade da ASM. [/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]António Morais foi aliás o autor dos estudos ambientais e financeiros que serviram de base ao concurso. Na avaliação das propostas que conduziu à controversa adjudicação à HLC, a ASM foi representada pela ex-mulher de Morais, já que o próprio não o podia fazer por ser director do GEPI. As alegadas relações entre este e o grupo HLC, em especial com José Manuel Santos Silva, com o qual ainda hoje trabalha, estiveram na origem de buscas na ASM, levando à inquirição do professor e da então gerente.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Despercebido não terá passado o facto de o GEPI, sob a direcção de Morais, ter adjudicado à HLC e à Conegil um importante negócio de telecomunicações e numerosas obras de quartéis e esquadras. Algumas destas adjudicações levaram a Inspecção-Geral da Administração do Território, em 2002, a identificar situações que "poderão questionar o interesse público das decisões tomadas, a transparência dos procedimentos, bem como a equidade" no tratamento dos concorrentes.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]À investigação poderá também ter interessado um facto que o próprio Morais revela no seu currículo de consultor privado. Entre 1997 e 2000, enquanto dirigia o GEPI, elaborou um "estudo de viabilidade" para a Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos de Neath Port Talbot, um outro para uma estação idêntica em Wrexham, ambas em Inglaterra, e um terceiro para uma unidade do mesmo género em Mysolwice, Polónia. Além disso, fez um "estudo de estratégias de investimento na Polónia". Morais não o diz, mas o seu cliente em todos estes trabalhos foi o grupo HLC.[/FONT]
[FONT=Georgia, Times New Roman, Times, serif]Praticamente paradas durante anos, as investigações foram concluídas em Outubro passado, sete anos depois de iniciadas. O MP decidirá agora se acusa alguém ou não. [/FONT]​
 
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