O estilo Sócrates

No dia em que um Politico tenha vontade de cumprir o juramento de qql funcionário do estado, o ditoso "Eu (Nome), juro por minha honra que cumprirei com lealdade, as funções que me são confiadas" teríamos um país muito melhor, mas como o povo é sereno e não reclama, eles nem esse cumprem.

Vai ser o dia do São Correia Campos do Nunca Mais [:D] ou quando crescerem dentes nas galinhas :sh)
 
Atitude persecutória estás tu a denotar (desculpa a frontalidade) ao fazeres uma avaliação final sem conheceres a história por inteiro e acusar os fp de forma cega e indiscriminada.

Quem ouviu o ministro nas tvs à uma e ouviu a ex directora na antena 1 sabe que algo está mal contado.
Se vamos por aí meu caro Manoel, tudo o que seja colocar em causa o PS em geral e este Governo em particular, estás na 1ª linha. [:D]

Conheço o suficiente este tipo de situações para escrever com um determinado grau de certeza sobre a atitude dos FPs, em especial aqueles que no sector da Saúde e da Educação pelo seu tipo de formação se acham que são uma classe de independentes a que não se devem os tais valores já referidos.

Sobre o resto, parece-me que se está a instalar uma histeriazinha.
Porque nos tempos de outros Governos não havia nada disso.

Está tudo a precisar de ir de férias. [:cool:]
 
quem estiver a par do modo como deve funcionar um centro de saúde saberá, com certeza, abster-se de comentar negativamente esta medida tomada pelo director da sub-região.

um CS é um edifício onde é prestado um serviço que exige um mínimo de sensibilidade e decoro e não a tasca do bairro onde se vão beber umas jolas ao fim do dia.

antes de mais, a afirmação do ministro na dita entrevista que motivou o comentário é plena de fundamento, pois duvido que o próprio médico e colegas, se postos numa situação de perigo de vida (uma verdadeira emergência), dificilmente se deslocassem a um SAP para serem atendidos por alguém que pouco mais sabe que receitar e medir TAs.

um médico "de família", que por norma passa o dia em consultas no CS, pouca destreza terá na avaliação e possível tratamento de um problema de saúde urgente. além disso, é pago regiamente durante o horário de SAP estando a maior parte do tempo desocupado.

a quem esteja por dentro do meio é fácil perceber, apenas os ignorantes no que à realidade dos centros de saúde diz respeito se podem dar ao luxo de comentar com tanta indignação os anunciados encerramentos de SAPs e a tal falta de confiança que o ministro alega ter nos seus préstimos.

porém, há também que ter em conta que toda a actividade extraordinária que ocorra num CS carece da permissão do director, e por este passa toda a responsabilidade relativa ao seu funcionamento.

deste modo, a norma é que nada seja afixado em local amplamente frequentado sem prévia autorização do responsável máximo pelo centro de saúde.

ora, poder-se-ia alegar não haver modo de controlar o que aparece exposto num placard do CS, uma vez que qualquer pessoa estranha ao serviço poderá aí colocar um objecto sem que seja visto.

contudo, não parece ter sido o caso. e mesmo que se tratasse de uma traquinice de um utente, o recorte ainda esteve exposto durante alguns dias - é assombroso que alguém não tivesse reparado e alertado a directora.

sendo inverosímil que a directora não tivesse do facto conhecimento, é no mínimo inaceitável que, tendo competência para zelar pelo bom nome da entidade que serve, se permita manter o recorte até que alguém se lembre de reparar nisso e notar que não será de todo o local apropriado para expor este tipo de comentário (com a agravante de ter sido feito por um funcionário).

posto isto, obviamente que resta apenas a hipótese de termos uma directora incompetente, que não presta atenção à realidade do centro de saúde ou não se mostra briosa no cumprimento da sua função de autoridade máxima dentro do mesmo, com obrigação de manter o estabelecimento público estéril e imparcial no que a confrontos políticos diz respeito.

assim, acho muito bem que a tenham exonerado.

como já se disse neste tópico, se fossem donos de uma empresa e soubessem que um funcionário tinha exposto em local público - frequentado não só por colegas, mas por todos os clientes - um artefacto de conteúdo maledicente a vosso respeito, e o supervisor tivesse feito "vista grossa" durante todo o tempo, que atitude tomariam?
 
quem estiver a par do modo como deve funcionar um centro de saúde saberá, com certeza, abster-se de comentar negativamente esta medida tomada pelo director da sub-região.

um CS é um edifício onde é prestado um serviço que exige um mínimo de sensibilidade e decoro e não a tasca do bairro onde se vão beber umas jolas ao fim do dia.
Claro, mas não implica que tenha de haver mau ambiente entre as pessoas

antes de mais, a afirmação do ministro na dita entrevista que motivou o comentário é plena de fundamento, pois duvido que o próprio médico e colegas, se postos numa situação de perigo de vida (uma verdadeira emergência), dificilmente se deslocassem a um SAP para serem atendidos por alguém que pouco mais sabe que receitar e medir TAs.

um médico "de família", que por norma passa o dia em consultas no CS, pouca destreza terá na avaliação e possível tratamento de um problema de saúde urgente. além disso, é pago regiamente durante o horário de SAP estando a maior parte do tempo desocupado.
Mau, então a formação serve para quê, se não devem estar a exercer medicina afinal o que estão lá a fazer.

Supostamente deveriam saber avaliar os casos mais graves e encaminhar para um hospital quando for caso disso.

Que um ministro não saiba o que deve fazer, ainda se percebe (afinal estamos em Portugal), agora um medico tem de saber.

a quem esteja por dentro do meio é fácil perceber, apenas os ignorantes no que à realidade dos centros de saúde diz respeito se podem dar ao luxo de comentar com tanta indignação os anunciados encerramentos de SAPs e a tal falta de confiança que o ministro alega ter nos seus préstimos.
É os ignorantes pagam impostos e depois exigem contrapartidas

porém, há também que ter em conta que toda a actividade extraordinária que ocorra num CS carece da permissão do director, e por este passa toda a responsabilidade relativa ao seu funcionamento.

deste modo, a norma é que nada seja afixado em local amplamente frequentado sem prévia autorização do responsável máximo pelo centro de saúde.

ora, poder-se-ia alegar não haver modo de controlar o que aparece exposto num placard do CS, uma vez que qualquer pessoa estranha ao serviço poderá aí colocar um objecto sem que seja visto.

contudo, não parece ter sido o caso. e mesmo que se tratasse de uma traquinice de um utente, o recorte ainda esteve exposto durante alguns dias - é assombroso que alguém não tivesse reparado e alertado a directora.

sendo inverosímil que a directora não tivesse do facto conhecimento, é no mínimo inaceitável que, tendo competência para zelar pelo bom nome da entidade que serve, se permita manter o recorte até que alguém se lembre de reparar nisso e notar que não será de todo o local apropriado para expor este tipo de comentário (com a agravante de ter sido feito por um funcionário).
É, a falta de experiência é geral, eles nem devem ter mais nada que fazer do que andar a ver se porventura um utente mais maroto ou um colega mais bonacheirão não anda a sublinhar os que os ministros dizem para a comunicação social.

posto isto, obviamente que resta apenas a hipótese de termos uma directora incompetente, que não presta atenção à realidade do centro de saúde ou não se mostra briosa no cumprimento da sua função de autoridade máxima dentro do mesmo, com obrigação de manter o estabelecimento público estéril e imparcial no que a confrontos políticos diz respeito. (...)
Provavelmente estava indecisa entre ignorar um assunto sem importância ou deitar a fotocopia para o lixo.
 
Claro, mas não implica que tenha de haver mau ambiente entre as pessoas

Mau, então a formação serve para quê, se não devem estar a exercer medicina afinal o que estão lá a fazer.

Supostamente deveriam saber avaliar os casos mais graves e encaminhar para um hospital quando for caso disso.

Que um ministro não saiba o que deve fazer, ainda se percebe (afinal estamos em Portugal), agora um medico tem de saber.

É os ignorantes pagam impostos e depois exigem contrapartidas

É, a falta de experiência é geral, eles nem devem ter mais nada que fazer do que andar a ver se porventura um utente mais maroto ou um colega mais bonacheirão não anda a sublinhar os que os ministros dizem para a comunicação social.

Provavelmente estava indecisa entre ignorar um assunto sem importância ou deitar a fotocopia para o lixo.

ficou por responder o ultimo parágrafo.

"eles" o que têm de fazer é assegurar-se que o centro de saúde é o dito local onde não há mau ambiente entre as pessoas.

um sítio onde se permite zombar publica e directamente de uma figura do estado não augura grandes relacionamentos, já que pode haver quem considere a ousadia pouco apropriada a um espaço público.

é apenas comum em espaços de ensino, graças à natureza irreverente dos estudantes, assistir-se a fenómenos destes, com graçolas e imbecilidades disseminadas por qualquer superfície lisa que permita decifrar a escrita.

ora isto não passou disso mesmo, só que numa escola é habitual e geralmente as intrujices que se escrevem nas paredes são de autor anónimo, agora aqui, não.

não se espera de um médico que, tendo a capacidade para " saber avaliar os casos mais graves e encaminhar para um hospital " alguém em perigo de vida iminente, dê um exemplo tão grotesco de educação.

a esse respeito permito-me fazer a consideração, um clínico geral a trabalhar num centro de saúde pode considerar-se enferrujado no que concerne ao diagnóstico urgente.

os ignorantes que pagam impostos deviam preocupar-se em saber se os médicos sabem fazer o trabalho. é que essa malta pensa que tendo uma crise aguda ou sintomas de uma falência orgânica urgente lhes adiantará de muito ter o SAP a 2km e a urgência mais próxima ser apenas a 35km...

os SAPs servem para ganhar uns cobres extra e para entupir o funcionamento dos CS. os médicos que passam a noite de chamada acabam por ficar o dia sem trabalhar, tendo que se arranjar um meio de compensar o número de utentes que fica sem consulta nesse dia porque o seu médico não trabalha.

daqui resulta um maior atraso nos tempos de espera por consulta e um gasto maior com o pagamento extraordinário a quem fica no SAP a atender 2 ou 3 pessoas por noite, das quais 66% andavam com uma dor há duas semanas ou um mês, mas se lembraram a meio da noite de ir ao médico, e os restantes 33% são encaminhados para uma urgência por não haver meios complementares de diagnóstico que permitam uma análise inequívoca do problema.

a questão aqui não é que a função dos directores seja andar a inspeccionar todos os cantos e perscrutar qualquer opinião contrária às do governo. mas manter um indicio de aparente má conduta evidente a qualquer um já me parece um claro sinal de falha com as obrigações - escrever opiniões pessoais e divulgá-las num local de serviço público para que todos possam apreciar é, evidentemente fora do âmbito profissional do médico.

querem dar a opinião, contestar, peguem numa esferográfica e escrevam crónicas para a imprensa.

o que aqui foi feito é comparável aos grafittis que o Telmo Correia andou a limpar em Lisboa, é "literatura de intervenção", mas ilicitamente materializada - ambos merecem erradicação, mas como o candidato do CDS mostrou, deve ser bem mais fácil remover uma folha de papel de um placard do que tirar tinta de spray de uma parede.
 
como já se disse neste tópico, se fossem donos de uma empresa e soubessem que um funcionário tinha exposto em local público - frequentado não só por colegas, mas por todos os clientes - um artefacto de conteúdo maledicente a vosso respeito, e o supervisor tivesse feito "vista grossa" durante todo o tempo, que atitude tomariam?

Um dono de uma empresa, que não é o caso do Sr. Correia Campos, não critica gratuitamente a sua empresa nem gere de forma política, porque não deseja desvalorizar os seus bens nem enxovalhar publicamente os seus funcionários de forma a não baixar a moral nem implicar a perda da produtividade que baixe os seus rendimentos.

Se o Sr. Correia Campos dá uma entrevista em que afirma nunca ter ido e nem pensa ir a um SAP. O funcionário que afixa a opinião do seu patrão até devia ser louvado por levar ao extremo a lealdade!

Mais: admiro a verdadeira capacidade dos pê-esses de arranjar problemas e assuntos onde não existem. Se não andassem com esta ânsia persecutória ninguém faria ideia deste "não assunto". E sem querer ofender os Vieirenses, 90% dos media da capital continuavam sem saber aonde fica Vieira do Minho.

O que estranha nesta estória, e que fica muito bem no curriculo da senhora, é de não ter sido demitida por má gestão, por corrupção ou por negligência médica. Grave foi terem demitido uma Directora de um CS por estar-se a marimbar para uma simples fotocópica. O que acaba por ser bem bom nos dias de hoje.

Os pê-esses quando faziam disto no antigo regime (também tinham o dever da lealdade ao Doutor Salazar...) iam para o Tarrafal ou fugiam para a Argélia [8b]
 
ficou por responder o ultimo parágrafo.
O ultimo; era tão irreal que não achei que fosse para ser levado a sério.

"eles" o que têm de fazer é assegurar-se que o centro de saúde é o dito local onde não há mau ambiente entre as pessoas.

um sítio onde se permite zombar publica e directamente de uma figura do estado não augura grandes relacionamentos, já que pode haver quem considere a ousadia pouco apropriada a um espaço público.

é apenas comum em espaços de ensino, graças à natureza irreverente dos estudantes, assistir-se a fenómenos destes, com graçolas e imbecilidades disseminadas por qualquer superfície lisa que permita decifrar a escrita.

ora isto não passou disso mesmo, só que numa escola é habitual e geralmente as intrujices que se escrevem nas paredes são de autor anónimo, agora aqui, não.

não se espera de um médico que, tendo a capacidade para " saber avaliar os casos mais graves e encaminhar para um hospital " alguém em perigo de vida iminente, dê um exemplo tão grotesco de educação.

a esse respeito permito-me fazer a consideração, um clínico geral a trabalhar num centro de saúde pode considerar-se enferrujado no que concerne ao diagnóstico urgente.

os ignorantes que pagam impostos deviam preocupar-se em saber se os médicos sabem fazer o trabalho. é que essa malta pensa que tendo uma crise aguda ou sintomas de uma falência orgânica urgente lhes adiantará de muito ter o SAP a 2km e a urgência mais próxima ser apenas a 35km...

os SAPs servem para ganhar uns cobres extra e para entupir o funcionamento dos CS. os médicos que passam a noite de chamada acabam por ficar o dia sem trabalhar, tendo que se arranjar um meio de compensar o número de utentes que fica sem consulta nesse dia porque o seu médico não trabalha.

daqui resulta um maior atraso nos tempos de espera por consulta e um gasto maior com o pagamento extraordinário a quem fica no SAP a atender 2 ou 3 pessoas por noite, das quais 66% andavam com uma dor há duas semanas ou um mês, mas se lembraram a meio da noite de ir ao médico, e os restantes 33% são encaminhados para uma urgência por não haver meios complementares de diagnóstico que permitam uma análise inequívoca do problema.

a questão aqui não é que a função dos directores seja andar a inspeccionar todos os cantos e perscrutar qualquer opinião contrária às do governo. mas manter um indicio de aparente má conduta evidente a qualquer um já me parece um claro sinal de falha com as obrigações - escrever opiniões pessoais e divulgá-las num local de serviço público para que todos possam apreciar é, evidentemente fora do âmbito profissional do médico.

querem dar a opinião, contestar, peguem numa esferográfica e escrevam crónicas para a imprensa.

o que aqui foi feito é comparável aos grafittis que o Telmo Correia andou a limpar em Lisboa, é "literatura de intervenção", mas ilicitamente materializada - ambos merecem erradicação, mas como o candidato do CDS mostrou, deve ser bem mais fácil remover uma folha de papel de um placard do que tirar tinta de spray de uma parede.
Esse patuá todo parece um saco de papel cheio de, ar.

Todos sabemos como são nomeados os directores dos serviços no estado, a maioria é nomeada pela filiação partidária e maioritariamente não entendem nada dos serviços que vão gerir, são poucos os que são competentes e isto tem consequenciais para todos nós.

Este caso em particular só existe pq a direcção foi nomeação do anterior governo pq se fosse nomeação recente não passaria do que é, conversa de hora de almoço.

Apesar de tudo, cai mal pela forma como acontece, parece que a maneira [SIZE=-1]subreptícia de gerir o país e desviar as atenções esta a ficar fora de moda, nos tempos do prec e depois, quando alguém afrontava um politico era discretamente afastada, geralmente para a RTP ou CGD ou um dos muitos "institutos sobre o estudo e filosofia do tijolo de oito[/SIZE][SIZE=-1]"[/SIZE][SIZE=-1] que ainda existem e sangram o país e estamos a voltar aos tempos do "quero, posso e mando".

É bom, pode ser que as pessoas se lembrem disso nas próximas eleições.








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Última edição:
Deve haver muita gente, que ao olhar para alguns acontecimentos, que passam pela suspensão de professores, de processos a autores de blogues culminado com este que o tópico mostra, que vêm o seu voto como ...

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Se este tipo de situação se confirmar, agora e como tendência, salvo erro, parece-me que estamos perante uma situação gravíssima, porque é a Democracia e a Liberdade de Expressão que estão, claramente, em jogo...
 
Se este tipo de situação se confirmar, agora e como tendência, salvo erro, parece-me que estamos perante uma situação gravíssima, porque é a Democracia e a Liberdade de Expressão que estão, claramente, em jogo...


Parece-te, para alguns, pelos vistos, é algo perfeitamente normal e legitimo.

O que vem contrastar com os muitos que sofreram (alguns morreram mesmo), para que hoje pudéssemos ter essa liberdade de expressão.

:sh)
 
Parece-te, para alguns, pelos vistos, é algo perfeitamente normal e legitimo.

O que vem contrastar com os muitos que sofreram (alguns morreram mesmo), para que hoje pudéssemos ter essa liberdade de expressão.

:sh)
Percebo muito bem o que queres dizer, mas a experiência e a prudência aconselham-me a ficar na expectativa...
 
Parece-te, para alguns, pelos vistos, é algo perfeitamente normal e legitimo.

O que vem contrastar com os muitos que sofreram (alguns morreram mesmo), para que hoje pudéssemos ter essa liberdade de expressão.

:sh)

E muitos destes, ironia das ironias, elementos do próprio PS :sh) . Como sentirão estes resistentes a ver a figura deste PS renovado do Engº Técnico Sócrates (ai, ai, é agora que me vão prender[;)] )?
 
Eu estava mesmo a falar do palhacito que colocou o cartaz !

Palhacito???

Ai o meu querido lider, não digam mal do meu querido lider!


Isto chega a enojar.

Estamos perante um violento ataque ao direito de opinião e há pessoas que vidradas na sua obcessão politica não percebem o perigo de legitimar delitos de opinião...

É só a democracia que está em perigo.

Por enquanto ainda só há o medo de perder o emprego...
 
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