O estilo Sócrates

Realmente o seu fanatismo ultrapassa tudo.
Sempre pensei encontrar este tipo de fanatismo noutros quadrantes mas..... afinal .... há em todo o lado.

Eu já ontem fiquei à toa com tamanho fanatismo. É de um gajo ficar estupefacto e assustado. Parece que está a defender-se a ele próprio, um pai ou um filho... Como isso deve ser pouco provável, só pode ser doentio !
 
Começam por aldrabar as contas nacionais, depois os títulos académicos...não tarda nada está a dizer que gosta de mulheres!!
 
Hoje o Nicolau Santos do Expresso escreveu um texto duro contra o jornal Público por causa da publicação do artigo de ontem.
Eu, pessoalmente, fico estupefacto com as razões apontadas pelo Nicolau Santos. E confirmo os porquês do declinio da comunicação social e da liberdade de Imprensa em Portugal.

Sócrates, Lewinsky e o 'Público'

O jornal 'Público' resolveu dar as quatro páginas de abertura da edição de hoje a uma investigação onde tenta descobrir se o primeiro-ministro é ou não licenciado em engenharia civil pela Universidade Independente, ou se é só licenciado em Engenharia Civil, já que o curso não é reconhecido pela Ordem dos Engenheiros, ou se completou mesmo o curso.
Certamente por algum desconforto, o trabalho é acompanhado por uma nota da direcção editorial logo na página 3 que se afadiga em esclarecer que se pode ser uma grande figura política europeia ou banqueiro ou mesmo director de um jornal (no caso do 'Público') sem se ser licenciado. E a mesma nota reconhece que o 'Público' se abalançou a esta investigação depois das referências que se têm avolumado na blogosfera sobre a forma como Sócrates obteve a licenciatura.
A nota editorial do 'Público' é suficiente para perceber o desconforto do jornal com o trabalho. Porque 1) na blogosfera aparecem as mais inusitadas «notícias» (que Soares é dono dos terrenos da Ota, que Miguel Sousa Tavares plagiou o «Equador» – neste caso, o 'Público' também deu voz à blogosfera e o seu próprio provedor dos leitores criticou as jornalistas que fizeram a investigação –, que Rosa Coutinho escreveu uma carta a Agostinho Neto incitando-o a matar os brancos que se encontravam em Angola em 1975, que o António Costa e o Ricardo Costa são filhos da Maria António Palla – o que é falso, porque eles têm é o mesmo pai mas mães diferentes, e que por isso é que o sistema de apoio médico da Casa de Imprensa se mantinha, o que, como se sabe, não é verdade, porque já acabou, etc, etc) e nem sempre o 'Público' decide investigar os temas - e bem, porque senão não faria mais nada; 2) porque o trabalho acaba por não esclarecer nada, limitando-se a dizer que em vez de engenheiro, Sócrates só pode ser considerado licenciado em Engenharia Civil (quem não sabe que os agentes técnicos acabavam por ser chamados de engenheiros?), que há umas cadeiras que foram concluídas quando o curso só tinha dois anos de existência (o argumento de Sócrates é que as cadeiras tinham sido antecipadas face ao plano normal de curso para alguns alunos que vinham de outras instituições ao abrigo de processos de transferência) e que o professor que leccionou as cadeiras que permitiram a Sócrates terminar o curso era director do Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna desde Março de 1996, quando Guterres era primeiro-ministro e Sócrates secretário de Estado.
Mas é claro que as quatro páginas que o 'Público' dá a um assunto onde não tira nenhuma conclusão taxativa, género «Sócrates não é licenciado e comprou o diploma», deixam mossa e dão guarida às insinuações que, com base ou não, proliferam na blogosfera.
É um jornalismo perigoso aquele que o 'Público' prossegue, porque parece que só dá guarida à blogosfera quando os alvos são pessoas mediaticamente expostas e com quem tem algum diferendo (caso de Miguel Sousa Tavares que, por acaso, tinha deixado de ser colunista do 'Público', transferindo-se para o Expresso) ou o primeiro-ministro (que não é um dos amores do director do 'Público'). Veremos qual será a posição do jornal em próximas insinuações blogosféricas.
Estas quatro páginas cheiram demasiado ao «affaire» Lewinsky, que condicionaram a actuação e quase levaram à demissão do melhor presidente dos Estados Unidos dos últimos 30 anos. Verdadeiramente não há nada de muito relevante para o exercício do cargo de primeiro-ministro, mas verdadeiramente parece que há qualquer coisa que não bate certo. E, perante isto, o 'Público' dá espaço e mais espaço a algo sobre o qual não consegue tirar nenhuma conclusão definitiva. Como com Clinton, o objectivo final é condicionar e limitar a actuação do primeiro-ministro por razões que nada têm a ver com a actuação política do primeiro-ministro.
Este jornalismo não honra o seu primeiro director, Vicente Jorge Silva, nem todos aqueles que de algum modo contribuíram para fazer do 'Público' um jornal de referência.

Director-Adjunto
 
Num pais onde ser Mentiroso compulsivo compensa, onde os apoiantes e "branqueadores" proliferam e onde os "yes man" encontram terreno para esgrimir teses de conspiração, já nada me espanta !

A verdade está algures, mas quem mais teria a ganhar ao deixar de ver o seu nome enlameado e enxovalhado, está calado que nem um rato, tal qual aqueles ratos que depois abandonam um navio ao sinal de naufrágio.

Eu no lugar deste personagem, já teria abandonado a altivez arrogante, e teria reunido a documentação cabal e inequívoca que me permitiria confirmar ou desmentir esta novela do mais profundo mau gosto e ao género TVI.

Até parece que se teme que esta história seja só a ponta de um Iceberg, em que urge evitar que se conheça toda a sua dimensão.

Sobre esta guerra de jornais, parece uma guerra de meninas de mau porte que disputam as preferências do seu cliente, em vez de jornalismo franco, sincero e leal temos uma peixeirada ao melhor estilo de praça da ribeira, e mesmo ai, as senhoras de tão nobre profissão conseguem ser mais leais nos seus objectivos que este pseudo media informativos.


Um pais na era do choque tecnológico com os piores resquícios do tempo da velha senhora.

Só aproveitaram o que de mau havia, o bom deitaram foram.
 
Como está o nosso país mesmo?...Pois...
Imagina se fosse governado por pessoal com menos habilitações?? DASS! :sh)

As pessoas, quando vão para o ensino superior, e saiem de lá formadas, aprendem muiiiita coisa, que os outros não aprendem. Quer queiram quer não, é pessoal que sabe mais de certa matéria do que a esmagadora maioria do pessoal que não tem as mesmas qualificações... Agora a questão é que não ha licenciatura nem doutoramento para Primeiro Ministro, e ser PM é uma tarefa bem dura.
 
O Niculau Santos deve estar a ver se é contemplado com um tacho oferecido pelo governo, como forma de agradecimento pela defesa publica do suposto Eng., o Sr. José Socrates. [8b]

Que vergonha esta forma de fazer jornalismo, que em vez de procurarem a verdade, preferem enfiar a cabeça na areia.



P.S. - Afinal o PM é meu colega de profissão, eu tambem não sou engenheiro [:)]
 
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Determinação

Determinação

O homem pode não ser doutor, nem engenheiro...mas uma coisa ninguém lhe pode negar, é determinado...

talvez em demasia.
 
Até parece que se teme que esta história seja só a ponta de um Iceberg, em que urge evitar que se conheça toda a sua dimensão.

Após muitas cambalhotas mentais, eu cheguei à conclusão que a teoria da Ponta do Iceberg é a única que o meu cérebro consegue aceitar. Alguém quer investigar mais politicos ou pessoas influentes que passaram por esta Universidade ?
 
Após muitas cambalhotas mentais, eu cheguei à conclusão que a teoria da Ponta do Iceberg é a única que o meu cérebro consegue aceitar. Alguém quer investigar mais politicos ou pessoas influentes que passaram por esta Universidade ?


Por acaso a teoria da Ponta do Iceberg pode não ser descabida.

Isto é na actualidade ...

... no passado lembro-me de ouvir falar de à uns anos atrás, haverem empresas que pediam pessoas licenciadas, mas referiam precisamente e concretamente que licenciados nos períodos de 1974, 1975, 1976 se deviam abster de concorrer ... e isto vinha publicado nos anuncios que saiam no Jornal ... será que continuam a existir destes casos, onde o cartão ou a cor partidária dão acesso ...

Não quero acreditar, que isso possa ocorrer ainda hoje

:sh)


Mas também há qualquer coisa com o A. Vara não é ?
 
Após muitas cambalhotas mentais, eu cheguei à conclusão que a teoria da Ponta do Iceberg é a única que o meu cérebro consegue aceitar. Alguém quer investigar mais politicos ou pessoas influentes que passaram por esta Universidade ?

Claro que não. Tal como também não se investigou a fundo o caso Moderna.
 
Sou Engº sim sr! Porque haveria eu de mentir!?!



socrates5.jpg
 
O homem pode não ser doutor, nem engenheiro...mas uma coisa ninguém lhe pode negar, é determinado...

talvez em demasia.

Discute-se as habilitações de um tipo que parece que diz que é engenheiro mas não é, mas não se sabe o mínimo sobre o que significam o grau de "doutor" e a habilitação de "engenheiro"...

In wikipedia:

Ensino superior em Portugal



O ensino superior em Portugal organiza-se em dois subsistemas com objectivos diferentes:
* NOTA: faculdades, lol

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Licenciado define alguém que é possuidor de uma licenciatura, ou seja, que tem licença para exercer uma determinada profissão.

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O mestre é um indivíduo que adquiriu um conhecimento especializado sobre uma determinda área do conhecimento humano. Usualmemente é aquele que defendeu um mestrado.

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Doutor é um título acadêmico obtido por aqueles que apresentam uma tese de doutorado. A palavra vem de doctor, que em latim significa professor, e era usado nas primeiras universidades para se referir aos acadêmicos cujo domínio da disciplina que estudavam era considerado máximo.

Usos

Cotidianamente a palavra é usada para se referir aos profissionais da Medicina e de profissões correlatas como a de cirurgião-dentista, independentemente de estes indivíduos possuírem ou não diplomas de pós-graduação. Tal uso é comum em algumas línguas, em inglês, a palavra doctor é considerada sinônimo de médico, uma abreviação de Medical Doctor.
No Brasil, o termo também é vulgarmente usado para se referir (eventualmente de forma pejorativa) a indivíduos de alto poder aquisitivo. Tal uso da palavra, em certas situações, denota uma certa submissão social por parte de quem faz uso da expressão.
Na Itália, todo egresso de um curso de graduação (laurea) recebe o título de dottore. O equivalente ao doutorado no Brasil chama-se dottorato di ricerca (doutorado de pesquisa) que, por sua vez, confere o título de dottore di ricerca.


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In site da ordem dos engenheiros:

TITULO I
DA ORDEM DOS ENGENHEIROS​
CAPÍTULO I
Disposições gerais
Artigo 1.º
Denominação, natureza e sede
1 – A Ordem dos Engenheiros, adiante designada, abreviadamente, por Ordem, é a associação pública representativa dos licenciados em Engenharia que exercem a profissão de engenheiro.
2 – A Ordem é independente dos órgãos do Estado e goza de autonomia administrativa, financeira, científica, disciplinar e regulamentar.
3 – A Ordem tem a sua sede em Lisboa.
Artigo 2.º
Atribuições
1 – A Ordem tem como escopo fundamental contribuir para o progresso da engenharia, estimulando os esforços dos seus associados nos domínios científico, profissional e social, bem como o cumprimento das regras de ética profissional.
2 – Na prossecução das suas atribuições, cabe à Ordem:
a) Assegurar o cumprimento das regras de ética profissional e o nível de qualificação profissional dos engenheiros;
b) Atribuir o título profissional de engenheiro e regulamentar o exercício da respectiva profissão;

c) Defender os interesses, direitos e prerrogativas dos seus membros;
d) Zelar pela função social, dignidade e prestígio da profissão de engenheiro;
e) Fomentar o desenvolvimento do ensino da engenharia;
f) Contribuir para a estruturação das carreiras dos engenheiros;
g) Proteger o título e a profissão de engenheiro, promovendo o procedimento judicial contra quem o use ou a exerça ilegalmente;
h) Promover a cooperação e solidariedade entre os seus associados;
i) Valorizar a qualificação profissional dos engenheiros pela concessão dos respectivos níveis e títulos de especialista e pela participação activa na formação de pós-graduação, emitindo os competentes certificados e cédulas profissionais;
j) Prestar a colaboração técnica e científica solicitada por quaisquer entidades, públicas ou privadas, quando exista interesse público;
l) Desenvolver relações com associações afins, nacionais e estrangeiras, podendo aderir a uniões e federações internacionais;
m) Exercer jurisdição disciplinar sobre os engenheiros;
n) Exercer as demais funções que resultam da lei e das disposições deste Estatuto.


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Admissão à Ordem dos Engenheiros
Nos termos da alínea b) do nº 2 do artº 2º do Estatuto da Ordem dos Engenheiros, cabe à Ordem a atribuição do título profissional de engenheiro e a regulamentação do exercício da respectiva profissão.
Nos termos do seu artº 3º, a atribuição do título, o seu uso e o exercício da profissão de engenheiro dependem de inscrição como membro efectivo da Ordem.
Nos termos do nº 2 do artº 7º, a admissão como membro efectivo depende da titularidade de licenciatura, ou equivalente legal, em curso de engenharia, da prestação de provas de admissão e da realização de um estágio profissional.
É assim claro que a acreditação de um curso pela Ordem dos Engenheiros não é condição limitante para que um titular de uma licenciatura, ou equivalente legal, requeira e eventualmente veja aprovada a sua inscrição na Ordem dos Engenheiros.
Titulares de uma licenciatura não acreditada, podem inscrever-se na Ordem dos Engenheiros se forem aprovados nas provas de admissão.
A prestação de provas é dispensada para os candidatos oriundos de cursos acreditados pela Ordem à data da licenciatura.






(NOTA:Para as escolas de ensino superior que aderiram a bolonha, enquanto antes, com 300 ECTS, ou seja, 5 anos, se tirava a licenciatura supracitada, agora com 300 ECTS, já se pode tirar o mestrado. As principais diferenças é que agora tem que se defender o mestrado).






Mas, acima de tudo, qualquer título, seja bacharel, licenciado, mestre ou doutor, é "cagativo" fora da universidade ou politécnico. Pelo menos, na minha opinião, olhando para algumas universidades que "andem" para aí...
 
Um antigo colega de curso de José Sócrates garantiu ao CM que o primeiro-ministro concluiu a licenciatura em Engenharia na Universidade Independente por mérito próprio.
Carlos Pereira é hoje engenheiro técnico na Câmara de Lisboa, mas há 12 anos partilhou quatro cadeiras do curso de Engenharia com o actual chefe de Governo. “Das cadeiras que fez comigo não tenho dúvidas de que foi por mérito próprio”, afirmou o engenheiro.

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=235797&idselect=90&idCanal=90&p=200


'tou desconfiado que a montanha vai parir um rato
 
Sinceramente eu nem gosto do gajo mas avaliar pela sua licenciatura (ou não) é errado, visto que ele deve ser avaliado como "Primeiro Ministro" e não por outra treta qualquer. Como primeiro ministro, é mau... como engenheiro quero lá saber.

O pessoal só faz isto pq ele é todo vaidozão e arrogante e faz bem ver o gajo a baldar-se daquele pedestal de soberba onde ele se monta todos os dias... acho que é mais o gozo de o ver "entalado" que outra coisa.
 
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