O estilo Sócrates

O problema não está no Sócrates, com Sócrates ou sem Sócrates estaríamos mais ou menos na mesma, o mal já vem de trás. O problema é estrutural.
Não temos tido verdadeiros liders á altura da governação.
Inteligência e visão são ver para além da porta. Como alguém já disse uma vez a mediania é o grau superior da mediocridade.
O problema é estrutural.
Primeiro acabaram com os cursos profissionais, Escolas Industriais e comerciais.
Pensou-se erradamente, a tal falta de visão, que toda a gente iria ser Doutor.
Paralelamente a isso, outro erro, apostou-se na mão-de-obra intensiva, sem preparação sem formação, ficando a faltar os quadros intermédios.
No meu caso por ex.
Curso Industrial de formação de serralheiros (5 horas diárias de oficinas das 08h00 ás 13h00)
Quem chumbasse a oficinas ou desenho, mesmo que tivesse boas notas às outras disciplinas estava automaticamente chumbado.
No último ano praticava-se com fresadoras, tornos mecânicos, engenhos de furar rectificadoras etc. (Pronto a ingressar no mercado de trabalho com uma profissão).
Secção preparatória ao Instituto Industrial (hoje ISEL)
Instituto Industrial – Agente Técnico (hoje Engenheiro Técnico)
Para além da teoria pronto a explicar como se faz e vestir o fato-macaco caso fosse preciso.
A seguir, como todos certamente se lembrarão, vêm os dinheiros comunitários destinados á formação profissional. O que foi feito? Praticamente nada, foi gasto em tudo menos numa formação profissional séria que transmitisse conhecimentos e preparação para o mundo do trabalho.
Desabafava uma vez um colega que também se meteu nisso da formação profissional. Dizia ele: Toda a gente ganhou dinheiro com a formação menos eu. A minha resposta foi simples: Não ganhaste porque fizeste formação. Investiste em computadores, apontamentos, engenheiros competentes a dar aulas á malta etc., etc.
A tal falta de visão e estratégia de futuro, o tal ver para além da porta, veio a manifestar-se uma vez mais quando as empresas começaram a negociar pré reformas e reformas com pessoas de 50 anos e menos tudo isto com a cumplicidade do Estado. Tudo isto em nome da modernização.
Estava bem de ver que isto seria incomportável num futuro mais ou menos próximo.

Hoje temos uma quantidade enorme de pessoas a viver da segurança social, com uma esperança de vida ainda bastante longa, e que podiam muito bem estar ainda a produzir.
As empresas devem ser um misto, força da juventude aliada á experiência dos mais velhos.
O sucesso passa por aí. Não abdico de ter nas minhas equipas pessoas jovens com vitalidade e irrequietude próprias da juventude mas também pessoas mais velhas que transmitam aos mais novos os conhecimentos adquiridos. Ao contrário do que muita gente julga essas pessoas, as mais velhas, não roubam lugares aos mais novos. Quanto mais as empresas forem competentes, quanto mais apostarem na formação e no conhecimento, mais fortes se tornam e mais bem preparadas estão para enfrentar as dificuldades, desafios e conquistar novos mercados. A não ser, claro está, que continuemos a querer investir apenas na Mão-de-Obra intensiva não qualificada e que já mostrou não nos levar a lado nenhum.
Por tudo isto acredito sinceramente que com Sócrates ou sem Sócrates estaríamos mais ou menos na mesma. O problema é estrutural e vem de trás.

Concordo plenamente consigo, o problema é estrutural e vem de trás, e mesmo se fosse outro que não o Socrates ou o PS no Governo, provavelmente as coisas estariam na mesma, mas aguentar um mentiroso, aldrabão e o mais perto que tivemos de um ditador pós 25 de Abril , mais 4 anos não obrigado ( e sim refiro-me ao Sr. Socrates) . Para quem pensa que ele não é ditador, só digo que se não o fosse não se importava tanto com a sua imagem, Mário Machado não teria sido preso da maneira como foi, não haveria esta brincadeira de termos que por chips nos carros, e isto só pra enumerar algumas situações. Se isto não é ditadura não sei o que seja. Não votem em branco nem façam abstenção, votem nos MPP, nos Verdes ou qualquer outro partido pequeno, no PS/PSD/PP/PCP ou BE é que não. Só assim é que mostramos que quem manda somos nós e não eles.
 
bolas, o problema vem de trás, mas há que os resolver, ou é só varrer o pó para debaixo do tapete? É que isso, o socretino fez bem, varreu muitos problemas para debaixo do tapete, abriu algumas caixas de pandora, que deviam, para bem de todos os portugueses, ter ficado fechadas. Na saude, veem-se médicos a operarem x doentes só para cumprir cotas (mesmo que a cirurgia nõ fosse própriamente necessária, isto é), veem-se farmacias que são geridas or meninos que só veem numeros á frente (é o que dá, estas liberalizaçõezinhas que não vieram trazer beneficios nenhuns a ninguem, excepto aos farmaceuticos donos de farmacias que viram, se repente, as suas farmacias começarem a ser pagas a peso de ouro na hora da venda), veem-se empresas na bancarota (com milhares de desemregados que foram tão bem auxiliados pelo governo nesta hora de necessidade), ve-se o magalhaes em todas as escolas (espera, esta não é verdade, que eles ainda vêm a caminho... e deve morrer antes de cá chegar, como o verdadeiro, belo nome que escolheram para aquele bicho, wallE tinha sido mais apropriado...), veem-se pessoas contentes, com boas perspectivas futuras, com vontade de lutar pelo pais, com esperança e espirito de sacrificio (pois, eu tb não os vejo, mas eles andem ai...) vejo um comboio de alta velocidade, que vai custar mais que os estadios do euro todos juntos, que vai trazer para portugal moscas e mosquitos vindos de frança e espanha, porque pessoas duvdo muito...




Então mas afinal o que é que este governo fez realmente bem? O socrates não é um bom motivador de homens (scolari a 1º ministro), já ninguem o pode ouvir. Não é um bom estratega, não é um homem acima de qualqer suspeita e nem sequer é bonito.
é Dr (será?), honesto (será?), ncorruptivel (será?), e veste-se bem (demais, veste mais caro em cada dia que a maioria dos portugueses vestem por ano).

Ao menos dá o exemplo de que todos devem fazer desporto, não é tudo mau...

Se há melhor?, eu acredito que sim; se vai a votos melhor que ele? não faço ideia; se eu voto nele? não, quero acreditar que, seja quem for, não será nunca tão mau como ele.
 
Se isto é falar do chefe de governo, como podemos ter uma chefe de governo que não cumpre (vá lá, mente descaradamente) o que promete, com um passado duvidoso (o seu passado escolar, os seus negócios passados, o seu trabalho até chegar a PM)... e isto sem contar com o caso Freeport, que legalmente não existe qualquer suspeita (se bem que a sr. procuradora de tanto querer aparecer na televisão, de tanto o defender acabou por lançar suspeitas, como já foi falado no devido tópico).

Acreditar em Sócrates é acreditar no famoso "chico esperto"...
 
Vivemos numa ilusão cega.
A ditadura (camuflada) já chegou e a sua implantação total está mesmo aí à porta. Ou porque será que, numa situação de extrema crise em que vivemos, só se fala no próximo Provedor de Justiça? O PS quer colocar mais um da sua cor no último lugar de chefia que falta para em seguida tomar de “assalto” a presidência da república e ter um poder totalitário em todos os sectores e planos do país como nunca se viu desde a (re)conquista da democracia.

E se julgam que este governo é impositivo, arrogante e autoritário, esperem para ver como será quando eles tiverem tudo aquilo que pretendem: o domínio absoluto do país e das instituições. Nos Estados Unidos, as figuras destacadas por Obama para desempenhar altos cargos e sobre as quais recaíram suspeitas, renunciaram aos cargos. Por cá, os casos de suspeitas de fraude, favorecimento e corrupção sobre quem nos governa são mais do que muitos e tudo continua como se nada se passasse envolvendo-nos numa enorme nuvem de cegueira.
Este governo já teve diversos diplomas e decretos-lei chumbados pelo tribunal constitucional e continuam a querer passar por cima da justiça. Essa senhora que está a tratar do caso Freeport vem de dentro do partido e foi a mesma que branqueou o caso do diploma da licenciatura da mesma pessoa. Tudo é bem orquestrado, e o povo, estúpido, continua a não ver nada ou prefere não ver. O mesmo povo que perde o emprego por culpa da incompetência deles, que perde poder de compra, que perde os direitos no trabalho e a segurança para poder programar uma vida com futuro, que perde as suas habitações, que paga multas avultadas por tudo e por nada, vive na ilusão de considerar que estas pessoas são “gente de bem” que está ali para zelar pelo povo.

E um bom exemplo é o caso do BPP que é um escândalo. Com tantas famílias a passar mal e esta cambada de corruptos estão a tentar por todos os meios salvar as suas fortunas e a daqueles que os puseram no poleiro. Atiram com pacotes de medidas hipócritas que pouco ou nada ajudam as empresas e as famílias, ao mesmo tempo que gastam biliões a salvar as grandes fortunas. A pessoa que está a ir ao bolso de muitos que estão em risco de perder a casa, ou sem dinheiro para comer ou para medicamentos, e a usar esses cerca de 400€ de cada um desses cidadãos para reverter para esses (coitados) que tanto têm. São 400€ até agora, mas que serão 2.000€ quando os 20 milhões estiverem distribuídos pelos bancos que se têm governado com o nosso dinheiro e não ajudam nada nem ninguém.

Se calhar, a velhinha que não tem dinheiro para os medicamentos nem se apercebe que acabou de dar aquela verba ao banqueiro que passou no seu Rolls à pouco na rua e nem sequer lhe ofereceu passagem. E cada um de vós que se está a rir com a palhaçada que eu estou para aqui a dizer, fiquem a saber quem fez figura de palhaço quando foi pedir um crédito a uma instituição bancária para si ou para a sua empresa e se deparou com uma negação ou condições adversas, foram vocês. Ou quem acabou de dizer a um filho que não há dinheiro para isto ou para aquilo, enquanto o estado usou o que é vosso para dar a quem menos precisa, acabaram de fazer uma figura triste.

Sentem-se à frente do televisor, ouçam as notícias com isenção (de qualquer canal que não seja do estado) e analisem as atitudes, as vigarices e a poeira que estes ditadores têm estado a deitar para os vossos olhos e certifiquem-se se é isto que querem continuar a ter para a vossa vida e daqueles que de vós dependem. Cortou-se nos apoios sociais, nos apoios aos deficientes, etc, para se fazer este conjunto de actos escandalosos a que temos vindo a assistir. Corta-se nos salários, nas condições básicas de emprego e condições laborais, e enquanto vamos regredindo a passos largos, o povo miserável monetária e culturalmente, vai dizendo: “Sócrates faz o que pode, mas continua a fazer bem.”

Para esses lhes digo: “A política foi primeiro a arte de impedir as pessoas de se intrometerem naquilo que lhes diz respeito. Em época posterior, acrescentaram-lhe a arte de forçar as pessoas a decidir sobre o que não entendem.”1 E assim, os políticos vão-se preocupando em perpetuar o seu poder canalizando para si os votos daqueles a quem não interessa esclarecer mantendo-os na ilusão. “Sempre haverá mais ignorantes que sabedores, enquanto a ignorância for gratuita e a ciência dispendiosa”2, para bem de quem nos governa.

Por isso é que nas campanhas eleitorais em Portugal o que mais se ouve o povo dizer é “Gosto dele”, “É simpático”, É boa pessoa”, e não se discutem nem se falam de ideias ou projectos, desde que haja circo. Como dizia o escritor romano Ovídio, “Vejo o melhor, e aprovo; mas sigo o pior”, assim continuará a fazer o povo.

Não me levou na cantiga nas últimas eleições, e muito menos agora que se mostrou um incompetente, deixando o país praticamente na banca-rota, sem indústria, sem comércio, sem agricultura, sem pescas, sem exportações, sem atracção investidora, sem emprego, enfim, sem esperança.
Se acredito no futuro deste país? Só depois de bater no fundo. Temos o FMI à porta e ninguém quer ver. Fiquemos a ver até onde estes ilusionistas nos conseguirão levar neste rol de mentira e nesta cegueira.

Por isso, tirem a venda, abram os olhos e tentem ver a realidade.

1(Valéry, Paul)
2(Maricá, Marquês)
 
Última edição:
Uma altura discutia futebol, mas deixei-me disso. O mesmo com a política...

Sei em quem não vou votar. Até às eleições terei de pensar no que será melhor.

Como já foi dito em branco pouco faz, pois em termos percentuais deixa tudo na mesma, a não ser que haja uma maioria absoluta do voto em branco...
 
Vivemos numa ilusão cega.
A ditadura (camuflada) já chegou e a sua implantação total está mesmo aí à porta. Ou porque será que, numa situação de extrema crise em que vivemos, só se fala no próximo Provedor de Justiça? O PS quer colocar mais um da sua cor no último lugar de chefia que falta para em seguida tomar de “assalto” a presidência da república e ter um poder totalitário em todos os sectores e planos do país como nunca se viu desde a (re)conquista da democracia.

E se julgam que este governo é impositivo, arrogante e autoritário, esperem para ver como será quando eles tiverem tudo aquilo que pretendem: o domínio absoluto do país e das instituições. Nos Estados Unidos, as figuras destacadas por Obama para desempenhar altos cargos e sobre as quais recaíram suspeitas, renunciaram aos cargos. Por cá, os casos de suspeitas de fraude, favorecimento e corrupção sobre quem nos governa são mais do que muitos e tudo continua como se nada se passasse envolvendo-nos numa enorme nuvem de cegueira.
Este governo já teve diversos diplomas e decretos-lei chumbados pelo tribunal constitucional e continuam a querer passar por cima da justiça. Essa senhora que está a tratar do caso Freeport vem de dentro do partido e foi a mesma que branqueou o caso do diploma da licenciatura da mesma pessoa. Tudo é bem orquestrado, e o povo, estúpido, continua a não ver nada ou prefere não ver. O mesmo povo que perde o emprego por culpa da incompetência deles, que perde poder de compra, que perde os direitos no trabalho e a segurança para poder programar uma vida com futuro, que perde as suas habitações, que paga multas avultadas por tudo e por nada, vive na ilusão de considerar que estas pessoas são “gente de bem” que está ali para zelar pelo povo.

E um bom exemplo é o caso do BPP que é um escândalo. Com tantas famílias a passar mal e esta cambada de corruptos estão a tentar por todos os meios salvar as suas fortunas e a daqueles que os puseram no poleiro. Atiram com pacotes de medidas hipócritas que pouco ou nada ajudam as empresas e as famílias, ao mesmo tempo que gastam biliões a salvar as grandes fortunas. A pessoa que está a ir ao bolso de muitos que estão em risco de perder a casa, ou sem dinheiro para comer ou para medicamentos, e a usar esses cerca de 400€ de cada um desses cidadãos para reverter para esses (coitados) que tanto têm. São 400€ até agora, mas que serão 2.000€ quando os 20 milhões estiverem distribuídos pelos bancos que se têm governado com o nosso dinheiro e não ajudam nada nem ninguém.

Se calhar, a velhinha que não tem dinheiro para os medicamentos nem se apercebe que acabou de dar aquela verba ao banqueiro que passou no seu Rolls à pouco na rua e nem sequer lhe ofereceu passagem. E cada um de vós que se está a rir com a palhaçada que eu estou para aqui a dizer, fiquem a saber quem fez figura de palhaço quando foi pedir um crédito a uma instituição bancária para si ou para a sua empresa e se deparou com uma negação ou condições adversas, foram vocês. Ou quem acabou de dizer a um filho que não há dinheiro para isto ou para aquilo, enquanto o estado usou o que é vosso para dar a quem menos precisa, acabaram de fazer uma figura triste.

Sentem-se à frente do televisor, ouçam as notícias com isenção (de qualquer canal que não seja do estado) e analisem as atitudes, as vigarices e a poeira que estes ditadores têm estado a deitar para os vossos olhos e certifiquem-se se é isto que querem continuar a ter para a vossa vida e daqueles que de vós dependem. Cortou-se nos apoios sociais, nos apoios aos deficientes, etc, para se fazer este conjunto de actos escandalosos a que temos vindo a assistir. Corta-se nos salários, nas condições básicas de emprego e condições laborais, e enquanto vamos regredindo a passos largos, o povo miserável monetária e culturalmente, vai dizendo: “Sócrates faz o que pode, mas continua a fazer bem.”

Para esses lhes digo: “A política foi primeiro a arte de impedir as pessoas de se intrometerem naquilo que lhes diz respeito. Em época posterior, acrescentaram-lhe a arte de forçar as pessoas a decidir sobre o que não entendem.”1 E assim, os políticos vão-se preocupando em perpetuar o seu poder canalizando para si os votos daqueles a quem não interessa esclarecer mantendo-os na ilusão. “Sempre haverá mais ignorantes que sabedores, enquanto a ignorância for gratuita e a ciência dispendiosa”2, para bem de quem nos governa.

Por isso é que nas campanhas eleitorais em Portugal o que mais se ouve o povo dizer é “Gosto dele”, “É simpático”, É boa pessoa”, e não se discutem nem se falam de ideias ou projectos, desde que haja circo. Como dizia o escritor romano Ovídio, “Vejo o melhor, e aprovo; mas sigo o pior”, assim continuará a fazer o povo.

Não me levou na cantiga nas últimas eleições, e muito menos agora que se mostrou um incompetente, deixando o país praticamente na banca-rota, sem indústria, sem comércio, sem agricultura, sem pescas, sem exportações, sem atracção investidora, sem emprego, enfim, sem esperança.
Se acredito no futuro deste país? Só depois de bater no fundo. Temos o FMI à porta e ninguém quer ver. Fiquemos a ver até onde estes ilusionistas nos conseguirão levar neste rol de mentira e nesta cegueira.

Por isso, tirem a venda, abram os olhos e tentem ver a realidade.

1(Valéry, Paul)
2(Maricá, Marquês)


Um dos melhores post, que eu li neste fórum!!! apr:)apr:)apr:)

Então e aquele dinheiro da segurança social, que foi aplicado naquele burla americana??!! Perdeu-se o que se aplicou, mas os lucros onde foram parar?

E não foi nos PRÓS e CONTRAS, que falaram numa situação da CGD, mexer nas contas de uns clientes??!!

A falta de vergonha é tanta que já fazem tudo as claras,...
 


E um bom exemplo é o caso do BPP que é um escândalo. Com tantas famílias a passar mal e esta cambada de corruptos estão a tentar por todos os meios salvar as suas fortunas e a daqueles que os puseram no poleiro. Atiram com pacotes de medidas hipócritas que pouco ou nada ajudam as empresas e as famílias, ao mesmo tempo que gastam biliões a salvar as grandes fortunas.

Não estou de acordo.

Neste caso em particular, o Governo interviu no rescaldo do BPN e com a pressão de um problema sistémico no mercado bancário mundial.

Conseguiu arranjar um consórcio garantido, mas não foi além disso.

O dinheiro dos depositantes está salvaguardado em 100,000€ pela normativa europeia, em infinito e mais além por José Sócrates, mas que felizmente não está publicado em DR, mas o grosso da actividade do BPP era gerir aplicações em diversos tipos, e isso não está nada garantido, nem vai ser.

Dinheiro para os Banqueiros, não há.

Que o pessoal do PCP faça este tipo de afirmações, os motoristas de táxis e outros, tudo bem. O resto das pessoas terá que ter uma atitude mais esclarecida perante estes fenómenos.

Já basta o resto dos problemas.
 
Por favor não deixem o sócrates matar Portugal!!!!

Por favor não deixem o sócrates matar Portugal!!!!

Foi feito um estudo que mostra que graças aos delírios megalomanos dessa criatura, o país estará na falência. Mais fome, mais desemprego, mais criminalidade. Esse tipo está a destruir o país, mas só daqui a uns anos quando a conta nos cair no colo é que vamos sentir, mas por essa altura provavelmente já ele terá uma pensão milionária ou um tacho numa grande empresa (de painéis solares ou de transporte de alta velocidade, sei lá...).
Por favor não o coloquem novamente no poleiro, façam-no pelo vosso futuro e pelos vossos filhos. Eu nunca estive tão preocupado com o futuro do país como estou agora. Vejo tudo a desmoronar-se e esse tipo com retroescavadora a ajudar a destruir tudo enquanto faz aquele sorrizinho amarelo irritante.
De alguém que baseia a sua governação na mentira, no engano, na demagogia, não se pode esperar nada de bom. Ele não vai parar enquanto não tiver a sua obra de regime e para isso vai sacrificar o futuro do país. Se não fosse o euro, as vossas poupanças não valeriam nada neste momento, pois o dinheiro não valeria nada. Não lhe dêem o poder!!!

Leiam e chorem:
As decisões que o Governo está a tomar vão condicionar a vida dos portugueses durante muitos anos.

Em 2014, estará em funções um novo Executivo saído das eleições de 2013, isto se a próxima legislatura for até ao fim.

Esse novo Governo vai herdar um País a crescer muito pouco, não mais de 2%, e extremamente endividado.

A dívida externa é já de 161 mil milhões de euros, ou seja mais de 97% daquilo que se produz num ano – e, o número está a crescer.

Tendo em conta a evolução de 2000 a 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) será de 203 mil milhões de euros, em 2014.

As receitas do Estado não deverão ultrapassar os 90 mil milhões.

Quanto às despesas serão bem maiores: 107 mil milhões.

Assim, a diferença entre o que se deverá receber e o que se poderá gastar representa quase 10% do PIB. Como Portugal está autorizado a um défice de 3%, os economistas, entre eles Medina Carreira, alertam: será preciso arranjar dinheiro para pagar os 7% que faltam.

Os gastos do Estado serão fortemente condicionados pelas contas da Saúde, da Educação, da Segurança Social e do Sistema de Pensões. A isto, há a somar as pesadíssimas facturas do investimento público.

O primeiro-ministro incentiva o investimento público. Só que, Sócrates evita dizer que as facturas (do tal investimento) vão ser pagas durante muitos anos.

Entre, portagens sem custos para os utilizadores (Scuts), concessões de auto-estradas, novos hospitais, TGV e submarinos, os portugueses terão de pagar 35 mil milhões de euros nos próximos 30 anos. O que dá uma média de 3.500 euros por português.

O ano de 2014 será de alto risco. Os encargos com as chamadas parcerias publico-privadas vão disparar. Nesse ano vão chegar aos 1.750 milhões de euros.

Com este cenário quem estiver em 2014 no comando do País terá muito pouca margem de manobra. Tudo vai depender das opções que sejam tomadas pelo Governo anterior, isto é, pelo Executivo que sair das eleições deste ano.

É por isso importante discutir as opções agora e não nas eleições de 2013. Nessa altura poderá já ser tarde demais
 
Vá lá que mais alguém vem cá contar o ROUBO que este governo está a fazer ao país...

Economistas alertam para dificuldade de pagar dívidas em 2014Portugal pode tornar-se num País de alto risco financeiro dentro de poucos anos.



As decisões que estão actualmente a ser tomadas vão condicionar o futuro e limitar a margem de acção do Governo que estiver em funções em 2014. Com a ajuda de vários especialistas, a SIC fez as contas e concluiu que dentro de cinco anos o País pode estar perto da insolvência.


As decisões que o Governo está a tomar vão condicionar a vida dos portugueses durante muitos anos.

Em 2014, estará em funções um novo Executivo saído das eleições de 2013, isto se a próxima legislatura for até ao fim.

Esse novo Governo vai herdar um País a crescer muito pouco, não mais de 2%, e extremamente endividado.

A dívida externa é já de 161 mil milhões de euros, ou seja mais de 97% daquilo que se produz num ano – e, o número está a crescer.

Tendo em conta a evolução de 2000 a 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) será de 203 mil milhões de euros, em 2014.

As receitas do Estado não deverão ultrapassar os 90 mil milhões.

Quanto às despesas serão bem maiores: 107 mil milhões.

Assim, a diferença entre o que se deverá receber e o que se poderá gastar representa quase 10% do PIB. Como Portugal está autorizado a um défice de 3%, os economistas, entre eles Medina Carreira, alertam: será preciso arranjar dinheiro para pagar os 7% que faltam.

Os gastos do Estado serão fortemente condicionados pelas contas da Saúde, da Educação, da Segurança Social e do Sistema de Pensões. A isto, há a somar as pesadíssimas facturas do investimento público.

O primeiro-ministro incentiva o investimento público. Só que, Sócrates evita dizer que as facturas (do tal investimento) vão ser pagas durante muitos anos.

Entre, portagens sem custos para os utilizadores (Scuts), concessões de auto-estradas, novos hospitais, TGV e submarinos, os portugueses terão de pagar 35 mil milhões de euros nos próximos 30 anos. O que dá uma média de 3.500 euros por português.

O ano de 2014 será de alto risco. Os encargos com as chamadas parcerias publico-privadas vão disparar. Nesse ano vão chegar aos 1.750 milhões de euros.

Com este cenário quem estiver em 2014 no comando do País terá muito pouca margem de manobra. Tudo vai depender das opções que sejam tomadas pelo Governo anterior, isto é, pelo Executivo que sair das eleições deste ano.

É por isso importante discutir as opções agora e não nas eleições de 2013. Nessa altura poderá já ser tarde demais.
Economistas alertam para dificuldade de pagar dívidas em 2014 | SIC Online


Para mim este é um dos piores governos que tivemos, a par de quase todos os outros, com a agravante de agora estar a caminhar a passos largos para o abismo...

Fala-se em défice, mas não se fala na divida...

E como ver pela notícia as facturas vão chegar cá e nessa altura não será o sócrates a pagá-las, mas sim todos nós que cá andaremos...


Para vos dar uma ideia dos desvario do delapidar de dinheiro públicos, agora nas escolas estão a instalar projectores multimédia para todas as salas e em algumas escolas até enviaram mais do que o número de salas...:confused:

Claro que é material útil, mas eram necessários tantos projectores?
Claro que não... alguém anda a ganhar muito dinheiro com isto.
Com a agravante de as escolas serem locais muito inseguros e com alta probabilidade de os projectores "desaparecerem"...

Formação para professores praticamente não existe, mas continua-se a deitar as culpas para os professores...

Não venham com as histórias que não há alternativas, há sempre alternativas a este desgoverno...[:vm)]

Como diz o tópico, o sócrates faz o que pode e continua a fazer bem... com todas as trapalhadas, ainda há gente que acredita neste governo!:sh)
 
É e será sempre a mesma coisa.

O pessoal vai votar nele, segundo dizem, não têm melhor para o cargo :sh).

Só resta uma única solução viável [;)], apartir de agora, gastar o menos possível e poupar o mais possível, para eventuais dissabores...
 
Debate de actualidade no Parlamento
PSD acusa Governo de crime de lesa-pátria ao insistir do TGV antes de eleições
25.03.2009 - 18h36 Sofia Rodrigues
O líder da bancada parlamentar do PSD, Paulo Rangel, acusou hoje o Governo de estar a cometer um crime de lesa-pátria ao insistir no TGV antes das eleições legislativas. Numa intervenção em que contestou as obras públicas “megalómanas e faraónicas”, Rangel fez as contas da factura que será apresentada aos portugueses: são 1500 milhões de euros anuais, nos próximos 30 anos.

No início do debate parlamentar, marcado pelo PSD, Paulo Rangel justificou com a actual grave crise a contestação que faz aos grandes investimentos públicos previstos pelo Governo. “Como é possível desbaratar centenas ou milhares de milhões de euros em grandes obras públicas, megalómanas e faraónicas sem qualquer estudo credível de custo-benefício?”, questionou Rangel, incidindo nas críticas à linha de alta velocidade. “A insistência no TGV, neste momento, neste figurino e sem esperar pela pronúncia dos portugueses nas eleições do próximo Outono, é um crime de lesa-pátria”, acusou o líder parlamentar do PSD.

Rangel contabilizou os custos das novas concessões de auto-estrada (4000 milhões de euros), do TGV (8350 milhões de euros), da terceira travessia do Tejo (1700 milhões de euros) e do aeroporto (5000 milhões de euros) e concluiu que os portugueses vão ter de pagar uma “renda” de 1500 milhões de euros por ano nos próximos 30 anos.

“É preciso dizer basta”, resumiu Rangel, contestando as várias obras e também o “novo traçado irracional” do TGV. Os socialistas devolveram na mesma moeda. “Basta à demagogia e irresponsabilidade do PSD”, disse o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva. O governante apontou as incoerências do PSD, em particular da sua líder que enquanto ministra das Finanças assinou em 2003 acordos com Espanha a propósito do TGV. E concluiu: “o PSD é um partido cata-vento. Não tem uma linha de rumo, subordina as suas posições políticas às circunstâncias”.

“É preciso dizer basta”

O CDS, pela voz do seu líder parlamentar Diogo Feio, insistiu no princípio do investimento público selectivo, mas acabou por apontar as consequências das obras públicas: mais dívidas, e menos crédito disponível para as pequenas e médias empresas.

Para o PCP, a questão não pode ser reduzida a investir ou não investir. O deputado Bruno Dias questionou o modelo de negócio adoptado até agora que “tem proporcionado ao capital milhões de lucros em adjudicações”. E aí repetiu as palavras de Rangel: “É preciso dizer basta”.

A deputada bloquista Helena Pinto também questionou o modelo de financiamento das parcerias público-privadas. “O país precisa de saber os custos e as normas dessas parcerias”, perguntou, mas os socialistas não deram resposta. Pelo PEV, Heloísa Apolónia defendeu que “o investimento público é necessário, mas não pode ser feito a qualquer preço.


O PS, com o ministro que gosta de bater na oposição, em lugar de explicar aos portugueses se a oposição está a mentir ou não, prefere apenas bater na oposição, ignorando o povo... triste!!![:vm)]

Já vi o fim mais longe...:(
 
Com a classe política que temos actualmente em Portugal estamos bem arranjados.

Sim, o futuro no geral não é bom, mas com este governo será bem pior. A manuela ferreira leite pode não ser a líder histérica que é o sócrates (e atenção que essa questão de ele ser um bom ou mau líder é muito relativa, o hitler também era um grande líder, mas uma besta sem nome. Ailás, todos os ditadores eram, e são, grandes líderes e o socas será mais um), mas ao menos está consciente da catástrofe que é avançar com essas obras megalomanas neste momento de crise em que é absolutamente necessário poupar.
Como eu já disse antes, não gosto propriamente da Mfl, mas prefiro 100 MFL a 1/2 socrates. Esse tipo é um fanático de si mesmo e só vai parar quando levar a sua adiante e tiver destruído o país completamente.
Por favor, NÃO VOTEM NELE!!!
 
É e será sempre a mesma coisa.

O pessoal vai votar nele, segundo dizem, não têm melhor para o cargo :sh).

Só resta uma única solução viável [;)], apartir de agora, gastar o menos possível e poupar o mais possível, para eventuais dissabores...
Infelizmente acho que vai ser mesmo assim...


Quem tiver cabecinha, e principalmente rendimentos suficientes para, vai poupar, e vai estar mais preparado, os outros...


Bem, ou muito me engano, e espero bem que sim, ou daqui a uns anos vai haver uma crise social tão grande que vamos começar a implodir...
 
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