Ao contrário do que muitos gostam de afirmar, Luís Delgado fundamenta as suas opiniões, comcordando-se ou não

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Eu, para aí nuns 60%.... concordo... o que é uma boa %

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Aqui, neste caso, concordo

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Em relação ao resto das intervenções:
A minha posição está algures entre o aplauso das medidas enunciadas (mundano), análise de que nada de concreto ainda mudou (tb era impossível[:I]) e apesar da "propaganda"... piorou (Manuel Jasmim), concordo como VLopes até ter virado coveiro do CDS-PP (mais um ao longo de tantos anos


), com o "eu"[8D], com o prelude

, etc..... e com o ANDRÉ obviamente

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E até com o 3com nos:
[:X]VIVA OS SMILIES[:X].
S&P prevê que a economia não arranca antes de 2010
A economia portuguesa deverá manter uma taxa de crescimento inferior a 2% até 2009, o que contribuirá decisivamente para que o país falhe o objectivo de colocar o défice público abaixo de 3% no prazo de três anos.
Este cenário, que contraria todas as previsões do Governo, é traçado pela agência de notação financeira internacional Standard & Poor´s (S&P) que ontem publicou um relatório sobre a economia portuguesa. Apesar de ter mantido inalterada a classificação de risco atribuída a Portugal (já a tinha reduzido para AA em Junho de 2005), a agência apresentou um conjunto de previsões a médio prazo que se colocam entre os mais pessimistas realizados para o País.
Em termos de crescimento, antecipa-se um crescimento de 0,8% este ano e uma aceleração extremamente tímida nos anos seguintes, que quase estagna quando se passa de uma variação do PIB em 2008 de 1,6% para 1,7% em 2009. No Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) entregue em Bruxelas, o Governo não só antecipa um crescimento de 1,1% em 2006, como está a contar com uma aceleração até uma taxa de 3% em 2009.
Apesar de anteciparem uma recuperação das exportações, os analistas da S&P dizem que o elevado nível de endividamento, combinado com uma subida das taxas de juro, vão manter a procura interna muito limitada, não permitindo crescimentos muito acima de 1,5% nos próximos anos.
Uma das consequências imediatas deste fraco crescimento é a maior dificuldade em controlar o défice orçamental. De tal forma que a agência prevê um desequilíbrio nas contas públicas portuguesas em 2008 de 3,5%. O Governo comprometeu-se com as autoridades europeias a cortar o défice público para um valor inferior a 3% até 2008, antecipando mesmo uma correcção até aos 2,6%. Para 2009, o Executivo espera um défice de 1,5% e a S&P, o dobro.
Em relação à dívida, enquanto no PEC se aponta para uma inversão da tendência de subida em 2008, o relatório da S&P projecta um agravamento do indicador sem interrupções até 2009.
O relatório diz que as previsões para o défice português são o resultado de estimativas de crescimento mais fracas e de menor optimismo em relação ao efeito total do programa de consolidação do Governo". Trevor Cullinan, um dos autores do relatório diz que o programa português pode não ser suficiente e avisa mesmo que "o rating português ficaria sobre pressão se o Governo não for capaz de colocar a despesa corrente primária numa trajectória descendente como indicado no PEC".
Como ponto positivo, a S&P destaca o período de estabilidade política que se antecipa para os próximos anos e que constitui "uma oportunidade para implementar totalmente o ambicioso plano de reformas". Outra área em que a S&P está mais pessimista que o Governo é a do mercado de trabalho. A previsão para a taxa de desemprego é de 7,6% em 2009, enquanto o Executivo espera uma redução para 7%.
http://dn.sapo.pt/2006/03/30/economia/sp_preve_a_economia_arranca_antes_20.html