O futuro da musica.

Vocês falam de qualidade acho que numa perspectiva errada.

Conteudos pagos tem a mesma qualidade de 1 album fisico.

Agora podem dizer que ver um Blu-ray (50 GB) é algo impraticavel de ver em tempo real.

É 1 questão de se ver o débito. No entanto há outras questões:

Nós actualmente usamos leitores de blu ray (coisas estáticas e muito caras).

Se se usar um multimedia center (um processador) o blu-ray ja nao precisa de vir no estado nativo (50 GB) mas pode vir comprimido num formato lossless (sem perda de qualidade).

Há várias coisas a fazer claro. Além disso há satélites a fazer broadcast de alta definição. Não é por aí...

Não é pela qualidade que nao se vai lá.
 
Quanto ao album fisico é 1 sentimento que respeito mas nao aceito.

Qual a diferença de ir a site virtual, escolher o album x e meter a tocar?

E a diferença é grande sim. Eu vou a casa da minha avó em Arouca tenho de levar 30 cds dos Queen mais 5 Dvds mais 20 dos Rolling Stones.

Com o virtual so tenho de levar o portátil. Uma diferença imensa
 
Podem arranjar os formatos que quiserem, com a qualidade que quiserem. Um álbum é algo que não se resume a x faixas de música. Um álbum é algo físico que podes segurar nas mãos, com artwork, letras, etc. É o trabalho final do artista. Mas pronto, há quem beba vinho e há quem o engula...

2X
apr:) apr:) apr:)

em relação ao artwork , o cd já é redutor.
 
Acaba, se em vez de comprares a musica, passares a comprar o "acesso a".
Mas só quando ouver uma ligação wireless decente e universal (talvez com o wimax?).
Não fazes download, logo não partilhas.

Estás a partir do principio que o ficheiro deixa de existir?
Passas a ouvir tudo em steaming, é isso?
Ou seja, sempre que quisesses ouvir tinhas que te ligar à net.
Não estou a ver isso ter sucesso...
Talvez a muuuuuuuito longo prazo...
Mesmo assim será necessário acabar com aquela malta que copia o conteudo streaming para ficheiro e depois partilha...
 
Podem arranjar os formatos que quiserem, com a qualidade que quiserem. Um álbum é algo que não se resume a x faixas de música. Um álbum é algo físico que podes segurar nas mãos, com artwork, letras, etc. É o trabalho final do artista. Mas pronto, há quem beba vinho e há quem o engula...


Relativo. :)

Não me parece que, no automóvel e durante a condução, o artwork faça muita diferença. Nem que a qualidade faça muita diferença também com os ruídos dos motores (do teu e dos outros carros), buzinas e afins.


Já se for em casa, a conversa é outra.
 
Quanto ao album fisico é 1 sentimento que respeito mas nao aceito.

Qual a diferença de ir a site virtual, escolher o album x e meter a tocar?

E a diferença é grande sim. Eu vou a casa da minha avó em Arouca tenho de levar 30 cds dos Queen mais 5 Dvds mais 20 dos Rolling Stones.

Com o virtual so tenho de levar o portátil. Uma diferença imensa

Pronto, estás no teu direito. Eu prefiro carregar os albuns todos ou então fazer um "best of" caseiro. Mas tenho sempre os originais físicos, percebes?

Relativo. :)

Não me parece que, no automóvel e durante a condução, o artwork faça muita diferença. Nem que a qualidade faça muita diferença também com os ruídos dos motores (do teu e dos outros carros), buzinas e afins.


Já se for em casa, a conversa é outra.

Posso perfeitamente deliciar-me com alguns artwork ou ler as letras enquanto espero por alguém, por exemplo. Independentemente disso, como disse ao Superfast, eu tendo o original físico posso passar para uma coisa mais cómoda de transportar, de meter mais faixas em menos suportes, etc. O inverso já não é possível.



E há uma coisa com que não me conformo que é dependência. Então eu agora para ouvir música tenho que ter acesso à internet? Já basta estar dependente da electricidade.
 
E há uma coisa com que não me conformo que é dependência. Então eu agora para ouvir música tenho que ter acesso à internet? Já basta estar dependente da electricidade.

Aprende a tocar um instrumento acústico e já não precisas de electricidade! :)
 
Esta visão de 2007 continua actual? [;)]
Não só continua actual como acertaste na mouche. É de facto esse o futuro. Já tens hoje dezenas de plataformas que funcionam assim e creio que tem tendência a massificar-se ainda mais. Podemos ainda aplicar este conceito não só à musica mas também a jogos, filmes, séries e afins.
 
Esta visão de 2007 continua actual? [;)]

No que me toca a mim parece que não, que já não compro um CD há imenso tempo. Rendi-me ao digital....

A verdade, é que o comentário que fiz em cima acaba por já não fazer tanto sentido hoje, porque não só a Internet rápida já começa a ser uma realidade, como os espaços para armazenar dados estão mais acessíveis.

E hoje acho que o futuro da música vai assentar em serviços de subscrição.
 
No que me toca a mim parece que não, que já não compro um CD há imenso tempo. Rendi-me ao digital....

A verdade, é que o comentário que fiz em cima acaba por já não fazer tanto sentido hoje, porque não só a Internet rápida já começa a ser uma realidade, como os espaços para armazenar dados estão mais acessíveis.

E hoje acho que o futuro da música vai assentar em serviços de subscrição.

Não percebi.
Disseste que não concordas e a seguir dizes exactamente uma aproximação ao post inicial do topico. :confused:
 
Por acaso o google music é um exemplo parecido ao que se está a falar....

E pela experiência tem funcionado impecavelmente bem. Resta é as aperelhagens/tvs/(auto)radios/home cinemas/etc etc aderirem e disponibilizarem estes sistemas de forma mais generalizada.
 
E já agora o futuro das emissões de televisão? O Youtube retira audiências à TV tradicional?

Cada vez mais os programas vão estando disponíveis "on-demand" de forma gratuita e generalizada em redes como o Youtube... alguns até em HD.

E aqui acredito que será mais uma vez a Apple a empurrar para as massas estas tecnologias, neste caso conteúdos "da rede" para a TV da "sala de estar" quando a Google (google TV), Sony (Playstation), Microsoft (Xbox) tinham (e têm) tudo para já o terem feito há tanto tempo!
 
Vocês falam de qualidade acho que numa perspectiva errada.

Conteudos pagos tem a mesma qualidade de 1 album fisico.

Agora podem dizer que ver um Blu-ray (50 GB) é algo impraticavel de ver em tempo real.

É 1 questão de se ver o débito. No entanto há outras questões:

Nós actualmente usamos leitores de blu ray (coisas estáticas e muito caras).

Se se usar um multimedia center (um processador) o blu-ray ja nao precisa de vir no estado nativo (50 GB) mas pode vir comprimido num formato lossless (sem perda de qualidade).

Há várias coisas a fazer claro. Além disso há satélites a fazer broadcast de alta definição. Não é por aí...

Não é pela qualidade que nao se vai lá.


Isso é tudo muito bonito mas o formato blu-ray já é por si próprio um formato lossless.
O bitrate máximo de um MP3 é de 320kbps que em nada tem que ver com a qualidade de um CD.
Para termos alguma qualidade teríamos de passar para Flac ou assim, mas o tamanho de cada faixa torna-se impraticável, pelo menos para dispositivos móveis.
Não é preciso ser um génio para ver a diferença entre um rip de um CD e o CD autêntico, ela existe e é grande.
 
Na na minha ideia (de 2007 e agora) não estava a falar de musica no digital, que esse formato veio para ficar, e sim, tudo por streaming, ou seja, nenhum conteúdo fica do lado do cliente.
E é diferente de estar numa área pessoal da cloud.
É o "acesso a" puro e duro, em que o cliente não sabe nem quer saber em que formato, bitrate em que o dito está, só que está acessível na sua conta.
Naquela altura estava a pensar na musica, mas pode ser aplicável a todo o conteúdo audiovisual.
E com subscrições para sempre (tipo a compra da faixa/album) ou subscrição por 2 meses (para aqueles hit's efémeros).
E que tudo passaria a ter acesso web para streaming (autoradio, leitor de musica portátil, hifi, etc).
 
Na na minha ideia (de 2007 e agora) não estava a falar de musica no digital, que esse formato veio para ficar, e sim, tudo por streaming, ou seja, nenhum conteúdo fica do lado do cliente.
E é diferente de estar numa área pessoal da cloud.
É o "acesso a" puro e duro, em que o cliente não sabe nem quer saber em que formato, bitrate em que o dito está, só que está acessível na sua conta.
Naquela altura estava a pensar na musica, mas pode ser aplicável a todo o conteúdo audiovisual.
E com subscrições para sempre (tipo a compra da faixa/album) ou subscrição por 2 meses (para aqueles hit's efémeros).
E que tudo passaria a ter acesso web para streaming (autoradio, leitor de musica portátil, hifi, etc).

É isto. Nestas coisas até costumamos andar uns bons anos atras dos outros mas por acaso até já temos alguns serviços interessantes. O meo music box é um bom exemplo. Embora ainda permita dowloads limitados de musicas, a principal funcionalidade é exactamente ter acesso a uma brutalidade de musica, via stream, em diversas plataformas, por uma mensalidade que me parece bastante razoavel.
 
Desculpem o desenterranço, mas é engraçado observar algumas opiniões deste topico à luz do que acontece agora (spotify, meo music, etc) [:D]
 
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