Pois, mas o problema nem são tanto os alunos, mas a idiossincrasia que caracteriza o nosso sistema de ensino! Todos sabemos que não há duas escolas iguais, claro, mas as diferenças de ranking entre elas subvertem essa "partida igual" no 10 ano!...
Estamos de acordo mas discutir esse tópico aqui, se bem que pertinente, leva-nos a fugir à discussão central deste tópico e a depois ser dificil seguir o rumo da discussão pq se discutem muitos temas diferentes nas mesmas páginas. Poder-se-à abrir e com certeza participarei num eventual tópico: Ensino Secundário: Iguais oportunidades para todos?
[/quote] Idênticas às que estamos a ter agora, não prevendo quer o presente quer o futuro nessa área! A Saúde é um dos serviços mais importantes que a Sociedade tem para oferecer, pelo que deve apostar, claramente, numa capacidade de resposta o mais abrangente possível face às necessidades. [/quote]
Actualmente o que te leva a dizer que não se prevê o futuro da área? passou-se a ter uma formação só em Portugal de 1200/1400 médicos/ano e já temos uma média médico per capita superior a quase todos os países europeus. Sendo a formação médica de 12 anos médios só se farão sentir estes efeitos a partir de 2012 e a partir daí partir-se-á para um equilibrio e até pelo que indica comparando o ratio com outros países para o excesso mas não quero entrar por aí.
Portanto, Não consigo entender porque dizes que não tem havido preocupações no planeamento!!!
[/quote] Nenhuma formação académica se esgota no canudo, sendo que qualquer bom técnico terá de continuar a apostar na auto-formação![/quote]
Julgo que não entendeste o que queria dizer. Obviamente que nenhum curso termina no canudo. O que quero dizer é que a formação médica académica são seis anos mas isto é apenas ligados intrinsecamente á universidade. è que depois disto, ao contrário da grande maioria dos outros cursos até se trabalhar mesmo autonomamente e com especialidade são
obrigatórios mais esses 6 anos ou mais de formação. Isto é, o curso são cerca de 12 anos. Não falo em formação contínua, reciclagens, actualizações de conhecimentos. Falo em aprendizagem do curso, apesar de não se chamar assim mas sim internato, basicamente faz parte do curso.
Daí que a seguir explique que haverão licenciados mas que não trazam verdadeira mais valia porque só tem metade da sua formação feita apesar de o canudo não o indiciar.
[/quote] Sim, eventualmente. Mas à falta dela ter-se-ão perdido, podemos pensar, inúmeros outros dotados, embora nunca o saibamos ao certo...[/quote]
O que discuto não são os que se perdem ou se perderam. O factor prova de aptidão seria colocar um factor de decisão que não é linear. O que eu quero dizer é que aptidão é que vamos testar??? A capacidade de criar empatia? è que não me parece que um bom radiologista (não contacta com pessoas tirando situações de excepção) precise de ter minimamente aptidões desse género. E não deixa de ser bom médico se de facto tiver aptidões de procurar e concentrar-se em pormenores, um conhecimento anatómico enorme e sobretudo das inúmeras manifestações possíveis das masi diversas doenças. Se excluirmos pessoas destas teremos radiologistas empáticos que não sabem concentrar-se nos pormenores, cirurgiões empáticos que não tem precisão de movimentos, médicos legistas empáticos que não sabem encontrar o pormenor que indicia se a causa de morte foi assassinato ou natural, etc...
È que quando se fala em prova de aptidão pelo menos na minha aptidão pensa-se como característica principal criar empatia. E sinceramente a arte médica de criar empatia é só necessária em algumas especialidades. Então como faremos? criamos uma carrada enorme de provas de aptidões e depois cada um que entre desde logo fica condicionado à decisão de especialidade que a prova de aptidão lhe condicione. Eu sei que é ridiculo o que digo por isso penso que a prova de aptidão é impraticável.
É um conceito bonito mas demagógico para quem entender que a arte médica não é só ser médico de familia .
[/quote] Com uma aposta clara na descentralização, em vez do fecho, dos serviços médicos de proximidade não creio que pudesse pensar-se em médicos no desemprego!... Descurar o aproveitamento de técnicos da valia dos médicos seria praticamente criminoso!...[/quote]
Reforço e talvez com o que agora escrevo se perceba melhor: Haverá semi-médicos que não exercerão no desemprego. O SNS não garantirá entrada no internato médico a mais pessoa do que as que consegue comportar para dar uma formação de qualidade. Com muitas vagas em medicina teremos pessoas que ficam a meio do caminho (aos 6/12 anos) paradas em vez de logo no inicio da formação. Isto não será mais valia, pelo contrário. E não haverá médicos no desemprego mas sim licenciados em medicina que não sabem fazer mais nada e não poderão continuar a formação pq o sistema não tem como as formar
[/quote] Não sei se isso seria óbice. Era um caso a ver...[/quote]
Isto para mim requer a abertura de outro tópico: Faculdades privadas: Que ensino? Que tipo de gestão da qualidade têm? E que p+ropostas paar melhorar.
Quanto a faculdades de medicina privada, onde iriam formar os alunos e arranjariam os profissionais para os formar visto que as públicas não os conseguem encontrar?
[/quote] Acho que a importância relativa da educação física deveria ser diminuta, com um factor de ponderação muito baixo, senão mesmo nulo! O resto, parece-me, são divagações, pois nenhum médico tem de conseguir fazer o
Cooper, ser bom nos 100 metros, ou saber jogar futebol (para ser sucinto...)!...[/quote]
Díscutivel eu sei. Também concordo com diminuição do relevo dado á educação física mas que é defensável a sua introdução não há dúvidas de que o é.
Mais uma vez aqui os alunos ensino superior privado retirarão vantagens teóricas pelas razões que todos conhecemos!!!
[/quote] Ler faz bem à alma e estimula o raciocínio! [

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Yesss!!! obrigado pé leve... O esforço não foi em vão...