O mito dos médicos cubanos - Falta de médicos em Portugal

É tão fácil entrar em medicina quanto em direito, ou outro curso qualquer!
O processo de candidatura é rigorosamente o mesmo!
A legislação é exactamente a mesma!

E agora até o numero de vagas é próximo, se o ultimo colocado em cada um dos cursos tem notas dispares deve-se tão somente aos próprios candidatos, em resposta a lei da oferta e da procura...
Certo, dentro das regras actuais.

Se me dizes que um aluno de media 14 entra em direito mas não em medicina, é porque os que entraram tinham melhor nota do que ele!
Bem, à priori essa comparação não se põe, já que a orientação para a área que permite concorrer a um e a outro é determinada pela gestão das expectativas face aos condicionalismos de um e de outro, sendo certo que muitos "fogem" da área de saúde por um pequeno pormenor... a matemática...

E tiveram a melhor nota porque ou eram mais inteligentes ou estudaram mais!
Ou, sendo mais inteligentes e tendo estudado mais, passaram por escolas melhores (o que nos "devolve" a questões anteriores...)

Não se vai abrir é um regime de excepção ao "coitado" do 14 que até tinha muita vocação mas não tinha nota!
Não sei se o "coitado" não teria condições para ter a nota se a escola por onde passou tivesse tido atenção a questões relacionadas com apetência e orientação profissional desde cedo! Por certo já reparaste que, porventura, um indivíduo que "apenas" tem 14 na área de letras poderia - se tivesse podido escolher a área certa... - ter tido um 19 na área de saúde e entrado em medicina com alguma facilidade!

Se queria mesmo entrar que se dedicasse mais ao estudo!
Vidé resposta anterior.

Os que entraram tinham tanta ou mais vocação, e pelos vistos muito mais vontade de alcançar o objectivo!!
Vidé duas respostas atrás.

Acho piada virem as televisões fazerem reportagens sobre os "coitados" que que tiveram que ir estudar para fora porque não entraram cá, como se a culpa não fosse EXCLUSIVAMENTE DELES!!
Não é. Vidé três respostas atrás.

Porque não fazem também uma reportagem dos que entraram cá?
Se calhar não assumem um postura de "coitados desgraçados"!
Mas passaram pelas MESMAS etapas e dificuldades que os outros que não entraram!
Mas ninguém tira o valor a esses, pois não? Claro que não!

Tiveram que abdicar se calhar de mais actividades, estudaram mais, ou seja tiveram MUITO mais mérito!
Idem aspas.

Mas a esses que conseguiram o objectivo, VENCENDO todas as dificuldades ninguém liga!
Claro que se liga. Daí se quererem mais licenciados nessa área, pois são muito valiosos.

Para a maioria das pessoas, os que não entraram é que são vitimas, não são os que entraram que são vencedores [8b]
Errado. As vítimas são os utentes que poderíam ter mais médicos e, por exemplo, não precisarem de estar à espera meses, por vezes anos, de consultas ou cirurgias, algo de muito mais admissível e importante do que massajar o ego dos ditos vencedores, com todo o respeito que eles nos merecem!...[;)]
 
Nenhuma formação académica se esgota no canudo, sendo que qualquer bom técnico terá de continuar a apostar na auto-formação!

Está a ser comparado o incomparavel. Um licenciado qualquer (engenharia, seja o que for) ao fim dos 5 anos exerce a sua profissao como bem entende. Se quiser ser bom, estuda continuamente, actualiza-se. Se nao o quiser fazer, nao é obrigado.

Um recem licencidado em medicina não PODE exercer ao fim de 6 anos de curso .Só com tutor. É, na maioria dos casos, o "tapa buracos" do xô Dr. Um licenciado em medicina é obrigado a estudar para alem da licenciatura, se quiser exercer... na maioria dos casos, mais 6 anos. 12 anos de ensino "superior" (por assim dizer...).
Portanto são 2 realidades mt diferentes...
 
Está a ser comparado o incomparavel. Um licenciado qualquer (engenharia, seja o que for) ao fim dos 5 anos exerce a sua profissao como bem entende. Se quiser ser bom, estuda continuamente, actualiza-se. Se nao o quiser fazer, nao é obrigado.

Um recem licencidado em medicina não PODE exercer ao fim de 6 anos de curso .Só com tutor. É, na maioria dos casos, o "tapa buracos" do xô Dr. Um licenciado em medicina é obrigado a estudar para alem da licenciatura, se quiser exercer... na maioria dos casos, mais 6 anos. 12 anos de ensino "superior" (por assim dizer...).
Portanto são 2 realidades mt diferentes...
Bem, a comparação surgiu mais acima...

De resto apenas poderemos comparar, se for possível, caso a caso, sendo certo que, de facto, o médico terá de manter-se actualizado mas, por exemplo, um advogado também!... [;)]
 
Lá está, como está a tentar transmitir o Foliv, "massaja-se o ego" dos que nao entram... Com essas massajens ja concordas?
Nem por isso.

Mas infelizmente, não se dá condições iguais para todos, dai que seja importante que aos melhores e não apenas aos que tem melhores condições se dê a oportunidade de seguir em frente.

Esta discussão acaba por não fazer qql sentido quando há pessoas a morrer a espera de uma operação ou de uma consulta.

Qualquer argumento a favor de restrições ao aumento do numero de médicos soa um pouco surreal.
 
Nem por isso.

Mas infelizmente, não se dá condições iguais para todos, dai que seja importante que aos melhores e não apenas aos que tem melhores condições se dê a oportunidade de seguir em frente.

Esta discussão acaba por não fazer qql sentido quando há pessoas a morrer a espera de uma operação ou de uma consulta.

Qualquer argumento a favor de restrições ao aumento do numero de médicos soa um pouco surreal.
No fundo era a essa conclusão que esperava que se chegasse!...

É evidente que se não quer, volto a repetir, que houvesse uma "inundação" de candidatos a médicos a entrar nas faculdades. O que se pretende é aquilatar àcerca das necessidades, que estão longe de estar supridas, e abrir ligeiramente o "torniquete" para as preencher! Só isso...
 
Formação obrigatoria ≠ Actualização...

Mas voltemos ao verdadeiro assunto ;-)
Sim, meu caro, eu percebi e sei, até porque conheço muito bem vários médicos com quem tenho tido longas conversas desse tipo e estou relativamente ao corrente de alguns desses aspectos.

O exemplo dos advogados foi apenas um, talvez mal escolhido, porque, de facto, a actualização é diversa da formação obrigatória. Mas posso dar como exemplo os magistrados, esses sim sempre em constante formação obrigatória, para além da actualização que fazem de modo e por interesse próprio!...[;)]
 
Está a ser comparado o incomparavel. Um licenciado qualquer (engenharia, seja o que for) ao fim dos 5 anos exerce a sua profissao como bem entende. Se quiser ser bom, estuda continuamente, actualiza-se. Se nao o quiser fazer, nao é obrigado.

Um recem licencidado em medicina não PODE exercer ao fim de 6 anos de curso .Só com tutor. É, na maioria dos casos, o "tapa buracos" do xô Dr. Um licenciado em medicina é obrigado a estudar para alem da licenciatura, se quiser exercer... na maioria dos casos, mais 6 anos. 12 anos de ensino "superior" (por assim dizer...).
Portanto são 2 realidades mt diferentes...

Bem, a comparação surgiu mais acima...

De resto apenas poderemos comparar, se for possível, caso a caso, sendo certo que, de facto, o médico terá de manter-se actualizado mas, por exemplo, um advogado também!... [;)]

Não é possível comparar.

Uma coisa são 6 anos de curso, mais x anos de especialidade, que podem ir desde 3 até outros 6. Total: 9-12 anos de formação superior, à priori.


Certas especialidades, só se encontram lá fora e têm limite de validade de 10 anos, por exemplo.

Neurocirurgia, por exemplo, tirandoa nos EUA, é válida durante 10 anos.

Ao fim desses anos, bora novamente estudar que nem um maluco, para te obrigar a acompanhar a evolução tremenda que não pára.

A actualização que um médico tem de ter (obrigatoriamente), ao longo dos anos, nem de longe nem de perto se compara à de um advogado.

Achar que são comparáveis é não ter a mínima noção de uma das coisas.
 
No fundo era a essa conclusão que esperava que se chegasse!...

É evidente que se não quer, volto a repetir, que houvesse uma "inundação" de candidatos a médicos a entrar nas faculdades. O que se pretende é aquilatar àcerca das necessidades, que estão longe de estar supridas, e abrir ligeiramente o "torniquete" para as preencher! Só isso...

Eu também aqui neste mesmo tópico já referi que estou de acordo com a abertura de mais vagas, MESMO quando os indicadores da UE dizem que não estamos assim tão mal.
Disse inclusivamente e explicitamente, que precisamos de mais médicos.

MAS, e como também já tinha explicado, o factor de ponderação não pode ser o numero de candidatos que pretendem o curso, mas sim a capacidade real de formação.

também não concordo com imposição de vagas por critérios artificiais.

Não se podem abrir mais vagas indiscriminadamente sem ter condições logísticas para isso, e actualmente, sem mais faculdades e respectivos meios humanos e materiais, é IMPOSSÍVEL aceitar mais caloiros.

Portanto abrir o torniquete, implica "canos novos" e "torniquete" novo!
Dos actuais "canos" é impossível sair mais "agua"
 
Não é possível comparar.

Uma coisa são 6 anos de curso, mais x anos de especialidade, que podem ir desde 3 até outros 6. Total: 9-12 anos de formação superior, à priori.


Certas especialidades, só se encontram lá fora e têm limite de validade de 10 anos, por exemplo.

Neurocirurgia, por exemplo, tirandoa nos EUA, é válida durante 10 anos.

Ao fim desses anos, bora novamente estudar que nem um maluco, para te obrigar a acompanhar a evolução tremenda que não pára.

A actualização que um médico tem de ter (obrigatoriamente), ao longo dos anos, nem de longe nem de perto se compara à de um advogado.

Achar que são comparáveis é não ter a mínima noção de uma das coisas.
Eu tenho essa noção, André, de que não é possível fazer-se uma comparação plena entre duas áreas tão distintas como as referidas, mas estava apenas a responder à dicotomia "Formação obrigatoria ≠actualização", salvaguardadas as devidas "distâncias"! [;)]
 
Eu também aqui neste mesmo tópico já referi que estou de acordo com a abertura de mais vagas, MESMO quando os indicadores da UE dizem que não estamos assim tão mal.
Disse inclusivamente e explicitamente, que precisamos de mais médicos.

MAS, e como também já tinha explicado, o factor de ponderação não pode ser o numero de candidatos que pretendem o curso, mas sim a capacidade real de formação.

também não concordo com imposição de vagas por critérios artificiais.

Não se podem abrir mais vagas indiscriminadamente sem ter condições logísticas para isso, e actualmente, sem mais faculdades e respectivos meios humanos e materiais, é IMPOSSÍVEL aceitar mais caloiros.

Portanto abrir o torniquete, implica "canos novos" e "torniquete" novo!
Dos actuais "canos" é impossível sair mais "agua"
Então que se mudem os canos!

Boa troca de opiniões, obrigado! [;)]
 
Pois, mas o problema nem são tanto os alunos, mas a idiossincrasia que caracteriza o nosso sistema de ensino! Todos sabemos que não há duas escolas iguais, claro, mas as diferenças de ranking entre elas subvertem essa "partida igual" no 10 ano!...

Estamos de acordo mas discutir esse tópico aqui, se bem que pertinente, leva-nos a fugir à discussão central deste tópico e a depois ser dificil seguir o rumo da discussão pq se discutem muitos temas diferentes nas mesmas páginas. Poder-se-à abrir e com certeza participarei num eventual tópico: Ensino Secundário: Iguais oportunidades para todos?


[/quote] Idênticas às que estamos a ter agora, não prevendo quer o presente quer o futuro nessa área! A Saúde é um dos serviços mais importantes que a Sociedade tem para oferecer, pelo que deve apostar, claramente, numa capacidade de resposta o mais abrangente possível face às necessidades. [/quote]

Actualmente o que te leva a dizer que não se prevê o futuro da área? passou-se a ter uma formação só em Portugal de 1200/1400 médicos/ano e já temos uma média médico per capita superior a quase todos os países europeus. Sendo a formação médica de 12 anos médios só se farão sentir estes efeitos a partir de 2012 e a partir daí partir-se-á para um equilibrio e até pelo que indica comparando o ratio com outros países para o excesso mas não quero entrar por aí.
Portanto, Não consigo entender porque dizes que não tem havido preocupações no planeamento!!!


[/quote] Nenhuma formação académica se esgota no canudo, sendo que qualquer bom técnico terá de continuar a apostar na auto-formação![/quote]

Julgo que não entendeste o que queria dizer. Obviamente que nenhum curso termina no canudo. O que quero dizer é que a formação médica académica são seis anos mas isto é apenas ligados intrinsecamente á universidade. è que depois disto, ao contrário da grande maioria dos outros cursos até se trabalhar mesmo autonomamente e com especialidade são obrigatórios mais esses 6 anos ou mais de formação. Isto é, o curso são cerca de 12 anos. Não falo em formação contínua, reciclagens, actualizações de conhecimentos. Falo em aprendizagem do curso, apesar de não se chamar assim mas sim internato, basicamente faz parte do curso.
Daí que a seguir explique que haverão licenciados mas que não trazam verdadeira mais valia porque só tem metade da sua formação feita apesar de o canudo não o indiciar.


[/quote] Sim, eventualmente. Mas à falta dela ter-se-ão perdido, podemos pensar, inúmeros outros dotados, embora nunca o saibamos ao certo...[/quote]

O que discuto não são os que se perdem ou se perderam. O factor prova de aptidão seria colocar um factor de decisão que não é linear. O que eu quero dizer é que aptidão é que vamos testar??? A capacidade de criar empatia? è que não me parece que um bom radiologista (não contacta com pessoas tirando situações de excepção) precise de ter minimamente aptidões desse género. E não deixa de ser bom médico se de facto tiver aptidões de procurar e concentrar-se em pormenores, um conhecimento anatómico enorme e sobretudo das inúmeras manifestações possíveis das masi diversas doenças. Se excluirmos pessoas destas teremos radiologistas empáticos que não sabem concentrar-se nos pormenores, cirurgiões empáticos que não tem precisão de movimentos, médicos legistas empáticos que não sabem encontrar o pormenor que indicia se a causa de morte foi assassinato ou natural, etc...
È que quando se fala em prova de aptidão pelo menos na minha aptidão pensa-se como característica principal criar empatia. E sinceramente a arte médica de criar empatia é só necessária em algumas especialidades. Então como faremos? criamos uma carrada enorme de provas de aptidões e depois cada um que entre desde logo fica condicionado à decisão de especialidade que a prova de aptidão lhe condicione. Eu sei que é ridiculo o que digo por isso penso que a prova de aptidão é impraticável.
É um conceito bonito mas demagógico para quem entender que a arte médica não é só ser médico de familia .


[/quote] Com uma aposta clara na descentralização, em vez do fecho, dos serviços médicos de proximidade não creio que pudesse pensar-se em médicos no desemprego!... Descurar o aproveitamento de técnicos da valia dos médicos seria praticamente criminoso!...[/quote]

Reforço e talvez com o que agora escrevo se perceba melhor: Haverá semi-médicos que não exercerão no desemprego. O SNS não garantirá entrada no internato médico a mais pessoa do que as que consegue comportar para dar uma formação de qualidade. Com muitas vagas em medicina teremos pessoas que ficam a meio do caminho (aos 6/12 anos) paradas em vez de logo no inicio da formação. Isto não será mais valia, pelo contrário. E não haverá médicos no desemprego mas sim licenciados em medicina que não sabem fazer mais nada e não poderão continuar a formação pq o sistema não tem como as formar

[/quote] Não sei se isso seria óbice. Era um caso a ver...[/quote]

Isto para mim requer a abertura de outro tópico: Faculdades privadas: Que ensino? Que tipo de gestão da qualidade têm? E que p+ropostas paar melhorar.
Quanto a faculdades de medicina privada, onde iriam formar os alunos e arranjariam os profissionais para os formar visto que as públicas não os conseguem encontrar?


[/quote] Acho que a importância relativa da educação física deveria ser diminuta, com um factor de ponderação muito baixo, senão mesmo nulo! O resto, parece-me, são divagações, pois nenhum médico tem de conseguir fazer o Cooper, ser bom nos 100 metros, ou saber jogar futebol (para ser sucinto...)!...[/quote]

Díscutivel eu sei. Também concordo com diminuição do relevo dado á educação física mas que é defensável a sua introdução não há dúvidas de que o é.
Mais uma vez aqui os alunos ensino superior privado retirarão vantagens teóricas pelas razões que todos conhecemos!!!


[/quote] Ler faz bem à alma e estimula o raciocínio! [;)][/quote]

Yesss!!! obrigado pé leve... O esforço não foi em vão...
 
a facilidade ou falta dela depende exclusivamente de quem quer entrar no curso. independentemente do curso que seja, só entram os melhores. é igual para todos.
 
Não, não é. Isso é falacioso.

Por haver regras iguais, não implica que haja igual facilidade.

Isso é que é um falácia[:p]

Para entrar em medicina é preciso concluir o 12º as provas especificas requeridas. Como em qualquer outro curso!

O que acontece é que é um curso muito requisitado, o que implica grande concorrência entre candidatos, o que implica candidatos com muito boas notas.

São os próprio candidatos que fazem a nota, e tornam devido á concorrência complicado aos alunos menos competitivos ter acesso ás vagas.

O facto deste ano o ultimo classificado ter tido 17 e tal ,não implica que para o ano um aluno de 14 não possa entrar!!


Imagina um cenário em que de repente medicina deixava de ser atractiva e interessante , logo iria haver pouca concorrência, e como tal abriria a possibilidade de alunos menos bem classificados poderem aceder...

Por parte das instituições não existe selecção de candidatos ou de alunos crânios, são os próprios alunos e não a instituição que determinam a media de entrada..

Mas eu não preciso de te estar a dizer isto, sabes bem que é assim[;)]

A diferença entre os alunos que entram ou não é o trabalho desenvolvido por cada um!
É a dificuldade deste trabalho, e não a dificuldade do acesso ao curso, que faz a diferença!
pois se o acesso ao curso é igual para todos, a facilidade com que se obtem as notas não o é [:cool:]!

Portanto uma coisa é a facilidade de acesso ao curso, que é facil e igual para todos, outra é as ferramentas individuais dos alunos que permitem esse mesmo acesso, e ai sim a dificuldade varia de aluno para aluno!
 
Última edição:
Estamos de acordo mas discutir esse tópico aqui, se bem que pertinente, leva-nos a fugir à discussão central deste tópico e a depois ser dificil seguir o rumo da discussão pq se discutem muitos temas diferentes nas mesmas páginas. Poder-se-à abrir e com certeza participarei num eventual tópico: Ensino Secundário: Iguais oportunidades para todos?
Tema actual e interessante.
 
Estamos de acordo mas discutir esse tópico aqui, se bem que pertinente, leva-nos a fugir à discussão central deste tópico e a depois ser dificil seguir o rumo da discussão pq se discutem muitos temas diferentes nas mesmas páginas. Poder-se-à abrir e com certeza participarei num eventual tópico: Ensino Secundário: Iguais oportunidades para todos?
Este fórum é para isso mesmo, para ter sempre temas interessantes e importantes para debater! [;)]
 
Voltar
Superior