O peso dos Funcionários Públicos

Ah pois é! Estas e outras são as verdades que não interessa a muitos que se saiba.

Querem um exemplo: onde trabalho o conselho de administração está a ponderar a hipotese de contratar seguro de saude para os FP para que estes não apresentem despesas de saude á ADSE!!!![8b] [8b] Porque diz o senhor que é uma cabeça iluminada que os encargos sao muito grandes[8b] pois sao, os médicos e os tratamnetos sao caros,digo eu. Mas o que ele se esquece é que num país Livre Eu posso ir ao médico que eu quiser e me apetecer e não onde ele quer que eu vá. Pq se tenho o dever de descontar e este nao é facultativo também tenho o direito de usufruir do pouco que o estado me dá. Acha o sr. que depois pode gastar o dinheiro do Orçamento de Estado em coisas como almoços e gasolina para ele passear.[8b]


Lá está... isso também acontece em todo o lado.
Em última análise, o problema não é a F.P. ou o sector privado, ou sequer o Estado. O problema são as pessoas. As mentalidades.

Com a agravante de que, no caso da F.P., o "bolo" é pago por todos.
 
Manuela Arcanjo?????

Manuela Arcanjo?????

Mas esta gente tem uma lata.

Tá mais uma vez explicado, com a economia tipo "D.Branca" o pq do descalabro Guterriano.

Esta Srª foi secretária do Orçamento e Ministra da Saúde.
Para os mais distraídos....
 
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Lá está... isso também acontece em todo o lado.
Em última análise, o problema não é a F.P. ou o sector privado, ou sequer o Estado. O problema são as pessoas. As mentalidades.

Com a agravante de que, no caso da F.P., o "bolo" é pago por todos.

Também é pago por todos na privada. Ou onde achas que eles vão buscar os impostos que não declaram? As taxas mais baixas? Os beneficios por empregarem desempregados? Pois é vao ao teu, ao meu, ao nosso bolso.

O problema sao realmente as mentalidades.
 
Então um artigo de opinião de uma funcionaria publica a defender a função publica, é a veradde como o azeite?[:D]

a verdade é esta ![:p]

A transformação de Portugal deverá passar por uma aposta liberal, sem prejuízo de a mesma se poder afirmar mais à esquerda ou à direita, de acordo com a natural e desejável alternância democrática.

Facções designadas de liberais governaram o país entre 1834 e 1910, revelando-se no entanto pouco consistentes e consequentes na concretização de um verdadeiro e consolidado projecto liberal.

Posteriormente na Primeira República e mesmo no Estado Novo, alguns procuraram introduzir uma proposta de alternativa liberal ao ‘establishment’ existente, mas não lhes foi possível alcançar o poder nem influenciar decisivamente qualquer mudança efectiva relativamente ao rumo que então era seguido.

Mas nunca, como hoje, existiu tanto a necessidade e a possibilidade de em Portugal se concretizar uma “revolução liberal”!

Primeiro dadas as características do nosso actual Estado: fraco, pouco independente, ao serviço de várias corporações, paternalista, caro, pesado e ineficiente, castrador e asfixiante das capacidades dos portugueses, e que acabou por falhar no seu modelo social, no combate à pobreza e às condições indignas de vida.

Cada vez mais Portugueses começam a reconhecer esta realidade e a necessidade de alterar o papel, o âmbito das actividades e a organização do Estado e a estrutura lógica do seu modelo social.

Depois porque o mundo mudou muito: tornou-se mais global, competitivo, com novas tecnologias ao serviço de todos, permitindo o reforço do poder dos cidadãos e a criação de contra poderes e de grupos da sociedade civil capazes de contrariar a hegemonia de poderes políticos institucionais, muitas vezes hierárquicos e centralizadores, e complementando-os na sua actuação pública.

Cada vez mais Portugueses começam a acreditar que não se pode nem deve contrariar a abertura da sociedade e dos mercados e que se deve privilegiar uma sociedade de cidadãos, cada vez mais independentes e senhores do seu próprio destino, sendo o reforço das suas competências e capacidades a chave para o seu sucesso no futuro.

A aposta liberal irá permitir que nos transformemos num verdadeiro País de oportunidades, em que cada cidadão melhor possa encontrar a sua própria realização profissional e pessoal, ao mesmo tempo que é garantida uma efectiva e estável coesão social.

Temos que encontrar um equilíbrio, justo e criador de riqueza, entre liberdade e igualdade, e aceitar a diferença, desde que ele parta de uma verdadeira igualdade de oportunidades e resulte num benefício para a comunidade, colocando a economia ao serviço do social.

Hoje não temos uma sociedade e democracia liberais nem projectos políticos que verdadeiramente nela apostem:

• Não garantimos a igualdade de oportunidades, permanecendo com uma taxa de abandono escolar da ordem dos 40%.

• Não garantimos direitos sociais fundamentais para todos, especialmente para os mais desfavorecidos, como o acesso a uma saúde de qualidade e a uma justiça célere e eficaz.

• Desperdiçámos a oportunidade de alterar estruturalmente o regime de pensões de reforma para um sistema de capitalização que daria os incentivos certos aos cidadãos.

• Não temos um programa integrado de combate à pobreza e de solidariedade social, que parta de igualdade de oportunidades e que envolva toda a sociedade para além do Estado, estruturado e gerido de uma forma selectiva, eficiente e sem abusos.

• Não privilegiamos mercados abertos, em concorrência, bem regulados, sem posições dominantes, desde o mercado dos factores ao dos bens não transaccionáveis.

• Não apostamos num Estado essencialmente garante, mais do que produtor de serviços públicos.

• O poder continua demasiado concentrado em estruturas político-institucionais hierarquizadas, que não incentivam nem se gostam de confrontar com a dinâmica, independência e iniciativa das organizações da sociedade civil.

É importante libertarmos finalmente Portugal deste jugo anti-liberal, e no fundo anti-social e reaccionário, que não aposta nem acredita nos cidadãos e na sua autonomia e responsabilização, na sua liberdade de opção, nem na prevalência da sociedade civil sobre o Estado, não aceitando que este por aquela deve ser definido e os seus interesses efectivamente representar.

Temos que pressionar os projectos políticos em confronto para que explicitem qual a sua visão sobre a sociedade, papel e estatuto do Estado e dos cidadãos, e em que medida defendem um futuro liberal para o nosso país.

A possibilidade de ultrapassarmos os desafios futuros da modernidade, a nossa realização e felicidade e a dos nossos filhos disso dependem.



Antonio Carapatoso CEO vodafone Portugal

http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=26111
 
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Lá está... isso também acontece em todo o lado.
Em última análise, o problema não é a F.P. ou o sector privado, ou sequer o Estado. O problema são as pessoas. As mentalidades.

Com a agravante de que, no caso da F.P., o "bolo" é pago por todos.

E pelo "bolo" que os privados não pagam...

Não pagam impostos e reivindicam tudo e mais alguma coisa...

Quanto é que pagaste de IRS o ano passado?[:p]
 
E pelo "bolo" que os privados não pagam...

Não pagam impostos e reivindicam tudo e mais alguma coisa...

Quanto é que pagaste de IRS o ano passado?[:p]

Nem queiras saber... levam-me couro e cabelo [8b]
A sorte é que o meu Pai é TOC e sempre consigo ir buscar algum de volta [:D]

EDIT: e pago tudo o que é devido! Nem tenho muito como fugir...
 
Funcionário és tu!
Mais me ajudas [:D][:p]
Se eu sou fp (como gostas de afirmar por TAMBEM ter o estado como cliente) tenho a opinião que tu ves, imagina aqueles que não tem nenhuma relação com o estado para alem de contribuinte [:D][;)]

todos os FP deviam ser como eu.

Sem 13 e 14 mes
contrato rescindivel mediante pre aviso de 30 dias, sem ADSe, SEM nada para alem do carcanhol pela tarefa feita.
Mai nada.
[:p]

Ès homem pra isso [:p]
 
Fico, ansiosamente, à espera do dia em que os funcionários públicos sejam chamados de trabalhadores publicos e tenham trabalhos e não empregos...
 
(...)
a verdade é esta ![:p]

(...)
Isso não é a verdade é um desejo de politica de terra queimada como a que esta a ser feita por este governo.

Apontar as fragilidades do actual sistema para impor um ainda pior só revela falta de imaginação, no mínimo.

Não é por criar um sistema liberal que elas se resolvem, é por mudar o rumo da actual politica no sentido de punir quem nos últimos anos se tem governado e tem sido permissivo à influencia liberal, a causa do caminho que temos seguído.

Não gosto da palavra pela conotação que tem, mas o que este país precisa é de uma purga aos neo-liberais, que pretendem fazer retroceder a estrutura social em mil anos até ao tempo da nobreza toda poderosa e dos servos miseráveis e isso seja qual for a conversa que usem para o justificar é injustificável.






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Mais me ajudas [:D][:p]
Se eu sou fp (como gostas de afirmar por TAMBEM ter o estado como cliente) tenho a opinião que tu ves, imagina aqueles que não tem nenhuma relação com o estado para alem de contribuinte [:D][;)]

todos os FP deviam ser como eu.

Sem 13 e 14 mes
contrato rescindivel mediante pre aviso de 30 dias, sem ADSe, SEM nada para alem do carcanhol pela tarefa feita.
Mai nada.
[:p]

Ès homem pra isso [:p]

Se me pagassem o que te pagam... NA BOA!
 
Tal como o azeite.
Isso é para os azeiteiros.

Reparem-me nesta pérola:

Em primeiro lugar, os funcionários públicos constituem uma fonte certa de receita fiscal já que não existem declarações abaixo das remunerações efectivas ou outras formas de evasão em sede de IRS.
Fantástico melga. O estado gasta 100 com o FP e é beneficiado em buscar os 20. [:cool:] [:D]

Mas digam-me lá uma coisa, ó mentes brilhantes. Se o Estado despedisse o FP, não ficaria a poupar 80, logo à partida?

Ai esta aritmética azeiteira.... [:)] [:)] [:)]
 
Fico, ansiosamente, à espera do dia em que os funcionários públicos sejam chamados de trabalhadores publicos e tenham trabalhos e não empregos...
Actualmente, todos os que vêem os seus impostos serem desbaratados em projectos para dar dinheiro a "algum financiador de campanhas politicas dos partidos do governo" devem preocupar-se mais com isso do que com essa propaganda barata sem pés nem cabeça.

Um caso de incompetente não faz todo um conjunto de pessoas que dão o litro todos os dias, aliás é dever de todo o cidadão responsável e pagador de impostos servir-se do livro de reclamações ao detectar uma situação anómala.

Ao contrario do que dizia o ministro da propaganda nazi, uma coisa repetida varias vezes não se torna verdade, antes deixa de fazer sentido.

Senão andaríamos todos pela rua a gritar a plenos pulmões "eu sou rico", mas na verdade não faríamos muito boa figura [;)].
 
Já vi que sim, se até Português é difícil entender.

Talvez agora com as "novas oportunidades".
Não se trata de entender "Português", trata-se, isso sim, de ver as coisas apenas e somente pela perspectiva pessoal! Não é censurável, de facto, mas não deixa cada um sair da sua!...
 
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