O que é uma boa poupança?

Acho engraçado falar-se tanto dos custos "escondidos" de quando se fala em investimentos imobiliários, mas depois esquecem-se de um dos custos mais importantes quando se fala em amortizar créditos à habitação.

Mais do que a taxa de juro e o spread, a concorrerem para tomar uma decisão de amortização do CH, existe... O SEGURO DE VIDA.
Quanto mais velho, pior.
Se juros e spreads são décimas (positivas ou negativas), só o seguro de vida pode chegar a vários pontos percentuais, dependendo da idade dos contratantes.

Portanto, mesmo com taxas de juros baixas no CH, e investimentos com rentabilidades elevadas, há uma idade após a qual é preferível fazer a amortização total do CH.
 
Acho engraçado falar-se tanto dos custos "escondidos" de quando se fala em investimentos imobiliários, mas depois esquecem-se de um dos custos mais importantes quando se fala em amortizar créditos à habitação.

Mais do que a taxa de juro e o spread, a concorrerem para tomar uma decisão de amortização do CH, existe... O SEGURO DE VIDA.
Quanto mais velho, pior.
Se juros e spreads são décimas (positivas ou negativas), só o seguro de vida pode chegar a vários pontos percentuais, dependendo da idade dos contratantes.

Portanto, mesmo com taxas de juros baixas no CH, e investimentos com rentabilidades elevadas, há uma idade após a qual é preferível fazer a amortização total do CH.
Em teoria sim, será isso. Na prática pode nem contabilizar se existir sempre um seguro de vida, exista ou não crédito habitação.

Por exemplo, tenho vários seguros de vida e o que está afecto ao crédito da casa cobre o dobro do valor em dívida. Mesmo com a casa paga poderei mantê-lo, assim como outros.

É algo dinâmico a gerir, mas ainda assim dificilmente será o suficiente para incentivar amortização antecipada, mesmo no pico do custo.
 
Por aí...

Mas segundo consta, apenas 1,4% dos portugueses têm isso.
Sim, a vida está cara. Gasta-se tudo , fica difícil juntar.
A pagar renda eu já acho impossivel viver em Portugal . Tanto que conheço quem ganha 2000 e tal limpos e só consegue viver um bocado acima porque tem que viver em casa de familiares de borla. A renda disso era logo 1000 paus fácil. Nem uma pessoa assim consegue fazer vida? Só com mulher tb a ganhar bem, como é que a ganhar 600 paus se vive?
Impossivel viver, quanto mais poupar.
 
Sim, a vida está cara. Gasta-se tudo , fica difícil juntar.
A pagar renda eu já acho impossivel viver em Portugal . Tanto que conheço quem ganha 2000 e tal limpos e só consegue viver um bocado acima porque tem que viver em casa de familiares de borla. A renda disso era logo 1000 paus fácil. Nem uma pessoa assim consegue fazer vida? Só com mulher tb a ganhar bem, como é que a ganhar 600 paus se vive?
Impossivel viver, quanto mais poupar.

O pessoal daqui não ganha 600€ pah! São quase todos anti xuxas e de direita! Há Sr's Doutores Médicos e doutores advogados, há pessoal emigrado a trabalhar nas grandes tech, há empresários e uns quantos proprietários. Este fórum não é exemplo. Basta ver a questão da percepção dos 2,5k no outro tópico. 2,5k não é nenhum exagero, mas há N famílias a sonharem com poderem ter 2k mês.

Com 600 paus não se vive, sobrevive-se. A verdade é que grande parte do pessoal dos 600€ é pessoal que não tem vontade de ter mais e aceita de bom grado o SMN. São precisos como diz o Pastis, mas são também umas Marias queixosas nos comentários do Facebook!
 
Em teoria sim, será isso. Na prática pode nem contabilizar se existir sempre um seguro de vida, exista ou não crédito habitação.

Por exemplo, tenho vários seguros de vida e o que está afecto ao crédito da casa cobre o dobro do valor em dívida. Mesmo com a casa paga poderei mantê-lo, assim como outros.

É algo dinâmico a gerir, mas ainda assim dificilmente será o suficiente para incentivar amortização antecipada, mesmo no pico do custo.

Não me parece que estejas consciente de que o custo (prémio) de um seguro de vida aumenta com a idade, mesmo que o montante segurado diminua.
 
Sim, a vida está cara. Gasta-se tudo , fica difícil juntar.
A pagar renda eu já acho impossivel viver em Portugal . Tanto que conheço quem ganha 2000 e tal limpos e só consegue viver um bocado acima porque tem que viver em casa de familiares de borla. A renda disso era logo 1000 paus fácil. Nem uma pessoa assim consegue fazer vida? Só com mulher tb a ganhar bem, como é que a ganhar 600 paus se vive?
Impossivel viver, quanto mais poupar.
Obviamente se os rendimentos são baixos as despesas têm de ser esmagadas.

Mesmo ganhando bem se também gastar tudo nunca sai da cepa torta.
 
Não me parece que estejas consciente de que o custo (prémio) de um seguro de vida aumenta com a idade, mesmo que o montante segurado diminua.
Penso que quando falamos de seguros que ascendem a vários milhares de euros por ano tenho bem consciência disso. O mais caro penso que não chega a 3k por ano.

Faço planeamentos financeiros a longo prazo com revisões e negociações anuais.
 
Não me parece que estejas consciente de que o custo (prémio) de um seguro de vida aumenta com a idade, mesmo que o montante segurado diminua.
Nem todos os seguros são assim.
No meu caso o seguro, como já é de um contrato antigo, não aumenta com a idade.
E no meu caso também não compensa amortizar com a euribor como está baixa.
Como não pago quase juros, já os paguei só estou a amortizar o capital.
Por isso, só pensarei em amortizar se a euribor subir para valores positivos.
 
É uma visão conservadora e legítima. Ainda bem que existem diferentes visões.

Na minha óptica ao amortizar perde-se a oportunidade de usar esse dinheiro para investir e rentabilizar. Se o dinheiro é colocado na casa não cria qualquer valor, pois a casa não gera rendimento.

Mas compreendo a lógica do dormir descansado.

Já tive essa ideia também, mas quando percebi que é mais fácil atingir os nossos objectivos com dinheiro do bancos, óptimo. Só não estou no nível das centenas de milhões, mas também não pretendo ficar a dever nada.

Um dos CH's é para rendimento (aluguer).

Eu percebo a lógica de que se pode perder oportunidade para investir o dinheiro para rentabilização, mas insisto que esta também é uma forma de o rentabilizar. Mais conservadora, certo, mas certinha.

Agora também é verdade que não estamos a falar de montantes de capital significativos, caso contrário também poderia optar por investimentos em oportunidades que fossem mais profícuos.

Ou seja, se amortizar p.ex. dois mil num ano, esse valor dificilmente me permitiria gerar rendimentos muito superiores ao que geram quando amortizo. Pelo menos com a segurança com que o faço e com esta lógica de constância e longo prazo.

Com a vantagem de que a amortização é crescente ao longo do tempo.

Agora, claro, se fossem 40 mil euros, se calhar estudava alternativas... (e daí não sei se não ficava com metade e amortizava a outra na mesma [:)])
 
Nem todos os seguros são assim.
No meu caso o seguro, como já é de um contrato antigo, não aumenta com a idade.
(...)

Os seguros de vida existem há muito tempo.
As seguradoras não inventam.

O prémio é consoante o risco.
Quanto mais velho se fica, maior o risco.
É assim que funciona.

Não tem a ver com a antiguidade do seguro de vida.
São assim há "milénios".

Existem é dois tipos de seguro de vida:
— Sem termo (o prémio é calculado anualmente)
— Com termo (o prémio é calculado como se fosse anualmente, tipo simulação do contrato sem termo, somado, e dividido igualmente pelos pagamentos durante a validade do seguro)

Imagino que:
1. tenhas o contrato com termo,
ou
2. tenhas o contrato sem termo e devas ser relativamente novo, para ainda não teres notado a componente de risco no prémio do seguro de vida. Menos de 40 anos?

O risco é exponencial. Não é linear.
Significa que durante os primeiros anos de vida o risco mantém-se perto de zero.
Nas idades perto da esperança média de vida o risco fica perto de 1, e pagas tanto de seguro quanto o valor em dívida (montante segurado).

Isto aplica-se tanto a contratos com ou sem termo.
A diferença é que:
Num contrato com termo, estás a pagar um prémio de seguro que contém logo desde as prestações iniciais uma componente do risco das prestações finais (com a idade de maior risco). Isto significa que, se saíres do seguro de vida mais cedo que o final do contrato, já terás pago mais prémio que o que terias pago num contrato sem termo.

Ou seja, não se está a poupar nada por estar a pagar prémios fixos. Até pode acontecer o oposto (caso se pretenda sair mais cedo do seguro de vida).

https://www.investopedia.com/articl...2615/how-age-affects-life-insurance-rates.asp
(...)
Thinking of purchasing new life insurance? Before you make a commitment, it’s important to understand how the annual premium for a policy is determined. Playing the biggest role in how much you'll pay: how old you are.
Your age is the
  • primary factor influencing your life insurance premium rate, whether you're seeking a term or permanent policy.
  • Typically, the premium amount increases average about 8% to 10% for every year of age; it can be as low as 5% annually if your 40s, and as high as 12% annually if you’re over age 50.
  • With term life insurance, your premium is established when you buy a policy and remains the same every year. With whole life insurance, the premium rises every year.
  • Age also affects
whether a person will qualify for life insurance coverage at all, with qualifying medical exams getting increasingly stringent.
(...)
 
Acho engraçado falar-se tanto dos custos "escondidos" de quando se fala em investimentos imobiliários, mas depois esquecem-se de um dos custos mais importantes quando se fala em amortizar créditos à habitação.

Mais do que a taxa de juro e o spread, a concorrerem para tomar uma decisão de amortização do CH, existe... O SEGURO DE VIDA.
Quanto mais velho, pior.
Se juros e spreads são décimas (positivas ou negativas), só o seguro de vida pode chegar a vários pontos percentuais, dependendo da idade dos contratantes.

Portanto, mesmo com taxas de juros baixas no CH, e investimentos com rentabilidades elevadas, há uma idade após a qual é preferível fazer a amortização total do CH.

Falei precisamente disso no meu post sobre os beneficios da amortização e como disseste mais abaixo, a progressão do prémio não é linear precisamente por causa do factor idade.

No meu caso todos os anos, fruto das amortizações, o prémio do seguro tem baixado.
 
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