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Este De Minaur está cada vez mais um osso duro de roer, devolve quase tudo e já tem uma direita poderosa, já ganhou alguns combates ao Sinner nesse particular.
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É oficial: João Sousa anunciou esta terça-feira que vai retirar-se no Millennium Estoril Open, de 30 de março a 7 de abril, precisamente a semana em que cumpre o 35.º aniversário.
A decisão foi comunicada na conferência de imprensa que convocou para a manhã desta terça-feira no Complexo de Ténis do Jamor, em Oeiras: “O meu corpo e a minha mente têm demonstrado sinais extremos de cansaço e de dores diárias, pelo que após um período de muita reflexão queria comunicar-vos que decidi retirar-me do ténis profissional.”
Nascido em Guimarães a 30 de março de 1989, João Sousa tornou-se no melhor tenista português de todos os tempos e estabeleceu dezenas de recordes nacionais. Número 28 do ranking de singulares em maio de 2016 e número 27 do ranking de singulares em maio de 2019, foi o primeiro jogador luso a conquistar um título ATP, em Kuala Lumpur 2013, e também o primeiro a celebrar um título dessa dimensão em casa, ao vencer o Millennium Estoril Open de 2018.
Também venceu os ATP 250 de Valência, em 2015, e de Pune, em 2022, aos quais junta outras oito finais ao mais alto nível.
Ao longo de uma longa carreira, João Sousa participou por 38 vezes em quadros principais de torneios do Grand Slam. Tornou-se no primeiro a alcançar uma quarta ronda de singulares (US Open 2018 e Wimbledon 2019) e também brilhou em pares ao ser semifinalista do Australian Open de 2019. Nesta variante atingiu ainda a final do ATP Masters 1000 de Roma, em 2018.
Andy Roddick, ex-número um do Mundo, é um dos poucos tenistas que pode dizer que se retirou com vantagem no confronto direto diante de Novak Djokovic. O norte-americano acredita que os números do sérvio não deixam dúvidas em relação a quem é o melhor tenista de todos os tempos. Quem tem outra opinião… só pode ser “ignorante. Palavras do norte-americano…
“O que tem mais graça sobre este debate do GOAT é que nunca será unânime. É a mesma coisa com a NBA. Jordan ou Lebron. Mas a verdade é que no fim de contas o que interessa são os números. A matemática. Não interessam os sentimentos ou se uma pessoa está vacinada ou não”, confessou durante o mais recente episódio do seu podcast.
Mas Roddick vai mais longe. “Se comparas os currículos do Big 3 e dizes que o melhor dos três e o GOAT não é Djokovic, então és louco ou ignorante. A maioria das pessoas gosta de complicar quando fala destas situações e debate estas questões. Mas em termos matemáticos esta questão é muito simples”, assume Roddick.
R1 - Raonic
R2 - Rune
R3 - Shapovalov/Musetti
R4 - Fritz/Baez
QF - Medvedev/Dimitrov
SF - Djokovic/Hurkacz
F - Alcaraz/Sinner/Zverev/Rublev
Novak Djokovic viveu uma noite para esquecer no deserto californiano e foi esta terça-feira afastado da corrida pelo título do primeiro de nove torneios Masters 1000 da temporada. O número um mundial exibiu-se vários níveis abaixo do padrão e não conseguiu reunir as armas necessárias para travar o bom ritmo do lucky loser Luca Nardi (123.º), campeão do Porto Open, que surpreendeu o sérvio por 6-4, 3-6 e 6-3.
As oportunidades para desfazer a igualdade no primeiro parcial foram quase nulas, mas Nardi não desperdiçou uma única chance e fez o necessário para assumir o comando e dar o primeiro de dois passos necessários ao triunfo. Bem a tempo de reverter a situação, Djokovic foi quem esteve por cima de um segundo capítulo em que o italiano ainda ameaçou as suas pretensões, e escalou o muro ao concretizar o terceiro set point.
Ainda assim, e apesar do aparente renascimento de Djokovic na partida, na entrada para a derradeira etapa foi novamente Nardi a demonstrar mais iniciativa. O jovem jogador de 20 anos manteve o sangue frio e, depois de extintas as primeiras hipóteses de passar para a frente, deu um passo firme em direção à vitória — a sua maior vitória da carreira, consumada ao fim de quase duas horas e meia.
Luca Nardi, que não poderia estar a aproveitar de melhor maneira a sua segunda vida em Indian Wells, torna-se o jogador menos bem cotado da história a eliminar Novak Djokovic em torneios de nível Masters 1000 ou em Grand Slams. Deixa a prova da Califórnia órfã do seu por cinco vezes campeão e número um mundial e avança mais um patamar a caminho dos oitavos de final, onde vai ter duelo marcado com o norte-americano Tommy Paul (17.º).
Novak Djokovic já tinha deixado no ar que podia saltar o Masters 1000 de Miami depois de se ter sentido muito longe da melhor forma em Indian Wells. E a verdade é que, na sequência da surpreendente derrota com Luca Nardi na terceira ronda, o sérvio anunciou esta quinta-feira que não vai a jogo no Miami Open.
A disputar esta sequência de torneios pela primeira vez em cinco anos, Djokovic tinha previsto jogar em Miami, mas o desaire prematuro na Califórnia precipitou esta decisão. Na base está a vontade de reagrupar e descansar para preparar da melhor forma o ataque à terra batida. Quer isso dizer que Nole vai mesmo terminar o mês de março ainda sem qualquer título conquistado na temporada.
Tendo tudo isto em conta, o mais provável é que o próximo torneio de Djokovic seja apenas o Masters 1000 de Monte-Carlo, iniciando aí a caminhada rumo a Roland Garros. A liderança no ranking fica intacta de qualquer das formas, tendo em conta que não defendia qualquer ponto em Miami.