O Tópico do Ténis! [US Open 2026]

[h=1]Halep insiste que foi contaminada e vai processar a marca do suplemento ‘fatal’


Minutos após receber a sua sentença de quatro anos de suspensão divulgada pela Agência para a Integridade do Ténis (ITIA), a romena Simona Halep pronunciou-se sobre a decisão e disse não nem conformar nem aceitar a punição que irá até 2026.

“O último ano foi o mais duro de minha vida e infelizmente a luta continua. Tenho dedicado toda a minha vida ao ténis. Levo as regras do meu desporto muito seriamente e tenho orgulho de nunca ter intencionalmente utilizado uma substância proibida. Recuso-me a aceitar a punição de quatro anos”, disse a ex-número 1 do mundo, que diz estar “chocada e desapontada” com a decisão depois de, segundo ela, os seus advogados terem apresentado provas a seu favor. “Acredito num desporto limpo e durante cerca de duas décadas como jogadora passei por cerca de 200 testes de sangue todos limpas até 29 de agosto de 2022. Antes da temporada norte-aamericana de verão ano passado ajustei os meus suplementos nutricionais após recomendações da minha equipa, na qual confio. Nenhuma constava na lista de substâncias proibidas, mesmo que tenhamos tido conhecimento que uma delas estava contamidada com a roxadustat. Fui testada semanalmente após o positivo no fim de agosto até ao começo de 2023 e todos os testes estavam negativos.”

Halep continuou e disse que seu passaporte biológico começou a ser investigado somente após conhecerem a sua identidade. “De repente, dois dois três especialistas mudaram as suas opiniões para favoráveis à ITIA. A ITIA confiou somente nesses especialistas que só olharam para os meus parâmetros de sangue que mantive iguais durante 10 anos. Eles ignoraram o facto de não ter substâncias proibidas com exceção do dia 29 de agosto.”

A romena, recorde-se, vai recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto.
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Mais uma história de vida, incrível:

De prodígio do ténis às esmolas. Arantxa Sánchez arrisca pena de prisão: “Apaixonei-me”

Antiga tenista espanhola de 51 anos culpa o ex-marido pelos problemas financeiros que enfrenta. Vive das ajudas dos amigos.

Arantxa Sánchez Vicario já foi um grande nome do ténis. Ganhou três Grand Slams individuais e seis em pares, e quatro medalhas em Jogos Olímpicos, aos quais soma mais 98 títulos.

Hoje, as vitórias nos courts não passam de memórias felizes que contrastam com as dificuldades financeiras que ensombram os dias da espanhola. Aos 51 anos, Arantxa arrisca mesmo uma pena de prisão e aponta o dedo a ex-marido por “todo o mal” que lhe acontece.

A antiga tenista começou a dar nas vistas aos 17, em 1989, quando derrotou Steffi Graf na final de Roland Garros, em Paris (França). Três anos depois já era dos nomes mais promissores do ténis, chegando mesmo a ser número um mundial. Na entrada do milénio começou a afastar-se das vitórias e, em 2022, decidiu mesmo fazer uma pausa na carreira. Voltou a pegar na raquete apenas em 2004 para os Jogos Olímpicos de Atenas.

Em 2008, quando casou com o Josep Santacana (com quem teve dois filhos, Arantxa e Leo) já estava completamente afastada dos courts. E cada vez mais perto dos escândalos. Aliás, os pais nunca aceitaram o enlace com o empresário e chegaram a contratar detetives privados para investigar o passado de Santacana. Descobriram que tinha um cadastro de dívidas e problemas com a justiça, factos que não impediram a antiga tenista de avançar com o casamento.

A vida financeira de Arantxa nunca primou pela transparência — sempre teve problemas com o Fisco por ausência de pagamento dos impostos relativos aos prémios de jogo. Porém, em dezembro de 2017 tudo descambou, quando o marido saiu da casa que partilhavam em Miami. Santacana pediu o divórcio e a custódia dos dois filhos e a tenista ficou mergulhada em dívidas.

Em 2012, estimava-se que tinha arrecadado 15 milhões de euros em prémios e 35 milhões em patrocínios, mas agora vive das esmolas dos amigos. A batalha judicial contra o ex-marido arrasta-se desde fevereiro de 2018, a quem atribui a culpa por “todos os problemas financeiros” que lhe ensombram a vida.

“É muito injusto. Com o que ganhei, não poder viver do ténis é um golpe muito duro, que não esperava. O meu erro, como já disse antes, foi ter-me apaixonado. Confiei na pessoa que estava ao meu lado, o meu marido, e ele enganou-me. Não vou atirar a toalha ao chão. Nunca o fiz nos courts e não o vou fazer agora. Estou numa fase difícil da minha vida, mas o desporto ajudou-me a enfrentar as adversidades, a ser forte e resiliente”, lamentou ao “El País”. Arantxa aproveitou para contar a sua versão dos factos, antes de sentar no banco dos réus de um tribunal em Barcelona. Acusada pelo Ministério Público de tentar esconder património para evitar pagar uma dívida milionária ao Banco do Luxemburgo, começa a ser julgada esta terça-feira, 12 de setembro.

Ao longo da entrevista, a ex-atleta assume a responsabilidade e mostra-se arrependida, mas reitera que foi vítima do ex-marido. Neste momento trabalha como treinadora de ténis em Miami e já pagou quase dois milhões de euros à instituição bancária.

Porém, continuam 7,6 milhões de euros por saldar — referentes aos impostos (acrescidos dos juros) que deveria ter pago entre 1989 e 1993. Nunca o fez e, após o casamento, transferiu o património para o Luxemburgo, numa tentativa de evitar prestar contas ao Fisco espanhol. Acabou acusada de fraude fiscal e arrisca uma oena de quatro anos de prisão. Garante tencionar pagar o que deve, apesar de passar por “dificuldades brutais” e contar com a ajuda de amigos para sobreviver.

A antiga tenista sempre teve uma relação difícil com a combinação família e dinheiro. Na autobiografia “Arantxa, vamos! Memórias de uma luta, a vida de uma mulher”, publicada em fevereiro de 2012, acusava os pais de se terem apropriado da fortuna que acumulou enquanto jogadora de classe mundial.

“Chegou a hora de tirarmos as máscaras e mostrar que o mito de uma família Sánchez Vicario unida e feliz era apenas isso: um mito. O meu pai tinha plenos poderes para gerir e decidir sobre os meus recursos, administrou a totalidade dos meus ganhos. Dava-me uma quantia todos os meses e nunca me preocupei em perguntar-lhe nada, pois estava focada em treinar, viajar e jogar. Nunca duvidei do meu pai. Pouco ou nada contavam comigo para tomar decisões. Era jogar, ganhar e calar (…) Os meus pais deixaram-me sem nada. Devo aceitar este abuso e ficar calada? Não farei isso”, escreveu na altura. A posição do ex-marido


Santacana não passou um pano pelo que a ex-mulher disse sobre si. Em entrevista ao mesmo jornal espanhol, desmente tudo o que Arantxa disse, sobretudo sobre a atua situação financeira.

“Arantxa não tem dificuldades económicas. É uma estratégia, para que todos tenham pena, devido ao julgamento. Ela vive num apartamento de luxo junto à baía de Miami, a 200 metros da casa de Enrique Iglesias. E insiste em que os filhos andem em colégios privados”, afirmou.

O empresário explicou ainda que, quando se casou, a tenista “já estava em insolvência”. “Já estava tudo feito e a maior parte do seu património tinha desaparecido”, acrescentou, sublinhando que “entrei na vida de Arantxa no momento ideal para procurar um culpado perfeito para todos os erros que tinham cometido”. “Nunca conheci nem geri o seu património. Tudo era gerido pela sua família.”
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Detalhes interessantes da sua preparação psicológica:

Djokovic não perde a ‘fome’: «Quantos Grand Slams quero? Não tenho nenhum número…»

Novak Djokovic conquistou este domingo o US Open pela quarta vez na carreira, naquele que foi o seu 24.º título do Grand Slam, um número histórico no ténis.

O sérvio é agora o tenista com mais Majors de sempre na Era Open e deu mais um passo rumo ao estatuto de GOAT. Na conferência de imprensa, o número um mundial mostrou-se emocionado e mais do que satisfeito com o feito alcançado.

APRENDER COM O PASSADO

Não tinha jogado nenhum torneio nos EUA em dois anos e a última vez que perdia aqui tinha sido contra o jogador que ganhei hoje. Fiz tudo o que podia nas últimas 48 horas para não permitir que a importância do momento e do que está em jogo fosse contra mim. Foi o que me aconteceu há dois anos, joguei debaixo do meu nível e fui superado. Aprendi a lição. A minha equipa e a minha família sabiam que nestas 24 horas nem podiam tocar ou falar da história que estava em jogo. Tinha pensamentos diferentes na minha cabeça, os possíveis cenários, a imagem no caso de ganhar, também no caso de derrota mas tentava bloquear isso tudo.

ESTAR EM CONSTANTE EVOLUÇÃO

Precisas de te reinventar porque todos o fazem. Com 36 anos e a enfrentar rapazes de 20, provavelmente tenho que fazer mais do que nunca para manter o meu corpo em forma e jogar ao melhor nível de maneira consistente. Mentalmente também tenho de encontrar o equilíbrio com a motivação para estar inspirado.

À PROCURA DE MAIS

Concentro-me no que tenho de fazer para ganhar os grandes troféus, isso é o que importa. É incrível para o nosso desporto que tenha uma grande rivalidade com o Alcaraz. É ar fresco para o ténis, um grande jogador, uma grande pessoa também. Todos, de forma coletiva, querem mais atenção e interesse sobre o ténis. Quantas mais pessoas se envolverem melhor para nós mas, no final do dia, o meu objetivo sempre foi, no início de cada temporada, ganhar todos os Grand Slams. Vai continuar a ser. Estes são os momentos que me mantêm motivado. Quanto tempo quero continuar? É uma pergunta que tenho na minha mente mas não me quero ir deste desporto sabendo que jogo ao mais alto nível que ganho os grandes torneios.

DIFERENÇAS COM O PASSADO

As quatro finais deste ano foram com rivais diferentes. É diferente, porque as rivalidades que tive eram tão fortes e sólidas que havia uma alta probabilidade de enfrentar o Roger, Rafa ou Andy na final de um Grand Slam a cada ano. Agora, é diferente. Não me importa jogar com tenistas diferentes se ganhar (risos). Joguei três encontros épicos com o Alcaraz este ano. O ténis está num bom lugar, os jogadores vêm e vão. Será o mesmo destino para mim.

OBJETIVOS

Quando pensava nos objetivos não pensava de forma tão concreta sobre a história de semanas no número um ou quem tem mais Grand Slams até há três anos. Os Grand Slams pareciam mais alcançáveis que as semanas como número um mas tive fé. Acreditei que conseguiria. Agora não coloco nenhum número sobre quantos Grand Slams quero ganhar até ao final da minha carreira.
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Yha! sure...
Federer isn't exactly from one of the larger countries.... [:p][:)]



Este ainda não percebeu que ser amado e ser o melhor de todos, são coisas completamente diferentes....





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Última edição:
Relatório da audição de Halep revela que foi Mouratoglou a indicar-lhe o suplemento ‘fatal’

Simona Halep, ex-número um do Mundo, foi suspensa por quatro anos (a contar desde outubro de 2022) devido a um controlo antidoping positivo e a irregularidades no seu passaporte biológico. Esta quinta-feira foram conhecidos todos os detalhes da sua audiência independente, em finais de junho, onde são revelados muitos detalhes sobre o caso. Um dos mais relevantes é aquele em que a jogadora revela que foi o equipa técnica liderada por Patrick Mouratoglou que lhe indicou o suplemento alimentar que acabaria por resultado controlo positivo durante o US Open.

O próprio Moutatoglou confirma posteriormente que a indicação sobre o suplemento partiu da sua equipa técnica, mas lembrou as décadas de história da sua Academia sem nenhum caso deste género.

Darren Cahill, técnico australiano que conduziu Halep ao topo do ténis mundial, também foi ouvido, mas o seu testemunho não foi tido em conta como atenuante para a romena, uma vez que os dois deixaram de trabalhar juntos em 2021.​

Muitos dos detalhes conhecidos ajudam a mostrar que a romena terá muitas dificuldades em reduzir a duração da sua suspensão no recurso que pretende fazer para o Tribunal Arbitral do Desporto.​

https://bolamarela.pt/relatorio-da-...V3R9MMam_oPN9lIw5ysK_hmHI5S6ee8R42nXEPNRQWfqk

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Essa audiência é lá na televisão deles, e o resto do mundo?

Lá faz sentido, era uma norte-americana na final.


Mudas os argumentos consoante te dá mais jeito [:D][:D]

É os bilhetes no estádio... é a audiência na TV... é a audiência na TV num país específico... daqui a pouco só interessa a audiência na TV da Sérvia.
 
Mudas os argumentos consoante te dá mais jeito [:D][:D]

É os bilhetes no estádio... é a audiência na TV... é a audiência na TV num país específico... daqui a pouco só interessa a audiência na TV da Sérvia.

Para mim audiência tem de ser global, mas interessa-me mais a europeia.

É como ver Indycar, nos Estados Unidos terá uma representação completamente diferente da Europa por exemplo.

Se recuares até ao final dos anos 80 e toda a década de 90 aposto contigo que a audiência era muito superior no sector masculino, pois tinham lá o Agassi e Sampras.

Isso mudou com as irmãs Williams.
 
Como curiosidade, já no Brasil atingiram o recorde da partida de ténis mais vista de sempre da história da ESPN com a transmissão da final entre o Djokovic e Medvedev.

O duelo que decidiu o título para Djokovic teve audiência 85% superior ao duelo de 2022, que envolveu Carlos Alcaraz e Carper Ruud. Antes, a partida mais assistida do canal havia sido a final de Roland Garros de 2022, também com Djokovic em quadra, mas contra o espanhol Rafael Nadal.

 
Stefanos Tsitsipas on who he views as the Greatest:

“If you look at the numbers, there is no doubt that Djokovic is the best. It feels like he's never happy. That's how he is, it seems like he always has to prove something to someone, I don't know what or to whom. It seems like he's always looking for revenge. However, if the criteria is who has inspired the world the most and who has had the greatest impact, without a doubt, it is Federer by a large margin. The finesse and beauty that he brought to tennis, the magic that he produced on the court, I don't think there will ever be anyone who can match him”

Em relação ao debate de quem é o melhor, sinceramente acho que não dá para apontar um só jogador, cada um dos Big 3 tem particularidades únicas.
 
Nadal explica o que vai fazer se perceber que não consegue ser competitivo no regresso

Rafael Nadal deu mais uma longa entrevista para falar sobre o que vem aí na sua carreira. Ou o que poderá vir, na verdade. É que o espanhol não consegue ter certezas, embora mostre ter uma crença forte sobre o que se irá passar durante a próxima temporada, como explicou ao AS.

ÚLTIMO ANO EM 2024?

Acho que vai ser o meu último ano. Estou bastante convencido. Embora, ao mesmo tempo, nesta altura, não saiba. O que pode acontecer? Se de repente as coisas funcionarem muito bem e fisicamente estiver bem, a cabeça normalmente funciona. Se me sentir competitivo e desfrutar do que faço, por que vou meter uma limitação? Não posso dizer a cem por cento. Se acredito que vai ser o meu último ano? Sim, acho que sim. Se vai ser a 100 por cento? Não posso garantir isso porque pode sempre acontecer alguma coisa. Se tiver de apostar, diria que é o meu último ano.

FICA TRISTE SE COMPETIR SEM SENTIR QUE PODE GANHAR?

Não, de todo. Já assumi isso, é o que há. Neste momento não penso nisso, só em colocar-me numa situação de poder treinar e chegar a um nível competitivo para jogar no circuito. É a minha ambição atualmente. Este é o primeiro objetivo, ser competitivo. Depois nunca se sabe. Se sentir que só vou para o court para ser minimamente competitivo, para não ser um desastre, então não vou jogar muito. Vou estar nos poucos torneios de que me quiser despedir. Outra coisa é se me sentir com força e competitivo para ambicionar a feitos que me entusiasmem e aí o planeamento será outro. Mas agora não dá para saber. Tenho as minhas opções em aberto e depende de como me sentir. Também existe a hipótese de não recuperar e não voltar a jogar. Espero que não seja assim, mas tenho de ser realista.

ELOGIOS A ALCARAZ

Já surpreende pouco o que o Carlos pode fazer. Foi número um do Mundo até há bem pouco tempo. E embora seja muito jovem, o único adversário que vejo é Djokovic. Está um nível acima dos outros. A minha sensação de fora do circuito é que, quando joga, os encontros dependem dele 90% das vezes. Nesse sentido, não me surpreende o que aconteceu em Wimbledon e isso mostra o quão bom é. É uma notícia fantástica para o desporto e para o ténis ter alguém como ele.
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Quando eu dizia que cada vez mais o foco do Djokovic estava nos Grand Slam e as derrotas nos Masters não lhe retiravam o sono, havia aqui no tópico um especialista que riu com a minha afirmação e afirmava que não, que os jovens lobos é que não lhe davam já quaisquer possibilidades... o sérvio era já um velhote do cajado... 😂😂😂

Pois bem, o velhote do cajado foi de longe o jogador que passou mais horas em court em todos os Grand Slam de 2023... ("só" foi às 4 finais... 😬)

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Yha! sure...
Federer isn't exactly from one of the larger countries.... [:p][:)]



Este ainda não percebeu que ser amado e ser o melhor de todos, são coisas completamente diferentes....





Só faltava o típico discurso anti ocidental, o que é ridículo vindo de um desportista que só tem fortuna e a fama que tem porque goza da liberdade e das oportunidades que o tal ocidente lhe deu.
 
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