Agradeço desde já as opiniões.
Comentando algumas, não em jeito de critica, mas talvez em jeito de explicação, a confiança, equipamento, competência, limpeza etc etc etc são hoje em dia, não factores importantes, mas factores cruciais, indispensáveis e necessariamente obrigatórios em qualquer negócio.
É a mesma coisa que quando chegam a oficina e pedem desconto porque pagam (ou seja, considera-se no mundo de hoje que pagar é uma mais valia enquanto deveria ser considerado o normal).
Daí que, a partida, até prova em contrario somos todos honestos, competentes, profissionais etc etc, só após experimentar poderemos constactar ou não essas virtudes.
Daí que o problema é levar os clientes a experimentar, depois depende do cumprimento desses tais factores....
O CL, talvez pelo seu conhecimento mais técnico de oficinas tenha falado alguns pontos importantes, tais como o problema do cliente levar o óleo, o problema de qualquer chafarica servir para certos trabalhos e a problemática de que, quando é complicado então recorre-se em aos profissionais, pois esses se falharem, tem responsabilidades etc etc, e o problema de o levar a primeira vez a testar.
Em relação ao que falam que mais vale pagar para ser bem servido, isso é numa fase posterior, quando os níveis de satisfação tiverem bem lá em cima e a carteira o permitir...
Nesse caso, e adaptando a realidade desta oficina, passarei a explicar o pretendido.
A oficina existe, mas não existe como principal negócio da empresa, serve como apoio, após venda de um stand de usados.
Ora, devido a vários factores, seja pelo decréscimo das vendas, seja pelo alargamento dos prazos de revisão, seja pelo cada vez mais caro e necessário equipamento de diagnóstico, seja pelo aumento da carga fiscal, há que fazer algo para aumentar o serviço.
Porém, não se pretende com isso abrir ao público "em geral", pois atrás virá um tipo de cliente "desconhecido" aumentando a cada vez maior problemática do recebimento/dividas.
E isto porquê: A empresa começou no seus primeiros tempos (pós 25 abril)com oficina em que se foi adaptando às condições de mercado e em 1984 tinha cerca de 4000 contos de cobranças difíceis (em 1984 um apartamento custava isso, um mercedes custava um bocadinho menos).
Os tempos foram mudando, a empresa começou a funcionar com os bons pagadores e a acomodar-se aos clientes já com histórico, ao apoio às viaturas vendidas etc etc.
Entretanto, o mercado está em baixa novamente, há que agir (como se diz agora, ser próactivos), em vez de acompanhar o mercado.
Daí, para que não se caía novamente no risco de créditos dificeis, se queira recuperar os clientes com histórico.
Posso-lhe dizer que a base de dados dos últimos 5 anos tem mais de 300 nomes de bons clientes (os tais supostamente bons pagadores), e a empresa poderá ter capacidade de resposta competente de 20 até 40% deles (acrescentando aos já existentes, e dependendo do tipo de revisões pretendidas).
Isto para que se mantenha os níveis de qualidade pretendidos.
Daí que um simples carta acompanhado de um telefonema, de uma visita, de um checkup gratuito sirva em detrimento da procura "em massas" pela internet, jornais etc etc...
Então, no final o que se pretende?
Saber o que dizer nessa carta, nesse telefonema, nessa visita que consiga cativar os antigos clientes a voltar a assistir a sua viatura (comprada na empresa ou até mesmo as do agregado familiar/vizinhos que não tenham sido compradas lá).
A minha ideia é:
10% desconto sobre o total da factura
oferta lavagem após revisão
Checkups gratuitos
Facilidades pagamento 2 vezes sem juros (daí ser importante conhecer a quem se facilita)
Diagnósticos Gratuitos
Lembram-se de mais?
Obrigado