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O estranho aqui é que só o Ministro é que defende a solução OTA. E os ministros são políticos, são gajos que não percebem nada de engenharia ou navegação aérea. Não se compreende porque Mario Lino defende com unhas e dentes a OTA sendo todas as outras opções inválidas. E quanto mais contesta, mais mal cheira.
Acabo por acreditar mais nos estudos das empresas, e sabes porquê?
Porque as empresas pensam melhor a médio/longo prazo, porque pensam como as infraestruturas podem ser aproveitadas a bom custo para elas. E como não estão todas concentradas num único ponto, esse aproveitamento é bom para todos.
Já um ministro pensa a muito curto prazo: pensa que só lá está 4 anos, pensa que daqui a 2 já há eleições e é melhor aproveitar agora... e os outros que se danem!
(...)
A Portela não se pode expandir, porquê? Porque o topo da pista, lado Norte está rodeada por bairros clandestinos?
A quem pertencem os terrenos da Portela? Quando foram expropriados o objecto dos terrenos era a construção de um aeroporto. Sendo-lhes dado uma outra utilização, os referidos terrenos deverão reverter para os herdeiros dos antigos proprietários.
Por outro lado a CML reclama os terrenos como seus???
Quanto a mim é aqui que vai estar o grande negócio. É um negócio de biliões.
Fiquem bem.
Quanto ao destino da Portela, eu diria que a expansão do metro até ao aeroporto -decidido quando se "decidiu" que o aeroporto iria para a Ota- diz tudo: aqueles terrenos são altamente cobiçados para imobiliário ...
"V"
a TVI tem de ter concorrência [Pinhal Novo é nova proposta para o aeroporto de Lisboa
Projecto sugere uma nova travessia do Tejo entre Chelas e Barreiro
Apoupança seria de três mil milhões de euros relativamente ao plano do Governo para a Ota. A proposta partiu de Pompeu Santos, membro conselheiro da Ordem dos Engenheiros, e foi entregue ontem ao ministro das Obras Públicas e ao presidente da República. Localizada no Pinhal Novo, a nova estrutura aeroportuária implicaria a construção de uma ponte entre Chelas e Barreiro com três modos de transporte (rodovia, ferrovia tradicional e TGV).
Os custos subdividem-se, basicamente, em duas parcelas. A ponte terá um custo de 1200 milhões de euros, a que se acrescentam 300 milhões para acessos e estação do TGV em Lisboa (Chelas). Noutra óptica, estes 1500 milhões de euros correspondem a um custo de 500 milhões para cada um dos três meios de transporte que utilizarão a ponte a partir do Barreiro e até Chelas. Esta solução permite uma poupança de 1500 milhões de euros.
A segunda parcela (a somar aos 1500 milhões já referidos) diz respeito ao aeroporto propriamente dito e está orçada por Pompeu Santos em dois mil mil milhões de euros, o que representa uma poupança de 1500 milhões de euros relativamente ao plano para a Ota. Ou seja, no total, o plano agora proposto representa uma poupança de três mil milhões de euros.
Segundo José Manuel Viegas, responsável pela parte técnica do estudo da CIP, a construção do novo aeroporto em Alcochete permitirá, por comparação com a proposta da Ota, uma poupança de mil milhões de euros na construção do edifício do aeroporto, 650 milhões no TGV e mil milhões na nova travessia do Tejo. Ou seja, a poupança global estimada, face à Ota, é muito semelhante à proposta de Pompeu Santos.
O custo do aeroporto em Alcochete e no Pinhal Novo (a Leste da auto-estrada A12) é idêntico, conforme reconhece Pompeu Santos, mas há custos relacionados com a deslocação do campo de tiro. Por outro lado, embora a CIP também dispense a entrada do TGV pelo Norte, o custo da travessia do Tejo será "bastante superior ao da ponte Chelas-Barreiro, nomeadamente pela dificuldade de amarração da ponte no Poço do Bispo, bem como pela necessidade de construir uma linha ferroviária adicional.
Fonte
Já não há pachorra para esta novela...
"Eu acho que o Aeroporto Internacional de Lisboa devia ficar no meu quintal!"Pinhal Novo é nova proposta para o aeroporto de Lisboa
Projecto sugere uma nova travessia do Tejo entre Chelas e Barreiro
Apoupança seria de três mil milhões de euros relativamente ao plano do Governo para a Ota. A proposta partiu de Pompeu Santos, membro conselheiro da Ordem dos Engenheiros, e foi entregue ontem ao ministro das Obras Públicas e ao presidente da República. Localizada no Pinhal Novo, a nova estrutura aeroportuária implicaria a construção de uma ponte entre Chelas e Barreiro com três modos de transporte (rodovia, ferrovia tradicional e TGV).
Os custos subdividem-se, basicamente, em duas parcelas. A ponte terá um custo de 1200 milhões de euros, a que se acrescentam 300 milhões para acessos e estação do TGV em Lisboa (Chelas). Noutra óptica, estes 1500 milhões de euros correspondem a um custo de 500 milhões para cada um dos três meios de transporte que utilizarão a ponte a partir do Barreiro e até Chelas. Esta solução permite uma poupança de 1500 milhões de euros.
A segunda parcela (a somar aos 1500 milhões já referidos) diz respeito ao aeroporto propriamente dito e está orçada por Pompeu Santos em dois mil mil milhões de euros, o que representa uma poupança de 1500 milhões de euros relativamente ao plano para a Ota. Ou seja, no total, o plano agora proposto representa uma poupança de três mil milhões de euros.
Segundo José Manuel Viegas, responsável pela parte técnica do estudo da CIP, a construção do novo aeroporto em Alcochete permitirá, por comparação com a proposta da Ota, uma poupança de mil milhões de euros na construção do edifício do aeroporto, 650 milhões no TGV e mil milhões na nova travessia do Tejo. Ou seja, a poupança global estimada, face à Ota, é muito semelhante à proposta de Pompeu Santos.
O custo do aeroporto em Alcochete e no Pinhal Novo (a Leste da auto-estrada A12) é idêntico, conforme reconhece Pompeu Santos, mas há custos relacionados com a deslocação do campo de tiro. Por outro lado, embora a CIP também dispense a entrada do TGV pelo Norte, o custo da travessia do Tejo será "bastante superior ao da ponte Chelas-Barreiro, nomeadamente pela dificuldade de amarração da ponte no Poço do Bispo, bem como pela necessidade de construir uma linha ferroviária adicional.
Fonte
Já não há pachorra para esta novela...
«Eu nunca disse que na margem Sul jamais»
Ministro Mário Lino desmente autoria de declarações polémicas
O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, defendeu esta sexta-feira na Assembleia da República que as suas palavras sobre a construção do novo aeroporto internacional foram mal interpretadas e que nunca disse «na margem Sul jamais».
«O senhor deputado já sabe qual é a verdade, mas gosta disto», declarou Mário Lino, dirigindo-se a Abel Baptista, do CDS-PP, num debate de urgência sobre obras públicas pedido pelo PSD.
«O senhor deputado sabe perfeitamente que eu nunca disse que na margem Sul jamais, sabe que eu não disse. Sabe, sabe. A verdade é esta», acrescentou o ministro das Obras Públicas.
O deputado do CDS-PP Abel Baptista contrapôs que o ministro «nunca disse toujours nem peut-être, mas jamais disse, alegando que as suas declarações foram reproduzidas nesse sentido e que «nunca desmentiu».
http://direitodeopiniao.blogspot.com/2007/12/cravinho-defende-ota.htmlCravinho defende Ota
DN-Aeroporto deve ser eficaz e não tanto ser "baratinho"
-O antigo ministro do equipamento, João Cravinho, desde sempre comprometido com a opção pela construção do novo aeroporto de Lisboa na Ota, veio afirmar que só poderia compreender a opção Alcochete á luz de interesses imobiliários. Deveria estar a referir-se aos interesses imobiliários da generalidade dos portugueses, já que os terrenos de Alcochete são públicos, enquanto os da Ota são privados. Respondendo á questão da durabilidade do projecto Ota, afirmou que se um aluno, o questionasse se a Ota seria viável até 2100, colocá-lo-ia na rua, nada mais natural, pois a receita dos socialistas em geral, e de Cravinho em particular, é sempre a mesma, há que gastar hoje, pois se fôr necessário aumentaremos os impostos amanhã!
o cravinho diz que alcochete é só para favorecer os interreses imobiliarios
só não percebo 1 coisa
na ota terão de despropriar
em alcochete os terrenos são do estado
ou seja onde se favorece mais o interrese imobiliario?
Alguem devia proibir este Sr de fazer declarações depois das refeições []