OTA - O Aeroporto negócio !!! - Governo escolhe ALCOCHETE!

[:)] É curioso este número de contorcionismo [:)]

Um avanço [:cool:]

Extraordinário de facto...

Saltou da cartola uma saída airosa para o buraco da OTA. Eu não sou de intrigas, mas ele há coincidências...[:)]

E vir dizer que "surgiu" (puff), agora, uma melhor solução, é de bradar aos céus. Esta solução já ali estava há muitos anos, só que teimavam em não a querer ver.
Esta hipótese foi avaliada e afastada desde há muitos anos, porque simplesmente ninguém considerou a hipótese de tirar de lá o campo de tiro. Será que pensavam que era uma simples "carreira de tiro" e que não havia espaço suficiente?

Mas alguém achava que seria a Força Aérea a entravar a instalação do novo aeroporto naquele local se isso fosse considerado de interesse nacional?

Mesmo em termos ambientais não estou a ver qual o problema... a zona estudada para a localização fica na ponta leste do actual campo de tiro, o mais afastado possível da zona do estuário. E entre aviões a descolar e aterrar e bombardeamentos...

Eu não posso deixar de me congratular com este laivo de esclarecimento, mas também não posso deixar de me rir da forma como lá se chegou...[:)][:)]
E o ministro Mário Lino acaba por se sair bem... o campo de tiro de Alcochete, embora na margem esquerda do rio, sempre fica a norte da cidade de Lisboa... [:)][:)][:)]
 
Depois de ter lido melhor e avaliado com mais atenção as opções à Ota, a opção do Campo de Tiro de Alcochete é, sem sombra de dúvidas, a primeira opção credível que surge.

Confesso que sempre fui "avesso" à opção Ota... mas conformei-me a partir de um certo ponto, porque pura e simplesmente nem o Montijo, nem o Rio Frio, nem o Poceirão eram opções sequer a considerar... Finalmente surge uma boa opção.

Quero ver como o Governo a vai avaliar/ encarar...
 
Lá terão os Mários Soares os Almeida Santos e os outros comparsas "xuxialistas" começar a comprar terrenos em Alcochete "Just in case".
 
E vir dizer que "surgiu" (puff), agora, uma melhor solução, é de bradar aos céus. Esta solução já ali estava há muitos anos, só que teimavam em não a querer ver.
Esta hipótese foi avaliada e afastada desde há muitos anos, porque simplesmente ninguém considerou a hipótese de tirar de lá o campo de tiro. Será que pensavam que era uma simples "carreira de tiro" e que não havia espaço suficiente?
[:)][:)][:)]

Errado!!!

Essa hipotese morreu à nascença na altura, pois as forças armadas na altura rejeitaram de imediato mudarem-se de lá.. (lembrem-se que eles apesar de tudo ainda têm muita força no poder)
E nem sequer foi estudada, dai ter de ser estudada agora.

E mais, foi um estudo independente que até são um pouco avessos ao governo nesta situação que andou a estudar essa hipotese e a apresentou esta semana ao governo e presidente!
como desta vez os militares aceitaram uma mudança para outro sitio, até falaram numa zona sul de espanha entre outras possiveis, essa hipotese passou aser válida.

Nada de recuo, mas como disseram ai em cima, um avanço.. Mostrando que afinal muitas das bocas mandadas eram infundadas, isto se for esta opção escolhida, por ser a melhor
 
Errado!!!

Essa hipotese morreu à nascença na altura, pois as forças armadas na altura rejeitaram de imediato mudarem-se de lá.. (lembrem-se que eles apesar de tudo ainda têm muita força no poder)
E nem sequer foi estudada, dai ter de ser estudada agora.

E mais, foi um estudo independente que até são um pouco avessos ao governo nesta situação que andou a estudar essa hipotese e a apresentou esta semana ao governo e presidente!
como desta vez os militares aceitaram uma mudança para outro sitio, até falaram numa zona sul de espanha entre outras possiveis, essa hipotese passou aser válida.

Nada de recuo, mas como disseram ai em cima, um avanço.. Mostrando que afinal muitas das bocas mandadas eram infundadas, isto se for esta opção escolhida, por ser a melhor

Essa rejeição aconteceu há muitos anos!

Por que é que quando se voltou a pegar no dossier novo aeroporto, não se reequacionou todas as possíveis localizações? Algumas foram eliminadas logo à partida.
Porque não interessava, certamente.

E atenção, nisto vários governos e cores políticas têm responsabilidade.
 
Como os 7500 hectares de área do Campo de Tiro naquela vila da margem sul do Tejo estão integralmente na posse do Estado, o Governo já não teria necessidade de investir na aquisição de terrenos uma verba equivalente à despesa realizada com a construção de três túneis do Marquês de Pombal, que custou cerca de 19 milhões de euros.

Com a edificação do novo aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro em Alcochete, como sugere o estudo preliminar ontem apresentado pelo presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) ao Presidente da República, Francisco Van Zeller estima que seriam poupados três mil milhões de euros, uma verba que é muito pouco inferior aos 3,1 mil milhões de euros previstos para a instalação do aeroporto na Ota. Para o presidente da CIP, a construção deste projecto na Ota terá um custo superior ao previsto.

O plano de investimentos para o período de construção entre 2010 e 2016, apresentado pelo Banco Efisa no final de 2005, prevê que o Estado tenha de investir 65 milhões de euros na compra dos terrenos para a construção do aeroporto. Num universo de 25 propriedades que tinham de ser adquiridas para perfazer os 1810 hectares para a edificação do projecto, quase todas situadas na freguesia de Triana, toda esta área pertence, segundo a lista constante no site da NAER, a 16 proprietários.

Perante as críticas ao avultado investimento na edificação do projecto na Ota e com Cavaco Silva a lançar alertas, o primeiro-ministro, que analisou o estudo em detalhe nos últimos dias, entende que, sendo “os terrenos do Estado, (isso) é um aspecto interessante do ponto de vista financeiro”, até porque “o estudo tecnicamente tem credibilidade”.

GOVERNO DECIDE DENTRO DE SEIS MESES

Alcochete vai ser estudada como alternativa à Ota mas todos os procedimentos independentes da localização, nomeadamente o modelo de privatização da ANA, seguirão o seu curso. Dentro de seis meses, o Governo tomará a “decisão política”, sublinhou o ministro das Obras Públicas, ontem de manhã num colóquio no Parlamento, que teve como convidados, entre outros, os presidente da Tap, Fernando Pinto, e da ANA, Guilhermino Rodrigues. Mário Lino explicou que mandatou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para estudar a viabilidade desta nova localidade para a construção do novo aeroporto e, se a conclusão for nesse sentido, aquele instituto fará depois um estudo comparativo com a Ota.

SÓCRATES E VAN ZELLER COMBINADOS

O primeiro-ministro assumiu um compromisso com Francisco Van Zeller de analisar o estudo alternativo para a localização do novo aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete. “Eu disse (ao primeiro-ministro) o que ia fazer, como, quando e em que ângulo”, revelou Van Zeller. Por seu lado, “o primeiro-ministro disse que iria levar o estudo a sério e não deitá-lo para o lixo”. Sócrates comprometeu-se ainda “a não tomar nenhuma acção irreversível em relação à Ota”, como explicou ontem o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) e responsável pelo estudo.

O primeiro-ministro sabia da existência daquele relatório desde o início (há três meses) e, na passada quarta-feira, por volta das 14h30, recebeu-o pelas mãos do próprio Van Zeller. O trabalho, feito por 16 especialistas e coordenado por Carlos Borrego, ex-ministro do Ambiente, aponta o Campo de Tiro de Alcochete como ideal para o novo aeroporto, em especial a localização entre os concelhos de Benavente e Montijo.

Francisco Van Zeller, acompanhado por Carlos Borrego e Ernâni Lopes, ex-ministro das Finanças, foi ontem a Belém entregar as suas conclusões a Cavaco Silva. “O Presidente disse que faziam falta alternativas para lançar a discussão” sobre o tema, explicou Francisco Van Zeller. O líder da CIP garantiu que a responsabilidade do estudo é sua e não da Confederação. Quanto aos custos do relatório, Van Zeller foi claro: “Ninguém nunca saberá quanto custou ou quem o pagou”.

DONOS DA OTA

- Construções António S. Domingues, Lda: Olival Velho; Barrada Martim Vaz; Quinta do Carneiro; Barrada da Cabra

- Sociedade Agrícola Modesto & Filhos, Lda: Charneca; Volta Larga Cova do Bunho; Vale Caçareiro

- Sociedade Agríc. das Salgadas, Lda: Vale Sereno; Quinta da Torre

- Jorge Cunha e Carmo: Herdade do Paul/Ota; Quinta do Pombal

- Defesa Nacional: BA 2

- Carlos Ventura: Casal do Duque; Casal da Prata

- Maria Câmara: Quinta da Ota

- Maria Conceição Freire: Quinta da Bemposta

- Vasco Furtado: Casal do Brejo

- João António Luís: Brejo

- Ronca & Tomás, Lda: Quinta da Bemposta

- Maria Coelho: Casal Morais

- Manuel Pipa Amorim: Barrada do Moinho Novo

- Félix Rocha: Casal Martim Vaz

- Jacinto da Costa/João da Costa: Martim Vaz ou Barrada

- Cimpor-Indústria de Cimentos S.A.: Herdade do Paul da Ota

- Joaquim Cabral; Manuel Cabral e Herdeiros de Tito Jerónimo da Silva Lagos: Quinta do Casal do Vale

OUTROS DADOS

MAIS BARATO

O aeroporto em Alcochete será 3000 milhões de euros mais barato, tendo em conta os acessos e os custos de obras necessárias na Ota, de acordo com o relatório de Francisco Van Zeller, ontem conhecido.

MAIS RÁPIDO

Segundo o mesmo relatório, o aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete demoraria menos três anos a construir do que na Ota.

ILIMITADO

Tendo em conta os 7500 hectares de terreno no Campo de Tiro de Alcochete, “a capacidade de alargamento da infra-estrutura é ilimitada”, explicou ontem Van Zeller, ao contrário da Ota, que tem uma capacidade de desenvolvimento limitada.

In: Correio da Manhã
 
Se, de facto, for assim (bolas, lá tenho eu que ler mais estudos outra vez!!), o Governo está obrigado a pelo menos uma coisa, a mostrar aos Portugueses os prós e contras de cada opção. Ou seja, tem que nos explicar a sua decisão tomada.

Que será entre a Ota e a 1ª alternativa digna desse nome...
 
GOVERNO DECIDE DENTRO DE SEIS MESES

Alcochete vai ser estudada como alternativa à Ota mas todos os procedimentos independentes da localização, nomeadamente o modelo de privatização da ANA, seguirão o seu curso. Dentro de seis meses, o Governo tomará a “decisão política”, sublinhou o ministro das Obras Públicas, ontem de manhã num colóquio no Parlamento, que teve como convidados, entre outros, os presidente da Tap, Fernando Pinto, e da ANA, Guilhermino Rodrigues. Mário Lino explicou que mandatou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para estudar a viabilidade desta nova localidade para a construção do novo aeroporto e, se a conclusão for nesse sentido, aquele instituto fará depois um estudo comparativo com a Ota.

Só uma questão:

O LNEC não é uma instituição publica dependente de dinheiros do Estado/Governo??? :confused:


Pois. :sh)
 
Vendo umas imagens satelite, parece ficar mesmo bem localizado. Bons acessos, a ponte vasco da gama, seno que mal atravessa a mesma está na zona do actual aeroporto.
E pode ser a salvação do Freeporte, lolol


1.jpg

Vermelho: Campo tiro
Amarelo: ponte vasco da gama
branco: actual aeroporto

2.jpg

Vermelho: Campo Tiro
Amarelo: Academia do maior clube português: Sporting, lol
Azul: Freeport
 
Jorge Gaspar critica condução do processo
Perito em ordenamento diz que aeroporto em Alcochete é pior para o desenvolvimento do país
12.06.2007 - 20h01 Paulo Miguel Madeira
Um menor efeito positivo sobre o tecido socioeconómico ao nível nacional e um mais difícil acesso ferroviário serão os principais inconvenientes de uma eventual opção pela localização do novo aeroporto da região de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete, segundo o geógrafo Jorge Gaspar, que coordenou a equipa técnica do Programa Nacional de Política de Ordenamento do Território (PNPOT), enviado há meses pelo Governo para aprovação pela Assembleia da República.
Este geógrafo, professor catedrático aposentado e actualmente consultor, considera mesmo que "todo o processo é vergonhoso", pois "nunca foi feito um estudo de custos/benefícios para a Ota". Questiona mesmo quem é que introduziu a Ota no processo de decisão: "Quem o fez devia vir justificar porque é que o fez."

A Ota foi a opção consagrada no PNPOT para o novo aeroporto por lhe ter sido fornecida como um dado, decorrente da escolha de João Cravinho, quando era ministro do Planeamento de António Guterres. E os estudos de exploração da viabilidade da Ota levaram Jorge Gaspar a concluir que se tratava da localização que servia melhor os interesses do país do ponto de vista do ordenamento do território, pois é a que "melhor se integra" no sistema nacional de acessibilidades e "a melhor para potenciar" o desenvolvimento nacional.

As objecções técnicas à localização na Ota, como a de não se poder tirar pleno partido das duas pistas devido à orografia, não foram apreciadas na altura. Mas Jorge Gaspar lembra que muitos aeroportos por todo o mundo têm problemas de orografia e considera que as cheias são também resolúveis sem grande dificuldade – dá mesmo o exemplo de Barcelona, cujo aeroporto está sobre o pequeno delta de um rio de 170 quilómetros que nasce nos Pirenéus e é da ordem de grandeza do Cávado.

As grandes dúvidas que considera existir ainda em relação à Ota é a da relação custos/benefícios, que nunca foi estudada, bem como a possibilidade de expansão – que diz ser possível mas comportar custos mais elevados do que as outras opções.

Por outro lado, a localização na Ota serve "muito bem" a área metropolitana de Lisboa, mesmo "melhor do que Alcochete" (mais exactamente, Canha, no extremo leste do Campo de Tiro, já nos concelhos de Benavente e Montijo), e serve de "grande alavanca" para as áreas que "têm maior potencial de crescimento no país", que Gaspar diz serem as do Oeste, Centro Litoral e Lezíria e Médio Tejo. Acrescenta ainda que o crescimento desta área é importante para reforçar a competitividade das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

A ideia é ajudar as cidades médias do centro do país a funcionar como uma área metropolitana polinucleada, considerando que Leiria, Coimbra ou Aveiro têm cerca de 250 mil habitantes contando as pessoas a menos de 15 minutos destes centros. Com um PIB em cerca de 70 por cento da média da UE, "facilmente podem ir para os 80 por cento a 90 por cento".

Dúvidas sobre dados de acessibilidades a Alcochete

Na localização agora proposta pelo estudo promovido pela CIP (Confederação da Indústria Portuguesa), há ainda que considerar a desvantagem do maior número de quilómetros por carro que terão de ser feitos por muitos utilizadores e ainda "a quase inacessibilidade ferroviária".

Quanto a este último aspecto, explica que "ou o TGV Porto-Lisboa vai primeiro a Canha e só depois entra em Lisboa, ou então quem vier do Centro tem de ir primeiro a Lisboa e depois noutro comboio até Canha".

Um aspecto que Jorge Gaspar considera é importante, se a hipótese de Canha avançar, é que esta freguesia do Montijo (mas que não tem contiguidade territorial com este concelho) saia da área metropolitana e, devido às suas históricas relações funcionais com Vendas Novas, integre este concelho e a região do Alentejo, passando a ter assim acesso a mais fundos comunitários.

O estudo promovido pela CIP é elogiado pelo geógrafo no que respeita ao capítulo ambiental, mas "o capítulo sobre acessibilidades levanta muitas dúvidas por falta de informação".

Começa por apontar um erro no que respeita à distância entre a Ota e a Gare do Oriente (em Lisboa) em linha recta: na página 19 deste estudo estão 45 quilómetros, mas são 36 quilómetros.

Critica também que não seja apresentada uma matriz de distâncias, "indispensável para perceber a origem/destino" dos utilizadores. E aponta também o dedo a que a atracção de utilizadores do aeroporto é ponderada apenas pela capacidade económica da população, faltando outras variáveis, como o nível de instrução.

Outro aspecto que lhe levanta dúvidas é se os 650 mil habitantes da região de Badajoz (a quase uma hora de distância por TGV) não estão a entrar neste estudo com um peso maior do que o do conjunto do Oeste-Lezíria-Coimbra. Aliás, alguns dos mapas apresentados mostram uma maior influência do aeroporto em Alcochete do que na Ota sobre toda a província da Extremadura espanhola.

Devem ser consideradas outras opções

Jorge Gaspar defende ainda que agora a situação é radicalmente nova, pois os estudos da Naer (a empresa que tem a seu cargo o processo do novo aeroporto) não consideraram o Campo de Tiro de Alcochete porque ele sempre foi visto como uma restrição.

Quanto aos interesses que diz que terão promovido agora a opção de Alcochete, diz que serão legítimos, como todos os outros, mas acha que se é para considerar novas opções por uma questão de custos, então há que olhar para outras localizações viáveis no eixo do Tejo, mesmo em terrenos do Estado.

Dá o exemplo da companhia das Lezírias, que tem 25 mil hectares, dos quais "muitos não têm interesse ecológico e reduzido interesse agrícola". E também da lezíria do Tejo na margem direita, entre Vila Nova da Rainha (onde houve uma das primeiras bases aéreas do país) e a estação do Cartaxo, entre a Linha do Norte e o Tejo, próximo do ramal ferroviário de Setil, que dá acesso ao Sul do país.

in publico
 
Última edição:
Parece-me ter uma localização esplêndida, com bons acessos quer para Sul quer para Norte, agora que Benavente está ligada á A1 e á CREL pela A10.
 
E os autarcas da região Oeste, já estão todos inflamados a pedir explições. Pudera, estavam a contar com o ovo no cu da galinha [:D]
 
Alcochete peca por uma coisa... Comboio.
A ponte de vila franca é longe?

Ainda é um bocado, mas de qualquer maneira não tem condições para assimilar mais tráfego do que já tem, é apertada, tem mau piso, e desemboca na margem direita numa rede de acessos completamente caótica e desajustada.

A futura ponte do Carregado (que penso que vai estar concluida ainda este mês) é que vai ser a verdadeira ligação entre a lezíria e o Oeste, para mais está ligada á A13 que vai de Santarém até á A6 no Alentejo e que em caso de construção do aeroporto em Alcochete obrigaria a uma nova ligação á A12 (para a Vasco da Gama) ficando o aeroporto no meio.

Alguém poderá argumentar que são demasiadas infraestruturas viárias para uma zona do páis com tão pouca população e até concordo, mas parece-me sempre preferível do que saturar ainda mais a margem direita do Tejo, o eixo Benavente/Montijo tem ainda muito por onde crescer.
 
Se a ignorância pagasse impostos, bastavas para construirmos o novo aeroporto!! [:D] [:D] [:)] [:)] [:)]


Já todos percebemos que és um defensor intransigente de tudo o que diz respeito ao PS, A limitação de ver mais longe e o facciosismo, isso sim, é próprio dos ignorantes. [8b]

Os "zombies" que não conseguem discernir para além do partido mais os "Yesmen" que não conseguem pensar pela sua própria cabeça, são o caldo de cultura apropriado para a proliferação da ignorância. Jà o Salazar dizia que o povo não pode sentir falta do que não conhece. Quanto a impostos é melhor falares nisso ao teu chefe, ou será amo?, pois parece que a única coisa que ele sabe fazer é aumentá-los diáriamente.
 
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