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Convirá relembrar que em Alcochete, os terrenos circundantes (assim como o da possível construção do aeroporto) são pertença do estado, logo há uma maior capacidade de limitar a especulação imobiliária.
A Ota, pelo tipo de terrenos e as expectáveis condições para a colocação das famosas "estacas" é brutalmente propensa a "derrapagens"... basta um "pequeno" aumento de custo nas não-sei-quantas-mil estacas de betão que aquilo derrapa violentamente, ou basta que o "mamelão" (a colina a desbastar) seja de granito "por dentro" ...
O tunel ou ponte a construir serão SEMPRE necessários, independentemente da localização do aeroporto (Ota ou Alcochete) devido ao TGV ... o que a CIP propõe é uma solução "mista", conjugando TGV com "tráfego ferroviário normal" com a possibilidade de expansão a tráfego rodoviário.
Não é um "custo extra" de Alcochete. Convinha "informar-se" um pouco antes de opinar também
"V"
O grande problema deste governo e em especial deste ministro é que antes da bomba "alcochete" aparecer, já se tinham comprometido com muita gente e possivelmente já tinham recebido a recompensa por tais promessas.
E agora esses mesmos vem reclamar o prometido, caso Alcochete se torne a opção definitiva.
Alguem deve ter-los apertados.
´No estudo usaram-se a Portela e o Aeroporto de Faro como exemplos de aeroportos full service e low cost para perceber que as margens operacionais atingidas em cada um dos segmentos não são muito distintas: 3,5 euros por pessoa num aeroporto full service, e 2,25 euros por pessoa num aeroporto low cost
O que acho interessante é este novo estudo ter sido encomendado pela Associação Comercial do Porto. A palavra chave aqui é Porto !!!
Não traz nada de novo à discussão.
Aliás, um estudo que conclui isto:
´
Não pode merecer muita atenção.
É que essa diferença de margem representa "só" 35% de perda de receita... Diferença minúscula, portanto ! :sh)
Fonte
Eu não vi o estudo, mas realmente esses 35% são abismais Não será gralha ortográfica na notícia? Um 2 em vez de um 3 fazem toda a diferença.
Já agora, porque é que sendo um estudo encomendado pela Associação Comercial do Porto não tem validade à partida? A mim parece-me que é um assunto de interesse nacional, até porque muita gente e muita mercadoria do norte viajam por... Lisboa!
E como ele até percebe da poda está com medo que a ANA, tendo um aeroporto na Ota, desvie algumas das rotas/ bases passíveis de se instalarem no Sá Carneiro, no sentido de rentabilizar o elef... perdão, a Ota ! []
Novo Aeroporto
Opção Portela+1 prevê abandono da Portela
O estudo de avaliação económica da opção Portela+1 para o novo aeroporto de Lisboa, encomendado pela Associação Comercial do Porto (ACP) e hoje divulgado, prevê o abandono definitivo da Portela «quando necessário»
O modelo desenvolvido pelo Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada da Universidade Católica, com a colaboração da consultora Trenmo, contempla o abandono da Portela, «logo que o aeroporto se mostre incapaz de satisfazer a totalidade do tráfego que o demanda».
Nessa data, que «nunca será antes de 2017», o tráfego aéreo será totalmente transferido para o aeroporto complementar, que os autores do estudo preferem no Montijo, mas admitem em Alcochete.
Este aeroporto, que poderia ficar operacional já em 2010 para o tráfego low cost, terá uma natureza modular, que permitirá acompanhar a evolução da procura, segundo o mesmo estudo.
Para os autores do estudo, a utilização do aeroporto da Portela pode ser protelada no tempo «em condições que não produza efeitos negativos sobre as estratégia competitivas dos parceiros».
Esta é, para os autores do estudo, um dos méritos da solução Portela+1: a de diferir o abandono do actual aeroporto de Lisboa, permitindo economizar o custo do investimento antecipado que é efectuado nas outras alternativas.
O estudo não aponta qualquer data para o abandono definitivo da Portela, já que a «incerteza quanto ao último ano de utilização do aeroporto é ampliada por causas novas como o TGV (alta velocidade ferroviária) e as low cost, que o poderão fazer deslizar para diante».
«Considerando a manutenção das taxas de crescimento recentes no tráfego, o abandono nunca deverá ocorrer antes de 2017 - ano estimado para a entrada em funcionamento de um possível aeroporto na Ota», afirmam.
Lusa/SOL
Mas acreditar na boa vontade de uns senhores empresarios k defendem interesses proprios e achar que o Governo so no quer f o d e r!!!!!!!!
Isso é ser ingenuo acho eu.