OTA - O Aeroporto negócio !!! - Governo escolhe ALCOCHETE!

Não estou de acordo com o novo Aeroporto na OTA, mas já estaria se ele fosse em RIO FRIO (Montijo).
A verdade é que o aeroporto da Portela não pode continuar por muito mais tempo, não discuto se esta a entrar em rotura ou não, mas por uma questão de segurança deve de sair de onde esta.
Eu vivo numa zona onde passam diariamente aviões em vôo rasante ao descolar ou aterrar (até a casa treme), agora imaginem o que seria um desses aviões ao descolar ter uma falha num dos motores e com o deposito de combustivel cheio, e cair no C.Grande ou no Areeiro

Para mim Rio Frio seria a melhor opção pelas seguintes razões:
A - Estar mais perto da capital
B - Ter já os acessos quaze feitos (PVG, IC32, A2, A12 etc)
C - Mais seguro, pois o terreno é plano e não tem montes a circundar a area

Penso que já chega!
 
Não estou de acordo com o novo Aeroporto na OTA, mas já estaria se ele fosse em RIO FRIO (Montijo).
A verdade é que o aeroporto da Portela não pode continuar por muito mais tempo, não discuto se esta a entrar em rotura ou não, mas por uma questão de segurança deve de sair de onde esta.
Eu vivo numa zona onde passam diariamente aviões em vôo rasante ao descolar ou aterrar (até a casa treme), agora imaginem o que seria um desses aviões ao descolar ter uma falha num dos motores e com o deposito de combustivel cheio, e cair no C.Grande ou no Areeiro

Para mim Rio Frio seria a melhor opção pelas seguintes razões:
A - Estar mais perto da capital
B - Ter já os acessos quaze feitos (PVG, IC32, A2, A12 etc)
C - Mais seguro, pois o terreno é plano e não tem montes a circundar a area

Penso que já chega!
 
citação:Originalmente colocada por Sun_Tze

citação:Originalmente colocada por Janus


Há montes de aeroportos com muito mais trafego que o da Portela e que só teem uma pista.
O aeroporto internacional de Tóquio fecha todos os dias 6 horas porque esta no meio da cidade, o de Lisboa deve ter mais trafego ok. Necessario era uma reestruturação da Portela e dos aerodromos das proximidades para em conjunto poderem funcionar como um, em 2017 deviamos estar a começar a pensar na Ota.
Mas não me admira visto que é o aeroporto de Lisboa, uma cidade onde uma estação de metro ja custou mais que todas as linhas em funcionamento do Porto, não só em dinheiro mas tb em vidas no entanto quem foi prejudicado é o metro do Porto.
J´´a agora tb precisamos de um sistema de saude e ensino decentes, assim como uma melhor politica social, mas isso tem tempo.
Ota necessario? Le o publico em vez do noticias.

O Aeroporto Internacional de Narita nunca fecha. Tás a confundir com o Haneda que após a abertura do Narita, tornou-se apenas para voos internos.

O Haneda está MESMO dentro da cidade de Tokyo, enquanto que o Narita encontra-se a 5km do fim da metropole da mesma.

PS: O Aeroporto de Narita foi construido em terrenos do imperador. E depois ainda criticamos o pessoal portugues por se atascar com o dinheiro [}:)]

Peço desculpa pela minha afirmação, mas á uns anos atras era assim.
 
citação:Originalmente colocada por Janus

citação:Originalmente colocada por Sun_Tze

citação:Originalmente colocada por Janus


Há montes de aeroportos com muito mais trafego que o da Portela e que só teem uma pista.
O aeroporto internacional de Tóquio fecha todos os dias 6 horas porque esta no meio da cidade, o de Lisboa deve ter mais trafego ok. Necessario era uma reestruturação da Portela e dos aerodromos das proximidades para em conjunto poderem funcionar como um, em 2017 deviamos estar a começar a pensar na Ota.
Mas não me admira visto que é o aeroporto de Lisboa, uma cidade onde uma estação de metro ja custou mais que todas as linhas em funcionamento do Porto, não só em dinheiro mas tb em vidas no entanto quem foi prejudicado é o metro do Porto.
J´´a agora tb precisamos de um sistema de saude e ensino decentes, assim como uma melhor politica social, mas isso tem tempo.
Ota necessario? Le o publico em vez do noticias.

O Aeroporto Internacional de Narita nunca fecha. Tás a confundir com o Haneda que após a abertura do Narita, tornou-se apenas para voos internos.

O Haneda está MESMO dentro da cidade de Tokyo, enquanto que o Narita encontra-se a 5km do fim da metropole da mesma.

PS: O Aeroporto de Narita foi construido em terrenos do imperador. E depois ainda criticamos o pessoal portugues por se atascar com o dinheiro [}:)]

Peço desculpa pela minha afirmação, mas á uns anos atras era assim.

Não tem qualquer problema, meu caro. ;)
 
Bem, só queria dizer...ou melhor...rir [}:)]

Afinal não é todos os dias que damos um passo tão grande em direcção ao precipício :D

(bem...sempre é melhor do que chorar...né...)

Ai, ai, triste país, triste futuro...
 
"[Tarifa sobre os passageiros da Portela para financiar OTA]tornaria o país ainda mais periférico do que é". João Ribeiro da Fonseca, Presidente da Portugália

"Empresas são sempre contra TAXAS. São um custo adicional e o tráfego ressente-se. Precisa de ser DISCUTIDO". Fernado Pinto, Presidente da TAP.

"O ESTADO não deve ser um AVALISTA UNIVERSAL ou um garante do investimento. Encaro o projecto com grande CEPTICISMO". Saldanha Sanchez, economista.


Tenham em atenção esta última citação:).
É o problema da factura directa </u>que todos vamos pagar[xx(].
 
'DECISÃO SOBRE AEROPORTO É SEMPRE POLÍTICA' (Jean-Marie Chevalier, consultor, fez intervenção sobre o após-Portela)

Correio da Manhã – Como se decide a localização de um aeroporto?

Jean-Marie Chevalier - Penso que a escolha do local para um aeroporto nunca é uma decisão técnica. Participei com orgulho neste tipo de processos em vários países e a decisão final foi sempre política. Após se fazerem os estudos e se ponderarem vários critérios, a decisão fixada pelas autoridades é por inerência uma escolha política.

- O que se ponderou sobre o novo aeroporto de Lisboa

- Resumidamente, viram-se as vantagens de cada uma das localizações. A hipótese Rio Frio, no sentido este-oeste, era do ponto de vista puramente aeronáutico a melhor. A localização Rio Frio, na direcção norte-sul, era a melhor em termos de impacto sonoro, enquanto a Ota se apresentou como a melhor escolha em termos de acesso por caminhos de ferro e custos operacionais. Na decisão final, o governo português decidiu privilegiar ao máximo os aspectos ambientais e a realidade é que as duas localizações de Rio Frio eram menos boas nesse aspecto. Foi desta maneira que tomaram a decisão e têm o nosso apoio.

- Sobre a Ota, os aeroportos de Paris sugeriram rodar a pista?

- Sim, dissemos desde o princípio que era necessário mudar a orientação da pista devido à existência de algumas colinas de mais de cem metros de altitude que não são compatíveis com os regulamentos existentes na aviação civil. É preciso mudar a direcção das pistas e a ideia foi seguida nos novos estudos da Parsons sobre a Ota.

TERRAS MOVIMENTADAS VÃO TAPAR PEDREIRAS

Decisivo na escolha da Ota em detrimento das hipóteses de Rio Frio, o Estudo Preliminar de Impacte Ambiental apresentado ontem, pelo prof. dr. Fernando Santana, da Universidade Nova de Lisboa, foi na opinião do coordenador muito além do habitual nesta fase, a ponto de estar prevenida qualquer surpresa quando se fizer o estudo de impacte ambiental propriamente dito. Na base, o catedrático constatou em declarações ao CM que “a Ota é uma zona já mais atingida pela intervenção humana e por isso menos natural que Rio Frio, localizado no centro de uma coroa de reservas naturais, onde qualquer construção terá sempre um efeito mais sentido e por isso mais negativo”.

Fernando Santana alertou ainda para os riscos de poderem surgir em Rio Frio problemas de liquefacção do solos, nas fundações da construção das pistas muito longas, e referiu um estudo da ICAO sobre os perigos de aves interferirem com aterragens e descolagens. Sobre a Ota, e uma vez que serão movimentados em aterros e escavações mais de 95 milhões de metros cúbicos de terras, Fernando Santana observou que uma solução seria tapar as numerosas pedreiras desactivadas que existem na região de Alenquer e Montejunto.

OPINIÕES

MIGUEL BELEZA

O economista Miguel Beleza considerou que a construção na Ota é “desnecessária e danosa para a economia” e adiantou que “há soluções mais baratas”.

SALDANHA SANCHES

Para o fiscalista Saldanha Sanches, o Estado não deve assumir riscos que poderão ter de vir a ser suportados pelos contribuintes.

JERÓNIMO DE SOUSA

O candidato presidencial Jerónimo de Sousa criticou a possível privatização da ANA como forma de obter financiamento para a construção do aeroporto da Ota.

MARQUES MENDES

O líder do PSD Marques Mendes considerou que o aeroporto da Ota “agrava a situação financeira” do País e “em nada contribui para o aumento da competitividade”.

MIGUEL ANACORETA CORREIA

O CDS/PP, através do 'vice' Miguel Anacoreta Correia, classificou a construção de um novo aeroporto na Ota como “uma manobra de propaganda” e considerou “ridículos” os fundamentos apresentados.

CARMONA RODRIGUES

O presidente da Câmara de Lisboa defendeu a realização de um referendo nacional ou local sobre o encerramento do Aeroporto da Portela.
Raquel Oliveira
 
Sou contra a OTA, sobretudo porque há muita coisa que está mal explicada. O governo pode até ter dado todos os dados em jogo, mas isso não significa que estejamos todos convencidos com esses argumentos. E ninguém explicou decentemente porque se preteriu Rio Frio.

Muitas questões ficam por esclarecer e muita areia para os olhos foi atirada. Senão, vejamos (sem querer ser exaustivo):

1) Capacidade LIMITADA de expansão da Ota. Daqui a uns 30/40 anos, estaremos (nem todos nós) a discutir o problema da relocalização do aeroporto. Provavelmente para Rio Frio, quem sabe...

2) A localização do aeroporto, propriamente dita, é má no que diz respeito à navegação aeronáutica, nomeadamente numa daquelas manobras mais perigosas: a aterragem. Nevoeiros, relevos mais ou menos pronunciados. Perigoso. Se conhece pilotos da aviação civil, pergunte.

3) Distância. São 47 km a partir de Lisboa. Para serem feitos nos 17 minutos tão apregoados, significa uma velocidade média de 170km/h. O que não seria impossível, se tiver uma linha dedicada desde Lisboa até à Ota, com comboios rápidos dedicados. Mas não foi isso que o ministro Mário Lino disse ontem na Sic Notícias, quando questionado se os custos já incluíam as acessibilidades (percebeu-se que não!): a componente ferroviária será relativamente barata, pois será necessário apenas um pequeno ramal de alguns km's a partir da linha do Norte. Com o congestionamento da linha do Norte, acha possível 170km/h de média? Eu não. Não engulo qualquer coisa que me mandem para a frente.
Se questionam os custos, é barato pois é apenas um ramal de ligação. Se questionam a rapidez da acessibilidade, já será linha dedicada. Em que ficamos?

4) Capacidade de atracção do aeroporto. Segundo os acérrimos defensores do aeroporto na Ota, este terá capacidade para atrair passageiros face ao aeroporto de Madrid. Impressionante. Eu digo exactamente o contrário. Eu que moro na margem sul do Tejo, estarei disposto a fazer quase 80km até à Ota, para fazer um voo de ligação para Madrid, de onde partem muitos dos voos com destino à América Latina e Caraíbas? NÃO. Irei directamente para Madrid, seja de carro ou de TGV, quando o mesmo funcionar. Será bastante mais barato. E provavelmente até mais rápido, se considerarmos tempos de check-in, desembarque, espera no aeroporto de ligação, novo check-in, etc.

5) Ainda sobre as acessibilidades, que será da A1? Será alargada? Gostaria que me explicassem por onde se expande a A1 na zona de Vila Franca...

6) Postos de trabalho criados: 60000! Extraordinário. Demagogia da mais pura. Já estão aqui retirados os que se perdem por fecho do aeroporto da Portela. Concerteza que não... E 60000 postos de trabalho, num aeroporto mais moderno, que se quer mais eficaz? Estranho.

7) Alargamento da rede do Metro até à Portela. Vai avançar na mesma? Será já para servir os futuros empreendimentos que concerteza irão ali surgir tendo em conta os interesses que algumas pessoas importantes ali possam ter?

8) Impacto no turismo. Não tenho dúvidas que será negativo. Poderá não ser grande, mas será negativo concerteza, nomeadamente na vertente de viagens de negócios.

Eu não duvido que seja necessário um novo aeroporto. Aceito a crítica no Primeiro Ministro quando diz que se criticam a Ota, então apresentem alternativas. E não é fácil apresentá-las. Não li o suficiente dos estudos para perceber se, por exemplo Rio Frio, está em melhores condições.
Contudo, Rio Frio não terá problemas de novoeiro em maior escala do que a Ota. Não terá mais problemas com aves do que a Ota. E não terá o problema que a Ota tem de deslocamento de terras e, se calhar ainda mais importante, de consolidação dos solos, que actualmente é um PÂNTANO, alagado vários meses do ano.

Não posso aceitar é que me queiram fazer acreditar num projecto com base em muitos argumentos falaciosos, que tenho a certeza que chegados ao dia D, não se verificarão. Como o custo estimado, como o tempo estimado de deslocação por comboio, como a capacidade de atracção.
 
citação:Originalmente colocada por Excalibur

'DECISÃO SOBRE AEROPORTO É SEMPRE POLÍTICA' (Jean-Marie Chevalier, consultor, fez intervenção sobre o após-Portela)

Correio da Manhã – Como se decide a localização de um aeroporto?

Jean-Marie Chevalier - Penso que a escolha do local para um aeroporto nunca é uma decisão técnica. Participei com orgulho neste tipo de processos em vários países e a decisão final foi sempre política. Após se fazerem os estudos e se ponderarem vários critérios, a decisão fixada pelas autoridades é por inerência uma escolha política.

- O que se ponderou sobre o novo aeroporto de Lisboa

- Resumidamente, viram-se as vantagens de cada uma das localizações. A hipótese Rio Frio, no sentido este-oeste, era do ponto de vista puramente aeronáutico a melhor. A localização Rio Frio, na direcção norte-sul, era a melhor em termos de impacto sonoro, enquanto a Ota se apresentou como a melhor escolha em termos de acesso por caminhos de ferro e custos operacionais. Na decisão final, o governo português decidiu privilegiar ao máximo os aspectos ambientais e a realidade é que as duas localizações de Rio Frio eram menos boas nesse aspecto. Foi desta maneira que tomaram a decisão e têm o nosso apoio.

E com o TGV para MADRID e a nova ponte ferroviária Chelas Barreiro...... as dúvidas vão aumentando.
 
O Governo já demonstrou claramente que o Estado (nós) não precisamos de financiar a OTA. A OTA auto-financia-se.

Só quem é minimamente inteligente é que não acredita nisto.;)
 
citação:Originalmente colocada por eu

O Governo já demonstrou claramente que o Estado (nós) não precisamos de financiar a OTA. A OTA auto-financia-se.

Só quem é minimamente inteligente é que não acredita nisto.;)

Peço desculpa...só quem é minimamente...moderno é que não acredita nisso :D
 
É impressão minha (não li todos os posts) ou existe uma "previsão" de... 40 milhões de passageiros por ano?

E o que acontece se os números forem inferiores a esta... hummm... "previsão"?
 
eu, hoje lembrei-me de uma coisa e gostaria que me explicasses.

É em relação "áquela nossa discussão de sempre" em que tu dizes que as empresas portuguesas funcionam mal e que não são competitivas por pura incompetência de gestão e que não é a burocracia do Estado que as faz funcionar mal (sei que não negas que o Estado não funciona bem, contudo dizes que o elo que "trava a cadeia" são as empresas e não o Estado. É isto né? ;)).

Ora, então, gostaria de saber o qual é a tua explicação sobre as empresas estrangeiras não quererem investir cá.

Neste caso a culpa é das empresas nacionais? Isto acontece devido a quê?

Código laboral? Burocracia do Estado? ;) Falta de qualificação? (esta é, em princípio, dada por quem? Não será o Estado?) Mas então as empresas não acabam por qualificar os seus empregados dando-lhes formação logo a boa gestão das empresas pelos vistos não chega, não é? Estamos a falar de empresas estrangeiras, dinâmicas, não estamos a falar de empresas nacionais que simplesmente não sabem ser competitivas porque os empresários portugueses não querem.

Só gostava de saber isto ;)[:P]
 
André
Não nos dispersemos;).

Eu gostava de arrumar o estudo de previsão de crescimento do tráfego.
Ninguém encontrou nada sobre TGVs nem sobre variações-actualizações com o menor crescimento económico Português e Europeu???
Pois não???
É que o tráfego nacional não descremina o Ilhas; Porto; etc...
E o Internacional-Europeu de média distância não descrimina.... Madrid.

Depois ainda neste estudo, antes de passar a outros podemos tentar descobrir.... cargas e low-cost....

Qd dissecarmos este passamos a outros estudos da NAER;).

OK???
 
Números do Miguel Sousa Tavares:
13% do tráfego da Portela é de Lisboa-Porto-Madrid.
20% do tráfego será Low-Cost,
Neste momento 6% de charter.

Tudo junto representará 30 a 40% do tráfego da Portela.
Como eu não tenho o MST em muito boa conta [8D]vou hoje tentar encontrar estes valores no Estudo..... com calma:).
 
citação:Originalmente colocada por André
Ora, então, gostaria de saber o qual é a tua explicação sobre as empresas estrangeiras não quererem investir cá.
A explicação é muito simples::D

a) Para empresas de mão de obra intensiva, existem Países muito mais apetecíveis, com custos de mão de obra muito mais baixos, como por exemplo os Países de Leste, China, Índia, etc... Se nos limitarmos À Europa, os Países de Leste têm ainda a vantagem de estarem mais próximos dos grandes mercados consumidores do centro da Europa.

b) Para empresas que exijam recursos humanos qualificados, Portugal tem o problema de este tipo de recursos ser escasso, principalmente nas Engenharias. Enquanto não possuirmos massa crítica em ciência e tecnologia estas empresas vão continuar a fugir daqui a sete pés... Vamos ver o que dá o choque tecnológico:D

c) O terceiro motivo (e deste vais gostar) é o nível de impostos que é mais elevado que noutros Países Europeus, como por exemplo Irlanda ou Luxemburgo. No entanto, o nível de impostos é inferior a outros Países Europeus, como por exemplo a Alemanha, Suécia, etc... Como explicar que algumas multinacionais prefiram investir na Suécia ou Alemanha em vez de Portugal? A resposta é... alínea b)

Concluindo: não temos a mão de obra mais baixa, não temos a mão de obra mais qualificada, não temos os impostos mais baixos. Então porque raio é que alguém quererá investir aqui?:(

Espero ter explicado a minha opinião;)
 
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