Portugueses no estrangeiro!

Papi

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Um tópico para seguir os "tugas" que (muito por culpa nossa) emigram para correr fora!

citação:Rodolfo Ávila vai para a Fórmula 3 Inglesa

O jovem piloto português residente em Macau, Rodolfo Ávila, chegou a acordo com a Performance Racing Europe para participar no Campeonato Britânico de Fórmula 3, edição 2006, na National Class, a categoria destinada aos pilotos mais novos e menos experientes.

"Neste momento, acho que esta era a melhor opção para a minha carreira. Estou muito feliz por ter a possibilidade de participar num dos campeonatos automobilísticos mais competitivos e importantes da Europa. Estou ansioso pelo começo da época, pois sei que vou apreender algumas estratégias para me tornar um piloto mais completo, tanto na pista, sendo mais rápido, como fora dela, sendo mais profissional", diz radiante o jovem piloto da RAEM.

Com apenas 18 anos, Rodolfo Ávila sabe o que quer e o Campeão Asiático de Fórmula Renault em 2003 está esperançado em obter um bom resultado no seu primeiro ano a competir na Europa.

"Por agora ainda não conheço a minha concorrência, mas espero conseguir rodar nos lugares dianteiros da classe. O meu maior problema poderá estar na adaptação aos circuitos britânicos, que os meus adversários deverão conhecer melhor. Deposito grandes esperanças na equipa e no seu profissionalismo. Conto com a preciosa ajuda deles nesta altura importante da minha carreira".

Rodolfo Ávila vai tripular um Dallara - Mügen Honda com as cores de Macau e de um conjunto de entidades da região a anunciar brevemente.

"Tenho que agradecer a todos meus patrocinadores, pois sem o seu apoio seria impossível prosseguir a minha carreira no automobilismo. O meu objectivo passará por continuar a honrar e elevar o nome do território de Macau e suas potencialidades um pouco por todo o Mundo".

A Performance Racing Europe, equipa fundada na Suécia e com base em Inglaterra, está também extremamente satisfeita por ter Rodolfo Ávila como seu piloto.

"Estamos muito entusiasmados por contarmos com o Rodolfo na nossa equipa. Tendo corrido no Campeonato Asiático de Formula 3 e na Fórmula Renault Ásia, sempre nos lugares cimeiros, como ainda no Grande Prémio de Macau, acreditamos que o Rodolfo tem as capacidades e a determinação necessária para ter êxito e vencer também no Campeonato Britânico de F3. Obviamente, que de inicio não será fácil, mas após as primeiras provas, estou convicto que ele estará na luta pela posições de topo e até mesmo vencer corridas”, afirma Bobby Issazadhe, Director Desportivo da Performance Racing.

A temporada de 2006 começa com a primeira sessão de testes oficial no Circuito de Pembrey, País de Gales, nos dias 15 e 16 de Fevereiro.

in: www.velocidade.online.pt
 
Excelente tópico!! [^] Já me tinha lembrado de criar um tópico destes, mas depois a ideia acabou por passar (esqueci-me mesmo..[8)])
 
GP2: Aperta-se o "cerco" a Álvaro Parente

Com o anúncio formal na sexta-feira que Tristan Gommendy irá pilotar o segundo monolugar da iSport International no campeonato GP2, aperta-se o "cerco" a Álvaro Parente. O piloto português apoiado pela Fundação Luís Figo estava com grandes esperanças de ingressar este ano na disciplina que acompanhada o "Grande Circo" na Europa.

O actual campeão britânico de Fórmula 3 testou durante o defeso pela ART, DAMS, Arden e pela iSport, mas todas estas formações fecharam já as suas equipas de pilotos. Neste momento, oficialmente só há uma vaga na BCN, outra na FMS International (ex-Coloni), duas na SuperNova e outras duas na Durango.

O lugar na BCN ao lado de Ernesto Viso é naturalmente o mais apetecido, mas tudo indica que será o espanhol Borja Garcia a ocupar o lugar, apesar do interesse recente de Narain Karthikeyan, quarto piloto da Williams F1. Borja Garcia era o antigo protegido de Alfonso D'Orleans Bourbon na Racing Engineering.

David Sears nega veemente que já tenha escolhido os seus pilotos. No entanto, a imprensa espanhola e italiana dá como certos o argentino José Maria Lopez e o malaio Fairuz Fauzy na equipa por onde passou Tiago Monteiro em 2002. A SuperNova foi a última das equipas a revelar os seus planos em 2005, o que lhes dá maior margem de negociação.

A FMS International assegurou Luca Filippi e dia 14 do presente mês apresenta os seus "sponsors" e decoração final. A imprensa italiana aponta firmemente que o segundo lugar está reservado para o jovem turco muito bem apoiado pela família Jason Tahinci, mas enquanto nada for clarificado, tudo pode acontecer.

A Durango que em 2005 teve Pedro Lobão como Team Manager, é a equipa que mais está na rectaguarda. Em Mellaredo, espera-se calmamente que a Renault Sport defina o que fazer aos seus jovens pilotos do RDD, em particular, o brasileiro Lucas Di Grassi, vencedor do último Grande Prémio de Macau e que fez um teste de excelente qualidade em Paul Ricard. Todavia, uma coisa é certa, os primeiros pilotos a aparecerem com o budget necessário vão ser aqueles que agarrarão o lugar na formação fundada nos anos oitenta por Ivone Pinton e Enrico Magro.

www.sportmotores.com
 
www.dailysportscar.com - dsc 2005 Awards 2 - European Driver of the Year

"The winner though was a man who made his car fly whenever he climbed aboard. Whether it was the Aston Martin DBR9 he piloted at Sebring, Le Mans, the Spa 24 Hours and to a race win in the Tourist Trophy round of the FIA GT Championship, the Schnitzer BMW M3 GTR he took to a fourth win at the 24 Hours of the Nurburgring, the MenX Ferrari 550 in which he gave a virtuoso performance in the Istanbul round of the LMES or the Larbre Ferrari 550 he guided to an FIA GT championship win for Gabriele Gardel."

www.simracingportugal.net e www.dailysportscar.com
 
Realmente o Lamy este ano esteve imparável! foi ele o melhor piloto portugues este ano e não (apesar de ter estado bem) o Monteiro!
 
Concordo plenamente com isso!!O Tiago Monteiro teve foi mais exposição mediática que o Lamy!!!
O Lamy teve muitos bons resultados este ano que passou!!
 
WSR: Álvaro Parente próximo da nova iniciativa da Carlin

O primeiro piloto da história do automobilismo a vencer o prestigiado Campeonato Britânico de Fórmula 3 pode não ter agarrado um lugar no plantel da GP2, mas não é por isso que em 2006 estará afastado dos grandes palcos. Existe uma forte hipótese de vermos Álvaro Parente nas World Series by Renault.

A Carlin Motorsport chegou a um acordo para se ligar à equipa italiana Victory Engineering nas World Series by Renault. A formação de Trevor Carlin e Martin Stone que falhou a entrada na GP2 já tem uma equipa, que será apoiada pela Red Bull, na competição promovida pela RPM e pela Renault Sport. Os Fórmula Renault 3.5 da Victory Engineering foram recentemente remontados nas oficinas de Aldershot.

Álvaro Parente que nos últimos três anos correu pela Carlin Motorsport, é um dos favoritos a ocupar os dois lugares livres nos monolugares que correrão com a bandeira da Victory Engineering e com a engenharia, assistência técnica e logística da Carlin Motorsport. Contudo, o piloto apoiado pela Fundação Luís Figo não está sozinho na corrida, pois o francês Bruce Jouanny e o japonês Hayanari Shimoda também têm francas possibilidades de agarrarem os dois volantes disponíveis.

Para o piloto luso da Strazone os Fórmula Renault 3.5 não são desconhecidos. Pois no Inverno do ano passado, Álvaro Parente chegou a efectuar testes com estes monolugares da Carlin Motorsport, acabando depois por se manter, com todo o sucesso, na Fórmula 3.

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F3 UK: Ávila e Teixeira começaram a preparar 2006 em Pembrey

Na passada semana, mais precisamente quarta e quinta-feira, realizou-se no circuito galês de Pembrey a primeira sessão oficial de testes de Inverno do Campeonato Britânico de F3, edição 2006. Num pelotão de quinze monolugares, dois deles estiveram entregues a pilotos portugueses: Rodolfo Ávila e Ricardo Teixeira.

Os dois jovens compatriotas vão ambos correr na National Class este ano, a categoria destinada aos pilotos mais novos e menos experientes. Neste teste apenas compareceram quatro pilotos, o finlandês Juho Annala da Performance Racing e o venezuelano Rodolfo Gonzalez da T-Sport juntaram-se aos dois lusos. No dia anterior, o Team SWR esteve a testar os dois filhos de Nigel Mansell que preferiram, por agora, escapar à comparação, apesar de não existir cronometragem oficial (os tempos retirados pelas equipas têm o seu grau de subjectividade) nesta sessão de testes organizada pela FOTA.

Na Championship Class marcaram presença os seguintes pilotos: Christian Bakkerud, Keiko Ihara, Oliver Jarvis e Maro Engel na Carlin Motorsport; Bruno Senna, Mike Conway e Stephen Jelley na Raikkönen Robertson Racing; Stuart Hall e Yelmer Buurman na Fortec Motorsport; James Walker e James Jakes na Hitech Racing; e Jonathan Kennard na Alan Docking Racing. São esperados mais seis ou sete carros na próxima sessão de testes, talvez mais uam dezena até ao início da época 2006.

Rodolfo Ávila regressou ao traçado que o viu "nascer" para a Fórmula 3 em Agosto de 2004. O piloto português de Macau teve a oportunidade de tripular pela primeira vez o Dallara F304 - Mügen Honda da Performance Racing Europe que será a sua "arma de combate" na temporada de estreia no continente europeu. Com as condições atmosféricas a proporcionarem estados da pista completamente opostos, ora molhada, ora seca, o jovem representante da RAEM além fronteiras ficou satisfeito com as mais de 100 voltas cumpridas nos dois dias de testes no País de Gales. Apesar de não existir cronometragem oficial, os tempos oficiosos retirados pela equipa anglo-sueca em ambas as condições colocam Rodolfo Ávila ao nível dos seus futuros adversários na National Class.

"Para primeiro teste da época correu muito bem, pois fomos evoluindo continuamente, como era nosso objectivo. Aproveitei estes dois dias para desenferrujar, estive dois meses sem correr, e ambientar-me a esta nova realidade que é o Campeonato Britânico de F3. A equipa mostrou que podemos ser competitivos na National Class, mas esta temporada não vai ser fácil, porque está visto que há um equilíbrio muito acentuado entre os pilotos. Os próximos testes vão ser bastante importantes para descobrir algumas das pistas que não conheço e aonde vamos ter corridas este ano. Esta época promete ser muito mais exigente que as minhas anteriores. O nível europeu é muito superior ao asiático, tudo muito mais profissional", confessou Rodolfo Ávila que encara esta época com entusiasmo sem igual.

Esta ocasião serviu também para Rodolfo Ávila apresentar já alguns dos patrocinadores que vão estar a seu lado neste importante passo da sua carreira, ainda que prossiga negociações com outras entidades. "Quando se atinge este patamar os custos de participação são elevadíssimos. Seria impossível entrar neste prestigiado campeonato sem o seu total apoio. Só posso agradecer, mais uma vez, o esforço, a visão e a confiança de todos eles. Fico orgulhoso também por envergar as cores de algumas das empresas mais conceituadas do território, para além, naturalmente, da bandeira da RAEM”, disse o piloto que será apoiado pelo GOVERNO MACAU, CESL-ÁSIA (infra-estruturas ambientais), MACAU-SLOT.com (sítio de apostas), BNU (banca), TONG LEI (construção civil), PROFABRIL - ASIA CONSULTORES (consultadoria de engenharia), RP MACAU (registo de patentes), CTM (telecomunicações), TSINGTAO (cerveja), FAT SIU LAU (restauração) e a PT ÁSIA (telecomunicações).



Igualmente presente neste início de temporada esteve o português que corre com a bandeira de Angola Ricardo Teixeira. O piloto patrocinado pela petrolífera Sonangol apostou em turnos de condução longos para preparar o seu segundo ano na National Class. Após uma temporada de estreia algo apagada, o representante angolano da Carlin Motorsport está apostado em fazer uma figura muito melhor que a do ano passado. Na quinta-feira, Ricardo Teixeira ainda apanhou um valente susto ao ter uma saída de pista antes dos "Esses", uma zona em que Rodolfo Ávila e Keiko Ihara também passaram por apuros.

A próxima sessão de testes da competição britânica está marcada para 1 e 2 Março em Snetterton, Inglaterra, um circuito que possui duas das mais longas rectas do Reino Unido e um par de “chicanes” traiçoeiras.

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SGT: "Pontapé de saída" para Couto

A cerca de um mês do início do Campeonato Japonês GT, designado Super GT, o piloto português André Couto começou a sua preparação no circuito de Suzuka, que lhe traz boas memórias. Estes foram os primeiros testes de 2006 ao volante do modelo Toyota Supra da Toyota Team Sard para o luso residente em Macau.

Apesar deste ano dispor do mesmo modelo do ano passado, André Couto conseguiu um segundo melhor tempo, numa sessão de treinos em que estiveram presentes quase todas as equipas que vão participar no campeonato, com destaque para o desempenho dos Nissan Fairlady Z oficiais que fizeram sempre os tempos mais baixos. Estes dias foram importantes, porque permitiram testar pneus, afinações e realizar algumas experiências.

“Para já as coisas estão correr bastante bem. Nunca tinha feito um tempo tão rápido nesta pista”, disse ao Hoje Macau o piloto que ainda não sabe quem vai fazer parelha com ele neste temporada. A possibilidade do italiano Ronnie Quintarelli, que no ano passado foi o colega de equipa de André Couto, ainda está viva, já o mesmo não se pode dizer do francês Jeremie Duffour que está definitivamente fora do Super GT.

A equipa liderada por Takashi Ohashi procura alternativas e testou três pilotos japoneses: Katsuyuki Hiranaka, Juichi Wakisaka e Kota Sasaki, que no ano passado venceu o campeonato da classe GT300. No entanto, os candidatos ao lugar de segundo piloto do Toyota Team Sard desapontaram. A equipa aguarda agora instruções da "casa-mãe", mas este pode ser um sinal negativo para André Couto que o ano passado foi prejudicado pelas fracas "performances" do seu parceiro de combate.

No final do mês a equipa do português parte para Okayama, de 28 de Fevereiro a 1 de Março, antes de um novo regresso a Suzuka, antes da primeira jornada do campeonato automobilistico com mais sucesso em toda a Ásia.

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CEGT: Gião sai da GTA, Bastos testou pela Playteam

Esta semana, a GTA Motor Competícion deu a conhecer os seus pilotos para a temporada vindoura - Josè Perez Aicart e Lucas Guerrero. Após uma excelente temporada em que se sagrou vice-campeão por mérito próprio, Manuel Gião não voltará a conduzir o Mosler MT900-R da formação de Domingo Ochoa. No entanto, a continuação do piloto português por terras espanholas não está em perigo, pois o talento nato de Manuel Gião não passou despercebido na sua temporada de estreia nas provas de GT e nas últimas semanas surgiram propostas ainda mais aliciantes que a da equipa de Torrent. Em breve Manuel Gião espera apresentar a sua época 2006.

Na pretérita semana, em Misano, como o SportMotores.com tinha noticiado em antemão, esteve Pedro Bastos. O "Gentleman Driver" português que corre com o "sponsor" da EDP aproveitou para conduzir o Ferrari 360 GTC que o ano passado levou a equipa italiana ao triunfo no Campeonato de Espanha de GT. Para além de Pedro Bastos, o piloto da GTA Motor Lucas Guerrero experimentou o "Cavallino Rampante" da concorrência.
"Ficámos muito satisfeitos com os tempos obtidos pelo Bastos e pelo Guerrero. Temos que levar em conta que nenhum deles conhecia a máquina, nem o circuito”, afirmou Pippo Cascone, Director Desportivo da Scuderia Playteam-Sarafree, que acabou de comprar um novo Ferrari 430 GTC para as rondas ibéricas e transalpinas.

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LMS: Lamy vai guiar o Aston Martin da Larbre
Data: 05/03/2006 20:35

Após o lançamento na pretérita semana da lista de inscritos do LMS esta não é uma notícia que nos surpreenda, até já o tínhamos antevisto, contudo, não deixa de ser uma boa notícia. Pedro Lamy tem garantido o lugar nas cinco corridas que compõem o Le Mans Series (LMS) 2006 com o Aston Martin DBR9 da Larbre Competition.

Em 2004, Pedro Lamy venceu a categoria GT1 do LMES, na altura com um Ferrari 550 Maranello também da Larbre Competition. Na temporada 2005, o piloto luso que está ligado à Aston Martin Racing, voltou a defender a equipa gaulesa em nove das onze rondas do FIA-GT aos comandos do mesmo "Cavallino Rampante". Pelo meio, ainda levou um Aston Martin DBR9 à vitória no Tourist Trophy.

Na época 2006, Pedro Lamy vai ser o piloto número um da Aston Martin Racing Larbre que terá apoio da casa britânica, apesar de ainda não ser publico em que medida será dado esse apoio.
Pedro Lamy vai voltar a fazer equipa com o suíço Gabriele Gardel, que o ano passado venceu o campeonato FIA-GT com a ajuda do astro português.

A equipa de Jack Leconte abandonou o FIA-GT por falta de "budget" para lutar pelos lugares cimeiros. O dinheiro deixou de abundar na estrutura sedeada em Le Vigeant quando Jean-Luc Chereau começou a ter problemas com a justiça francesa há uns anos atrás. O suporte da Aston Martin Racing vem substituir o da CARE Racing, que nas duas épocas passadas sustentou parte da ofensiva da Larbre Competition.

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SGT: Couto, o melhor dos Toyota
Data: 05/03/2006 20:30

Com o "São Pedro" a ajudar, realizou-se, em Suzuka, este fim-de-semana o primeiro teste oficial do Campeonato Japonês de GT, conhecido desde 2005 como Super GT. Esta foi a primeira grande "chance" para André Couto dar nas vistas em 2006.

O piloto português que vive em Macau terminou estes dois dias de testes sendo o mais rápido dos pilotos da Toyota, mesmo não tendo à disposição um dos quatro novos Lexus SC430. André Couto deu o seu melhor e brilhou, no entanto, as marcas alcançadas não chegam aos calcanhares das equipas de fábrica da Honda e da Nissan, o que significa que o luso terá uma temporada complicada pela frente. Entretanto, André Couto já sabe que Katsuyuki Hiranaka será o seu companheiro de equipa ao longo do ano aos comandos do Toyota Supra GT do Toyota Team SARD agora amarelo-laranja.

No primeiro dia o melhor tempo ficou na posse do Nissan Fairlady Z, inscrito pelo Team Impul e conduzido por Benoit Treluyer e Kazuki Hoshino. No segundo, foi a vez de Daisuke Ito e Ralph Firman imporem-se com o Honda NSX da ARTA Honda Racing Team.

1º Dia de testes:
1. CALSONIC IMPUL Z 1'53.514
2. RAYBRIG NSX 1'53.544
3. XANAVI NISMO Z 1'53.627
4. ARTA NSX 1'53.666
5. triple a SARD SUPRA GT 1'54.011
6. OPEN INTERFACE TOM'S SC 1'54.320
7. MOTUL AUTECH Z 1'54.345
8. TAKATA DOME NSX 1'54.349
9. ECLIPSE ADVAN SUPRA 1'54.670
10. YellowHat YMS TOMICA Z 1'54.691
(...)

2º Dia de testes:
1. ARTA NSX 1'52.761
2. CALSONIC IMPUL Z 1'53.272
3. RAYBRIG NSX 1'53.330
4. XANAVI NISMO Z 1'53.389
5. TAKATA DOME NSX 1'53.760
6. triple a SARD SUPRA GT 1'53.844
7. OPEN INTERFACE TOM'S SC 1'54.081
8. CERUMO SC 1'54.288 0'01.527
9. ECLIPSE ADVAN SUPRA 1'54.359
10. Mobil 1 SC 1'54.464
(...)

Legenda: SC - Lexus SC430 GT, Z - Nissan Fairlady Z, NSX - Honda NSX, Supra - Toyota Supra GT


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Crónica - Pedro Couceiro: Sponsors
Data: 07/03/2006 13:36

Ao terminar a crónica de Janeiro último referi que iria seguidamente falar sobre Patrocinadores. Fi-lo porque pretendo dar aos textos por mim aqui apresentados alguma sequência lógica, sobretudo no que toca aos (no meu entender) maiores problemas do Automobilismo Português. Se me permitem, vou contar-vos um pouco da minha história dentro da competição e a relação com os Sponsors ao longo de todos estes anos e com esse exemplo tentar mostrar algo nem sempre constatado à primeira vista por todos nós. A destruição dos já poucos apoiantes do desporto motorizado em Portugal.

O que é na verdade um Sponsor?

Quando em 1982 o meu Pai me ofereceu um kart, tive a felicidade de ter tido o meu primeiro patrocinador, o chamado “Pai-trocínio”. Se é verdade que quase todas as histórias no desporto motorizado começam desta forma, certo é também que cedo me apercebi que, ou começava trabalhar para encontrar quem me ajudasse financeiramente na minha carreira, ou não teria grande futuro. Se, como disse, tive a felicidade de ter um Pai que me deu o primeiro empurrão, sempre soube, também, que ele não teria os meios para me ajudar com muito mais do que isso. E mesmo que os tivesse, não era esse o meu propósito, pois se queria ser profissional teria de me habituar a viver pelos meus próprios meios.

Desde muito cedo, em parceria com o meu irmão Nuno, parti em busca de empresas, amigos, parceiros, enfim… todos quantos pudessem e quisessem dar uma “ajudinha” neste meu princípio de actividade.

Propostas para um lado, telefonemas para outro, mais as reuniões, apresentações e os balanços de final de temporada, fizeram com que desde muito tenra idade fosse confrontado com a difícil realidade de ter que prestar contas a quem em mim investia. Julgo que este foi o primeiro grande ensinamento que tive das “Corridas”.

“Somos nós quem deverá estar ao serviço dos Sponsors e não os Sponsors ao nosso serviço”.

Porque continua um Sponsor a apostar num determinado projecto?

As minhas épocas, desde a Júnior ás categorias “maiores” do Karting Nacional, foram correndo relativamente bem e eis que chegou a altura de dar mais um salto no desconhecido… “A Competição Automóvel”.

Sem nunca ter tido na família alguém ligado ao desporto motorizado, podem acreditar que não se afigurava nada fácil entrar num meio tão restrito e onde o factor financeiro, mas também os conhecimentos desportivos, tinham tamanha importância. Estávamos em 1989 e uma vez mais o Nuno e eu decidimos arriscar. Pedimos dinheiro emprestado a um amigo para comprar um Fórmula Ford e fomos ao encontro de “velhos” parceiros, mas também de novos investidores.

Com um carro muito bem dividido conseguimos encontrar a verba para dis****r todo o campeonato e depois, em 1990, repetir a “dose” e sagrar-me Campeão Nacional. No “entretanto” muitos foram os contactos que desenvolvemos, tanto a nível técnico como financeiro. Esses contactos/conhecimentos viriam a ser muito importantes pois foram alguns deles que me encaminharam para a desejada carreira “fora de portas”.

Após esse título nacional, virei-me para o exterior a 100%, uma vez que já tinha começado a desbravar caminho com umas corridas em Inglaterra. Só fora de Portugal teria as garantias de me tornar profissional, continuando a subir pelos diversos degraus do desporto internacional e foi isso que fiz.

Cada vez mais os patrocinadores tinham de ser bem trabalhados e demonstrados os verdadeiros benefícios de estarem presentes em tal projecto. Foi nessa altura que começamos a trabalhar com o apoio de uma empresa desconhecida no meio até então. A Memorandum.

Acredite-se ou não, somente passados quase 10 anos começou a ser rotineira a avaliação, por parte dos Pilotos, de dados tão importantes como aqueles que a empresa de Coimbra nos fornecia... e ainda hoje fornece.

A análise constante de dados, sua valorização e projectos de optimização do agora “vulgar” Retorno, fizeram com que a nossa abordagem ás empresas fosse cada vez mais profissional e proporcionássemos aos patrocinadores forma de calibrar os seus investimentos.

Subindo pelos diversos patamares, primeiro os Europeus de Fórmula Opel-Lotus e seguidamente os campeonatos de Fórmula 3, constatei, pela primeira vez, que nem sempre são os resultados, nem desportivos nem mediáticos, o mais importante no progresso desportivo de um piloto.

Porque continuam os Sponsors cada vez mais arredados da nossa modalidade?

Tinha terminado a temporada de 94 na Alemanha. A época desportiva tinha sido melhor do que as melhores previsões. 7 Pódios no ano de estreia na competitiva Fórmula 3 Alemã, 5º lugar final no campeonato e somente suplantado por pilotos oficiais foi resultado suficiente para ser chamado pelo Dr. Helmut Marko (este mesmo que agora gere os destinos da Red Bull competição e do nosso Filipe Albuquerque) para integrar o Team Oficial Fiat e guiar o carro campeão dessa temporada.

Mas algo estranho se começou então a passar! Eu, que tinha sido um dos pilotos internacionais com melhores resultados nessa época deparava-me agora com enormes dificuldades em encontrar, ou mesmo continuar, com os meus parceiros de até então.

Nunca, como naquela altura, tinha percebido tão bem como “as más-línguas” e uns tais de “opinadores” poderiam ter um papel tão destruidor.

Uma vez mais consegui “levar a água ao meu moinho” e em 1995 fui piloto oficial da Fiat, melhor representante da marca italiana no “Alemão de Fórmula 3” e, uma vez mais, um dos pilotos nacionais com maior “retorno” dos seus patrocinadores. Com tudo isso consegui dar o salto e cheguei à Fórmula 3000 Internacional, patamar último antes da Fórmula 1.

Esta foi sem dúvida a fase mais difícil da minha carreira, mas, acreditem, também aquela que mais força me deu para continuar e demonstrar que sempre podemos avançar sem pisar ninguém. E não imaginam a vontade que ás vezes tive!

Em 1996 havia em Portugal dois pilotos na velocidade com destaque superior à média. O Pedro (Lamy), com uma carreira brilhante e que havia regressado após o complicado acidente em Silverstone – 1994, e eu próprio, que assumia este posto também pelo simples facto de estar numa das mais importantes categorias do desporto motorizado internacional.

1996 e 1997 foram dois anos em que fui simplesmente “bombardeado” por alguns sectores do desporto motorizado nacional. Alguns “Pilotos” e “Jornalistas” tentaram, felizmente em vão para mim, menosprezar os meus feitos ao lançarem “lenha” para uma “fogueira” que acabou por mais “queimar” quem essas hostilidades iniciou.

Sou-vos o mais sincero possível se vos disser que ainda hoje não compreendo esse “ódio visceral” com o qual fui confrontado. Tudo pelos Sponsors que tinha, deixava de ter, que em mim investiam ou deixavam de investir. Seria para mim fácil dizer que era inveja, mas acredito que não era essa somente a razão de tantos e variados ataques.

Ainda hoje fico com um “sorriso” quando volto a rever algumas notícias da época. Essencialmente houve dois pontos com o qual fui “atacado” na altura e que, passados estes quase 10 anos vos gostaria de resumidamente falar. Penso que esta minha curta descrição será um bom exemplo do porquê dos Investidores estarem cada vez mais longe da nossa modalidade.

Logo após as duas fortes épocas que realizei nos campeonatos de Fórmula 3 e quando entrei na Fórmula 3000 Internacional, alguns “pilotos” e “jornalistas” começaram a tentar passar a ideia de que eu era um piloto sem “curriculum” e apenas com forte “lobbie” politico. “Mas porque razão”… perguntava-me várias vezes… “estes ataques tão desenquadrados da realidade?”

Ao nível de campeonatos de Fórmula 3 era o piloto que melhores resultados apresentava, após a passagem, “fantástica” diga-se, do Pedro (Lamy) por essa modalidade. Nos campeonatos de Fórmula 3000, e apesar de inúmeras desistências forçadas tinha pontuado na minha primeira prova na disciplina (facto que até hoje continuo a dividir exclusivamente com o Pedro) e tinha alcançado um segundo lugar em Silverstone (ainda hoje o segundo melhor resultado de sempre alcançado por um português nesse escalão, depois da vitória de Lamy no Grande Prémio de Pau em 1993).

Depois, ao nível de apoios financeiros, diziam que estava apoiado num forte “lobbie” político, leia-se Partido Socialista, e que somente por isso conseguia granjear tantos e tão bons apoios.

Esqueciam-se os ditos, “Pilotos”, “Jornalistas” e outros “Opinadores” que todos os outros que como eu tinham atingido tão elevado patamar teriam já tido, tinham ou viriam a ter sponsors condizentes com o “grau” da carreira que então tinham atingido. Mais… A contrastar com muitos que inclusivamente me criticaram na altura, tive na base dos meus apoios muitas empresas privadas nacionais e internacionais.

Expressões como:
“Pedro Couceiro – Uma história cor de rosa”, “O piloto do - Jobs for the boys…..”, ou declarações de alguns praticantes da época a tentar passar a imagem de que eu tinha patrocinadores por via politica e que eles nada conseguiam, foram prática corrente nessa altura.

Hoje, posso afirmar-vos com todo o rigor que são situações como as de então que fazem com que Sponsors vitais para todos nós venham a desaparecer do mundo desportivo automóvel. Estão cansados de se verem “manchados” por estas “guerras”, essencialmente lançadas por elementos “fracos”. Alguns desses pilotos desapareceram do “mapa desportivo”, outros continuam num verdadeiro “chove mas não molha”, mas todos eles, acredito, aprenderam que para se conseguirem patrocinadores é necessário trabalho, resultados e… o tão difícil e invejável “Retorno de Imagem do Investimento”.

É fácil dizer mal…. Isso todos nós o sabemos. Difícil é fazer melhor que os nossos adversários. Para tal é necessário trabalho e, infelizmente, muita dessa gente que tanto critica, anda nos automóveis somente para se divertir.

Encontrei neste Desporto mais do que uma paixão. Encontrei uma profissão. Também eu, como tantos outros, tirei um curso superior e bem podia estar de 2ª a 6ª feira a projectar qualquer coisa, para depois chegar ao fim de semana e me pôr atrás de um volante.

Ao invés, estou 24 horas por dia, 365 dias por ano com a cabeça nas “Pistas”, nos “Motores” e nos “Patrocinadores”. Só assim podemos dar “retorno” a quem realmente investe nas nossas carreiras.

Gostava que fossem ao meu WebSite e lessem a crónica “Carta Aberta” publicada no semanário Autosport, e por mim escrita em 1997. Apreciem como está mais actual do que nunca! E em como o trabalho e a verdade são como o azeite…. “Vêm sempre ao de cima”!

Como já o fiz na anterior crónica, gostaria de vos dar o “mote” da minha próxima crónica aqui no Sportmotores.com. “Carreiras” será o tema e tentarei abordar tudo o que está relacionado com o evoluir da carreira de um piloto.

Um abraço a todos e até breve.
Pedro Couceiro

www.sportmotores.com

CARTA ABERTA - AUTOSPORT
Sopram novos ventos no Automobilismo nacional. Mudar nunca foi fácil e como sempre, primeiro é preciso acabar com os “Velhos do Restelo”. Há quem os procure na anterior entidade federativa. Um erro. O maior perigo está escondido atrás das barreiras do bairrismo e da pequenez de quem as desfralda, muitas vezes por simples incompetência.
É mais fácil dizer mal do que lutar pelo bem comum. E aqui não falo apenas de dirigentes. Também nos pilotos, que no fundo devem ser o motor de tudo isto, existem exemplos dessa e de outra forma de estar, bem mais destrutivas. Basta ver os casos de quem vem a público defender fórmulas e métodos por simples interesse pessoal e (bastas vezes) circunstancial.

Vou aproveitar esta coluna para debruçar-me sobre os pilotos que fazem carreira além-fronteiras. É o meu “mundo” e também porque somos nós a mola para o desenvolvimento da modalidade. Quantos atletas nasceram dos sucessos de Carlos Lopes e Rosa Mota? E quantos futebolistas não pretendem ser um espelho de Eusébio ou Figo? Será essa a responsabilidade que recai sobre nós, os “chamados” pilotos internacionais. Somos o exemplo e devemos preticá-lo no dia-a-dia.

Têm-se visto carreiras internacionais feitas das mais diversas formas:
- Amadora Com perfeita consciência disso.
- Amadora, mas Sem consciência disso.
- Profissional, com a consciência correcta do que tal acarreta.

Na minha opinião, sustentada por 14 anos de presença no Desporto motorizado, sete dos quais além-fronteiras, competindo nos mais difíceis campeonatos, só a última das três permite atingir o topo e o sucesso. Uma carreira não se constrói de fogachos, mas sim com muito empenho, muito trabalho e, claro, alguma felicidade.

Não nasci num berço de ouro e jamais corri com dinheiro próprio... nem quero fazê-lo. Isso é a antítese do profissionalismo. Tive de encontrar patrocinadores. Comecei com pequenas e médias empresas, ainda no tempo do Karting, mas logo aí com grande respeito por quem passa o cheque e quer ser recompensado. Um patrocinio não é uma prenda, antes um negócio. As empresas ou os patrocinadores integram as acções de Sponsorship na estratégia de Marketing e Comunicação, querendo tirar dividendos positivos para a sua imagem.

Nos últimos tempos, há quem tente por-me nas bocas do mundo, ainda que ninguém tenha a coragem de referir directamente o meu nome, por ter alguns patrocínios de empresas de capitais públicos no meu projecto.
Mas quem não os teve ou não os tem, pergunto?

Será que a Galp, Portugal Telecom, TMN, TAP, Gás de Portugal, Transgás, Portgás, etc., pintados nos carros de Rui Madeira no passado ou no presente, são nomes de empresas privadas?
Será que o Turismo do Algarve e Terra de Loulé que marcam presença no F3000 de Rui Águas, estão lá por simples amizade?

Falo desdes dois pilotos por serem aqueles que recentemente se mostraram chocados com a minha, opinião deles,”situação de favor”. Se há alguem que quase só corre com verbas estatais, são curiosamente Rui Madeira e Rui Águas....

Mas há muitos mais exemplos. A grande maioria dos pilotos que competem (ou competiu) internacionalmente faz ou fez projectos apoiando-se em empresas estatais. Estas participações são bem vindas, mas não as tomem como uma obrigação. Os patrocinadores estatais não são um dever, antes um negócio. Como tal, aposta-se em quem dá mais retorno e em quem tem melhor imagem junto da opinião pública, resultado de uma atitude profissional e correcta dentro e fora das pistas.

Nesse aspecto, os números falam a meu favor por várias razões. Sou o único piloto em Portugal que dispõe de profissionais a trabalhar a 100% no meu projecto. Ao contrário de outros não me divido por outras actividades. Abdiquei do meu “canudo” de engenharia civil para ser piloto a tempo inteiro. O meu tempo é ocupado em corridas, contactos e trabalhos para os meus patrocinadores, bem como a cuidar das relações públicas e imagem.
Não sou piloto ao fim-de-semana e Doutor, Arquitecto ou simples banhista nos outros dias. Estou sempre disponível para tudo e para todos.

A equipa de profissionais que comigo trabalha descobriu muitos novos patrocinadores, a maior parte privados, entre os quais algumas multinacionais. Fomos e somos criativos.
Muitos limitam-se a enviar propostas tentando aliciar patrocinadores por nós trazidos para o mundo automóvel. Procurem, cativem novas empresas.

Nunca como até aqui, um patrocínio criou tanta celeuma, como o da EDP.
Será que alguém, no passado, apresentou uma proposta a esta empresa? Lembraram-se que a empresa ia ser privatizada com um consequente investimento na imagem?

A minha carreira tem sido pautada por projectos com pernas para andar. Nunca, ao contrário de outros, entrei em aventuras sem ter as bases necessárias para as levar avante. Nunca caí no ridículo de a meio da época ter de clamar por mais verbas ao Estado. Nunca vim para a Comunicação Social afirmar só ter “X” de verba depois de me ter proposto a realizar um projecto com custos de “X+Y”, ou pior ainda, antes mesmo de ter o projecto, utilizar os “Media” para fazer pressão sobre quem decide, clamando que caso não haja dinheiro será a maior das injustiças...

Meus senhores, apesar dos meus 27 anos, dou-vos um conselho: Trabalhem!

Sei que é mais fácil criticar; é o passatempo preferido de alguns – quem tem sucesso é o alvo a abater.

E quando tentam desacreditar o trabalho por mim desenvolvido, vem por vezes à baila a falta de resultados.
É verdade que não ganho uma prova desde 1992, mas tirando o caso Pedro Lamy, é difícil e muito subjectivo dizer qual o piloto português com melhor palmarés na velocidade internacional.

Por isso não faço comparações, mas fico chocado e espantado quando Rui Águas afirma ser, a seguir a Lamy, o melhor piloto nacional. Como pode afirmá-lo quando em anos recentes jamais foi o nosso melhor representante. Em 1995, perdeu largamente no confronto comigo na F3 alemã. Em 1996 foi novamente batido em confronto com Manuel Gião, ainda no mesmo campeonato.

Convém lembrar que na era pós-Lamy passaram 6 pilotos nacionais neste campeonato de projecção mundial, levando Eu sozinho mais vezes a bandeira nacional ao Pódium que os restantes cinco pilotos em conjunto. Também nesta temporada e até ao dia em que vos escrevo estas linhas sou o melhor representante nacional no Campeonato F3000, á frente de Águas.

Uma coisa é certa. Nunca senti necessiade de mentir em relação ao meu palmarés, nem nunca o farei. Mas eu e todos os que estavam pregados ao televisor, já viram Águas optar por essa via, na SIC, mentindo descaradamente, ao afirmar ter sido segundo na F3 Alemã em 1996 e campeão nacioanl de karting. Onde e quando? Convém lembrar que o piloto em causa jamais foi campeão de coisa alguma.

Também nunca prometi mundos e fundos, títulos e mais títulos. O meu lema sempre foi fazer o melhor possível, pois sei que no Desporto Automóvel o piloto é apenas uma peça da engrenagem. Quando se trabalha com seriedade, com profissionalismo e não apenas com maledicência, consegue levar-se a água ao moinho. A melhor prova disso são os meus patrocinadores que desde sempre têm apoiado a minha carreira.

A maior motivação para continuar.

Segunda-Feira, 18 de Agosto de 1997

http://pedro-couceiro.alto-debito.com

Isto vai dar em pancadaria [8)]
 
12h Sebring: TDi Power
Data: 17/03/2006 10:30

Começou oficialmente ontem a Mobil 1 Twelve Hours of Sebring e a edição 2006 de American Le Mans Series (ALMS), tendo como palco a Sebring International Raceway. E ontem fez-se história na pista norte-americana.

Pela primeira vez, um protótipo com motor Diesel conseguiu uma "Pole-Position" em provas do género. A proeza coube à Audi Sport North America e ao escocês Allan McNish, que marcou igualmente um novo recorde de volta mais rápida, descendo a anterior marca em dois segundos. Aliás, a marca de Ingolstadt fez 1-2, pois nos últimos momentos da qualificação, Marco Werner moveu o outro Audi R10 até ao segundo lugar do Grid. No entanto, nas boxes da Audi Sport ninguém quis entrar em grandes euforias. Inexplicavelmente, o carro número 1 teve um problema com um sensor que quase comprometeu a qualificação do trio que partirá de segundo lugar.

Já era de esperar, os Porsche RS Spyder da Penske Motorsport e os Lola B06/10 AER da Dyson Racing Team, estes últimos acusaram a juventude do protótipo britânico, foram incapazes de ombrear com os Audi R10. Contudo, os Porsche mostraram um andamento muito interessante e conhecendo o passado da marca germânica ninguém pode excluir os dois carros amarelos patrocinados pela DHL da luta pela vitória. A Porsche Motorsport tem várias histórias de "tomba gigantes" e doze horas de corrida é muito tempo e tudo pode acontecer. Há que contar com eles.

Com os Porsche RS Spyder a serem os principais protagonistas da classe LMP2, destaque ainda para o oitavo registo à geral, quarto dos LMP2, do Courage C65 AER da Barazi Epsilon, do magnata suíço ligado ao negócio dos diamantes Juan Barazi, que ostenta a bandeira de Angola no aileron traseiro.

A categoria GT1 do ALMS que chegou a ser considerada uma das mais fortes e talvez a melhor apostas para o futuro do campeonato criado por Don Panoz. Todavia, presentemente, esta vive uma altura de "vacas magras", com apenas seis carros inscritos na prova inaugural e qualificados para amanhã: 2 Aston Martin, 2 Corvette e 2 Saleen. A luta focar-se-à, naturalmente, no duelo Aston Martin-Chevrolet que o ano passado foi ganho pela marca britânica, que depois, em Junho de 2005, sofreu uma pesada derrota em Le Mans. Os dois Saleen S7-R da Konrad Motorsport têm poucas esperanças de repetir o feito de 2001, aonde venceram a categoria GT1 contra os poderosos Chevy amarelos.

Pedro Lamy foi o elemento desequilibrador da batalha pelo melhor tempo cronometrado. O virtuoso piloto português efectuou uma volta que deixou o seu patrão George Howard-Chappell de "boca aberta" e os seus adversários rendidos ao seu talento. O checo Tomas Enge colocou o segundo DBR9 patrocinado pela PokerStars.com na homóloga posição da classe, mas a sete décimas de segundo do astro lusitano.
Do lado da Corvette Racing a frustração foi total, isto porque apenas metade da sessão foi cumprida devido a uma sessão de bandeiras vermelhas. Por outro lado, os norte-americanos estão indignados com os 55Kg de peso extra e menos restrictor que este ano foram obrigados a usar. No entanto, Doug Fehan, director desportivo da GM Racing, acredita que na corrida os C6-R vão fazer a diferença.

Durante épocas a categoria GT2, se excluirmos a temporada 2001, foi um feudo aborrecido da Porsche. Este ano deu-se a “virança”, até porque a marca de Weissach aposta quase tudo na categoria LMP2. A Ferrari, a Panoz e a BMW vão colocar em "xeque" ao jugo passado da Porsche e os seus 911 GT3 nas 12 horas de Sebring. A partir da próxima prova há igualmente que contar com os Lexus e na ronda da Florida ainda estão presentes os exóticos Spyker C8 Spyder que nos 1000 Km de Nürbrugring do ano passado subiram ao pódio da categoria.

Após o domínio do "Cavallino Rampante" da Risi Competizione nos treinos livres, o Panoz Esperante GTLM da Multimatic Motorsports Team Panoz conduzido pelo veterano David Brabham acabou mesmo por se impor na qualiicação. A guerra pelo melhor tempo da categoria foi interrompida a dez minutos para o final, quando faltavam alguns trunfos para jogar, quando Peter Kox despistou-se violentamente e danificou bastante um dos Spyker C8 Spyder.

As 12 horas de Sebring são a prova de "endurance" mais importante dos Estados Unidos da América e a organização do evento espera mais um recorde de afluência de publico. São esperados cerca de 150.000 espectadores aquando da partida, marcada para Sábado ao final da tarde em Lisboa. Primeira vitória de sempre de um TDi na clássica norte-americana ou vamos ter uma surpresa?


GRELHA DE PARTIDA:

1. Rinaldo Capello/Tom Kristensen/Allan McNish - Audi R10 TDI Power (P1), 1:45.828, 2.Frank Biela/Emanuele Pirro/Marco Werner - Audi R10 TDI Power (P1), 1:47.673,

3. Sascha Maassen/Lucas Luhr/Emmanuel Collard - Porsche RS Spyder (P2), 1:47.800,

4. Timo Bernhard/Romain Dumas/Patrick Long - Porsche RS Spyder (P2), 1:48.017,

5. Chris Dyson/Guy Smith- Lola B06/10 AER (P1), 1:49.531,

6. James Weaver/Butch Leitzinger/Andy Wallace - Lola B06/10 AER (P1), 1:49.635,

7. Duncan Dayton/Gregor Fisken/Rick Knoop - Lola EX257 AER (P1), 1:51.549,

8. Juan Barazi/Michael Vergers/Elton Julian - Courage C65 (P2), 1:52.068,

9. William Binnie/Alan Timpany/Rick Sutherland - Lola B05/40 Zytek (P2), 1:52.688,

10. Michael Lewis/Chris McMurry/Bryan Willman -Lola EX257 AER (P1), 1:53.420,

11. Jason Bright/Pedro Lamy/Stephane Sarrazin - Aston Martin DB9 (GT1), 1:55.286,

12. Tomas Enge/Darren Turner/Nicolas Kiesa - Aston Martin DB9 (GT1), 1:56.030,

13. Jamie Bach/Guy Cosmo/Raphael Matos - Courage C65 Mazda (P2), 1:56.649,

14. Oliver Gavin/Olivier Beretta/Jan Magnussen - Corvette C6-R (GT1), 1:56.770,

15. Ron Fellows/Johnny OConnell/Max Papis - Corvette C6-R (GT1), 1:57.854,

16. Paolo Ruberti/Fabio Babini/Jamie Davies - Saleen S7R (GT1), 2:00.128,

17. Tom Weickardt/Terry Borcheller - Saleen S7R (GT1), 2:00.291,

18. Scott Maxwell/David Brabham/Sebastien Bourdais - Panoz Esperante GTLM (GT2), 2:03.563,

19. Ralf Kelleners/Jaime Melo - Ferrari 430 GTC (GT2), 2:03.608,

20. Gunnar Jeannette/Tom Milner/Bruno Junqueira - Panoz Esperante GTLM (GT2), 2:03.671,

21. Mike Rockenfeller/Klaus Graf/Graham Rahal, - Porsche 911 GT3 RSR (GT2), 2:03.834,

22. Jorg Bergmeister/Nic Jonsson/Tim Bergmeister - Porsche 911 GT3 RSR (GT2), 2:04.040,

23. Johannes vanOverbeek/Jon Fogarty/Marc Lieb - Porsche 911 GT3 RSR (GT2), 2:04.170,

24. Bill Auberlen/Ian James/Joey Hand - BMW E46 M3 (GT2), 2:04.471,

25. Lawrence Tomilson/Richard Dean/Kimber-Smith - Panoz Esperante GTLM (GT2), 2:04.592,

(...)

35 carros vão estar à partida.

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Mais uma vez, Lamy a fazer a diferença ;)
 
FIA-GT: Chuva prejudica os dois Portugueses

O campeonato FIA-GT arranca este fim-de-semana em Silverstone, com a realização do Royal Automobile Club Tourist Trophy . A competição organizada pela SRO conta este ano com dois pilotos portugueses: Miguel Ramos (categoria GT1) e Rui Águas (categoria GT2). Mais tarde, João Barbosa irá juntar-se a estes dois, correndo com um Mosler MT900-R na classe G2.

Hoje, na única qualificação de 20 minutos, com piso molhado, o holandês Mike Hezemans no Chevrolet Corvette C6 da GKPL Carsport foi o mais rápido, agradecendo aos pneus Michelin a primeira "Pole-Position" do ano. O "Chevy" da equipa do Benelux bateu com uma vantagem confortável o Saleen S7-R guiado pelo alemão Sascha Bert. Após duas épocas sem mostrar resultados pelas mãos da Konrad Motorsport e pela Graham Nash Motorsport, o construtor da Califórnia parece estar de novo à ribalta pelas mãos da germânica e bem conhecida entre nós Zakspeed.

A segunda linha da grelha de partida vai ser dividida pelo Aston Martin DBR9 da Phoenix e pelo melhor dos Maserati MC12 da Vitaphone Racing Team. Na terceira fila estarão os Aston Martin DBR9 da Cirtek Motorsport e o melhor da Aston Martin BMS, aquele aonde está o português Miguel Ramos (foto direita). Os pneumáticos da Pirelli não se comportaram tão bem com a chuva e os carros apoiados pela marca transalpina de pneus quedaram-se por lugares pouco esperados, até porque a BMS Scuderia Italia é a semi-equipa oficial da Aston Martin Racing no FIA-GT.

Ao lado do segundo Maserati MC12 da Vitahone Racing Team, vai largar o melhor dos GT2, o Ferrari 430 GTC da Scuderia Ecosse que não desperdiçou o facto de estar a jogar em casa para fazer um brilharete. Andrew Kirkaldy fez o tempo da "Pole" da classe, tendo superado com um certo à-vontade Emmanuel Collard no Porsche 996 GT3 RSR da Ebimotors e o seu companheiro na Scuderia Ecosse Tim Mullen.

Rui Águas (foto esquerda), que vai fazer parelha com o finlandês ex-piloto da Ferrari F1 Mika Salo, registou o quinto melhor tempo da classe no Ferrari 430 GTC da AF Corse, subjugando por pouco a segunda viatura da equipa de Amato Ferrari que este ano conta com o apoio massivo da Pirelli.

A corrida de 500 Km está marcada para amanhã às 16h20.


Grelha de Partida:
1. Longin/Kumpen/Hezemans - Chevrolet Corvette C6 - 1:58.288
2. Bert/Janis - Saleen S7R - 1:58.905
3. Deletraz/Piccini - Aston Martin DBR9 -2:00.284
4. Bartels/Bertolini - Maserati MC12 GT1 - 2:00.860
5. Bouchut/Brabham - Aston Martin DBR9 - 2:01.167
6. Pescatori/Ramos/Malucelli - Aston Martin DBR9 - 2:02.299
7. Davies/Biagi - Maserati MC12 GT1 - 2:02.378
8. Kinch/Kirkaldy - Ferrari 430 GT2 - 2:02.734
9. Gollin/Babini - Aston Martin DBR9 - 2:02.903
10. Collard/Riccitelli - Porsche 996 GT3 RSR -2:03.069
11. Lechner/Diefenbacher - Aston Martin DBR9 -2:03.393
12. Wendlinger/Peter - Aston Martin DBR9 -2:03.512
13. Niarchos/Mullen - Ferrari 430 GT2 - 2:03.562
14. Balfe/Derbyshire/Cunningham - Saleen S7R - 2:05.114
15. Sugden/Alexander-David - Ferrari 430 GT2 - 2:05.288
16. Salo/Águas - Ferrari 430 GT2 - 2:05.835
17. Bobbi/Melo - Ferrari 430 GT2 - 2:06.586
18. Leuenberger/Walchhofer/Franchitti - Lamborghini Murcielago R-GT - 2:06.887
19. Ried/Felbermayr Jr - Porsche 996 GT3 RSR - 2:07.701
20. Moccia/Busnelli - Porsche 996 GT3 RSR - 2:08.055
21. Tomlinson/Dean - Panoz Esperante - 2:10.614
22. Leinders/Kuppens - Gillet Vertigo - 2:12.465
23. Kaufmann/Moro - Porsche 996 GT3 RSR - 2:12.721
24. Konopka/Rosina - Porsche 996 GT3 RS - 2:13.782
25. Knauss/Jurasz/Heutschi - Porsche 996 GT3 RSR - 2:14.575
26. Lichtner-Hoyer/Gruber - Porsche 996 GT3 RSR - 2:14.607
27. Manning/Tuckey - Nissan 350Z - 2:16.343
28. Felbermayr/Ried - Porsche 996 GT3 RSR - 2:16.981
29. Gosse/Kutemann - Ferrari 430 GT2 - 2:20.034

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Mais dois portugueses que se estão a mostrar no difícil mundo dos GT [^][^]
 
Pedro Lamy tem duas corridas em 48 Horas!
Data: 08/05/2006 15:54

Esta semana que agora se inicia promete ser cheia de adrenalina e velocidade para Pedro Lamy. O piloto português prepara-se para dar uma nova prova de elevado nível de competitividade e profissionalismo, ao colocar toda a sua arte e experiência em duas competições diferentes, separadas por um oceano e apenas 48 horas, recordando umas 24 horas de Le Mans há uns anos atrás.

Nos dias 11 e 12 (Quinta e Sexta-feira), Lamy vai estar nos Estados Unidos da América, na segunda prova do campeonato American Le Mans Series (ALMS), no circuito citadino de Houston, Texas, para no fim-de-semana (Domingo, 14) marcar presença na segunda etapa do Le Mans Series (LMS), no traçado de Spa-Francorchamps, Bélgica.

São menos de 48 horas entre as duas competições e mais de oito mil quilómetros de distância entre os dois circuitos. Será uma outra corrida para Pedro Lamy entre duas importantes provas, que tem início no aeroporto de Houston, com “pit-stop” em Washington e chegada a Bruxelas, um par de horas antes da largada para os 1000 km de Spa.

“É claro que se torna complicado ter de estar quase ao mesmo tempo em dois continentes diferentes. Mas temos um plano muito bem delineado e se tudo correr como esperado, vou conseguir estar em Spa antes do warm-up para a corrida. Sou um profissional e calhou que os calendários quase se cruzassem. Temos os nossos compromissos para respeitar e acredito que vou estar em forma e sem grande cansaço em ambas as corridas, nas quais os objectivos, esses sim, se cruzam. Conquistar a vitória”, afirma Pedro Lamy.

Depois de ter subido ao segundo lugar do pódio da classe GT1 (quarto da geral) nas 12 Horas de Sebring, prova que marcou o início da dis****da American Le Mans Series, Lamy volta a estar aos comandos do Aston Martin DBR9 oficial, tendo como objectivo lutar de novo pelo posto mais alto no traçado citadino texano:
“Depois de termos conquistado um quarto lugar à geral em Sebring, provámos a nossa competitividade e acalentamos normais expectativas para a próxima corrida. É claro que sabemos das dificuldades que vamos encontrar, até porque neste tipo de traçado os Corvette costumam ser muito fortes, mas acredito que a equipa Aston Martin Racing vai trabalhar muito de forma a colocar de novo à nossa disposição um carro competitivo que nos permita lutar pelo triunfo.”

Importante para definir o vencedor nesta batalha em solo americano serão os pneus. Pedro Lamy está consciente disso mesmo e da preparação que tem de ser realizada neste capítulo: “Estamos no início da nossa ligação com a Pirelli e temos ambos uma margem de progressão muito grande. Em Houston a escolha do melhor composto de borracha é essencial porque geralmente o alcatrão das pistas citadinas tem menos aderência. Vamos ter de colaborar bem na troca de informações para reduzir as eventuais diferenças para a Michelin.”

Depois de estar ao volante do Aston Martin oficial, na companhia do francês Stephane Sarrazin , Pedro Lamy voa para a Europa onde em Spa dis**** a segunda prova do Le Mans Endurance Series, de novo ao volante de Aston Martin DBR9, agora com as cores da Aston Martin Larbre.

Pedro Lamy, que na competição europeia faz equipa com o suíço Gabriele Gardel eo belga Vincent Vosse, esteve em grande destaque na prova de abertura, na Turquia, ao vencer a categoria GT1. Agora, o piloto português não deseja menos no mítico traçado belga: “Não sei se nos apontam como favoritos, mas a verdade é que na Turquia o fim-de-semana não podia ter corrido melhor. Na nossa primeira prova com este novo DBR9 acabámos por ser os mais rápidos nos treinos livres, na qualificação e na corrida. Realizámos a volta mais rápida da prova e subimos ao lugar mais alto do pódio. Foi realmente fantástico! É claro que queremos continuar assim, porque todos nesta equipa adoram vencer, mas a corrida é muito longa e qualquer coisa pode acontecer.”

Pedro Lamy vai chegar a Spa-Francorchamps pouco tempo antes do warm-up e por isso não irá alinhar na largada, ficando o português a torcer por fora nos primeiros quilómetros: “Temos um bom conjunto e estou tranquilo. Acredito que iremos ter mais dificuldades do que na prova anterior, mas vamos lutar pelo melhor resultado possível.”

Dois triunfos em 48 horas? Nós portugueses iriamos gostar e estaremos aqui para aplaudir...

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Lamy em grande mais uma vez!! [^][^][^]
 
GT ITA: Ramos entre o mau e o bom

Teve lugar este domingo em Misano as duas corridas que compunham a segunda ronda do Campeonato Italiano de GT. A participação de Miguel Ramos saldou-se por um abandono e por uma vitória.

O dia de Miguel Ramos não começou da melhor forma, tendo o piloto português do Maserati MC12 da Racing Box desistido. Ramos saiu de pista durante a décima volta, quando rodava na terceira posição no encalço do Ferrari de Chiesa e do Maserati de Vilander. A primeira corrida do dia viria a ser vencida pelo carro que o finlandês que dividiu com Gianoccaro, beneficiando do abandono do carro de Maranello. A completar o pódio ficaram os Ferrari F430 de Zardo/Caffi e de Pasini-Bobbi, por esta ordem.

Na segunda prova da jornada tudo correu melhor para a equipa de Miguel Ramos, que subiu ao degrau mais alto do pódio. O Maserati MC12 onde pontifica o português partiu da pole-position pelas mão de Luca Cappellari, conseguindo uma confortável vantagem face aos seus perseguidores que, no entanto, lhe viria a ser cerceada pela entrada do Safety Car em pista. Com o reinicio da corrida, Cappellari voltou a impor um ritmo fortíssimo, o que lhe permitiu afastar-se dos seus adversários. Quando Miguel Ramos tomou o lugar do transalpino, manteve-se fora do alcance de Vilander e de Chiessa, alcançando a duplo luso-italiana a sua primeira vitória da temporada.

CLASSIFICAÇÃO DA PRIMEIRA CORRIDA
POS PILOTOS CARRO TEMPO/DIFERENÇA
1. Vilander-Giannoccaro Maserati MC12 1h00m08,834s
2. Zardo-Caffi Ferrari F430 a 1m34,460s
3. Pasini-Bobbi Ferrari F430 a 1m35,326s
4. Cadei-Maceratesi Ferrari F430 a 1m36,266s
5. Pandini-Sabatini Chrysler Viper a 2 voltas
6. Polato-Coldani Dodge Viper a 2 voltas
7. Giammaria-Gazzè Ferrari 360 a 3 voltas
8. Cerati-Sala Porsche 996 Cup a 3 voltas
9. “Linos”-Piccini Lamborghini Gallardo 3 voltas
10. Turrini-La Mazza Lamborghi Gallardo 4 voltas

CLASSIFICAÇÃO DA SEGUNDA CORRIDA
POS PILOTOS CARRO TEMPO/DIFERENÇA
1. Cappellari-Ramos Maserati MC12 1h00m00,860s
2. Vilander-Giannoccaro Maserati MC12 a 23,989s
3. Kessel-Chiesa Ferrari 575 a 27,695s
4. Cadei-Maceratesi a 1m18,894s
5. Pasini-Bobbi Ferrari F430 a 1m20,216s
6. Zardo-Caffi Ferrari F430 a 1m30,820s
7. Merzario-Cressoni Ferrari 360 a 1 volta
8. Pandini-Sabatini Chrysler Viper a 1 volta
9. Giammaria-Gazzè Ferrari 360 a 2 voltas
10. Polato-Coldani Dodge Viper 3 voltas

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Parabéns ao Miguel Ramos! [^]


FR UK: Vasconcelos em grande na chuva

João Vasconcelos teve uma prestação de grande nível na primeira corrida da ronda de Oulton Park do Campeonato Britânico de Fórmula Renault, ao assegurar o quinto lugar, depois de arrancar da décima quinta posição.

A pista inglesa apresentava-se completamente encharcada quando as luzes se apagaram para o início da prova. Nestas condições, o piloto português pôde ultrapassar as limitações que o seu carro demonstrou ao longo de toda o fim-de-semana e lançou-se numa prestação notável, ultrapassando dez pilotos até ao quinto lugar Vasconcelos terminou a pouco mais de treze segundos de Markus Nimeh que alcançou a bandeirada de xadrez na liderança.

Para a segunda corrida do programa a tarefa de João Vasconcelos afigurava-se mais difícil, dado que partia de um longínquo vigésimo segundo lugar, onde se quedou a quase 1,8s de Sam Bird, o poleman. Ainda assim, o piloto português recuperou seis lugares, mas não conseguiu melhor que o décimo sexto lugar a treze segundos de Will Bratt, vencedor.

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FR 2.0NEC: Jante rouba vitória a Albuquerque

Filipe Albuquerque não esteve hoje ao seu melhor nível na segunda corrida da ronda de Spa-Francorchamps da Fórmula Renault 2.0, abandonando quando liderava confortavelmente a prova.

O piloto português arrancou da segunda posição da grelha de partida, mas assumiu a liderança logo no arranque, porém, o acidente de John Edwards enviou o Safety Car para a pista, tendo Chris van der Drift, o poleman, aproveitado o reinicio da corrida para lançar um ataque ao homem da Red Bull. No entanto, o holandês ultrapassou Albuquerque antes da linha de meta, o que lhe garantiu um drive through.

O piloto português parecia bem encaminhado para obter a sua segunda vitória da temporada, mas, quando faltavam duas voltas para o final, uma jante cedeu ao aproximar-se do dantesco Eau Rouge e perdeu o controlo do seu carro. Ainda assim, e com alguma mestria à mistura, o piloto de Coimbra evitou bater nos pneus, o que lhe garantia um violento acidente. Porém, o abandono era inevitável, custando-lhe uma mais que certa subida ao degrau mais alto do pódio.

Félix Duarte da Costa também não teve a sorte pelo seu lado e viu-se forçado a abandonar, depois de ter partido da décima quarta posição da grelha de partida.

Xavier Maassen acabou por ser o vencedor, assumindo o comando do Campeonato, enquanto que Filipe Albuquerque figura agora na quarta posição a dezoito pontos do líder. Duarte Félix da Costa detém actualmente trinta pontos, o que lhe garante a décima primeira posição na classificação

CAMPEONATO DE PILOTOS
POS PILOTO EQUIPA PONTOS
1. Xavier Maassen JD Motorsport 77
2. Mervyn Kool AR Motorsport 72
3. Chris van der Drift JD Motorsport 71
4. Filipe Albuquerque Motopark Oschersleben 59
5. John Edwards Motopark Oschersleben 54
(…)
11. Duarte Félix da Costa AR Motorsport 30

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Muito azar para o Albuquerque :( Um dos mais promissores jovens pilotos portugueses, e talvez o que esteja mais perto de rodar com um F1.
 
GP2: Parente vai testar para a Arden

Álvaro Parente vai testar amanhã e na quarta-feira com a equipa Arden International, que participa no Campeonato GP2, substituindo o seu piloto Nicolas Lapierre, ainda a recuperar das lesões sofridas na sequencia do acidente na corrida do Grande Premio do Mónaco.

Recorde-se que o jovem piloto português, no inicio da temporada, e quando ainda não tinha o seu futuro definido chegou a testar com a Arden, dado que a dis**** do Campeonato GP2 chegou a estar em aberto, e deixou excelente impressão junto da equipa britânica, não só, pelo seu desempenho, como ainda pelos tempos alcançados, dai o convite que lhe foi endereçado.

¿Sinto-me orgulhoso por ter sido chamado pela Arden para estes testes, o que só revela que ficaram satisfeitos com o meu trabalho quando andei num dos seus carros em Dezembro de 2005, agora, nestes dois dias, terei oportunidade de conhecer melhor o carro e também a equipa, ajudando-a naquilo que for necessário, no que respeita a preparação das próximas corridas do Campeonato GP2¿, declarou Álvaro Parente.

O jovem piloto, que dis**** as World Series by Renault 3.5, ao fim de cinco corridas está classificado no quarto lugar do campeonato, a somente quatro pontos do líder, depois de ter vencido a sua primeira corrida, a semana passada, em Istambul.

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[^][^] Parabéns ao Parente. Vai ter a oportunidade de mostrar novamente serviço e talvez fazer uma corrida em Magny-Cours.
 
Testar já ele testou antes... Eu gostava é que ele fosse chamado a fazer uma prova! Isso sim!

Ainda dentro dos pilotos portugueses lá fora, fiquei abismado com o que me disse o Filipe Albuquerque. Eu perguntei-lhe se os responsáveis da Red Bull já lhe tinham dito alguma coisa sobre a próxima temporada. Ele disse que ou começa a fazer melhores resultados ou vai para casa estudar! [:0] Eles são mesmo muito exigentes!
Para terem mais uma ideia, eu perguntei-lhe ~porque é que ele não estava a repetir a F3 e ele disse que o ano passado foi uma excepção "Só fui lá parar porque o piloto que lá estava foi despedido." :(

É preciso lembrar que o Filipe é um piloto excelente e ficaram todos muito contentes com as prestações dele no ano passado. Mas isso não chega.
Acho que não estou a cometer nenhuma inconfidência porque ele não disse segredo nenhum...
 
Tism, é importante não esquecer que a redbull é uma formação altamente profissional com dezenas de lugares em consante dis****.é deveras dificil para um piloto dum país que não tem tradição nem uma grande quantidade patrocinios próprios(principalmente isto) vingar

cumprimentos
 
Eu tenho noção disso, mas no ano passado o Filipe fez um brilharete. Veio dos karts e começou logo a ganahr corridas na Formula Renault e até na Formula 3 o vi ganhar à chuva! Com tudo isto pensei que fossem mais brandos com ele, mas não.
Atenção, não estou a dizer que acho mal a atitude da Red Bull. Compreendo porque há muito dinheiro investido. Mas não estava à espera que fossem tão duros com um dos seus melhores pilotos. Só isso.
 
WSR: Parente assume comando do campeonato (actualizado)
Data: 16/07/2006 15:53

Sebastien Vettel continuou a sua estreia de sonho na Fórmula Renault 3.5 e hoje venceu em Misano a sua segunda corrida na categoria. Álvaro Parente concluiu a prova na quarta posição e assumiu a liderança do campeonato.

O piloto da Red Bull, que na semana passada testou pela BMW Sauber, arrancou da pole-position e não ofereceu qualquer veleidade aos seus perseguidores, obtendo uma vitória dominadora.

Bem Hanley e Davide Valsecchi acompanharam Vettel na subida ao pódio e apenas o britânico conseguiu incomodar por breves momentos o alemão após a paragem nas boxes deste.

Álvaro Parente realizou uma corrida consistente e alcançou uma importante quarta posição, dado que lhe permite assumir o comando no campeonato.

O arranque não correu da melhor forma para o piloto português, tendo inclusivamente perdido algumas posições. O ritmo imposto e a sua persistência valeram-lhe uma boa recuperação, também ajudada pelo excelente trabalho de equipa, aquando a paragem nas boxes.

"Hoje o arranque não correu bem e logo na primeira curva tive que alargar a trajectória para não bater num adversário, o que me fez baixar algumas posições. Seguiu-se um período intenso em que dei o máximo que podia e consegui assim recuperar alguns lugares. À 6ª volta fiz o pit-stop e, e devido ao magnífico trabalho da equipa, perdi muito pouco tempo nas boxes. Mesmo a sentir o carro a fugir de traseira, continuei a impor um ritmo forte e terminei com um quarto lugar, amealhando pontos valiosos para o Campeonato", sustentou Álvaro Parente.

Parente está satisfeito com o trabalho da equipa, embora sublinhe que o monolugar é extremamente rápido nas qualificações, mas perde competitividade durante as corridas: "De futuro temos que trabalhar para melhorar o comportamento do carro durante as provas porque perde eficiência devido às elevadas temperaturas que se registam no decurso das corridas", finalizou Parente.

POS PILOTO EQUIPA TEMPO/DIFERENÇA
1. Sebastian Vettel Carlin 39:38.412
2. Ben Hanley Cram + 2.658
3. Davide Valsecchi Epsilon Euskadi + 9.198
4. Alvaro Parente Victory + 12.115
5. Andy Soucek Interwetten + 13.510
6. James Rossiter Pons + 16.455
7. Alx Danielsson Comtec + 20.555
8. Eric Salignon Interwetten + 31.570
9. Ryo Fukuda Tech 1 + 33.548
10. Sean McIntosh KTR + 34.801
11. Celso Miguez Pons + 34.534
12. Patrick Pilet GD + 35.965
13. Alvaro Barba Jenzer + 37.557
14. Milos Pavlovic Cram + 47.082
15. Enrico Toccacelo EuroInternational + 47.697
16. Michael Aleshin Carlin + 48.071
17. Borja Garcia RC + 49.763
18. Steven Kane Epsilon Euskadi + 50.482
19. Jerome D'Ambrosio Tech 1 + 55.536
20. Matteo Meneghello GD + 57.571
21. Carlos Iaconelli EuroInternational + 1 volta
ABANDONOS
Alessandro Bonetti Jenzer 25
Christian Montanari Prema 22
Tomas Kostka Draco 16
Hayanari Shimoda Victory 14
Gregory Franchi Prema 14
Robbie Kerr KTR 6
Pastor Maldonado Draco 6
Bruce Jouanny RC 1

Actualizado às 17.16

WSR: Parente 4º na 2ª Qualificação (12.34)
Sebastien Vettel continua a impressionar na sua corrida de estreia na Fórmula Renault 3.5 e alcançou a pole-position para a segunda corrida do fim-de-semana de Misano. Álvaro Parente foi o segundo mais rápido da sua série e arrancará para a prova desta tarde da quarta posição.

Este é um bom resultado para o português que, além de ter possibilidades de se bater pela vitória, é dos pilotos que figuram no topo da classificação do campeonato, o mais bem colocado na grelha de partida, tendo a possibilidade de assumir a liderança.

TEMPOS DO GRUPO A
POS PILOTO EQUIPA TEMPO DIFERENÇA
1. Sebastian Vettel Carlin 1:18.784
2. Christian Montanari Prema 1:19.234 + 0.455
3. Ben Hanley Cram 1:19.448 + 0.664
4. Sean McIntosh KTR 1:19.470 + 0.686
5. James Rossiter Pons 1:19.481 + 0.697
6. Hayanari Shimoda Victory 1:19.543 + 0.759
7. Alvaro Barba Jenzer 1:19.693 + 0.909
8. Borja Garcia RC 1:19.735 + 0.951
9. Eric Salignon Interwetten 1:19.824 + 1.040
10. Enrico Toccacelo EuroInternational 1:20.259 + 1.475
11. Celso Miguez Pons 1:20.564 + 1.780
12. Matteo Meneghello GD 1:20.644 + 1.860
13. Steven Kane Epsilon Euskadi 1:20.682 + 1.898
14. Alessandro Bonetti Jenzer 1:21.351 + 2.567

TEMPOS DO GRUPO B
POS PILOTO EQUIPA TEMPO DIFERENÇA
1. Andy Soucek Interwetten 1:19.479
2. Alvaro Parente Victory 1:19.679 + 0.200
3. Davide Valsecchi Epsilon Euskadi 1:20.074 + 0.595
4. Michael Aleshin Carlin 1:20.342 + 0.863
5. Patrick Pilet GD 1:20.366 + 0.887
6. Bruce Jouanny RC 1:20.456 + 0.977
7. Gregory Franchi Prema 1:20.549 + 1.070
8. Milos Pavlovic Cram 1:20.677 + 1.198
9. Robbie Kerr KTR 1:20.711 + 1.232
10. Ryo Fukuda Tech 1 1:20.711 + 1.232
11. Alx Danielsson Comtec 1:21.017 + 1.538
12. Tomas Kostka Draco 1:21.150 + 1.671
13. Jerome D'Ambrosio Tech 1 1:21.773 + 2.294
14. Carlos Iaconelli EuroInternational 1:22.084 + 2.605
15. Pastor Maldonado Draco

GRELHA DE PARTIDA
POS PILOTO EQUIPA
1. Sebastian Vettel Carlin
2. Andy Soucek Interwetten
3. Christian Montanari Prema
4. Alvaro Parente Victory
5. Ben Hanley Cram
6. Davide Valsecchi Epsilon Euskadi
7. Sean McIntosh KTR
8. Michael Aleshin Carlin
9. James Rossiter Pons
10. Patrick Pilet GD
11. Hayanari Shimoda Victory
12. Bruce Jouanny RC
13. Alvaro Barba Jenzer
14. Gregory Franchi Prema
15. Borja Garcia RC
16. Milos Pavlovic Cram
17. Eric Salignon Interwetten
18. Robbie Kerr KTR
19. Enrico Toccacelo EuroInternational
20. Ryo Fukuda Tech 1
21. Celso Miguez Pons
22. Alx Danielsson Comtec
23. Matteo Meneghello GD
24. Tomas Kostka Draco
25. Steven Kane Epsilon Euskadi
26. Jerome D'Ambrosio Tech 1
27. Alessandro Bonetti Jenzer
28. Carlos Iaconelli EuroInternational
29. Pastor Maldonado Draco

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Mais um português a liderar um campeonato internacional. O Lamy tb já o faz a partir deste fim-de-semana [^][^]

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Eurocup FR 2.0: Albuquerque minimiza problemas (actualizado)
Data: 16/07/2006 18:10

Dani Clos dominou hoje em Misano a segunda corrida da Eurocup da Fórmula Renault 2.0 do fim-de-semana, mas foi excluído da classificação devido a irregularidades técnicas, entregando a vitória a Chris Van der Drift. Filipe Albuquerque teve mais uma corrida sofrida.

O piloto da Jenzer mostrou-se inalcançável para os seus adversários, beneficiando do facto de participar no Campeonato Italiano de Fórmula Renault 2.0 para se colocar em posição de açambarcar as melhores posições ao longo de todo o fim-de-semana. Contudo, o seu carro viria a ser considerado ilegal pelos comissários técnicos, o que ditou a sua desclassificação e consequente promoção de Chris Van der Drift ao primeiro lugar.

Filipe Albuquerque terminou na quinta posição, mas, após a desclassificação do piloto da Jenzer, passou ao quarto lugar. O jovem da Red Bull arrancou muito bem, mas acabou por cair para a sétima posição, após um toque com Adrian Zaugg. Contudo e com a tenacidade que o caracteriza, recuperou dois lugares apesar da proximidade de andamentos verificada, cruzando a meta no quinto posto.

O piloto português ocupa agora a quarta posição do campeonato a dez pontos do terceiro, esperando na próxima ronda, a dis****r em Nurburgring, reverter a situação a seu favor.

POS PILOTO EQUIPA
1. Van der Drift JD
2. Alguersuari Cram
4. Zaugg Cram
4. Albuquerque Motopark
5. Hartley Motopark
6. Van Dam SG
7. Dillmann SG
8. Baguette Epsilon
9. Buemi Motopark
10. Sebastiani IT Loox

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