Prazer de condução

Prazer de condução

  • Sim

    Votes: 99 92.5%
  • Não

    Votes: 8 7.5%

  • Total voters
    107
não o prazer é mesmo da conducão, do toque do volante, da precisão da caixa de velocidades, do barulhinho dos "piscas", a paisagem é secundária, é claro que é mais agradavel um belo cenário natural do que um bairro de lata ...

Numa condução em ritmo de passeio, e pela forma como tudo se desenvolve, o virar do volante, o engrenar das mudanças e isso tudo processa-se de forma mais calma, mais lenta, e acaba por ser apenas um meio para continuares a disfrutar da viagem.
Nessas condições, quase não faz diferença teres uma caixa "molengona" e imprecisa ou teres a caixa dum S2000.
Continuo a dizer que assim não retiro qualquer prazer da condução.
 
Respondi que sim.

Acho que um bom carro deve dar prazer de condução mesmo em ritmos calmos.

Mas nem todos dão...
 
Quando vou acompanhado conduzo devagar por forma a dar conforto e atenção aos ocupantes, o prazer é a companhia, a conversa, a paisagem, etc...

Quando sozinho concentro-me em tudo o que tem a ver com a condução e nem música oiço, conduzo depressa e o prazer é proveniente da condução.
 
Infelizmente tenho pouca experiência nalgumas dessas situações, mas confesso que acho a ideia deliciosa.

Um dos problemas práticos que já "senti na pele" é que os camionistas e outros condutores de veículos altos ficam com visão panorâmica :sh)

Há que ter também um certo cuidado na escolha da via, pois um ressalto forte numa das nossas famosas crateras, pode arruinar por completo o prazer da "viagem" e algumas consequencias nefastas para a integridade fisica do condutor.
 
Esta prática em viagens de trabalho entre colegas (de sexos diferentes, obviamente) é muito recomendável, porque está provado que ao sujeito passivo diminui a agressividade ao volante e à activa aumenta o indice proteico [:cool:]
Lá esta tu com a ideia que o macho é que conduz! Se fosse o contrario onde é que o activo aumentava o nivel proteico?
 
Lá esta tu com a ideia que o macho é que conduz! Se fosse o contrario onde é que o activo aumentava o nivel proteico?

Isso é muito perigoso !! :eek:

Que sejam elas a conduzir e

que ainda assim pratiquem o broxe

Não tentes fazer isso :sh)
 
Lá esta tu com a ideia que o macho é que conduz! Se fosse o contrario onde é que o activo aumentava o nivel proteico?

O nível proteico manter-se-ia, seguramente, inalterado.
Mas com o cinto de segurança a acentuar a separação entre os dois "airbags" opcionais, e de acordo com um tópico que li neste fórum, diria que a esperança de vida do sujeito passivo sairia desta situação claramente beneficiada [:D]
 
Isso é muito perigoso !! :eek:

Que sejam elas a conduzir e

que ainda assim pratiquem o broxe

Não tentes fazer isso :sh)

Com sorte acabas por ter, em conjunção com a aplicação do alfinete de peito, um tratamento hispânico do selector da caixa de velocidades [:D]
Claro que tal situação está inerentemente dependente da volumetria dos airbags opcionais [:p]
 
Eu retiro prazer por ex de o carro numa subida ir a 2000rpm sem morrer, o suave balançar de irregularidades bem filtradas (não gosto muito da tabua do ibiza do meu irmão [:D]), duma mudança metida na calma para a rotação descer para um ponto em que nem se nota no andamento que houve passagem de caixa, desviar daquele alto na estrada causado pela arvore na beira, olhar para o cb e verificar que não esta a haver muito rombo na carteira. [:cool:]
 
Numa condução em ritmo de passeio, e pela forma como tudo se desenvolve, o virar do volante, o engrenar das mudanças e isso tudo processa-se de forma mais calma, mais lenta, e acaba por ser apenas um meio para continuares a disfrutar da viagem.
Nessas condições, quase não faz diferença teres uma caixa "molengona" e imprecisa ou teres a caixa dum S2000.
Continuo a dizer que assim não retiro qualquer prazer da condução.

Para mim faz diferença e muita, se há coisa com que embirro mesmo é uma caixa imprecisa (exemplo do que quero dizer a cx do rover 200 1.4 era excelente nesse aspecto, precisa e com o peso correcto) já as dos carros japoneses são normalmente demasiado leves .

Para mim o prazer advem do aumento de sensibilidade proporcionado pela tranquilidade, para ti aparentemente, da adrenalina, é por isso que o mundo é redondo [;)]
 
epah, eu acho que sim.

gosto muito de dar uma voltinha na cidade durante a noite devagar, com o vidro aberto e uma boa musica a acompanhar.

mas também não sei se isso é prazer de condução, ou se é o desfrutar do que me rodeia.
 
epah, eu acho que sim.

gosto muito de dar uma voltinha na cidade durante a noite devagar, com o vidro aberto e uma boa musica a acompanhar.

mas também não sei se isso é prazer de condução, ou se é o desfrutar do que me rodeia.

Tinhas o mesmo prazer se desses essa mesma volta à pendura?
 
O nível proteico manter-se-ia, seguramente, inalterado.
Mas com o cinto de segurança a acentuar a separação entre os dois "airbags" opcionais, e de acordo com um tópico que li neste fórum, diria que a esperança de vida do sujeito passivo sairia desta situação claramente beneficiada [:D]

O proteico subiria em proporção directa com o nivel calorico, apenas dependendo da qualidade dos "airbags" extra (para mim têm que ser de série, que isso de opcionais deixa-me confuso) [:)] [:)] [:)]
 
Eu retiro prazer por ex de o carro numa subida ir a 2000rpm sem morrer, o suave balançar de irregularidades bem filtradas (não gosto muito da tabua do ibiza do meu irmão [:D]), duma mudança metida na calma para a rotação descer para um ponto em que nem se nota no andamento que houve passagem de caixa, desviar daquele alto na estrada causado pela arvore na beira, olhar para o cb e verificar que não esta a haver muito rombo na carteira. [:cool:]

São gostos, como em tudo nesta vida [;)]

O prazer de condução, para mim, está no motor a gritar, na traseira a lutar por se manter agarrada à estrada (ou a deslizar para apontar melhor o carro para a saída da curva), na rapidez das passagens de caixa, na forma como sentimos o carro através do banco (quanto menos filtrado, melhor), na trajectória que acabámos de "inventar" e que permite fazer aquela curva um bocado mais depressa, na forma como exploramos o ponto mais tardio em que temos que travar (ou o ponto onde podemos começar a acelerar mais cedo), em sentir o carro precisamente no limite e os pneus no pico da aderência, sabendo que se tirarmos o pé do acelerador ou se virarmos mais o volante perdemos a trajectória e temos que abrandar, ou em sentir que vamos entrar muito depressa numa curva e a frente se vai embora e que, para travar o carro sem o desequilibrar, temos que fazer ali um "ponta-tacão", etc...
Tem a ver com a forma como todas as pequenas técnicas que aprendemos se conjugam ali naquele momento para nos permitir deter o máximo de controlo sobre o carro, mesmo sabendo que o controlo em pleno é uma ilusão. Claro que tudo isto vive um bocado do risco. É inerente.
 
O proteico subiria em proporção directa com o nivel calorico, apenas dependendo da qualidade dos "airbags" extra (para mim têm que ser de série, que isso de opcionais deixa-me confuso) [:)] [:)] [:)]

Só são opcionais no carro [;)] [:D]
Até podem não ser sempre os mesmos, pá [:)]
 
São gostos, como em tudo nesta vida [;)]

O prazer de condução, para mim, está no motor a gritar, na traseira a lutar por se manter agarrada à estrada (ou a deslizar para apontar melhor o carro para a saída da curva), na rapidez das passagens de caixa, na forma como sentimos o carro através do banco (quanto menos filtrado, melhor), na trajectória que acabámos de "inventar" e que permite fazer aquela curva um bocado mais depressa, na forma como exploramos o ponto mais tardio em que temos que travar (ou o ponto onde podemos começar a acelerar mais cedo), em sentir o carro precisamente no limite e os pneus no pico da aderência, sabendo que se tirarmos o pé do acelerador ou se virarmos mais o volante perdemos a trajectória e temos que abrandar, ou em sentir que vamos entrar muito depressa numa curva e a frente se vai embora e que, para travar o carro sem o desequilibrar, temos que fazer ali um "ponta-tacão", etc...
Tem a ver com a forma como todas as pequenas técnicas que aprendemos se conjugam ali naquele momento para nos permitir deter o máximo de controlo sobre o carro, mesmo sabendo que o controlo em pleno é uma ilusão. Claro que tudo isto vive um bocado do risco. É inerente.

Espero que estejas a falar somente de track-days. [;)]
 
Espero que estejas a falar somente de track-days. [;)]

Não! Não sou demagogo.
Tenho plena consciência de que corro riscos, algumas vezes porque quero, mas também tenho consciência de que se alguma coisa correr mal, será apenas para mim. E só nessas condições é que o faço.
Só me "estico" em estradas que conheço, a horas de movimento quase nulo, e em sítios com total visibilidade.
De resto, até sou daquelas pessoas que abranda quando passa por um grupo de pessoas no passeio, não vá uma meter-se na estrada assim distraída, ou ser empurrada por alguém "na brincadeira".
Há um sítio e uma altura para tudo.
 
Espero que estejas a falar somente de track-days. [;)]

Vou mesmo mais longe, ao ponto de dizer que já ultrapassei um carro num gancho. Mas foi na estrada para o Cabo da Roca, a descer, num sítio onde vemos a estrada toda lá em baixo, o gancho, e a estrada a seguir ao gancho. Nunca me atreveria a fazê-lo noutra curva qualquer.
 
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