Presidenciais Americanas - Obama eleito

Presidenciais Americanas - Obama eleito

  • Barack Obama

    Votos: 167 89,3%
  • John McCain

    Votos: 13 7,0%
  • Ralph Nader

    Votos: 7 3,7%

  • Total de eleitores
    187
  • Sondagem encerrada .
Estas eleições Americanas têm um facto extremamente positivo: quer ganhe Obama ou McCain, os EUA vão ter uma administração muito mais sensata e inteligente.

E isso são excelentes notícias para todo o mundo...
 
Desde à umas 2/3 semanas, fiquei convicto que vai ser o McCain o próximo presidente, não sei porquê, mas fiquei com este pressentimento.

"Cheira-me" que se o McCain ganhar, vamos continuar a ter aquelas gaffes que nem o Bush (já viram a ultima do McCain?)
 
Continua distraído ou é pura ingenuidade continental?, quanto ao liberalismo todos o são naquela Nação.[:D]
Coréia, Panamá, Granada, Afeganistão, além da Fria ....

Segundo esse raciocínio, as eleições deveriam ser feitas dentro do Pentágono. [:D] [:D]

Como é óbvio, comentários destes vão ficar sem resposta. [:cool:]
 
Eu acho que apesar de tudo e Hillary "dava mais jeito" prós tempos k correm.
Mesmo sendo mais establishment e pro big business e status quo e blá blá blá.
Apesar disso tudo preferia a Hill.
MCcain no way!
Obama é um risco. Pode correr bem...ou...
Espero que no mínimo ganhe o Obama e que não seja só imagem. Espero que seja mto mais do que um D Sebastiao qq ou um Messias.
 
...
Não tem lógica que a maior potência mundial entre em guerra. Não há qualquer lógica. Ninguém ganha com isso a não ser industrias como a do armamento. É vergonhoso e demonstra falta de classe. É um redneck que manda naquilo.
...
Menos lógica há na posição de cidadãos não americanos, que pretendem que estes façam o trabalho sujo. [;)]
 
Coréia, Panamá, Granada, Afeganistão, além da Fria ....

Segundo esse raciocínio, as eleições deveriam ser feitas dentro do Pentágono. [:D] [:D]

Como é óbvio, comentários destes vão ficar sem resposta. [:cool:]

Uma retirada estratégica, por falta de conteúdo e alcance de pensamento, enfim![:D] [;)]

Como é óbvio, foi uma perda total de tempo, algum tipo de intercâmbio cultural.[:cool:]
 
Tipo nós no continente mais competitivo do mundo já em 2010 (estratégia de Lisboa dixit) ? [:D]
A estratégia de Lisboa foi muito bem pensada. O problema é passar das palavras aos actos[;)]

Os políticos Europeus querem promover de forma política aquilo que nos EUA é natural: a economia do conhecimento. O problema é que nem tudo se muda por decreto...
 
Uma retirada estratégica, por falta de conteúdo e alcance de pensamento, enfim![:D] [;)]

Como é óbvio, foi uma perda total de tempo, algum tipo de intercâmbio cultural.[:cool:]
Interessante ...

Meses de sublinhados, referências, citações que me foram feitas e acabas o namoro só porque eu tenho um ponto de vista diferente.

Algo me diz que foi uma relação mal estruturada. [:D] [:D]

Não previa este desfecho. Mas as grandes paixões têm estes destinos. [;)]
 
A estratégia de Lisboa foi muito bem pensada. O problema é passar das palavras aos actos[;)]

Os políticos Europeus querem promover de forma política aquilo que nos EUA é natural: a economia do conhecimento. O problema é que nem tudo se muda por decreto...

Ser bem pensada para mim pressupõe ser praticável e, consequentemente, aplicável [;)] Logo sou forçado a concluir que foi mal pensada e estruturada.

Porque, como dizes, palavras e intenções, nós fazemos as que quisermos. Essa é a parte fácil da vida.

De qualquer forma, concordo com o Carlos que a maior incoerência de política externa na UE (e na própria perspectiva de uma boa maioria dos cidadãos e media) é a relação com os EUA.

Acho que muito do anti-americanismo vem daí. No fundo temos vergonha de sermos protegidos por eles e de eles fazerem o trabalho sujo por nós.

E como tal, num processo algo freudiano, tendemos "pulsionalmente" à demonização de quem toma a posição difícil de tomar...decisões difíceis.

O que não implica que não haja divergências e não devam existir e que os EUA só tomem decisões acertadas.

Naturalmente que as há e naturalmente que fazem muita asneira. Aliás, bem diz a minha avó: só quem não mexe na cozinha e entra e senta-se simplesmente para comer depois de alguém ter arranjado a mesa, não parte pratos ou copos.

Mas, na minha opinião, a maioria do anti-americanismo (particularmente nos grandes países: França, etc) baseia-se quase exclusivamente em complexos pós-WW2 que os europeus ganharam. Já salvaram isto 2x, substituíram a Europa como o bloco principal no Mundo, etc.

Isso dá cabo do ego europeu.

Aquela ideia que nós temos de olhar para o mapa mundi e achar que a Europa está no meio é terrivelmente difícil de largar.
 
Última edição:
Ser bem pensada para mim pressupõe ser praticável e, consequentemente, aplicável [;)] Logo sou forçado a concluir que foi mal pensada e estruturada.
Praticável até é e por exemplo em Portugal até foram atingidos alguns objectivos, mas estamos muito longe daquilo que se pretendia.

Acho que muito do anti-americanismo vem daí. No fundo temos vergonha de sermos protegidos por eles e de eles fazerem o trabalho sujo por nós.
Talvez... mas olha que o anti-americanismo não é exclusivo da Europa.

Na minha opinião, o anti-americanismo na Europa é muito complexo e deve-se a muitos factores diferentes:

  • Existem os anti-americanos dogmáticos. São normalmente alinhados com partidos de esquerda, tipo BE e PCP, que não digeriram bem a história;
  • Existem também aqueles que se julgam intelectualmente superiores aos Americanos;
  • Aqueles que não suportam o facto de os EUA se terem tornado numa super-potência planetária;
  • E aqueles que não são realmente anti-americanos, são apenas contra algumas medidas da política externa Americana.
No entanto, na Europa de Leste, os Americanos são de uma forma geral muito bem vistos. Eles experimentaram na pele o sistema comunista e pelos vistos não gostaram muito...[:D]

Os próprios Americanos também contribuem imenso para serem odiados:
  • As suas políticas externas são por vezes incoerentes e insensatas;
  • O facto de possuirem um enorme poderio militar leva-os por vezes a abusar desse poder;
  • A forte presença militar um pouco por todo o mundo fomenta as acusações de imperialismo;
A recente invasão do Iraque foi um desses episódios desnecessários e insensatos que contribuiu imenso para o anti-americanismo um pouco por todo o mundo.
 
Isso dá cabo do ego europeu.

Aquela ideia que nós temos de olhar para o mapa mundi e achar que a Europa está no meio é terrivelmente difícil de largar.
Vai demorar tempo. Muito tempo.

Até lá, poderiamos tentar encontrar o nosso lugar no Mundo, numa Europa com identidade, rumo e certezas. [;)]
 
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