Private banking

paslg

New member
Sabem a partir de que valores se é considerado "cliente especial" nos principais bancos a actuar em Portugal? Sei que a fasquia do BES para o private banking está nos 350mil euros, mas em conversas da treta com uns amigos eles insistiam que era mt mais. Não é essa a ideia que tenho... Alguém que me tire esta dúvida pouco importante...
Cumprimentos.
 
Varia de banco para banco, mas regra geral requer activos acima de 1 milhão de euros, o que nao significa que tenha de ser em capital vivo
 
Depende do que se considera "especial"...

O BCP tem o programa PRESTIGE. O ano passado era 35.000 euros e este
ano é 50.000 euros.

Imagino que, deste montante em diante, cada um seja especial à sua maneira...
Uns mais (€€€€€€€€), outros menos (€€€)... [;)] [:D]
 
Depende do que se considera "especial"...

O BCP tem o programa PRESTIGE. O ano passado era 35.000 euros e este
ano é 50.000 euros.

Imagino que, deste montante em diante, cada um seja especial à sua maneira...
Uns mais (€€€€€€€€), outros menos (€€€)... [;)] [:D]


Mas o Prestige não é Private Banking, é uma conta um bocado mais especial que as normais (digo eu)
 
Mas o Prestige não é Private Banking, é uma conta um bocado mais especial que as normais (digo eu)

Pois, mas a questão no tópico era «a partir de que valores se é considerado "cliente
especial" nos principais bancos a actuar em Portugal?»

Por isso eu disse que dependia do que se considera "especial"...

Especiais há muitos... mas "special one" só há um! [:)]

Ou seja, o que eu quero dizer é:
De que serviços prestados é que nós estamos a falar?

Por outras palavras:
Qual o montante a ter em cada banco para ter acesso aos serviços X, Y e Z?

Era deste modo que a questão deveria estar formulada, porque "especial" pode
ser muita coisa...
 
Estou a referir-me à oferta private (referi isso no 1º post) :
- visão integrada do cliente: disponibilizar soluções de investimento que satisfaçam, não só as necessidades puramente financeiras, mas também patrimoniais e fiscais.
 
Não te preocupes porque é o banco que te convida a seres cliente private!

Se fores cliente do banco e se virem que tens potencial e dinheiro para o vir a ser começas a ter um gestor private para ti. Se não fores cliente e se um gestor souber que tens €€€ vai andar-te a chatear para que sejas cliente do banco.

Não chegas lá e queres ser cliente private!!
 
Private Banking a sério é para patrimónios financeiros a partir de 500.000 euros. Admitem-se excepções em casos especiais, como por exemplo para jovens até aos 30 anos, aos quais se poderá aceitar um património um pouco inferior, mas nunca menos de 300 mil.

O Private Banking tem ainda outra característica diferenciadora face aos "Clientes prestígio" e similares dos bancos de retalho: a gestão descricionária do património, isto é, a delegação no Banco das decisões de investimento, consoante o perfil de risco do Cliente.
 
Não te preocupes porque é o banco que te convida a seres cliente private!

Se fores cliente do banco e se virem que tens potencial e dinheiro para o vir a ser começas a ter um gestor private para ti. Se não fores cliente e se um gestor souber que tens €€€ vai andar-te a chatear para que sejas cliente do banco.

Não chegas lá e queres ser cliente private!!
Desculpa??:confused:
 
Estou a referir-me à oferta private (referi isso no 1º post) :
- visão integrada do cliente: disponibilizar soluções de investimento que satisfaçam, não só as necessidades puramente financeiras, mas também patrimoniais e fiscais.

Pois, é o que está no título... mas no texto dizes "cliente especial".

E acabei de verificar que, afinal, eu sempre tinha razão.
É que, o que coloquei a azul, tens no BCP como cliente PRESTIGE (50.000€).

Ora vê:
«(...) Com o Dossier Prestige e com o apoio do seu Gestor será mais simples acompanhar e gerir a sua carteira de investimentos:
Para garantir este acompanhamento é importante identificar as suas necessidades e projectos e determinar o seu perfil de risco enquanto investidor.
Proporcionamos-lhe a informação detalhada da sua carteira de investimentos - distribuição por maturidades e classe de activos, projecção de vencimentos - e prestamos o apoio necessário na alocação estratégica e no acompanhamento, facilitando-lhe as suas decisões de investimento financeiro. (...)
»

Private banking é muito mais que isso que dizes (e que coloquei a azul).
É teres poder de negociação nas taxas de juros nos depósitos, por exemplo.
Ou seja, não te sugerem pacotes de produtos comerciais. Tu negoceias com o
banco o que pretendes.
 

Eu desculpo ;)

Não sei o que não percebeste mas não chega ter dinheiro... É como entrar numa disco, podes ir cheio de marcas mas de calções, caviada e um colar de diamantes se a disco não gostar de ti não entras, aliás até podes entrar mas com o cartão mais caro.

O banco é igual, dependendo do banco e quando maior for e mais nome tiver mais restrições te vão por para seres cliente private. Nesses não interessa só que tenhas dinheiro, eles querem fidelidade e mais importante que tudo nada de escândalos. Para esses o teu € não é nada comparado com o seu nome e para um cliente private o mais importante é saber que o banco é robusto e que não vai acontecer nada ao seu dinheiro..

Conheço um caso em que o cliente foi convidado a sair do banco porque era uma figura publica e o banco não conseguia descortinar de onde vinha o dinheiro e o proprietário da conta não queria dizer.
 
Pois, é o que está no título... mas no texto dizes "cliente especial".

E acabei de verificar que, afinal, eu sempre tinha razão.
É que, o que coloquei a azul, tens no BCP como cliente PRESTIGE (50.000€).

Ora vê:
«(...) Com o Dossier Prestige e com o apoio do seu Gestor será mais simples acompanhar e gerir a sua carteira de investimentos:
Para garantir este acompanhamento é importante identificar as suas necessidades e projectos e determinar o seu perfil de risco enquanto investidor.
Proporcionamos-lhe a informação detalhada da sua carteira de investimentos - distribuição por maturidades e classe de activos, projecção de vencimentos - e prestamos o apoio necessário na alocação estratégica e no acompanhamento, facilitando-lhe as suas decisões de investimento financeiro. (...)»

Private banking é muito mais que isso que dizes (e que coloquei a azul).
É teres poder de negociação nas taxas de juros nos depósitos, por exemplo.
Ou seja, não te sugerem pacotes de produtos comerciais. Tu negoceias com o
banco o que pretendes.
N é o meu objectivo estar a definir com exactidao o q é o private banking (vai bastante além daquilo q referi, eu bem sei), mas sim o q representa em termos de euros o acesso a ele... É que acho que deve ser bastante heterogeneo a nivel do BPI, BCP, BES, SANTANDER E BARCLAYS...
 
Eu desculpo ;)

Não sei o que não percebeste mas não chega ter dinheiro... É como entrar numa disco, podes ir cheio de marcas mas de calções, caviada e um colar de diamantes se a disco não gostar de ti não entras, aliás até podes entrar mas com o cartão mais caro.

O banco é igual, dependendo do banco e quando maior for e mais nome tiver mais restrições te vão por para seres cliente private. Nesses não interessa só que tenhas dinheiro, eles querem fidelidade e mais importante que tudo nada de escândalos. Para esses o teu € não é nada comparado com o seu nome e para um cliente private o mais importante é saber que o banco é robusto e que não vai acontecer nada ao seu dinheiro..

Conheço um caso em que o cliente foi convidado a sair do banco porque era uma figura publica e o banco não conseguia descortinar de onde vinha o dinheiro e o proprietário da conta não queria dizer.

O "dsc" era algo irónico e tinha a ver com o facto de nao ser necessário estares a contar-me algo como se fosse uma novidade reveladora[;)]
N esta em causa o q é a oferta private, apenas qual o critério quantitativo...
 
Vai aqui uma confusão do arco da velha, prestige nada tem a ver com private banking.

Prestige quase qualquer pessoa tem acesso, não é preciso nada de especial.

Private banking é muito diferente, no meu banco é para activos acima de 1 milhão, proporciona um gestor disponivel 24h, negociação de taxas muito acima do genérico, o gestor vem a casa ou a outro lado qualquer ter com o cliente, as burocracias ficam do lado do banco, cartões com condições muito acima do genérico, basicamente o banco quase que paga para sermos clientes, chega inclusivamente a haver ofertas por parte do banco, desde bons relogio, peças de ourivesaria, até automóveis de topo. Acesso a contas numeradas etc etc, Basicamente é ter alguem que unica e exclusivamente tem como função gerir meia duzia de contas, onde o unico objectivo é ter o cliente contente
 
Eu desculpo ;)

Não sei o que não percebeste mas não chega ter dinheiro... É como entrar numa disco, podes ir cheio de marcas mas de calções, caviada e um colar de diamantes se a disco não gostar de ti não entras, aliás até podes entrar mas com o cartão mais caro.
...

Chega ter dinheiro sim. Isso do Private Banking ser um clube restrito para Gentlemen e Ladies é um anacronismo do tempo da outra senhora. Não há private nenhum em Portugal que recuse uma conta a quem apareça com pelo menos meio milhão de euros para aplicar. E se falarmos em bancos Suíços o panorama ainda é mais livre. Se apareceres com 2 ou 3 milhões eles abrem-te uma conta numerada, isto é, uma conta cuja única identificação é um número de conta, em que nem o Gestor de Conta sabe de quem é a fortuna que está a gerir, e tudo se trata através de intermediários.

O Private é um segmento comercial da Banca como outro qualquer, apontado para um segmento muito alto, mas cujo objectivo é o mesmo da banca de retalho: dar lucro.

Conheço um caso em que o cliente foi convidado a sair do banco porque era uma figura publica e o banco não conseguia descortinar de onde vinha o dinheiro e o proprietário da conta não queria dizer.

Isso tem que ver com as obrigações de reporte que os Bancos têm perante o BdP. Sempre que um Banco tenha fortes indícios de transacções suspeitas cometidas pelos seus Clientes, é obrigado por lei a reportar isso ao BdP. Por outro lado, depósitos em dinheiro e transferências acima de determinados montantes requerem da parte do Cliente uma justificação formal da proveniência dos fundos.
Não havendo declaração justificativa o Banco tem o dever (não é o direito, mas sim o dever) de recusar efectuar a transacção.
 
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