Que vinho bebem?

O Grão Vasco é um vinho de entrada de gama da Sogrape no Dão... mesmo sedo um garrafeira vais precisar de sorte...
Experimenta e já ficamos a saber...
É isso.
Esteve bem guardada numa cave, mas são muitos anos. Vou abrir e decantar, tem bastante depósito.
 
Esse Carlos Lucas foi, durante muito tempo, a par com o Parcela Única do Anselmo Mendes, uma das minhas referências de brancos... andava ali entre encruzados e alvarinhos...

Como e esse Campolargo?... nunca bebi mas tenho curiosidade...

Deste do Carlos Lucas falam muito bem, como quem diz, uma referência na casta encruzado, e gosto da maneira que ele apresenta este vinho, a garrafa pesa uma "tonelada" (é a mesma garrafa usada no tinto Vinha da Neve).
O Campolargo por acaso foi o único que já bebi destes três vinhos, já sei ao que vou portanto, lembro-me que o vinho tinha características de paladar a vinho mais antigo, não o sendo, depois caracterizava-o a fruta madura, média concentração, bons taninos, e não é um vinho pesado, bebe-se com relativa facilidade, é um vinho muito diferente de um Calda Bordaleza por exemplo.
 
É isso.
Esteve bem guardada numa cave, mas são muitos anos. Vou abrir e decantar, tem bastante depósito.
So far, not so good.
A rolha estava intacta, mas o vinho cheira à rolha velha... muito depósito, cor acastanhada. Vai decantar enquanto faço o jantar (lasanha caseira, receita da Nonna Turina). Vou já escolher outra para substituir...
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Boa sorte com esse Grão Vasco. Esperemos que se tenha aguentado.

@SilverArrow: conheces a onwine.pt? Foi onde comprei as Murganheiras Millesime, ainda que tenha sido na loja física em Gaia.
 
So far, not so good.
A rolha estava intacta, mas o vinho cheira à rolha velha... muito depósito, cor acastanhada. Vai decantar enquanto faço o jantar (lasanha caseira, receita da Nonna Turina). Vou já escolher outra para substituir...

A rolha de facto tem bom aspecto, até fico admirado, geralmente com tanto tempo desfazem-se.
Ter depósito não é mau indicador, até pelo contrário, a cor acastanhada é normal num vinho dessa idade, o que pode acontecer e é provável é não saber a fruta, só saber a madeira, couro, etc...
 
A rolha de facto tem bom aspecto, até fico admirado, geralmente com tanto tempo desfazem-se.
Ter depósito não é mau indicador, até pelo contrário, a cor acastanhada é normal num vinho dessa idade, o que pode acontecer e é provável é não saber a fruta, só saber a madeira, couro, etc...
Isso, sabe a couro... de sela de cavalo transpirado.
O vinho está bom, mas não é bom.
Não tem absolutamente nenhuma fruta, cheira a madeira velha, couro, trufa. Bastante acidez, mas a puxar para o azedo. Não tem final. Bela cagada.
 
Last edited:
Estavam óptimos.
O VZ tem madeira e o outro é um vinho novo. Nota-se bem na cor e no paladar. Para além que o mais claro sendo Verdelho tem aquele tradicional toque a frutos exóticos.

Eu não conhecia Verdelho até há pouco tempo, bebi um barato da Periquita e gostei bastante.
 
vou ter de me iniciar no Dão / Bairrada asap [;)]
mas primeiro tenho de dar desbaste nas garrafas cá de casa, que a maria já não me deixa comprar mais nada [:)]

A minha mulher também me pergunta porque é que eu compro mais vinho com tantas garrafas que tenho em casa e eu também não sei a razão. [:D]

A verdade é que e a nível de gastronomia e bebida gosto de experimentar coisas diferentes. [kiss]
As saudades que eu já tenho de ir a um restaurante [s)], já disse à minha mulher que todas as semanas ponho 40€ no mealheiro já que não vou jantar fora e depois quando "acabar" o Covid vamos jantar ao Loco [:D] Se ainda existir....:confused:
 
Isso, sabe a couro... de sela de cavalo transpirado.
O vinho está bom, mas não é bom.
Não tem absolutamente nenhuma fruta, cheira a madeira velha, couro, trufa. Bastante acidez, mas a puxar para o azedo. Não tem final. Bela cagada.

É pena! Por falar em Grão Vasco partilho uma foto de um que tive o prazer de beber, há 4 ou 5 meses, e estava belíssimo. Provado entre malta do sector do vinho que se deliciou Ainda tenho umas 5 garrafas deste ano. Tenho provado muitos vinhos dessa altura- Dão e Bairradas. Entradas de gama que se revelam belíssimos vinhos ao fim de tantos anos. Nessa altura a vinificação era mais bruta, mais extracção mais tanino, mais acidez, mais longevidade.

 
Deste do Carlos Lucas falam muito bem, como quem diz, uma referência na casta encruzado, e gosto da maneira que ele apresenta este vinho, a garrafa pesa uma "tonelada" (é a mesma garrafa usada no tinto Vinha da Neve).
O Campolargo por acaso foi o único que já bebi destes três vinhos, já sei ao que vou portanto, lembro-me que o vinho tinha características de paladar a vinho mais antigo, não o sendo, depois caracterizava-o a fruta madura, média concentração, bons taninos, e não é um vinho pesado, bebe-se com relativa facilidade, é um vinho muito diferente de um Calda Bordaleza por exemplo.



Mais "pesadão" esse Calda Bordaleza?

O Vinha da Neve é um branco excelente, requintado, cheio de fruta dita branca, a mineralidade do encruzado, mas muito afinado, elegante, sem alguns dos exageros que algumas vezes se sentem nos encruzados... não há como não gostar... digo eu.

Depois comenta.
 
Isso, sabe a couro... de sela de cavalo transpirado.
O vinho está bom, mas não é bom.
Não tem absolutamente nenhuma fruta, cheira a madeira velha, couro, trufa. Bastante acidez, mas a puxar para o azedo. Não tem final. Bela cagada.



Essa da sela de cavalo aponta para um defeito típico de um envelhecimento que não correu lá muito bem... a cor sugere que, além de velho, o que e natural, terá perdido qualidades do caminho, sugerindo-se-me estar algo aguado... não sei.
 
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