CarlosL
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Vou tentar justificar estas observações.E humildemente te peço para fundamentares ambas as frases.
Há vinhos que se tornaram um sucesso transnacional e para responder à procura há que ir buscar uvas fora dos muros da quinta. Até aqui, tudo bem. Toda a gente tem essa prática para situações extremas.
A questão de fundo é que para garantir a presença em certos mercados, esses vinhos são tratados para terem um determinado aroma e paladar. Não digo que se faça algo de ilícito, mas há vinhos que verde têm pouco. Juntam outras uvas brancas em zonas de produção excedentária (como a Estremadura) e proporcionam-lhe um determinado tipo de fermentação para se equilibrar ao típico Vinho Verde.
E é muito engraçado vermos que em Londres o Gazela é um vinho verde muito apreciado. Tal como o Mateus Rosé em todo o mundo.
Até agora, acredito que seja apenas misturas de uvas e aí não tenho nada a dizer. [
Porque convencer um Inglês de que há coisas muito superiores ao Mateus Rosé é para um gajo se cansar desnecessariamente. [

