Que vinho bebem?

Vou explicar da maneira que entendi o vinho: bastante sólido, robusto, notas de fruta de caroço, ligeiramente compotado, sendo já de 2014 parece de certa maneira intocável pelo tempo, não está jovem nem está desenvolvido, está no ponto, eu aqui falaria em harmonia, que é o que melhor traduz o vinho, e calculo que o seu ponto de equilíbrio é suficientemente grande, para daqui a 1 ano ele estar quase na mesma, por exemplo. A sensação que tive é que estava a beber um Reserva Especial, mas branco, é um vinho que te preenche a boca e os sentidos.
Especificamente o Ferreirinha Reserva especial (que é o mais conhecido por RE) ou genericamente um "topo de gama"?

Há alguns brancos com a designação Reserva Especial, o Vallegre por exemplo (que eu não apreciei nada).
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Vou explicar da maneira que entendi o vinho: bastante sólido, robusto, notas de fruta de caroço, ligeiramente compotado, sendo já de 2014 parece de certa maneira intocável pelo tempo, não está jovem nem está desenvolvido, está no ponto, eu aqui falaria em harmonia, que é o que melhor traduz o vinho, e calculo que o seu ponto de equilíbrio é suficientemente grande, para daqui a 1 ano ele estar quase na mesma, por exemplo. A sensação que tive é que estava a beber um Reserva Especial, mas branco, é um vinho que te preenche a boca e os sentidos.

Caraças... vais-me obrigar a sacar uma... quanto é que isso anda a custar mesmo?
 
2013 Churchill's Estates Grande Reserva tinto foi o vinho escolhido para um jantar de amigos este fim-de-semana. Depois de 1h a decantar o vinho estava no seu auge.
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Prova os "melhores vinhos de 2012" ...

Para mim, Vale Meão> Crasto da Ponte> Pintas, no top 3 muito renhido! Alguns dos outros estavam top top top, mas estes 3 era final da Champions!
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Tento é vir para este fórum com castas e vinhos não habituais em Portugal.

Embora também se encontram facilmente para quem os quer verdadeiramente.
 
Que tal o 2014 comparado com o de 2013?


Provei-o na feira no sábado, mas em condições que não eram as ideais, o vinho estava numa temperatura demasiado alta, e o meu palato estava todo baralhado de 30 ou 40 provas [:D]

Mas a minha memória vai direitinha para o 2013 e 2012 (ainda tenho duas de 2012)
 
Provei-o na feira no sábado, mas em condições que não eram as ideais, o vinho estava numa temperatura demasiado alta, e o meu palato estava todo baralhado de 30 ou 40 provas [:D]

Mas a minha memória vai direitinha para o 2013 e 2012 (ainda tenho duas de 2012)

Continua a acontecer isso com alguns tintos, eu que fui mesmo às 15h00 apanhei alguns assim.

Há duas coisas para mim muito importantes e que podem arruinar a experiência mesmo de um grande vinho, a temperatura e o copo.

Para mim o top 3 da feira (do que provei) foi

- 1º Quinta do Vale Meão 2020
- 2º Quinta do Vesuvio 2019
- 3º Chryseia 2020

Menção honrosa para o Post Scriptun também da Prats e Syminghton, e para o Merlot da Casa Ermelinda de Freitas que me surpreenderam na sua faixa de preços.

Haveria mais algumas coisas a mencionar como a perca de qualidade dos vinhos Nieport, mas agora não tenho muito tempo [:cool:]
 
Continua a acontecer isso com alguns tintos, eu que fui mesmo às 15h00 apanhei alguns assim.

Há duas coisas para mim muito importantes e que podem arruinar a experiência mesmo de um grande vinho, a temperatura e o copo.

Para mim o top 3 da feira (do que provei) foi

- 1º Quinta do Vale Meão 2020
- 2º Quinta do Vesuvio 2019
- 3º Chryseia 2020

Menção honrosa para o Post Scriptun também da Prats e Syminghton, e para o Merlot da Casa Ermelinda de Freitas que me surpreenderam na sua faixa de preços.

Haveria mais algumas coisas a mencionar como a perca de qualidade dos vinhos Nieport, mas agora não tenho muito tempo [:cool:]

Para mim continua a ser o grande calcanhar de aquiles deles, a temperatura dos tintos, até a prova de nariz magoava, era só álcool, a grande maioria a temperatura estava demasiado alta, apanhei alguns (poucos) razoáveis, penso que nenhum com a temperatura certa.

Nos brancos não tenho razão de queixa.

Nos Porto também não.

Vinhos de que mais gostei:

. Tintos: Gaivosa, Vinha de Lordelo, Abandonado, Batuta.

. Brancos: Nada a salientar, posso salientar é as duas desilusões, Tempo e Dourado.

. Porto: Maynard´s 20 anos, Maynard´s Colheita 2001, Vasquez de Carvalho 40 anos.
 
As feiras têm sempre problemas. São feita spara os produtrores poderem mostrar os seus produtos. Não são propriamente locais de especialidade para provar. Até porque o copo está sempre "contaminado".

Posto isto, há problemas que são típicos nacionais... A feira abre as 15h! Ao público, o que seria que devia estar tudo pronto as 14h30... Mas sempre que abrem há stands vazios, há malta a carregar frapes, gelo e caixas de vinho. E há muitaa garrafa fechada e nada a temperatura certa. Alguns produtores cumprem, outros falham redondamente.

Em relação ao ano passado achei a feira mais calma, menos gente e a oferta até foi boa. Havia muitos vinhos de topo e não havia grandes restrições em servir.
Mas mesmo assim alguns vinhos não estavam abertos ou havia escondidos para depois das 20h ou só mesmo para segunda. É pena...

Nos tintos acho que o que mais me surpreendeu foi o Boavista Reserva 2016. Estava óptimo. Depois o Lordelo e o Abandonado (que não havia no ano passado por exemplo).
Nos brancos foi mais chato, os dois melhores custam 95€ [:)]. Foram o Torre de Palma Reserva da Família e o Quinta da Rede Reserva da Família.
 
As feiras têm sempre problemas. São feita spara os produtrores poderem mostrar os seus produtos. Não são propriamente locais de especialidade para provar. Até porque o copo está sempre "contaminado".

Posto isto, há problemas que são típicos nacionais... A feira abre as 15h! Ao público, o que seria que devia estar tudo pronto as 14h30... Mas sempre que abrem há stands vazios, há malta a carregar frapes, gelo e caixas de vinho. E há muitaa garrafa fechada e nada a temperatura certa. Alguns produtores cumprem, outros falham redondamente.

Em relação ao ano passado achei a feira mais calma, menos gente e a oferta até foi boa. Havia muitos vinhos de topo e não havia grandes restrições em servir.
Mas mesmo assim alguns vinhos não estavam abertos ou havia escondidos para depois das 20h ou só mesmo para segunda. É pena...

Nos tintos acho que o que mais me surpreendeu foi o Boavista Reserva 2016. Estava óptimo. Depois o Lordelo e o Abandonado (que não havia no ano passado por exemplo).
Nos brancos foi mais chato, os dois melhores custam 95€ [:)]. Foram o Torre de Palma Reserva da Família e o Quinta da Rede Reserva da Família.


Por exemplo na prova dos melhores vinhos de 2012, todos os vinhos (garrafa a garrafa) foram decantados, as garrafas lavadas de depósito, voltadas a encher, e mantidas em frio até à prova. O vinho no momento de servir estava perfeito! Dá trabalho, mas é assim que tem de ser, profissionalismo e respeito por matéria prima de excelência!
 
Por exemplo na prova dos melhores vinhos de 2012, todos os vinhos (garrafa a garrafa) foram decantados, as garrafas lavadas de depósito, voltadas a encher, e mantidas em frio até à prova. O vinho no momento de servir estava perfeito! Dá trabalho, mas é assim que tem de ser, profissionalismo e respeito por matéria prima de excelência!

Foi bem feito.

E pelo que vi na net, os copos melhores foram mesmo para a prova do maçanita. Talvez tenha ele levado ou tenha sido exigência.
 
Continua a acontecer isso com alguns tintos, eu que fui mesmo às 15h00 apanhei alguns assim.

Há duas coisas para mim muito importantes e que podem arruinar a experiência mesmo de um grande vinho, a temperatura e o copo.

Para mim o top 3 da feira (do que provei) foi

- 1º Quinta do Vale Meão 2020
- 2º Quinta do Vesuvio 2019
- 3º Chryseia 2020

Menção honrosa para o Post Scriptun também da Prats e Syminghton, e para o Merlot da Casa Ermelinda de Freitas que me surpreenderam na sua faixa de preços.

Haveria mais algumas coisas a mencionar como a perca de qualidade dos vinhos Nieport, mas agora não tenho muito tempo [:cool:]
Sem duvida.

Entrámos às 15:00 e pelo que percebi nenhum dos stands tinha os vinhos à temperatura certa, ou não planearam antecipadamente esra questão, ou não tiveram tempo para se preparar, mas é dificil de entender...

Tive pena de não provar o Vale Meão, porque tenho-o no meu top 5 dos vinhos do Douro.
O Quinta da Rede 2012 Reserva da Familia branco ficou-me na memória, claramente algo diferenciado, pelos anos e pela frescura e aromas vivos que mantem

A preço proibitivo...
 
Depois há outra coisa, provei alguns tintos de "topo" e nenhum está na janela de ser bebido... é um crime beber aquilo, desde Chryseia, Preta Cuvée, Poeira, Blog (19 e 17 bi varietal), Avô Fausto e Pai Abel, Vinha de Lordelo, Abandonado, Manoella VV, etc

Desta vez, fiquei mais entusiasmado com brancos e alguns tintos de "gama média" do que estes topo. 2020 e 2019 tb não me parece que tenham sido grandes anos para uvas.
 
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