Ah sim... mas falando um pouco a sério sobre o assunto, há vinhos cuja digestão é no global mais fácil. Outros "marcam" mais.
Aqui há tempos estive com um CARM na mão "SO2 free", ou seja, sem sulfitos... para quem tem esta sensibilidade.
Falando de Brancos! É muito interessante como também aqui (se calhar até mais) se nota bastante os terroirs e as castas usadas em cada região.
Deixo aqui uma sugestão talvez menos conhecida, do Dão
Quinta do Cerrado - Encruzado. Uma casta excelente da região do Dão, aqui muito harmonioso: grande vinho. A região do Dão tem coisas muito boas.
Um pouco mais acima gosto muito dos brancos Beyra, da autoria do Rui Reboredo Madeira que faz vinhos extraordinários.
São vinhos algo menos conhecidos (suponho) mas muito interessantes.
Depois há os brancos já com estágios longos em madeira e que conseguem ombrear facilmente os nossos tintos. Aliás, há brancos que em prova cega não se saberia facilmente de que cor eram...