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Tu só me arranjas problemas...
Agora fiquei de olho no Ponte Verdelho Branco.
Também fiquei de olho nele [
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Tu só me arranjas problemas...
Agora fiquei de olho no Ponte Verdelho Branco.
Também fiquei de olho nele [], são só 1500 garrafas produzidas, o preço é igual ao tinto (18,50€), a garrafeira nacional até o vende mais barato (16,90€).
Adoro esse tipo de histórias :>Hoje ao Almoço descobri este monocasta da Casa Ermelinda, já tinha ouvido falar dele. Gostei muito, vinho sifisticado de aromas e muito macio de taninos. Elegante, numa só palavra!
Acabei a compra-lo! []
Fica aqui um pouco da sua historia que é bem interessante.
Carmenère, a casta que se julgava extinta e que renasceu no Chile
A história da casta Carmenère tem um lugar especial no admirável mundo da viticultura. A filoxera fê-la desaparecer da sua região de origem, Bordéus. Mas cerca de século e meio depois viria a ser descoberta acidentalmente no Chile, onde encontrou o <em>terroir</em> perfeito e o reconhecimento mundial.
O Chile é um país excelente para muitas castas europeias, nomeadamente para as francesas Cabernet Sauvignon, Syrah, Pinot Noir, Merlot, Chardonnay e Sauvignon Blanc. Mas é verdadeiramente único para a variedade Carmenère, uma casta que, depois de ter desaparecido de França, viria a ser descoberta por um acaso naquele país da América do Sul, no outro lado do mundo. Se há vinhos chilenos que vale a pena conhecer, pela sua exclusividade e singularidade, são precisamente os tintos dessa casta.
Há também uma variedade étnica que alguns enólogos conhecidos estão a tentar revalorizar, a uva País, uma das mais plantadas no Chile. Durante os primeiros 300 anos de viticultura chilena foi quase exclusiva. Mas os vinhos que origina são delgados e muito diluídos, difíceis de vender no mercado da exportação, continuando, por isso, a ser muito orientada para o consumo interno.
A Carmenère é diferente. De aroma muito singular (vegetal, terra húmida e futa vermelha), tem mais cor e corpo e os taninos são macios, produzindo vinhos diferentes e apetecíveis. A Carmenère beneficia ainda do romantismo associado à sua própria história, testemunho vivo da Teoria da Evolução das Espécies.
Originária da região de Bordéus, onde chegou a ter um peso significativo, a casta acabou por desaparecer na segunda metade do século XIX, na sequência da filoxera, praga provocada por um insecto originário da América do Norte que sugava a seiva das videiras, provocando a sua morte. Em 1994, o ampelógrafo francês Jean-Michel Boursiquot descobriu no Chile, em vinhedos da empresa Carmen, no vale Alto Maipo, umas plantas de Merlot com um comportamento estranho, uma vez que amadureciam mais tarde do que as restantes. E depois de as estudar chegou-se à conclusão que as videiras em causa não eram de Merlot mas sim de Carmenère, que se julgava extinta. Por um daqueles acidentes de que é feita a história da humanidade e da vida na Terra, algumas plantas de Carmenère foram plantadas de forma inadvertida juntamente com outras de Merlot e acabaram mais tarde por voar também rumo à América do Sul, quando as castas europeias começaram a expandir-se para o Novo Mundo.
Essa expansão coincidiu também com a crise da filoxera. A destruição dos vinhedos franceses deixou muitos técnicos desempregados e livres para iniciarem novos projectos no Chile. Com eles levaram as castas que melhor conheciam e que mais reputação tinham no mundo. Inversamente, do Chile foram enviadas para a Europa alguns dos porta-enxertos (conhecidos como "americanos") que conseguiam resistir à filoxera. Graças ao efeito barreira exercido pelos Andes, pelo Pacífico, pelo deserto de Atacama e pelas águas frias do Pólo Sul, o Chile sempre esteve livre daquele insecto. Na actualidade, é o único país do mundo imune à praga.
Planta frágil, a Carmenère acabaria por encontrar no Chile, em particular em Apalta, no vale de Colchagua, o solo e o clima ideais para sobreviver, ganhar uma nova identidade e conquistar uma reputação que não tem parado de crescer. Ainda não é comparável ao do Cabernet Sauvignon, a casta com mais valor comercial. Mas alguns dos melhores vinhos chilenos resultam de lotes em que a Carmenère domina ou entra em percentagem significativa.
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Adoro esse tipo de histórias :>
A ver se encontro dessas para provar!
Sou fã de verdelho. [kiss]
Obrigado pela dica!Só deves encontrar em garrafeira online, ou na loja da Casa Ermelinda. Eu comprei no WineNot Bar do Chiado
Essas duas foram na Garrafeira Soares, mas estes são vinhos que facilmente se encontram em qualquer lado.
Mas eu não me restrinjo a um lugar especifico para comprar, tenho um leque de garrafeiras online e outras físicas, depende da região que queira comprar e obviamente do preço, há garrafeiras em que compensa comprar de uma determinada região, e nas outras regiões têm os preços demasiado inflacionados e não vale a pena.
Boas pessoal,
Alguém me arranja uma listinha de uns vinhos maduros branco (baratos e bons), para experimentar em casa ao jantar??
Estou a pensar em vinhos até uns 7/8€ no máximo a garrafa.
O último que experimentei e que me lembro de ter gostado, era o Dona Ermelinda 2017.
Alguém me arranja umas dicas??
Obg
Sim, o Quinta da Cabaça é da Adega cooperativa de Portalegre. Provei o de 2008 e estava muito bom, encorpado, cheio, redondo.
Comprei-o numa promoção que a adega tem no facebook 6 garrafas (3 de 2008 e 3 de 2009) por 18€ mais despesas de envio.
Lavradores de feitoria também tem no jumbo do parque nascenteO falado aqui absixo(kopke) mas branco bebe-se muito bem.
Evel igualmente.
Mas o que eu acho a escolha acertada é mesmo a box de 2lts de lavradores de feitoria.
Acho muito bom e a box custs 7.90€ e o vinho é rigorosamente o mesmo da garrafa que custa 4.5€.
Como diz o outro,é fazer as contas...
Como a embelagem é relativamente pequena,cabe perfeitamente no frigorífico.
Provavelmente só encontrará no Auchan.
No grande Porto só há no Auchan e numa garrafeira em S J da Madeira.

Hoje ao Almoço descobri este monocasta da Casa Ermelinda, já tinha ouvido falar dele. Gostei muito, vinho sofisticado de aromas e muito macio de taninos. Elegante, numa só palavra!
Acabei a compra-lo! []
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Casillero Del Diablo 100% Carménere é uma bela pomada, quando puderem, experimentem!
Ora bem, chegou a altura do ano em que fazemos um balanço dos melhores vinhos provados durante o ano, tarefa difícil, vou colocar os que até agora para mim foram vinhos de excelência, mas há muitos que estão quase lá e não vou falar deles, senão a lista aumenta muito.
Sem nenhuma ordem em especial, vou colocar por ordem alfabética:
1. Alves de Sousa - Reserva Pessoal 2008 - Douro
2. Maritávora nº2 - Grande Reserva 2013 - Douro
3. Mirabilis - Grande Reserva 2017 - Douro
4. Outrora Baga - Clássico 2013 - Bairrada
5. Quinta da Vegia Superior - 2013 - Dão
6. Ribeiro Santo - Vinha da Neve 2013 - Dão
7. Sidónio de Sousa - Garrafeira 2011 - Bairrada
8. Sidónio de Sousa - Vinho d´Autor 2005 - Bairrada
9. Terrenus Reserva - Vinhas Velhas 2013 - Alentejo
Excelente seleção, nota-se queda para os vinhos nortenhos, em especial dão/ bairrada?
São as regiões que pior conheço, aliás raramente bebo. És da zona?
Eu sou de Lisboa e tenho mais tendência para o Douro