Que vinho bebem?

Com os tintos nunca tenho nada que se assemelhe a ressaca, com os brancos depende, se forem novos têm aquele sulfuroso que é tramado, principalmente naquele espaço temporal de cerca de um ano.

Eu sei, estava no gozo.

Eu também é muito difícil ter ressaca se beber só vinho tinto, até porque nunca consigo beber muitas horas seguidas tinto. Branco ou verde no verão já é outra historia. O problema é mesmo as misturas.
 
Se pretenderes ficar lá a dormir também, recomendo a Herdade dos Grous. É um sitio muito fixe, e o restaurante é bom.

Obrigado, seria sem dormida.

Ela está numa fase em que pondera mudar o rumo profissional, e enveredar por esta área seria uma hipótese. Não pretendo oferecer-lhe um curso intensivo, mas sim proporcionar-lhe um contacto superficial com a vinha (que também tenho), a produção, alguns aspectos técnicos (terroir, regiões demarcadas, castas, etc.) e uma prova.

Devido à minha profissão, já visitei diversas adegas:
- Dois Portos;
- Quinta do Carmo;
- Bacalhoa;
- Esporão;
- Casa Alexandre Relvas;
- Adega Mãe;
- Adega da Arriça.

Mas estas visitas nunca foram na óptica do enoturismo.
 
Obrigado, seria sem dormida.

Ela está numa fase em que pondera mudar o rumo profissional, e enveredar por esta área seria uma hipótese. Não pretendo oferecer-lhe um curso intensivo, mas sim proporcionar-lhe um contacto superficial com a vinha (que também tenho), a produção, alguns aspectos técnicos (terroir, regiões demarcadas, castas, etc.) e uma prova.

Devido à minha profissão, já visitei diversas adegas:
- Dois Portos;
- Quinta do Carmo;
- Bacalhoa;
- Esporão;
- Casa Alexandre Relvas;
- Adega Mãe;
- Adega da Arriça.

Mas estas visitas nunca foram na óptica do enoturismo.

Fiz uma visita e prova no monte das servas. Foi giro mas o que te aconselho é mesmo um curso.
Eu fiz um há uns anos, de dois níveis. A coisa é ligeira e divertida. São 3 noites para o nível um e mais 3 para o nível dois. De cada vez são umas 3 horas em horario a combinar com o formador.

No nível um são brancos, tintos e fortificados.

No nível dois são castas e constituição de garrafeira.

Todos os dias se provam vinhos e foram uns fins de dia bem passados.
 
Rui se queres mesmo "desgraçar" a vida da tua esposa... vão logo ao Douro a uma coisa tipo Crasto.

No entanto compreendo bem a proximidade e afinidade em todos os aspectos com o Alentejo. Mas como bem sabes há muitos Alentejos. Uma vinha na serra de são Mamede nada tem a ver com uma em Ervidel.

Uma visita a algo tipo casa Cadaval pode vir a ser-vos útil. Não digo que seja o que procuras agora.

Eu adorava um dia ter uma vinha ou fazer minimamente parte de se mundo.
 
Fiz uma visita e prova no monte das servas. Foi giro mas o que te aconselho é mesmo um curso.
Eu fiz um há uns anos, de dois níveis. A coisa é ligeira e divertida. São 3 noites para o nível um e mais 3 para o nível dois. De cada vez são umas 3 horas em horario a combinar com o formador.

No nível um são brancos, tintos e fortificados.

No nível dois são castas e constituição de garrafeira.

Todos os dias se provam vinhos e foram uns fins de dia bem passados.

Um curso será a 2a fase, até porque o pós-laboral para nós é muito cansativo actualmente. Queria proporcionar-lhe um bom dia

Até agora, o programa mais adequado parece-me o de 80€, embora o de 40€ seja mais amigo da carteira [:D]

https://www.winetourismportugal.com...ronomia/monte-da-ravasqueira-curso-de-vinhos/
 
Rui se queres mesmo "desgraçar" a vida da tua esposa... vão logo ao Douro a uma coisa tipo Crasto.

No entanto compreendo bem a proximidade e afinidade em todos os aspectos com o Alentejo. Mas como bem sabes há muitos Alentejos. Uma vinha na serra de são Mamede nada tem a ver com uma em Ervidel.

Uma visita a algo tipo casa Cadaval pode vir a ser-vos útil. Não digo que seja o que procuras agora.

Eu adorava um dia ter uma vinha ou fazer minimamente parte de se mundo.

Epá, também já fui à Casa Cadaval e Alorna. Bem sabia que me estava a esquecer de algumas. [:D] Fora aquelas em que andei na infância, com o meu avô que era comerciante de vinhos.

Não tem a ver com afinidade, tem a ver com distância percorrida.

Anda para o pé de mim [:D]
 
O perto e o longe são muito relativos.

Acho que para beber um copo estamos sempre perto!

Para fazer vinho é que será preciso mais logística.
 
Para os mais distraídos, o Rocim Alicante Bouchet de 2017 e o José de Sousa tinto de 2017 forma premiados.

Ainda há no Continente e eu já la fui aviar. O Rocim gostei muito. O Zé ainda não provei.
 
Para este fim‑de‑semana, do Dão, Quinta de Lemos Touriga Nacional 2012, belo vinho, como habitualmente desta quinta, ainda com muitos anos pela frente, vermelho intenso, fruta negra de qualidade, algum torrado, boa acidez, taninos aveludados, final persistente, tudo num registo elegante.


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Alguém sabe? O vinho Alvarinho que esta casa produz é produzido com uvas de vinhas situadas no Ribatejo? É que tinha a ideia que Alvarinho era líquido que só brotava lá no topo do país...

A casta Alvarinho já é usada um pouco por todo o país. Zona Oeste, vale do Tejo, Monforte, Vidigueira, até no Sudoeste Alentejano (vinhos "Vicentino", como parte do lote do branco de entrada de gama e como varietal). Com o Arinto vai acontecendo o mesmo, de maneira ainda mais rápida. É natural - são as duas melhores castas brancas portuguesas nativas. Penso que é uma questão de equilíbrio entre duas abordagens: fidelidade arreigada às castas tradicionais de uma região, independentemente da sua qualidade/potencial, ou mandar a tradição às urtigas e substituir tudo por Chardonnay porque os gringos gostam de ver "Chardonnay" escrito no rótulo por ser algo que conhecem.

Esses vinhos da marca "Vicentino" mostram o que se consegue fazer com uma abordagem ao mesmo tempo arrojada e motivada muito mais por critérios objectivos do que pelas tradições da região em termos de selecção de castas.

Reli o que escrevi este último parágrafo e até parece publicidade paga. [:D] Mas gosto muito dos vinhos deles.

"Bombeira do Guadiana", que também referiram recentemente por aqui, já não provo há imenso tempo; quase desde a minha última e muito agradável passagem por Mértola. O Syrah de rótulo azul escuro deles era um caso sério de relação qualidade-preço; das melhores coisas que já bebi por 7-8 €. Acho que hoje em dia já é mais caro (fui ver - custa c. 12 €). Enfim - pelo preço antigo, ainda se arranjam coisas muito boas como o Quinta da Alorna Reserva ou o Dom Rafael.
 
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