Que vinho bebem?

In and out.

Isto não é só ir bebendo, mas também ir substituindo.

Hoje ao jantar abri isto:

8c8c011c3846d3c6b319cfe0286815c8.jpg


Está algo ácido, não me está a saber muito bem.

Para compensar, hoje recebi isto:

cedff5f955a08a84354eedd5dee31999.jpg


Espero que o plantel tenha ficado melhor.
 
Hoje foi um Alcube:
i-Phone-Foto-2020-05-18-14-52-11.jpg


E para oferta para o meu pai (que sei que só bebe estes vinhos comigo [:D])

i-Phone-Foto-2020-05-18-14-49-22.jpg


O do meio é um tiro no escuro... foi só mesmo pelo nome!
 
Recuperando o Conceito 2003, fui decantar o resto e ao filtrar deparei-me com este depósito todo, nunca tinha visto nada assim:
Algum entendido na matéria que explique o que está no prato?

Uma mistura de matéria corante, bitartaratos, taninos e, eventualmente, polissacáridos. Tudo natural. O vinho não terá sido estabilizado e é normal, aparecer com o tempo. Sobretudo, se a garrafa passou por vários Invernos num local frio.
As antocianas (simplificando são os compostos corantes) permanecem normalmente em solução. Com o envelhecimento vão-se dando reacções químicas com outras moléculas (geralmente taninos). Formam-se moléculas maiores e mais pesadas, passam ao estado coloidal (micelas) e depositam como placas na parede da garrafa. Daí o vinho "perder" mais cor e ficar com tons mais acastanhados ou alaranjados.
O vinho é um "animal" vivo dentro de uma garrafa [:D]
Esse vinho não é assim tão velho, mas tinha uma camada jeitosa. Geralmente encontro esse nível de sedimentos em garrafas bem mais velhas (>30-40 anos).
 
Uma mistura de matéria corante, bitartaratos, taninos e, eventualmente, polissacáridos. Tudo natural. O vinho não terá sido estabilizado e é normal, aparecer com o tempo. Sobretudo, se a garrafa passou por vários Invernos num local frio.
As antocianas (simplificando são os compostos corantes) permanecem normalmente em solução. Com o envelhecimento vão-se dando reacções químicas com outras moléculas (geralmente taninos). Formam-se moléculas maiores e mais pesadas, passam ao estado coloidal (micelas) e depositam como placas na parede da garrafa. Daí o vinho "perder" mais cor e ficar com tons mais acastanhados ou alaranjados.
O vinho é um "animal" vivo dentro de uma garrafa [:D]
Esse vinho não é assim tão velho, mas tinha uma camada jeitosa. Geralmente encontro esse nível de sedimentos em garrafas bem mais velhas (>30-40 anos).

Grato pela resposta. [;)]
Poderemos afirmar que o vinho evoluiu/desenvolveu-se demasiado atendendo ao seu tempo? (+-17 anos)
E realmente o nível de sedimentos era qualquer coisa, nunca tinha visto nada sequer parecido, em quantidade e densidade.
 
Grato pela resposta. [;)]
Poderemos afirmar que o vinho evoluiu/desenvolveu-se demasiado atendendo ao seu tempo? (+-17 anos)
E realmente o nível de sedimentos era qualquer coisa, nunca tinha visto nada sequer parecido, em quantidade e densidade.

Sim, tendo em conta o teu descritivo da prova. Poderá ter evoluído demasiado depressa. Mas lá está, também depende da vinificação e do objectivo do enólogo.
 
Uma mistura de matéria corante, bitartaratos, taninos e, eventualmente, polissacáridos. Tudo natural. O vinho não terá sido estabilizado e é normal, aparecer com o tempo. Sobretudo, se a garrafa passou por vários Invernos num local frio.
As antocianas (simplificando são os compostos corantes) permanecem normalmente em solução. Com o envelhecimento vão-se dando reacções químicas com outras moléculas (geralmente taninos). Formam-se moléculas maiores e mais pesadas, passam ao estado coloidal (micelas) e depositam como placas na parede da garrafa. Daí o vinho "perder" mais cor e ficar com tons mais acastanhados ou alaranjados.
O vinho é um "animal" vivo dentro de uma garrafa [:D]
Esse vinho não é assim tão velho, mas tinha uma camada jeitosa. Geralmente encontro esse nível de sedimentos em garrafas bem mais velhas (>30-40 anos).


Posso tirar notas e ir apontando...?[;)]
 
Voltar
Superior