Que vinho bebem?

É a tal coisa, tirar do frio, e esperar 30 minutinhos, fica no ponto. Não é científico

Pois,será por aí.
Apenas disse aquilo porque beber um maduro branco à mesma temp. de um verde pode "adulterar" o vinho.
Agora com estas temperaturas de verão,mesmo que frio de mais,não será difícil rapidamente ir para uma temperatura aconselhável.
 
Os experts em sacar do termómetro([:D]) o dirão,mas demasiado fresco também deve camuflar muitos aromas/sabores.


É uma asneira apenas comparável à de beber tinto muito quente...

E olha que a temperatura em redor dos 8 a 10 graus, ideal para a maioria dos brancos, não é a estalar como muitas pessoas gostam (incluindo eu, nalguns vinhos ou circunstancias)... mas, afinal, isto também é para nos saber bem, e não uma questão técnica...
 
Sim, já dá para ter uma ideia se está demasiado fresco ou se já está para o quente.


Comigo aconteceu assim e, no inicio, quando comecei a controlar a temperatura de serviço, fiquei espantando não só como ela é mais baixa do que aquilo a que estava acostumado, como o vinho ganha, efectivamente, uma panóplia de sabores que a dita temperatura ambiente simplesmente assassina.
 
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Na próxima experimenta estes (ambos da Costa Este)

- Vicentino ( Sauvingnon blanc 2018)
- Quinta da Areia Safada (Chardonnay e Viosinho 2018)
 
Umas boas dicas da temperatura de serviço:


A Temperatura e o Vinho
Cada vinho tem uma temperatura de serviço mais ou menos precisa que deve ser respeitada durante as estações de temperaturas mais frias e amenas e principalmente durante o Verão, altura em que, no copo, qualquer vinho sai rapidamente da temperatura sensata de serviço ou consumo.

No Nariz tudo muda com a Temperatura
Os componentes voláteis do aroma aumentam e diminuem com a temperatura: o aroma é incrementado a 18ºC, diminuído a 12ºC e neutralizado a menos de 6ºC. Acima dos 20ºC o álcool domina e com ele podem surgir defeitos escondidos a temperaturas mais baixas.

Na boca também…
As temperaturas muito baixas (<6ºC) inibem as papilas gustativas. Entre os 10ºC e os 20ºC os gostos evoluem corretamente. Os sabores doces aumentam com a temperatura. A temperatura baixa diminui o efeito de ardor do álcool, reforça a acidez e aumenta os gostos salgado e amargo, assim com a adstringência ou aspereza nos tintos. No espumante favorece a bolha fina e o equilibrado desprendimento de gás.

Servir com precisão
Tenha em conta que, uma vez no copo, o vinho ganha temperatura. Se queremos bebê-lo à temperatura correta, deverá sempre servi-lo a uma temperatura inferior ao recomendado e, se for Verão, e estiver muito calor, deverá mesmo servi-lo alguns graus abaixo do que é recomendado.
 
A melhor que já usei é da Le Creuset.

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Mas como tudo da marca, custa o dobro das outras iguais, pelo que tenho a certeza que há igual e mais barata (tipo a do diamondplus).

Mas já sabes, quando a maria pedir a panela de ferro, tu só compras se ela deixar vir a manga tb. [:)]

acabei por comprar este conjunto:
https://www.amazon.es/gp/product/B07RL6F5NF/ref=ppx_yo_dt_b_asin_image_o00_s00?ie=UTF8&psc=1
 
Também acho e o mesmo para os Barca Velha, no patamar imediatamente abaixo dos respectivos produtores há vinhos 3, 4 vezes mais baratos e "praticamente" ao mesmo nível.

Claro que o vinho tem uma história, um legado e tudo isso é incorporado no preço e nesse particular os Barca Velha parecem-me mais ricos, ou será por pouco saber dos Pera-Manca.
Queres partilhar quais?

Da fundação EA arriscava que falas do cartuxa reserva.
 
Queres partilhar quais?

Da fundação EA arriscava que falas do cartuxa reserva.



Da minha parte posso dizer-te que bebi um Scala Coeli, já não me recordo do ano, mas creio que era 2012 (mas não consigo garantir) de que fiquei com a sensação que em soube melhor que o Pera Manca... o ano neste vinho faz diferença, porque as castas também mudam de colheita para colheita.

Mas, atenção, também já aprendi que, para podermos fazer uma afirmação destas de forma minimamente segura, teríamos de fazer a comparação na mesma hora, de outra forma somos traídos pela memoria, pelo momento, pela comida...
 
Da minha parte posso dizer-te que bebi um Scala Coeli, já não me recordo do ano, mas creio que era 2012 (mas não consigo garantir) de que fiquei com a sensação que em soube melhor que o Pera Manca... o ano neste vinho faz diferença, porque as castas também mudam de colheita para colheita.

Mas, atenção, também já aprendi que, para podermos fazer uma afirmação destas de forma minimamente segura, teríamos de fazer a comparação na mesma hora, de outra forma somos traídos pela memoria, pelo momento, pela comida...

Nem é preciso ir mais longe, há uns anos numa prova às cegas um tal de Quinta da Falorca Garrafeira 2004 bateu o Barca Velha do mesmo ano, e eles sendo especialistas...
Em alguns vinhos no preço está incluída a pesada história e a fama.
E em muitos outros que andam nos 30/40€ a qualidade é tão elevada que podiam custar bem mais, mas por sorte não custam e podemos usufruir deles sem gastar verdadeiras fortunas.
 
Nem é preciso ir mais longe, há uns anos numa prova às cegas um tal de Quinta da Falorca Garrafeira 2004 bateu o Barca Velha do mesmo ano, e eles sendo especialistas...
Em alguns vinhos no preço está incluída a pesada história e a fama.
E em muitos outros que andam nos 30/40€ a qualidade é tão elevada que podiam custar bem mais, mas por sorte não custam e podemos usufruir deles sem gastar verdadeiras fortunas.


Certo, só falei no Scala Coeli por ser uma da mesma casa do Pera Coxeante... porque nesse patamar de preços há tanta escolha de qualidade que é difícil não gastar para cima de um dinheirão em vinhos todos os dias...
 
Hoje abri um Marquês de Marialva Arinto Reserva 2017, nem há relação entre castas mas pareceu-me uma cópia chinesa do Mirabilis, demasiados fumados, baunilha também em excesso, passadas horas ainda me cheira e sabe ao vinho... [:D] acho que me afectou... [:)]


DxDXfRV.jpg
 
Ora bem, mais um Cartuxa Reserva, desta vez de 2014, esta safra passou o mesmo tempo nas barricas (15 meses) mas menos em garrafa (12 em vez dos 15 meses), tem mais Alc/Vol, tem 15% em vez dos 14,5%.


CIT6CG9.jpg


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Esta não é a marca que a Fundação Eugénio de Almeida coloca nos seus vinhos de modo a certificar que são originais? (casos Pêra-Manca falsificados):


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