Que vinho bebem?

Bem, esta é daquelas compras em que é preciso ter alguma sorte, numa passagem por uma garrafeira vi lá uma última garrafa exposta da Filipa Pato, o Nossa Calcário 2015, que na altura atribuíram-lhe 96 pontos. Era mesmo a última, o restante era já de 2017.
É um vinho que já provei e que na altura só achei razoável, pode ser agora com mais tempo de garrafa o ache diferente.

‘Nossa Calcário Baga 2015’ de Filipa Pato alcança 96 pontos

Mark Squires, conceituado crítico norte-americano e responsável pela avaliação dos vinhos do nosso país na Robert Parker – Wine Advocate, ficou rendido ao ‘Nossa Calcário Baga 2015’, um Bairrada feito 100% com a casta Baga. Como resultado, este vinho desenhado pela produtora e enóloga Filipa Pato arrecadou uns merecidos 96 pontos, a “nota” mais alta para um Bairrada na respetiva publicação.

De destacar o facto de o ‘Nossa Calcário Baga’ ser um projeto vínico partilhado por Filipa Pato e o seu marido, o sommelier belga William Wouters, no qual usam uma seleção de uvas provenientes de vinhas (velhas) da Bairrada, com idade média de 80 anos, várias das quais em regime de biodinâmica. Um tinto com estágio de 18 meses, parte em pipas de 500 litros, mas também num tonel de carvalho da Eslovénia, características que Mark Squires não descurou na sua avaliação.

A frescura e a acidez natural da casta-rainha da região são enaltecidas pelo crítico americano, assim como a subtileza da madeira e as nuances de fruta. “O grande sucesso da acidez é não sobrecarregar o vinho. Faz com que a fruta se deixe notar até ao final de boca, tornando o vinho muito refrescante e que seja bebido com prazer”, assinala Mark Squires. Para o efeito, recomenda a decantação do ‘Nossa Calcário Baga 2015’ durante 90 minutos. Fala ainda do poder deste tinto e afirma que se trata de um vinho muito gastronómico, para beber daqui por muitos anos, já que tem um potencial de guarda que o ajudará a desenvolver a complexidade necessária. “Um superstar em potencial”, acrescenta.

“Embora o ‘Nossa Calcário Baga 2015’ já estivesse todo reservado, alocado e até expedido para os nossos importadores antes desta nota ser publicada, o impacto refletiu-se de imediato nas vendas: em menos de um dia esgotou do stock nos pontos de venda. As duas próximas colheitas estão ao mesmo nível, pois as condições foram ótimas para a Baga. Pretendemos lançar o de 2016 em Setembro, como habitualmente fazemos, e o de 2017 no ano seguinte. O respeito pela vinha trabalhada de forma natural e o estágio de 18 meses na nossa cave é fundamental para a consistência que temos conseguido”, sublinha Filipa Pato.


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Em relação a guardar vinho, eu tenho as minhas deitadas.

Mas posso ajudar na confusão. Alguns estudos mais recentes falam em guardar inclinadas. De modo a que o vinho toque na rolha, mas não encoste todo a esta.
 
Obviamente, em casa.

E acredito neles, já que não existe, para mim, nada melhor que um Murganheira Bruto Super Reserva. Foi o espumante do meu casamento, e há-de ser sempre o meu espumante de eleição.

E qual o motivo para a garrafa ser mantida de pé, já que passou grande parte da vida deitada?

Não conheço vantagens na posição vertical. Mas tendo em conta que é um vinho para consumo imediato, a posição não faça muita diferença. Mas em pé ser melhor do que deitado é que não estou a ver motivo...
 
Tenho uma curiosidade muito grande em experimentar esse vinho!

O problema é que é tipo impossível, para já foram produzidas poucas garrafas (4310), como dizem no artigo, esgotaram logo, online não se encontra, eu só vi este ano específico à venda em duas garrafeiras, há quase um ano numa garrafeira comprei uma e ficaram lá duas, esta nesta garrafeira era a última.
A única possibilidade é fazer como alguns fazem quando querem obter certo vinho, é perguntar no Facebook no Mercado de Vinhos se alguém tem e se quer vender.
 
E qual o motivo para a garrafa ser mantida de pé, já que passou grande parte da vida deitada?

Não conheço vantagens na posição vertical. Mas tendo em conta que é um vinho para consumo imediato, a posição não faça muita diferença. Mas em pé ser melhor do que deitado é que não estou a ver motivo...

Vinho mais “agressivo”, compromete a integridade da rolha. Se for para guardar pouco tempo, sem problema. Se for para guardar acima de 1 ano, ou assim, ficar em pé.
 
Fiz uma encomenda pela primeira vez na Garrafeira 5 Estrelas (penso ser de Aveiro), que serviço impecável.

Encomendei uma caixa 6 de Jose Saramago Branco Winemaker e ligaram agora a pedir muita desculpam, mas só tinham 4 e o distribuidor estava com demoras, se podia substituir por 2 de 2013, isto para receber a minha encomenda amanhã; e se não gostasse eles recolhiam gratuitamente e substituiam por 2 de 2017.
Dado a simpatia e sinceridade vou ficar com as de 2013.
são estas pequenas atenções que fazem conquistar clientes, pelo menos no meu caso.
Fiquei cliente [;)]

Subscrevo inteiramente.
Comigo aconteceu a mesma coisa... gente atenta e simpática... é a vantagem dos pequenos negócios, dos negócios familiares, onde ainda há espaço para a atençao pessoal...
 
parece-me que falei cedo demais...

além do José Saramago, tinha mandado vir uma cx de Herdade das Servas Branco Colheita Selecionada 2017
Hoje entregaram de 2019... enfim lá liguei e achei a desculpa esfarrapada, mas disse 3x que devolvia o dinheiro
Vou trocar, os vinhos de 2019 têm-me saído todos ao lado, mesmo os que eu gostava muito de outros anos

enfim, para a próxima fico caladinho [:)]

Chatice... como disse, dessa gente só tenho a dizer bem...
 
Experimenta o Vintage deles...

Deles, já tive a ocasião de beber:

- Velha Reserva Bruto
- Reserva Bruto
- Malvasia Fina
- Millésime Bruto
- Super Reserva Bruto
- Chardonnay Bruto
- Extrême de Pinot Blanc
- Bruto Blanc de Noirs TN
- Cuvée Reserva Especial
- Assemblage Grande Reserva...

... e o que acho mais equilibrado, mesmo em relação qualidade-preço, é o Super Reserva Bruto, que mesmo comprado num qualquer supermercado acho uma pechincha, quanto mais comprado na Murganheira, que não chega a 10 euros a garrafa.
 
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