Que vinho bebem?

Isto é simplesmente uma curiosidade minha.

Perguntei-me qual poderia ser o PVP verdadeiro dos vinhos, sem estarem artificialmente inflacionados.

A partir da média do valores dos vinhos com um desconto aparentemente fidedigno cheguei a um valor razoável à volta dos 25/30%.


Então, é isso que está aqui aplicado nos vinhos com "alto desconto".

https://www.docdroid.net/ea3Vgxx/pd-05-01-pvp-estcorr-pdf


Edit: Alterei a hiperligação, pois tinha-me enganado na fórmula de cálculo do PVP estimado. Agora sim, está correcto.
 
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Isto é simplesmente uma curiosidade minha.

Perguntei-me qual poderia ser o PVP verdadeiro dos vinhos, sem estarem artificialmente inflacionados.

A partir da média do valores dos vinhos com um desconto aparentemente fidedigno cheguei a um valor razoável à volta dos 25/30%.


Então, é isso que está aqui aplicado nos vinhos com "alto desconto".

https://www.docdroid.net/ea3Vgxx/pd-05-01-pvp-estcorr-pdf


Edit: Alterei a hiperligação, pois tinha-me enganado na fórmula de cálculo do PVP estimado.

Acho que depende muito dos vinhos, e se és o distribuidor ou só o revendedor.
Lembro-me que o distribuidor vendia por exemplo um Quinta da Gaivosa a 30€ e qualquer coisa, são vendidos a 37 ou 37,50€.
 
Acho que depende muito dos vinhos, e se és o distribuidor ou só o revendedor.
Lembro-me que o distribuidor vendia por exemplo um Quinta da Gaivosa a 30€ e qualquer coisa, são vendidos a 37 ou 37,50€.

Provavelmente, os 37€ referem-se ao PVP do produtor e o preço do distribuidor pode se dizer que é o preço de mercado.

Mas para os vinhos em análise, isso nem sequer é tido em consideração. Pois, o PVP encontra-se perfeitamente desajustado ao produto. Por isso, é que conseguem aqueles descontos extraordinários.
 
Um vinho a sair da adega a 5 euros, chega ao mercado a 10 euros. Com distribuidor e revendedor pelo meio. A grosso modo, as contas são estas. Sai da adega a metade do preço que chega ao consumidor final.
 
Encruzado monocasta?



Sim, e um belo exemplo da elegância desta casta... mas não te iludas, elegância não quer dizer sem corpo, é só que tudo está muito bem feito.
Se puderes, deita a mão a uma... a mais recente deve ser a colheita de 2018... plena de frescura, mineralidade... se encontrares uma de 2017 vais perceber o efeito madeira de forma mais evidente... mas sempre muito mineral e fresco.
 
Um vinho a sair da adega a 5 euros, chega ao mercado a 10 euros. Com distribuidor e revendedor pelo meio. A grosso modo, as contas são estas. Sai da adega a metade do preço que chega ao consumidor final.
O problema é quando vais directamente à adega e em vez de pagares 5 euros pelo vinho de 10, acabas a pagar 15. A mim não me apanham mais. Só mesmo pelo turismo.
 
Sim, e um belo exemplo da elegância desta casta... mas não te iludas, elegância não quer dizer sem corpo, é só que tudo está muito bem feito.
Se puderes, deita a mão a uma... a mais recente deve ser a colheita de 2018... plena de frescura, mineralidade... se encontrares uma de 2017 vais perceber o efeito madeira de forma mais evidente... mas sempre muito mineral e fresco.
Estás a falar do ribeiro santo ou do vinha da neve?
 
E se em vez de comprar, porque não fazer o próprio vinho? [:D]


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Na Quinta dos Vales, no Algarve, pode alugar uma vinha para fazer o seu próprio vinho!

A adega algarvia criou o The Winemaker Experience, um projeto que dá a oportunidade de alugar ou comprar um talhão de vinha e fazer um vinho exclusivo.

A Quinta dos Vales, situada nas colinas de Lagoa, acaba de lançar um projeto que tem vindo a aperfeiçoar nos últimos três anos. Chama-se The Winemaker Experience e desafia enófilos e aspirantes a enólogos a terem a sua própria parcela de vinha na quinta, para fazerem o seu próprio vinho, de forma prática. Quem se lançar nesta aventura contará com a ajuda de uma equipa de viticultores e vinicultores profissionais durante todo o processo, desde o início da produção na vinha até à adega.

Karl Heinz Stock, proprietário da Quinta dos Vales, criou quatro etapas na experiência. A primeira é uma introdução à vinificação, o Bottle Blending Workshop, de três horas (a partir de 62 euros por pessoa), durante o qual os participantes aprendem a criar um lote único com os vinhos monocasta da quinta. Depois, há a Barrel Blending Experience (a partir de 5472 euros), que permite aos amantes do vinho produzir a sua própria pipa de 225 litros.

A Quinta dos Vales tem atualmente vinte parcelas de vinhas disponíveis – com uvas tintas a brancas, de castas portuguesas, como Touriga Nacional e Alvarinho, e francesas, como Syrah e Cabernet Sauvignon -, que podem ser alugadas ou compradas. Assim, os mais aventureiros, que querem acompanhar a vinificação desde o início, podem alugar uma vinha com o programa Rent a Vineyard (a partir de 5472 euros por ano). Depois, vem a opção mais exclusiva da experiência: comprar um talhão de vinha. Os participantes podem escolher um lote de vinhedo existente ou plantar novas vinhas em lotes virgens disponíveis. Os preços variam entre os 30 e 60 mil euros, dependendo da casta e da localização do lote.

O resultado é uma barrica anual de vinho – ou seja, 288 garrafas -, entregue ao produtor devidamente envelhecido, engarrafado, rotulado e embalado.

Sempre que não for possível estar no local pessoalmente, a equipa da quinta partilha toda a informação com os proprietários, através de fotos, vídeos, mensagens, e-mails ou telefonemas. E envia também amostras dos vinhos com notas e recomendações, para provar e misturar em casa. Quando se quiser dar um saltinho à quinta, para ver como correm as operações, pode ficar-se numa das casas de alojamento turístico, com vista para a vinha, chamadas The Vines.


A Quinta dos Vales nasceu pelas mãos do empresário e artista alemão Karl Heinz Stock, e é um local onde as suas duas maiores paixões, o vinho e a arte, ganham vida. Rodeada por mais de 20 hectares de vinhas, o que antigamente era uma quinta degradada, foi transformado numa adega moderna, com um parque de esculturas, centro de eventos e alojamento turístico. A Quinta dos Vales tem produzido vinhos premiados, ano após ano, alguns dos quais foram distinguidos com o prémio “Melhor Vinho do Algarve”, sete vezes nos últimos onze anos.
 
Ou seja, pagar 19 euros por cada garrafa de vinho, feita por amadores, de qualidade incerta, e que se sair vinagre metem-se as rstantes 287 garrafas à vebda como vinagre premium?
 
Ou seja, pagar 19 euros por cada garrafa de vinho, feita por amadores, de qualidade incerta, e que se sair vinagre metem-se as rstantes 287 garrafas à vebda como vinagre premium?

Feita por amadores? É uma quinta que produz vinhos, pagas é o todo o processo até ao produto final, que é o (teu) vinho engarrafado.
Dentro de certos limites e conhecimentos fazes o teu próprio vinho, com a ajuda deles, no final ficas com 288 garrafas.
 
Feita por amadores? É uma quinta que produz vinhos, pagas é o todo o processo até ao produto final, que é o (teu) vinho engarrafado.
Dentro de certos limites e conhecimentos fazes o teu próprio vinho, com a ajuda deles, no final ficas com 288 garrafas.
Das duas uma, ou decides tu como fazer e pode sair uma cagada, ou estás a pagar antecipadamente venda de vinhos feito por outros.

Existe ainda a hipótese de ficares com a ideia do vinho é teu apenas porque o pagas, mas além disso ainda adicionas trabalho teu, que pode nem ter valor.

Na prática é como pagares 10 euros pornuma pizza ou pagares 20 euros pela experiência de ires tu fazer a pizza...

Não consigo ver vantagens.
 
Das duas uma, ou decides tu como fazer e pode sair uma cagada, ou estás a pagar antecipadamente venda de vinhos feito por outros.

Existe ainda a hipótese de ficares com a ideia do vinho é teu apenas porque o pagas, mas além disso ainda adicionas trabalho teu, que pode nem ter valor.

Na prática é como pagares 10 euros pornuma pizza ou pagares 20 euros pela experiência de ires tu fazer a pizza...

Não consigo ver vantagens.

A experiência é para enófilos ou enólogos.
No caso do enófilo, com mais ou menos conhecimento, vai ter uma equipa a tratar de quase todo o processo, não vai ser ele a decidir a maior parte dos processos (nem deverá ter conhecimento para tal), dá uns palpites em alguma matérias e nada mais, o processo é conduzido pela Quinta.
No caso do enólogo, aí sim, o envolvimento no processo deverá ser maior, pelo conhecimento que tem.
 
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