Esta questão prende-se com os desejos mais intímos de cada um, por isso é natural que os outros não a entendam.
A realidade é que por mais que hoje em dia seja relativamente fácil obter uma “queca descartável”, há quem prefira continuar a recorrer aos serviços das “especialistas” no que toca a satisfazer os desejos mais recônditos. Até podemos estar a falar de fantasias bastante comuns, a questão é que para o sujeito, elas só fazem sentido se forem realizados por alguém “estranho” e que esteja mais aberto (ou por outras palavras: seja pago) para as realizar. Trata-se de uma espécie de contrato de interesse de ambas as partes, que tornam desnecessárias as longas conversas prévias (ou como queiram, o engate, a conquista, ...). E para muita gente esta coisa do sexo “puro e duro” é algo que deve ser planeado e realizado assim: mais que fácil, prático!
Parece que o factor “fantasia” ganha ainda mais aderentes por parte das mulheres, já que num “estudo” feito por uma revista semanal (visão, sábado, ...?) que li, ditou que uma das maiores fantasias entre as portuguesas passava por ter sexo com um estranho a troco de dinheiro... Isso sim, para mim, foi uma revelação surpreendente.