Referendo sobre o Aborto - Saiu hoje a legislação

citação:Originalmente colocada por Tuareg

Pois é, J.R., porque as decisões tomam-se SEMPRE no presente, o único tempo que realmente vivemos.

Do passado, o interesse essencial, foca-se por ter sido presente e não pela mascarização reconstruccionista que dele se faz «a posteriori»; e quanto ao futuro emerge o interesse da expectativa da continuidade do presente: a omnipresença referencial do presente...
Vai dar ao mesmo.
Logo poupa-nos a comparações absurdas;).
Interessa o passado para tomar decisões no presente sem perder de vista as consequências presentes-futuras.
citação:
É também por isso, pela temporalidade do desenvolvimento das formas de vida, que interromper uma vida com 10, 12, 16, 20 semanas é substancialmente diferente de a interromper em momento próximo do parto. E o substancialmente não se liga aqui ao conceito de vida, mas sim ao conceito de nível de desenvolvimento da forma de vida.
EXACTAMENTE[^][^].
Não posso estar mais de acordo:).
 
Caso o não venha a ganhar isto sera bonito de ver!

<EMBED WIDTH="150" HEIGHT="150" SRC="http://www.youtube.com/watch?v=5_ARBWKpfA4" HIDDEN="false" AUTOSTART="true" LOOP="true" volume="100"></EMBED>
 
Seria exemplar para que os (ir)RESPONSÁVEIS políticos ganhassem alguma consciência do «ghetto & beco sem saída civilizacional» a que conduzem este país com os seus encolher de ombros e arrecuas populistas.
 
citação:Originalmente colocada por Julius_Kaizer

Um embrião humano com 4 semanas - 1 Mês - JÁ TEM CEREBRO E CORAÇAO, ora então digam lá, continua ser um monte disforme de celulas?

- NÃO!!!!


- http://reaccaonacional.web.simplesnet.pt -


Um cérebro, esse orgão que distingue superiormente o Homem, com capacidades invejáveis, diga-se...

Algumas pessoas até deviam experimentar trocar o cérebro do embrião (ou do feto) pelo seu, para saberem exactamente do que falam quando empregam a expressão «ter cérebro» sobre o embrião...
 
O sim vai ganhar.

Vai ganhar o sim porque hoje ninguém opta pela luta, opta-se pelo facilitismo. Ninguém se quer responsabilizar pelos seus actos. Todos tem direitos e não quem quer exercer os deveres. Vivemos um tempo de assepcia em que o aborto passou a chamar-se IVG (despuderadamente)
Uma visão utópica de um caminho que só existe no pensamento colectivo.

Mas nada poderá transformar o mau em bom.

Mas vamos começar pelo principio...

A necessidade de um aborto surge porque ouve concepção. E se houve concepção partimos do principio que se consumou um relacionamento sexual em que duas pessoas se juntaram sexualmente exercendo uma vontade própria, consciente e racional. O homem tem uma natureza racional, mesmo neste caso(em por vezes se perde a cabeça).
E portanto a gravidez não surge como um azar mas sim como resultado de acto consciente a que se pode dizer NÃO.
Mas hoje a tecnologia põe ao dispor dos casais os famosos métodos contraceptivos. Contudo esses métodos não retiram a responsabilidade de quem pratica o acto. Uma mulher não fica grávida porque o método que usa falhou mas sim porque teve relações sexuais com um homem.
Em conclusão e para os efeitos deste debate, a gravidez não surge como uma inevitabilidade ou como uma espécie de doença mas sim como resultado de um acto consciente.

Se é o resultado de um acto consciente, é natural que seja obrigado a assumir a responsabilidade dos seus actos. Simples como a água.

Se não pode assumir (as razões são inumeras), também não há problema: existem centenas de casais ansiosos por partilhar o seu espaço familiar com uma criança que pode ser muito bem ser feliz.

Quanto ao facto do aborto se continuar a praticar é uma questão de policia. de falta de eficacia e de falta de vontade como se pode observar pelas palavras da Mizé Tung. Legalizar porque não se consegue fazer cumprir? Que exemplo esta o estado a dar aos cidadãos?

A vida. Onde começa a vida? Depende: se o feto for resultado de uma vontade do casal, então esse casal não duvidará nem um minuto que o feto tenha uma, duas ou trinta semanas é o seu filho (ainda hoje ouvi um palhaço na tv a dizer que num aborto natural a familia não faz luto, esse senhor a que eu dou o nome de palhaço porque não sei o nome verdadeiro, nada sabe sobre o que fala e deveria ter tento na lingua).
Ao invés, se o feto for indesejado não passa de um aglomerado de células que podem ser destruidas.

E outra pergunta: quanto vai custar um aborto num hospital publico? Como será o processo? uma mulher chega a um hospital e diz: "olhe eu quero fazer uma IVG e paga 8 € de taxa moderadora"?
Como vai ser?

E quem vão ser os carrascos? A minha mulher é tecnica de saude e já me confirmou que não participará nestes crimes, mesmo que legalizados.

O sim pode ganhar mas eu por todas as razões e mais algumas, votarei NÃO.
 
Só por curiosidade, porque é que ninguem até ao momento falou no facto de a pergunta do referendo fala em 12 semanas, mas o projecto lei do Partido Socialista, que será o aprovado caso ganhe o SIM, fala em 16 semanas e serão estas as semanas que ficam estipuladas na lei???

Parece-me no mínimo estranho.
 
citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

O sim vai ganhar.

Vai ganhar o sim porque hoje ninguém opta pela luta, opta-se pelo facilitismo. Ninguém se quer responsabilizar pelos seus actos. Todos tem direitos e não quem quer exercer os deveres. Vivemos um tempo de assepcia em que o aborto passou a chamar-se IVG (despuderadamente)
Uma visão utópica de um caminho que só existe no pensamento colectivo.

Mas nada poderá transformar o mau em bom.

Mas vamos começar pelo principio...

A necessidade de um aborto surge porque ouve concepção. E se houve concepção partimos do principio que se consumou um relacionamento sexual em que duas pessoas se juntaram sexualmente exercendo uma vontade própria, consciente e racional. O homem tem uma natureza racional, mesmo neste caso(em por vezes se perde a cabeça).
E portanto a gravidez não surge como um azar mas sim como resultado de acto consciente a que se pode dizer NÃO.
Mas hoje a tecnologia põe ao dispor dos casais os famosos métodos contraceptivos. Contudo esses métodos não retiram a responsabilidade de quem pratica o acto. Uma mulher não fica grávida porque o método que usa falhou mas sim porque teve relações sexuais com um homem.
Em conclusão e para os efeitos deste debate, a gravidez não surge como uma inevitabilidade ou como uma espécie de doença mas sim como resultado de um acto consciente.

Se é o resultado de um acto consciente, é natural que seja obrigado a assumir a responsabilidade dos seus actos. Simples como a água.

Se não pode assumir (as razões são inumeras), também não há problema: existem centenas de casais ansiosos por partilhar o seu espaço familiar com uma criança que pode ser muito bem ser feliz.

Quanto ao facto do aborto se continuar a praticar é uma questão de policia. de falta de eficacia e de falta de vontade como se pode observar pelas palavras da Mizé Tung. Legalizar porque não se consegue fazer cumprir? Que exemplo esta o estado a dar aos cidadãos?

A vida. Onde começa a vida? Depende: se o feto for resultado de uma vontade do casal, então esse casal não duvidará nem um minuto que o feto tenha uma, duas ou trinta semanas é o seu filho (ainda hoje ouvi um palhaço na tv a dizer que num aborto natural a familia não faz luto, esse senhor a que eu dou o nome de palhaço porque não sei o nome verdadeiro, nada sabe sobre o que fala e deveria ter tento na lingua).
Ao invés, se o feto for indesejado não passa de um aglomerado de células que podem ser destruidas.

E outra pergunta: quanto vai custar um aborto num hospital publico? Como será o processo? uma mulher chega a um hospital e diz: "olhe eu quero fazer uma IVG e paga 8 € de taxa moderadora"?
Como vai ser?

E quem vão ser os carrascos? A minha mulher é tecnica de saude e já me confirmou que não participará nestes crimes, mesmo que legalizados.

O sim pode ganhar mas eu por todas as razões e mais algumas, votarei NÃO.

A vitória do "Sim" não acaba com a luta do "Não". Podem continuar a sensibilizar e ajudar as pessoas, ninguém impede que isso aconteça.

Não se pode ver a chegada de um filho como um castigo para um casal.

Legaliza-se porque não se consegue fazer cumprir e porque aqui ao lado fazem-se abortos sem problemas. De Lisboa a Badajoz são 2:30 por AE (28€ e portagem ida e volta), ir a Espanha não é factor de impedimento para muitos, basta meter 1 ou 2 dias de férias.

Os abortos serão, na sua maior parte, feitos em clínicas privadas.

Bem vistas as coisas, se o "Sim" ganhar apenas se poupa algum tempo e arranjam-se alguns empregos em Portugal. E quem se vai continuar a lixar são as pessoas com parcos recursos que fazem abortos clandestinos e volta e meia aparecem nas urgências com complicações decorrentes dessas intervenções.
 
citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim



(...)

E quem vão ser os carrascos? A minha mulher é tecnica de saude e já me confirmou que não participará nestes crimes, mesmo que legalizados.

O sim pode ganhar mas eu por todas as razões e mais algumas, votarei NÃO.

Estás no teu pleno direito de fazer a tua escolha, mas também tens o pleno dever de aceitares a opinião dos outros.
Chamas "carrascos" a quem irá ajudar mulheres a fazerem a IVG, que nome dás àqueles que ajudam crianças deficientes a virem a um "mundo" que em termos de apoios deixa muito a desejar? Clarifico, a crianças sem nada sobrepõem-se às crianças que têm tudo e mesmo assim para aquelas que têm tudo os apoios são escassos!
 
citação:Originalmente colocada por Tuareg

citação:Originalmente colocada por Julius_Kaizer

Um embrião humano com 4 semanas - 1 Mês - JÁ TEM CEREBRO E CORAÇAO, ora então digam lá, continua ser um monte disforme de celulas?

- NÃO!!!!


- http://reaccaonacional.web.simplesnet.pt -


Um cérebro, esse orgão que distingue superiormente o Homem, com capacidades invejáveis, diga-se...

Algumas pessoas até deviam experimentar trocar o cérebro do embrião (ou do feto) pelo seu, para saberem exactamente do que falam quando empregam a expressão «ter cérebro» sobre o embrião...
:(

POIS É... O Costume, quando não há argumentos passa-se para os insultos, depois diz aqui em que faculdade de medicina te formaste, OK? Estou mesmo curioso!
 
Ainda gostava de saber se o sim ganhar, alguém passa a ser obrigado a abortar, ou a fazer abortos (espero bem que não)...

Este referendo é uma palhaçada. Os governos são eleitos para governar; se querem mudar a lei que mudem. É engraçado que os 2 governos anteriores não fizeram referendos para subir o IVA ou para liberalizar os combustíveis...
 
citação:Originalmente colocada por Excalibur

Eu respondi sim.

Já agora sendo a MULHER a principal visada e prejudicada com tal acto, o referendo não deveria dirigir-se somente a ela ?

Acho que mulher nenhuma com os 5 bem medidos recorre a uma acto destes somente por pura incuria, ou meio anticoncepcional.

Não sei digo eu ...


a treta do costume.
o homem e a sua opinião só contam se o bebé nascer...[xx(]
começo a pensar que os homens só servem para pagar as contas ao fim do mês...
se uma mulher engravida e quer abortar e o homem quer meter o bedelho o pessoal diz que a decisão é dela.
se a mulher engravida mas quer ter o bebé e o pai não o quer ser
já é um animal porque não provê o sustento adequado e obrigatório...
coisas da nossa sociedade.
ld
 
citação:Originalmente colocada por Phoenix

Voto SIM

Talvez assim se acabem com as escandalosas condições e negociatas em volta disto.

legalize-se de uma vez a venda de drogas pesadas!!
assim acabam-se com as negociatas e com os senhores barões da droga que fazem biliões por ano.
bela solução....

ld
 
Voltar
Superior