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Crash, tenho uma questão:
Será que o novo Alpine conseguirá ser rentável sem a marca estar presente nos EUA? Como se sabe os EUA são de longe o maior mercado para este tipo de carros.
Outra questão, se a Alfa conseguiu vender o fantástico 8C nos EUA sem estar oficialmente presente no mercado, será que a Alpine também poderá vender este carro nos EUA sem estar oficialmente no pais?
Obrigado.
Sim a ambas as questões.
O projecto da Alpine nasceu a meias com a Caterham, apesar desse acordo já ter sido terminado.
E nada melhor que a Caterham e os pequenos construtores britânicos para dar o know-how em como rentabilizar um projecto que, segundo as estimativas, não deverá exceder as 3 mil unidades anuais em velocidade de cruzeiro. A Caterham vende aproximadamente 500 veículos por ano e é uma empresa rentável.
Mesmo que não venda nos EUA, não deverá ser difícil conseguir esse valor vendendo apenas na Europa, Japão e outros mercados específicos. Só precisam é de dar uma volta ao estilo do carro para atrair mais pessoal []
A Alpine poderá vender o novo modelo nos EUA em estar oficialmente representada, mas o carro tem de igualmente passar por processo de homologação específico.
O 8C nesse aspecto tinha uma vantagem, já que era baseado no Maserati 4200GT, modelo que foi vendido nos EUA. Ou seja, grande parte do trabalho já tinha sido efectuado pela Maserati, fosse ao nível da segurança, fosse ao nível do motor, já que o 4.7 V8 equipou toda a gama da Maserati.
A Alpine poderá ter algumas dificuldades acrescidas, pois se o carro não foi projectado de raíz para ser vendido em todo o lado, poderá obrigar a alterações sérias que podem não ser viáveis do ponto de vista económico. Sem contar com os motores, que deverá recair num 4 cilindros turbo da Renault. Se a Nissan não vender nenhum versão desse motor nos EUA, poderá também acarretar custos extra na adaptação do motor.
Para perceber o nível de alterações, basta verificar os quase 200kg mais que um 4C americano pesa mais que um 4C europeu, porque a coisa não foi projectada de raíz como produto global.
Mesmo ao nível de superdesportivos, basta acompanhar as aventuras e desventuras da Pagani e Koenigsegg para venderem os seus carros nos EUA.
Obrigado! É sempre um enorme prazer ler os teus posts!
Já agora outra questão, será que a Renault irá fabricar este carro numa versão com o volante à direita? É que mercados muito importantes como o Reino Unido, Japão ou Austrália exigem essa configuração, no entanto a produção acarreta custos acrescidos.
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Já agora outra questão, será que a Renault irá fabricar este carro numa versão com o volante à direita? É que mercados muito importantes como o Reino Unido, Japão ou Austrália exigem essa configuração, no entanto a produção acarreta custos acrescidos.
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Já agora outra questão, será que a Renault irá fabricar este carro numa versão com o volante à direita? É que mercados muito importantes como o Reino Unido, Japão ou Austrália exigem essa configuração, no entanto a produção acarreta custos acrescidos.
“And of course the car will go to Australia… It will be a right-hand drive car… We will prepare a car for Australia,” Ollivier stated.
Eu faço esta pergunta porque como devem saber o Espace e o Talisman não serão fabricados com o volante à direita...
CEO da Alpine já tinha confirmado que teria também volante à direita.
http://www.motoring.com.au/alpine-confirmed-for-australia-46530/
You were the ones who brought alpine to life, we are all going to make sure it is reborn. Best wishes and see you all in 2016.
Teaser:
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@Facebook Alpine
Os anos que este carro demorou até ser realidade....[kiss]