[Antevisão] Renault Alpine (2017)

Crash, tenho uma questão:

Será que o novo Alpine conseguirá ser rentável sem a marca estar presente nos EUA? Como se sabe os EUA são de longe o maior mercado para este tipo de carros.

Outra questão, se a Alfa conseguiu vender o fantástico 8C nos EUA sem estar oficialmente presente no mercado, será que a Alpine também poderá vender este carro nos EUA sem estar oficialmente no pais?

Obrigado.
 
Segundo a L´Automobile Magazine, a Alpine mostrará no próximo mês de Fevereiro, outro concept. (para o Salão de Genebra?)

Sendo que a versão de produção deverá ser apresentada em Outubro, no Salão de Paris.
 
Crash, tenho uma questão:

Será que o novo Alpine conseguirá ser rentável sem a marca estar presente nos EUA? Como se sabe os EUA são de longe o maior mercado para este tipo de carros.

Outra questão, se a Alfa conseguiu vender o fantástico 8C nos EUA sem estar oficialmente presente no mercado, será que a Alpine também poderá vender este carro nos EUA sem estar oficialmente no pais?

Obrigado.

Sim a ambas as questões.

O projecto da Alpine nasceu a meias com a Caterham, apesar desse acordo já ter sido terminado.
E nada melhor que a Caterham e os pequenos construtores britânicos para dar o know-how em como rentabilizar um projecto que, segundo as estimativas, não deverá exceder as 3 mil unidades anuais em velocidade de cruzeiro. A Caterham vende aproximadamente 500 veículos por ano e é uma empresa rentável.

Mesmo que não venda nos EUA, não deverá ser difícil conseguir esse valor vendendo apenas na Europa, Japão e outros mercados específicos. Só precisam é de dar uma volta ao estilo do carro para atrair mais pessoal [:D]

A Alpine poderá vender o novo modelo nos EUA em estar oficialmente representada, mas o carro tem de igualmente passar por processo de homologação específico.
O 8C nesse aspecto tinha uma vantagem, já que era baseado no Maserati 4200GT, modelo que foi vendido nos EUA. Ou seja, grande parte do trabalho já tinha sido efectuado pela Maserati, fosse ao nível da segurança, fosse ao nível do motor, já que o 4.7 V8 equipou toda a gama da Maserati.

A Alpine poderá ter algumas dificuldades acrescidas, pois se o carro não foi projectado de raíz para ser vendido em todo o lado, poderá obrigar a alterações sérias que podem não ser viáveis do ponto de vista económico. Sem contar com os motores, que deverá recair num 4 cilindros turbo da Renault. Se a Nissan não vender nenhum versão desse motor nos EUA, poderá também acarretar custos extra na adaptação do motor.

Para perceber o nível de alterações, basta verificar os quase 200kg mais que um 4C americano pesa mais que um 4C europeu, porque a coisa não foi projectada de raíz como produto global.
Mesmo ao nível de superdesportivos, basta acompanhar as aventuras e desventuras da Pagani e Koenigsegg para venderem os seus carros nos EUA.
 
Sim a ambas as questões.

O projecto da Alpine nasceu a meias com a Caterham, apesar desse acordo já ter sido terminado.
E nada melhor que a Caterham e os pequenos construtores britânicos para dar o know-how em como rentabilizar um projecto que, segundo as estimativas, não deverá exceder as 3 mil unidades anuais em velocidade de cruzeiro. A Caterham vende aproximadamente 500 veículos por ano e é uma empresa rentável.

Mesmo que não venda nos EUA, não deverá ser difícil conseguir esse valor vendendo apenas na Europa, Japão e outros mercados específicos. Só precisam é de dar uma volta ao estilo do carro para atrair mais pessoal [:D]

A Alpine poderá vender o novo modelo nos EUA em estar oficialmente representada, mas o carro tem de igualmente passar por processo de homologação específico.
O 8C nesse aspecto tinha uma vantagem, já que era baseado no Maserati 4200GT, modelo que foi vendido nos EUA. Ou seja, grande parte do trabalho já tinha sido efectuado pela Maserati, fosse ao nível da segurança, fosse ao nível do motor, já que o 4.7 V8 equipou toda a gama da Maserati.

A Alpine poderá ter algumas dificuldades acrescidas, pois se o carro não foi projectado de raíz para ser vendido em todo o lado, poderá obrigar a alterações sérias que podem não ser viáveis do ponto de vista económico. Sem contar com os motores, que deverá recair num 4 cilindros turbo da Renault. Se a Nissan não vender nenhum versão desse motor nos EUA, poderá também acarretar custos extra na adaptação do motor.

Para perceber o nível de alterações, basta verificar os quase 200kg mais que um 4C americano pesa mais que um 4C europeu, porque a coisa não foi projectada de raíz como produto global.
Mesmo ao nível de superdesportivos, basta acompanhar as aventuras e desventuras da Pagani e Koenigsegg para venderem os seus carros nos EUA.


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Já agora outra questão, será que a Renault irá fabricar este carro numa versão com o volante à direita? É que mercados muito importantes como o Reino Unido, Japão ou Austrália exigem essa configuração, no entanto a produção acarreta custos acrescidos.
 
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Já agora outra questão, será que a Renault irá fabricar este carro numa versão com o volante à direita? É que mercados muito importantes como o Reino Unido, Japão ou Austrália exigem essa configuração, no entanto a produção acarreta custos acrescidos.

Eu diria que sim! Aliás, era uma erro crasso não o fazer! O mercado inglês e o australiano são demasiado importantes e calculo que os custos nem sequer sejam assim tão elevados! Se vier então a vender nos EUA... diria que os 3 mercados que menciono vão ser os principais clientes do modelo!

Já agora, conheço uma pessoa que tem um velhinho Alpine A110 (azul, lindo de morrer) e que diz que está mortinha para ter o novo modelo! Se estimar o novo como estima o original... ambos vão ficar para os netos!!!
 
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Já agora outra questão, será que a Renault irá fabricar este carro numa versão com o volante à direita? É que mercados muito importantes como o Reino Unido, Japão ou Austrália exigem essa configuração, no entanto a produção acarreta custos acrescidos.

Como já disseram, de certeza que o irão fazer, quando existem dois mercados com volante À direita que são dos maiores consumidores deste tipo de veículos: UK e Japão.
Podem sobreviver sem os EUA, que obriga a custos extra de homologação.
Mas sem o UK? Duvido. Não é À toa que levaram para lá o concept, e participaram no Festival of Speed em Goodwood.
 
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Já agora outra questão, será que a Renault irá fabricar este carro numa versão com o volante à direita? É que mercados muito importantes como o Reino Unido, Japão ou Austrália exigem essa configuração, no entanto a produção acarreta custos acrescidos.


CEO da Alpine já tinha confirmado que teria também volante à direita.

“And of course the car will go to Australia… It will be a right-hand drive car… We will prepare a car for Australia,” Ollivier stated.

http://www.motoring.com.au/alpine-confirmed-for-australia-46530/
 
Eu faço esta pergunta porque como devem saber o Espace e o Talisman não serão fabricados com o volante à direita...

Desconhecia, confesso. Realmente, não estava a perceber bem a razão da tua pergunta.
Mas pelos motivos descritos pelo crash, UK e Japão são mercados fulcrais para desportivos.
 
You were the ones who brought alpine to life, we are all going to make sure it is reborn. Best wishes and see you all in 2016.

Teaser:

giphy.gif


@Facebook Alpine
 
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Os anos que este carro demorou até ser realidade....[kiss]

Os Alpines foram automóveis muito elogiados no seu tempo, aliás o Jeremy Clarkson afirmou na altura do lançamento do A610 (inicio dos anos 90), que o Alpine era um dos melhores automóveis da sua época, em conjunto aliás com outro Francês, o Venturi Atlantique.

No entanto ambos foram flops a nível comercial.

Eu penso que há duas razões para os fracassos comerciais dos super desportivos Franceses no mercado. Por um lado na altura existia um imposto em França (como existe ainda hoje em Portugal) que penalizava os automóveis com motores de elevada cilindrada, logo sendo ambos V6s, teriam preços bastante elevados no seu mercado doméstico, e depois foi o facto de não estarem presentes nos EUA. A Renault saiu do mercado Americano em 1987 por mera decisão de gestão (nessa altura a Renault era a marca Europeia mais vendida nos EUA, eu penso que foi um erro essa saída), e isso fez com que o Alpine A610 não tivesse acesso ao maior mercado do Mundo e grande apreciador de grandes motores a gasolina e RWD.

Agora finalmente irão lançar o novo Alpine, e estou bastante curioso para ver como se comportará nas reviews e no mercado.
 
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A apresentação está marcada para o Col de Turini, Sul de França, no dia 16 de Fevereiro. O Ghosn estará presente na companhia de 120 Alpines antigos e os seus proprietários.

Confidentiel : 16 février au col du Turini, Carlos Ghosn et 120 Alpine pour le lancement de l’A120

Après la révélation de la Renault F1 mercredi prochain au Technocentre de Guyancourt, il y aura la foule des grands jours le mardi 16 février entre la Principauté de Monaco, dans le Haut Pays Niçois vers le Col du Turini. C’est en effet le jour choisi par le Groupe Renault pour la présentation grandeur nature de l’Alpine A120, en présence notamment du président Carlos Ghosn, de Bernard Ollivier président d’Alpine, de 120 propriétaires d’Alpine avec leurs belles, d’au moins autant d’invités et d’une meute de passionnés.
 
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