BLADERUNNER
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Aquilo que a VW representa, sobretudo o design excessivamente insosso, não é referência para ninguém nem as palavras de Walter a defender a simplicidade o salvam dessa falta de criatividade.
Mas o que Walter de Silva referiu, de o futuro do design automóvel passar por modelos com linhas mais limpas e simples, eu concordo em absoluto.
Atualmente criam-se vincos em todo o lado sem nenhum propósito, acrescentam-se adereços, frisos, cromados, retalha-se a chaparia e dobra-se e desdobra-se em cada cm disponível como se uma superfície lisa fosse sinónimo de inacabado ou antiquado.
Uma superfície lisa (plana ou curva), quando bem desenhada, é muito mais bonita e difícil de conseguir do que uma outra disfarçada com todo o género de adereços que acabam por cansar.
É como uma mulher bonita ao natural ou uma feia carregada de adereços e maquilhagem que a torna apalhaçada de tanto exagero.
Tenham o cuidado de dissecar os carros ao pormenor e reparem em tanto non-sense desnecessário que é acrescentado.
Não existe quase nenhum carro que aprecie porque os defeitos são mais do que muitos e os excessos estão na moda.
Estamos numa fase do este tem mais do que aquele, nem que “mais” signifique bling-bling.
Depois surgem abortos incaracterísticos que parece terem sido amarrotados antes de saírem à rua.
Acredito que vamos passar da época da elegância dos vincos para a elegância das formas e superfícies.
Mas o que Walter de Silva referiu, de o futuro do design automóvel passar por modelos com linhas mais limpas e simples, eu concordo em absoluto.
Atualmente criam-se vincos em todo o lado sem nenhum propósito, acrescentam-se adereços, frisos, cromados, retalha-se a chaparia e dobra-se e desdobra-se em cada cm disponível como se uma superfície lisa fosse sinónimo de inacabado ou antiquado.
Uma superfície lisa (plana ou curva), quando bem desenhada, é muito mais bonita e difícil de conseguir do que uma outra disfarçada com todo o género de adereços que acabam por cansar.
É como uma mulher bonita ao natural ou uma feia carregada de adereços e maquilhagem que a torna apalhaçada de tanto exagero.
Tenham o cuidado de dissecar os carros ao pormenor e reparem em tanto non-sense desnecessário que é acrescentado.
Não existe quase nenhum carro que aprecie porque os defeitos são mais do que muitos e os excessos estão na moda.
Estamos numa fase do este tem mais do que aquele, nem que “mais” signifique bling-bling.
Depois surgem abortos incaracterísticos que parece terem sido amarrotados antes de saírem à rua.
Acredito que vamos passar da época da elegância dos vincos para a elegância das formas e superfícies.
