RMS Titanic- o centenário

Foi o que vi num documentário, seja como for, são teorias mas uma coisa é certa, o peso influencia bastante na gravidade e o titanic pesa mais que um prego, a gravidade aumenta conforme nos aproximamos do centro da terra.


Qtos erros numa só frase... Nem sei por onde começar...

O melhor é estar calado...
 
Na altura do filme era fácil arranjar patrocinios e verbas para o trazer, mas dado o estado dele e o tamanho é praticamente impossível sem se desfazer. Alem de estar há 86 anos debaixo de água, quando embateu no fundo estima-se que ia a uma velocidade de 200km/h, o embate só por si quase que o transformou numa bolacha.

Fez 100 anos a 30 minutos, tentei vir postar aqui mas o forum estava em baixo :sh)

Foi o que vi num documentário, seja como for, são teorias mas uma coisa é certa, o peso influencia bastante na gravidade e o titanic pesa mais que um prego, a gravidade aumenta conforme nos aproximamos do centro da terra.

Ouviste mal ou percebeste mal acredita, basta pensar um pouco para perceber que esse valor é absolutamente impossível.

Para teres noção e enquadrares os valores para perceberes o porquê de tal não ser possível basta pensar que um skydiver em queda livre, se estiver a "cair" barriga para baixo possui uma velocidade terminal de cerca de 195km/h, adoptando a posição mais aerodinâmica possivel um Skydiver consegue atingir como velocidade máxima cerca de 320km/h...Isto é no ar..

Os torpedos mais comuns, que têm uma forma bastante hidrodinâmica atingem 100km/h!

Em resumo, pelos motivos mais lógicos, resistência à água pela forma e tamanho do titanic 200km/h não é realista, numa pesquisa rápida os poucos dados que descobri indicam que embateu no fundo do mar a cerca de 22 Knots ou 40 km/h
 
Ouviste mal ou percebeste mal acredita, basta pensar um pouco para perceber que esse valor é absolutamente impossível.

Para teres noção e enquadrares os valores para perceberes o porquê de tal não ser possível basta pensar que um skydiver em queda livre, se estiver a "cair" barriga para baixo possui uma velocidade terminal de cerca de 195km/h, adoptando a posição mais aerodinâmica possivel um Skydiver consegue atingir como velocidade máxima cerca de 320km/h...Isto é no ar..

Os torpedos mais comuns, que têm uma forma bastante hidrodinâmica atingem 100km/h!

Em resumo, pelos motivos mais lógicos, resistência à água pela forma e tamanho do titanic 200km/h não é realista, numa pesquisa rápida os poucos dados que descobri indicam que embateu no fundo do mar a cerca de 22 Knots ou 40 km/h

Eu não sei, não tenho noção da velocidade que pode atingir ou não, foi o que me lembro de ter visto num documentário, mas ao ponto de arrancar placas enormes do navio, e ele ir desfazendo-se na descida, parece-me que 40km/h é muito pouco...

os torpedos são impulsionados como? a força que os empurra é suficiente para os levar a 100km/h mas certamente que se tivessem uma força maior, atingiam velocidades maiores...

Depois não convém esquecer que a força gravidade é a massa a dividir pela distancia ao ponto gravitacional, ou seja neste caso a massa é muito maior que qualquer objecto (bastante maior que um 747 por exemplo, só comparável a outros navios) e a distancia também é muito inferior (quantas vezes andamos a 3800 metros abaixo do nível da água?), lá está, são cálculos que eu simplesmente não tenho a minima noção se 200km/h é possível ou não...
 
Na altura do filme era fácil arranjar patrocinios e verbas para o trazer, mas dado o estado dele e o tamanho é praticamente impossível sem se desfazer. Alem de estar há 86 anos debaixo de água, quando embateu no fundo estima-se que ia a uma velocidade de 200km/h, o embate só por si quase que o transformou numa bolacha.

Fez 100 anos a 30 minutos, tentei vir postar aqui mas o forum estava em baixo :sh)


Nem que o trouxessem aos bocados e depois monta-lo cá em cima
 
Eu não sei, não tenho noção da velocidade que pode atingir ou não, foi o que me lembro de ter visto num documentário, mas ao ponto de arrancar placas enormes do navio, e ele ir desfazendo-se na descida, parece-me que 40km/h é muito pouco...

os torpedos são impulsionados como? a força que os empurra é suficiente para os levar a 100km/h mas certamente que se tivessem uma força maior, atingiam velocidades maiores...

Depois não convém esquecer que a força gravidade é a massa a dividir pela distancia ao ponto gravitacional, ou seja neste caso a massa é muito maior que qualquer objecto (bastante maior que um 747 por exemplo, só comparável a outros navios) e a distancia também é muito inferior (quantas vezes andamos a 3800 metros abaixo do nível da água?), lá está, são cálculos que eu simplesmente não tenho a minima noção se 200km/h é possível ou não...

Um monstro daqueles a afundar-se a 200km/h, não restaria mesmo nada para ver no fundo do mar, a não ser uma enorme quantidade de pequenos detritos irreconheciveis.
Além disso, não estás a considerar uma coisa.
Aquilo está a atravessar água. Não ar. A resistência é bastante superior. 200km/h debaixo de água obrigaria não só a uma forma hidrodinâmica perfeita, como elevados niveis de impulsão. Dificilmente um transatlantico partido em dois, apenas com a força da gravidade a actuar sobre o mesmo conseguiria atingir velocidades nessa ordem de grandeza.

A velocidade de queda estimada do Titanic encontra-se algures entre os 40 e 50 à hora.
Existe algo chamado velocidade terminal, que pode ser aplicado a qualquer objecto a cair por um fluido, onde podemos incluir o ar.
E isso implica a força da gravidade a actuar no objecto, assim como o atrito causado pelo fluido que está a ser atravessado.
O objecto acelará até um ponto, onde força de gravidade encontrará resistência equivalente do atrito provocado pelo fluido, desacelarando a queda do objecto e causando uma queda a velocidade estabilizada.

E atravessar uma parede de água 40-50km/h, já envolve forças hidrodinâmicas elevadas, que acabam por ter um efeito destruidor não muito diferente daquele que vemos com ventos fortes. E a actuar sobre um objecto, mesmo um massivo como o Titanic, que já se encontrava dividido em dois, revelando as entranhas e onde essas forças poderiam actuar sobre partes que não foram de todo projectadas para lidar com elas, permite justificar grande parte dos estragos que foram encontrados nas duas metades do transatlântico.
 
A minha homenagem aqui às vítimas e ao grande filme do Cameron, um dos melhores que alguma vez vi.

Sou mais um dos curiosos em torno da história trágica e romântica do majestoso Titanic.
 
No fim de semana mostraram uma série de documentários sobre o Titanic.
No National Geographic, um deles, incluia o próprio James Cameron a actualizar a info daquilo que tinha feito para o filme, corrigindo certos erros sobre o modo como o Titanic afundou.

Mas o mais interessante documentário que coloquei os olhos em cima, tem a ver com a procura de respostas para ninguém ter visto o icebergue a não ser quando já era tarde demais e o porquê do Californian estar a poucas milhas do Titanic enquanto este se afundava e não ter ido em seu auxilio, apesar de estarem suficientemente perto para se verem um ao outro com binóculos.
E em ambas as situações, a culpada parece ter sido mesmo a mãe natureza, dado terem se conjugado uma série de condições que provocaram um fenómeno que nunca tinha ouvido falar, miragens de água fria, que afectaram grandemente a percepção do que se via.

Mais alguém viu?
 
Vi e achei muito interessante.

Hoje descobri a história desta senhora.

Violet Jessop - Wikipedia, the free encyclopedia

Estava no Olympic, o primeiro dos três navios da Classe Olympic e "irmão" do Titanic e Britannic, quanto este bateu num cruzador da Marinha Inglesa em 1911.
Estava no Titanic quando este se afundou e estava no Britannic quando também foi ao fundo em 1916, após o embate numa mina da 1ª guerra.
 
No fim de semana mostraram uma série de documentários sobre o Titanic.
No National Geographic, um deles, incluia o próprio James Cameron a actualizar a info daquilo que tinha feito para o filme, corrigindo certos erros sobre o modo como o Titanic afundou.

Mas o mais interessante documentário que coloquei os olhos em cima, tem a ver com a procura de respostas para ninguém ter visto o icebergue a não ser quando já era tarde demais e o porquê do Californian estar a poucas milhas do Titanic enquanto este se afundava e não ter ido em seu auxilio, apesar de estarem suficientemente perto para se verem um ao outro com binóculos.
E em ambas as situações, a culpada parece ter sido mesmo a mãe natureza, dado terem se conjugado uma série de condições que provocaram um fenómeno que nunca tinha ouvido falar, miragens de água fria, que afectaram grandemente a percepção do que se via.

Mais alguém viu?

creio que foi o que vi
o que passou antes, sobre o grupo da garantia, tb foi interessante. com comentários do proprio Robert Ballard
 
Vi e achei muito interessante.

Hoje descobri a história desta senhora.

Violet Jessop - Wikipedia, the free encyclopedia

Estava no Olympic, o primeiro dos três navios da Classe Olympic e "irmão" do Titanic e Britannic, quanto este bateu num cruzador da Marinha Inglesa em 1911.
Estava no Titanic quando este se afundou e estava no Britannic quando também foi ao fundo em 1916, após o embate numa mina da 1ª guerra.

Bolas. Que karma que a senhora tinha...
 
No fim de semana mostraram uma série de documentários sobre o Titanic.
No National Geographic, um deles, incluia o próprio James Cameron a actualizar a info daquilo que tinha feito para o filme, corrigindo certos erros sobre o modo como o Titanic afundou.

Mas o mais interessante documentário que coloquei os olhos em cima, tem a ver com a procura de respostas para ninguém ter visto o icebergue a não ser quando já era tarde demais e o porquê do Californian estar a poucas milhas do Titanic enquanto este se afundava e não ter ido em seu auxilio, apesar de estarem suficientemente perto para se verem um ao outro com binóculos.
E em ambas as situações, a culpada parece ter sido mesmo a mãe natureza, dado terem se conjugado uma série de condições que provocaram um fenómeno que nunca tinha ouvido falar, miragens de água fria, que afectaram grandemente a percepção do que se via.

Mais alguém viu?

Há aqui um mais que viu.
 
No fim de semana mostraram uma série de documentários sobre o Titanic.
No National Geographic, um deles, incluia o próprio James Cameron a actualizar a info daquilo que tinha feito para o filme, corrigindo certos erros sobre o modo como o Titanic afundou.

Mas o mais interessante documentário que coloquei os olhos em cima, tem a ver com a procura de respostas para ninguém ter visto o icebergue a não ser quando já era tarde demais e o porquê do Californian estar a poucas milhas do Titanic enquanto este se afundava e não ter ido em seu auxilio, apesar de estarem suficientemente perto para se verem um ao outro com binóculos.
E em ambas as situações, a culpada parece ter sido mesmo a mãe natureza, dado terem se conjugado uma série de condições que provocaram um fenómeno que nunca tinha ouvido falar, miragens de água fria, que afectaram grandemente a percepção do que se via.

Mais alguém viu?
Muito bom. Dos três foi o mais interessante.
 
No fim de semana mostraram uma série de documentários sobre o Titanic.
No National Geographic, um deles, incluia o próprio James Cameron a actualizar a info daquilo que tinha feito para o filme, corrigindo certos erros sobre o modo como o Titanic afundou.

Mas o mais interessante documentário que coloquei os olhos em cima, tem a ver com a procura de respostas para ninguém ter visto o icebergue a não ser quando já era tarde demais e o porquê do Californian estar a poucas milhas do Titanic enquanto este se afundava e não ter ido em seu auxilio, apesar de estarem suficientemente perto para se verem um ao outro com binóculos.
E em ambas as situações, a culpada parece ter sido mesmo a mãe natureza, dado terem se conjugado uma série de condições que provocaram um fenómeno que nunca tinha ouvido falar, miragens de água fria, que afectaram grandemente a percepção do que se via.

Mais alguém viu?


Culpa da mãe natureza ?...

Foi o Titanic que chocou contra o iceberg e não o contrário... A culpa foi simplesmente falta de prudência da tripulação, numa zona propícia à formação de icebergs.
 
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