Saudades (coisas da nossa infância)

Estou mesmo a ficar velho.

A essas gostava de juntar algumas da minha infância transmontana

- Jogar à pedrada
- Andar à porrada
- Fazer Carrinhos de rolamentos


Sou da colheita de 81 (ano internacional do deficiente (isto explica algumas das minha atitudes) )
 
Velhos tempos, sou de 84, mas ao ler isso, parece que estou a contar a minha infância. :)

outro de 84. [;)] E senti o mesmo...tenho repugnancia é pelas gerações que se estão a criar....da morangada, dos basofes e isso tudo...isto vai ter um impacto nos próximas decadas que nem vos digo nada...[8b]
 
E à tarde davam desenhos animados.

Ainda me lembro de sair da escola a correr para ir com os colegas ver "bonecos".[:D]

Agora é só programas temáticos ou novelas.
 
O texto?

Apenas uma exposição de 1 opinião que muito gente se revê.

Eu sou de 81 e passei a minha infancia na rua, com os berlindes, a bicicleta (no inicio ate comprei com 1 vizinho...andavamos a vez) e so muito tarde tive um PC (17 anos). Tive consolas entretanto.

Nao existia net, nem hi5 etc. Revejo-me que perdemos imenso tempo nesse vasto mundo chamado internet. Podemos estar mais cultos, mais conscientes do que se passa no mundo mas há menos amizade. Cada vez menos o cultivo da surpresa.

Minha opinião claro
 
Acrescenta aí:

Roubar fruta
Jogar futebol no meio da rua (a)
Ir tomar banho nos tanques públicos
Explorar edifícios em construção, mesmo estando a entrada fechada (b)

83...
(a) - Com pedras a fazer de balizas, e chegar a casa todo esfolado.
(b) - e jogar aos "artistas" lá dentro (era uma especie de paintball com raios lazer invisiveis e pistolas de tijolo).
- Fazer rampas para saltar de bicicleta (1 vez com uma fogueira a seguir à rampa)
- Fazer cabanas no meio do monte, e jogar as cartas lá dentro.
etc... etc... etc...
 
87, ainda apanhei uma pontinha de algumas coisas que aí estão.

Só sei que os miudos hoje em dia são muito diferentes do que eram no meu tempo.

Bons tempos, era só vádiar[:p]


89 e ainda apanhei muitas coisas das que ai estao!!!

fui ate campeao de corridas de carros de rolamentos na minha escola!
 
outro de 84. [;)] E senti o mesmo...tenho repugnancia é pelas gerações que se estão a criar....da morangada, dos basofes e isso tudo...isto vai ter um impacto nos próximas decadas que nem vos digo nada...[8b]
Mais um de 84. E o D'Artacão a tarde na tvi depois de uma manha com o Justiceiro e o Esquadrao classe A, e para colmatar ao fim da tarde, Marés Vivas :))))))))...

CUmps
 
nao percebo qual o intuito deste texto :S

ajudar pessoas com fraca auto-motivação??

so pode. Nao tem pés nem cabeça.


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Tenta ler as letras e formar vocábulos.
Faz isso em voz alta que facilita a tarefa.
[:D] [:D]
 
89 e ainda apanhei muitas coisas das que ai estao!!!

fui ate campeao de corridas de carros de rolamentos na minha escola!

Com todo o respeito, não sabes do que estás a falar [:D] [;)]

A piada nos carrinhos de rolamentos é mesmo o fazer só porque sim porque é divertido. Não é pela competição organizada por alguém "responsável", era organizado para ser o melhor da rua, ou para sentir a sensação. Não era preciso capacete nem travões nada disso, o que se esfolasse mais sentia-se orgulhoso porque tinha se espetado com um carrinho feito por ele, ainda que não valesse nada[:p]

Falta outra...
Agora andam aos 6 e 7 num carro de 5 lugares, antes andavam 2 e 3 numa bicicleta de 1 lugar. [:D] o que ía atrás saltava e estatelava-se no chão...

Sou de 78
 
Felizmente tive uma juventude dessas :) e felizmente tenho um filho que nasceu antes de 86 e sabe perfeitamente o que é isso...já os outros não tiveram essa felicidade. [s)]
 
83...
(a) - Com pedras a fazer de balizas, e chegar a casa todo esfolado.
(b) - e jogar aos "artistas" lá dentro (era uma especie de paintball com raios lazer invisiveis e pistolas de tijolo).
- Fazer rampas para saltar de bicicleta (1 vez com uma fogueira a seguir à rampa)
- Fazer cabanas no meio do monte, e jogar as cartas lá dentro.
etc... etc... etc...

Ui, tantas...
Demorava mais a descobrir um silvado bom para isso e fazer a cabana que a usufruir dela, vá lá, algumas ainda duravam um tempo...
 
Com todo o respeito, não sabes do que estás a falar [:D] [;)]

A piada nos carrinhos de rolamentos é mesmo o fazer só porque sim porque é divertido. Não é pela competição organizada por alguém "responsável", era organizado para ser o melhor da rua, ou para sentir a sensação. Não era preciso capacete nem travões nada disso, o que se esfolasse mais sentia-se orgulhoso porque tinha se espetado com um carrinho feito por ele, ainda que não valesse nada[:p]

Falta outra...
Agora andam aos 6 e 7 num carro de 5 lugares, antes andavam 2 e 3 numa bicicleta de 1 lugar. [:D] o que ía atrás saltava e estatelava-se no chão...

Sou de 78

pois mas eu corri com um carro feito por mim!!

depois ele partiu se e tornei a fazer outro com o meu pai!

tambem corri muito nas ruas da minha aldeia com os meu colegas...
e tmb nao havia nada de travoes nm capacetes nem nada

uma vez prai com nove anos enfiei me debaixo de um camiao de bicicleta, desmaiei e so voltei a acordar no quarto do meu primo

eu sei que nao é a mesma coisa, mas eu tmb ainda vivi um pouco desse espirito, eu sou duma aldeia Transmontana nao sou um copinho de leite da cidade.
 
Assunto: Nascidos antes de 1986


De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que

nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter

sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas

com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes

lambíamos e mordíamos.


Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças",

ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.


Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.


Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags,

viajar à

frente era um bónus.


Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.


Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar,

mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.


Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.


Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a

grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que

esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado

aprendíamos.



Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que

estivéssemos em casa antes de escurecer.



Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.



Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão,

filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na

Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.


Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores,

cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em

tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.



Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de

sermos apanhados.



Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a

escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.



Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era

impensável os nossos pais nos safarem.



Eles estavam do lado da lei.



Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.


Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.


Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a

lidar com tudo.




És um deles?



Parabéns!



Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como

verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as

nossas vidas, "para nosso bem".



Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem

de ler acerca de nós.


Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um

sorriso nos vossos lábios.



A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em

1986.



Chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl

conhecem de westlife e não de Billy Joel.



Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.


Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.


A SIDA sempre existiu.


Os CD's sempre existiram.


O Michael Jackson sempre foi branco.



Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar

que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.



Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano

passado.



Não conseguem imaginar a vida sem computadores.



Não acreditam que houve televisão a preto e branco.



Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:



1. Entendes o que está escrito acima e sorris.



2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.



3. Os teus amigos estão casados ou a casar.



4. Surpreende-te ver crianças tão à vontade com computadores.



5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.



6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).



7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.



8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão

gostar.



SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças!

+ 1

Acrescento ainda:

Sou de 49, pertenço a uma geração que na escola aprendeu que Portugal ía do Minho até Timor.

Assisti como esse Imperio ( o primeiro a ser construido ao nivel intercontinental e o último a cair) começou a ruir a partir de 61.

Participei na guerra para manter esse Império

Acompanhei esses anos loucos de transformações ao nivel mundial dos valores, cultura e mentalidades, que foram os anos 60

Assisti á Revolução de Abril, que acabou com o Imperio e deu origem ao sistema democratico em que hoje vivemos.

Acompanhei as guerras do Vietnam, as duas Israel/Arabe, as três Hindo/Paquistanesas, o nascimento de novos estados na Africa e na Asia, a crise dos misseis em Cuba que levou o Mundo a beira de uma guerra termo-nuclear (salva no ultimo instante) em Outubro de 62


Vivi a esperança com a entrada de Portugal na CEE em 85

A queda do muro de Berlim em 89, e o fim do Imperio Sovietico.

Enfim, tantas vivências de grande importancias quer ao nivel nacional, como internacional, que moldaram a vida deste planeta.

Penso que pertencemos a uma geração, que teve uma vivencia rica em acontecimentos que mudaram a vida de forma radical na terra, em comparacão aquela que tinhamos na nossa infância
 
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