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São dois estudos distintos mas com conclusões semelhantes: a pobreza tem repercussões no cérebro das crianças. Em causa está o impacto que os ambientes mais carenciados exercem no hipocampo, zona cerebral responsável pela audição e memória.
A ‘Neurologia da Miséria’ (termo usado pelos investigadores) desvenda os principais impactos que uma infância pobre pode ter para uma criança. Segundo os dois estudos em questão, crescer num clima de miséria tem efeitos negativos no cérebro, sendo o hipocampo a zona mais afectada.
O hipocampo é responsável pelo processamento da memória e pelo sistema auditivo e, revelam os estudos, a pobreza pode causar efeitos a longo prazo nestas áreas, já que as dificuldades auditivas levam a complicações a nível da percepção e compreensão.
Deste modo, o processo auditivo nas crianças que habitam em locais pobres é também mais pobre, justificando, assim, o facto de as crianças mais carenciadas terem dificuldades a nível educacional e escolar.
Noticias ao Minuto - Quando a pobreza afecta o cérebro das crianças
Vamos penalizar os pobre por serem pobres, afinal são eles que escolhem ser pobres. E já que estamos nisto, vamos penalizar as pessoas que comem mal e tem hábitos nocivos à sua saúde... [8b].
A ‘Neurologia da Miséria’ (termo usado pelos investigadores) desvenda os principais impactos que uma infância pobre pode ter para uma criança. Segundo os dois estudos em questão, crescer num clima de miséria tem efeitos negativos no cérebro, sendo o hipocampo a zona mais afectada.
O hipocampo é responsável pelo processamento da memória e pelo sistema auditivo e, revelam os estudos, a pobreza pode causar efeitos a longo prazo nestas áreas, já que as dificuldades auditivas levam a complicações a nível da percepção e compreensão.
Deste modo, o processo auditivo nas crianças que habitam em locais pobres é também mais pobre, justificando, assim, o facto de as crianças mais carenciadas terem dificuldades a nível educacional e escolar.
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Vamos penalizar os pobre por serem pobres, afinal são eles que escolhem ser pobres. E já que estamos nisto, vamos penalizar as pessoas que comem mal e tem hábitos nocivos à sua saúde... [8b].