Será k vi bem, não há aki topico do Pinto da Costa

Estado
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citação:Originalmente colocada por MrGrieves

citação:Originalmente colocada por jmpub

Vejam a clubite do moço, lol
http://forum.autohoje.com/topic.asp?TOPIC_ID=94770


[^][^][^][^][^][^][^]
Daqui a uns dias até vão chorar! E eu vou-me rir...

[}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]

eu por acaso nem sou de um nem do outro..
Sou verde, e para já muito me satisfaz não aparecerem lá cenas destas..
Claro, têm o prejuizo desportivo disso, mas é mais limpo..

Para mim são apenas pessoas que estão habituadas a fazer o que querem e que devem levar o correctivo, seja de que clube...

PS: Mas não coloco a mãos no fogo pelos meus do SCP tambem... [}:)]
 
citação:Originalmente colocada por Phoenix

citação:Originalmente colocada por jmpub

Vejam a clubite do moço, lol
http://forum.autohoje.com/topic.asp?TOPIC_ID=94770

ou aqui

http://forum.autohoje.com/topic.asp?TOPIC_ID=94749


Mas até já nem se dá credito a isso.

Ele já editou um para que o mesmo sem falta de participação não se afundasse.

Não dás crédito mas andas a ver quantas vezes edito e a que horas!!!!
Ahahaha... não posso!! [}:)][}:)][}:)][}:)]

Há com cada um! :D:D [}:)][}:)][}:)][}:)]
 
citação:Originalmente colocada por MrGrieves

citação:Originalmente colocada por Phoenix

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Vejam a clubite do moço, lol
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Mas até já nem se dá credito a isso.

Ele já editou um para que o mesmo sem falta de participação não se afundasse.

Não dás crédito mas andas a ver quantas vezes edito e a que horas!!!!
Ahahaha... não posso!! [}:)][}:)][}:)][}:)]

Há com cada um! :D:D [}:)][}:)][}:)][}:)]


Anda a vigiar[}:)] e depois diz que tu te andas a atirar a ele[}:)][}:)][}:)][:p]
 
citação:Originalmente colocada por ricardohdi

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Vejam a clubite do moço, lol
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Mas até já nem se dá credito a isso.

Ele já editou um para que o mesmo sem falta de participação não se afundasse.

Não dás crédito mas andas a ver quantas vezes edito e a que horas!!!!
Ahahaha... não posso!! [}:)][}:)][}:)][}:)]

Há com cada um! :D:D [}:)][}:)][}:)][}:)]


Anda a vigiar[}:)] e depois diz que tu te andas a atirar a ele[}:)][}:)][}:)][:p]


Provávelmente porque com personagens como vocês todo o cuidado é pouco.

Um opositor pretende-se perto para lhe controlar os movimentos, dai a observação que vos é feita.

As boas pessoas não é preciso controlar.
 
citação:Originalmente colocada por T4EC1

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Vejam a clubite do moço, lol
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Mas até já nem se dá credito a isso.

Ele já editou um para que o mesmo sem falta de participação não se afundasse.

Não dás crédito mas andas a ver quantas vezes edito e a que horas!!!!
Ahahaha... não posso!! [}:)][}:)][}:)][}:)]

Há com cada um! :D:D [}:)][}:)][}:)][}:)]


Anda a vigiar[}:)] e depois diz que tu te andas a atirar a ele[}:)][}:)][}:)][:p]


Provávelmente porque com personagens como vocês todo o cuidado é pouco.

Um opositor pretende-se perto para lhe controlar os movimentos, dai a observação que vos é feita.

As boas pessoas não é preciso controlar.


Este comentario é brutal até as lagrimas vieram aos olhos[}:)][}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]
 
citação:
Furacão Carolina
'Árbitros iam lá a casa confraternizar'

Uma dança ao som de Brand New Days, de Sting, celebrou o princípio da relação entre Jorge Nuno Pinto da Costa e Carolina Salgado, que esta quinta-feira lançou um livro que não deve estar muito tempo nos escaparates.

"Eu, Carolina" é um livro de 162 páginas que compromete Jorge Nuno Pinto da Costa em muitas situações, nomeadamente no que diz respeito ao processo Apito Dourado.

No início do livro, Carolina revela que conheceu o presidente do FC Porto, com a mediação de Reinaldo Teles, um dos homens da SAD portista que frequentava o Calor da Noite, bar de alterne, onde a autora trabalhava madrugada dentro.

Joaquim Oliveira, empresário dos media, também frequentava o local assiduamente, e quando surgia era “sinónimo de festa de arromba”.

“As minhas pernas começaram a tremer, senti um frio no estômago e tive que sair da pista de dança”, lembra quando viu Pinto da Costa pela primeira vez.

“Previ que estava a nascer um grande amor e não me enganei. Dançámos três músicas seguidas e a sensação que tinha era que apenas existíamos nós, não havia ninguém em volta. Fez-me sentir uma verdadeira princesa”, confessa.

Estávamos no Outono de 2000.

Depois, o início das revelações que comprometem Pinto da Costa: “Sempre que, durante um jogo, o Jorge Nuno achava que o árbitro tinha prejudicado o FC Porto, ligava ao senhor José António Pinto de Sousa, presidente do Conselho de Arbitragem, que lhe atendia o telefone, começando por manifestar a sua indignação perante a incompetência do árbitro, mas acabando sempre por marcar um jantar para fazer as pazes.”

Pinto da Costa festejou vitória da Grécia
Uma das confissões mais relevantes da ex-mulher de Pinto da Costa reside no facto de o presidente do FC Porto ter festejado o triunfo da Grécia no Euro 2004.

“O Jorge Nuno alterou-se com o senhor Scolari quando percebeu que este não cederia às suas vontades. O que incomodava Jorge Nuno era o facto de toda a gente ter percebido que o presidente do FC Porto perdera o poder que gostava de ostentar sobre todos os aspectos do futebol português, incluindo a equipa de todos nós. Conheço casas onde o desaire [refere-se à derrota de Portugal na final do Euro 2004 com a Grécia] foi festejado com a abertura de uma garrafa de champanhe. A minha, por exemplo. E assumo o risco da impopularidade que uma revelação destas pode causar. Politicamente falando era intolerável para o Jorge Nuno ter de suportar a vitória portuguesa no Euro 2004, que, para ele, não seria mais do que o sucesso de Scolari contra a sua pessoa“, revela.

Apito de alerta do amigo Lourenço Pinto...
Como dissemos acima, Carolina Salgado confessa ao pormenor como Pinto da Costa geriu a sua vida quando o processo Apito Dourado rebentou.

“Foi o doutor Lourenço Pinto quem, às sete da manhã, nos telefonou para casa avisando que o major, o doutor Pinto de Sousa e alguns funcionários da Câmara de Gondomar tinham recebido a visita da PJ. O Jorge Nuno ficou deveras perturbado com o que estava a acontecer ao major. Receava que o major ou Pinto de Sousa falassem de mais. Esta era a sua preocupação”, relata.

Na véspera da sua detenção, que nunca chegou a acontecer, Pinto da Costa contou com uma preciosa ajuda, nada mais nada menos que Lourenço Pinto, advogado do major Valentim Loureiro.

Tendo em conta o acontecimento, o conhecido advogado, segundo Carolina Salgado, marcou um almoço no restaurante Boucinha, em Vila Nova de Gaia.

“À mesa fomos informados com pormenor da situação. Na manhã do dia seguinte, uma brigada da PJ iria entrar na nossa casa e na casa de Reinaldo Teles com mandados de busca e de detenção (…) Foi muito acentuado que os agentes eram de Lisboa, como se por isso o perigo triplicasse, o que não me pareceu uma análise correcta. (…) Quer o Jorge Nuno, quer o Reinaldo Teles ficaram petrificados com as informações. O Reinaldo ficou branco, quanto ao Jorge Nuno, o que ouviu, da boca do dr. Lourenço Pinto, deu-lhe positivamente a volta à barriga. Não havia tempo a perder. O Jorge Nuno tinha de sair do país”, diz.

António Araújo não foi avisado, segundo Carolina Salgado, por ser “o elo mais fraco” e para que a estratégia montada “funcionasse na perfeição”.

A mãe de Carolina estava incumbida de atender os agentes da PJ, tendo de dizer a frase previamente combinada: “O senhor Jorge Nuno e a esposa aproveitaram o feriado para dar um passeio.” Isto numa altura em que o casal se encontrava na Galiza.

Como curiosidade, a mulher de Reinaldo Teles recebeu os agentes da PJ com uma frase elucidativa da sua seriedade: “Não dormiu cá. De certeza que passou a noite com alguma amante!”

Reinaldo Teles pernoitou num hotel do Porto.

Carolina Salgado lembra que ela e Pinto da Costa resolveram deixar o cofre da casa aberto, “numa atitude de descaramento e provocação”.

Já em Espanha, “Jorge Nuno acusava o Major de ter falado de mais e não ter cuidado”.

Confraternização com árbitros
Para sustentar a sua tese, Carolina faz uma confissão bastante perniciosa para o líder portista: “Os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte eram visitas de nossa casa, sempre trazidos pelo António Araújo. Por ser muito cuidadoso, Jorge Nuno nunca falou com um árbitro ao telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam lá a casa para confraternizar.”

No dia do encontro, em casa, com o Beira-Mar, a contar para a Liga, Pinto da Costa combinou ir depor. Mas se ficasse detido havia uma estratégia bem montada: “Se, por acaso, Jorge Nuno ficasse detido por ordem da juíza, tal como aconteceu com o major, os Super Dragões invadiriam o Tribunal, destruindo tudo à sua passagem, e libertariam o presidente. Cá fora, eu estaria à sua espera num local previamente combinado e fugiríamos para Espanha, de onde só regressaríamos sabe-se lá quando.”

Entretanto, Carolina recorda que teve o “desprazer de ouvir Joaquim Pinheiro [irmão de Reinaldo Teles] dizer em voz bem alta que se não fosse ele o presidente estava engavetado, devido a uma informação de um amigo seu da PJ do Porto”.

Redacção Sportugal
http://sportugal.pt/noticia.php?categoriaID=8&noticiaID=13047
 
citação:
Bexiga entrega biografia de Carolina Salgado ao MP
Ricardo Bexiga, cujas denúncias deram início ao processo Apito Dourado e que foi agredido por dois indivíduos encapuzados, em Janeiro de 2005, vai entregar a biografia de Carolina Salgado ao Ministério Público, por quem vai ser ouvido segunda-feira. No livro, que vai ser apresentado amanhã, a ex-companheira de Pinto da Costa, que também deverá ser ouvida em breve, confessa ter sido ela que contactou e pagou aos indivíduos que alegadamente espancaram o ex-vereador do PS em Gondomar.

Contactado pelo PortugalDiário, Ricardo Bexiga disse ter já entregue ao Departamento de Investigação e Acção Penal do Ministério Público (DIAP) a biografia de Pinto da Costa, publicada num dos números de Novembro da revista Tabu, do semanário Sol, em que Carolina Salgado já se referia ao incidente da agressão.

O ex-vereador de Gondomar foi violentamente espancado por dois homens encapuzados, no dia 25 de Janeiro de 2005. As agressões aconteceram por volta das 19h30 desse dia, quando o advogado saía do seu escritório, no Porto, e se dirigia para a sua viatura, que estava no parque de estacionamento da Alfândega.

Os agressores atacaram-no com uma trave de madeira, entre dois carros estacionados no parque, durante cinco minutos. Bexiga ainda tentou esquivar-se, mas não conseguiu evitar um corte na cabeça, tratado com 17 pontos, e várias outras contusões, pelas quais foi assistido no Hospital de Santo António.

Carolina Salgado já apresentou pessoalmente desculpas a Ricardo Bexiga pelo seu alegado envolvimento.

O PortugalDiário apurou que este encontro, que aconteceu em Setembro, terá sido patrocinado pelo pai da ex-companheira de Pinto da Costa, que contactou uma pessoa próxima do ex-vereador socialista, para que Carolina Salgado pudesse falar com ele.

Na sua biografia, a ex-companheira de Pinto da Costa conta a sua vida e faz diversas acusações ao presidente do FC Porto.

Pinto da Costa, contactado hoje pela SIC Notícias, escusou-se a tecer qualquer comentário sobre o caso.

Desde a separação, que aconteceu em Março de 2005, a relação entre o dirigente dos «dragões» e Carolina Salgado tem sido turbulenta e marcada por vários processos-crime.

De acordo com o Sol, Pinto da Costa apresentou uma queixa-crime no DIAP, a 27 de Novembro, contra a ex-companheira, que também consta como suspeita em três casos de incêndio.

De acordo com o semanário, Pinto da Costa já havia também apresentado queixa contra Carolina Salgado por furto e abuso de confiança, em Maio de 2005.
 
Afinal o PDC sempre pode ir preso, achei esta informação noutro forum :D

ARTIGO 258.º

(Libertação de gases tóxicos ou asfixiantes)

1. Quem, pela libertação de gases tóxicos ou asfixiantes, expuser outrem a um perigo para a sua vida ou de grave lesão da sua integridade física ou da saúde será punido com prisão de 2 a 6 anos e multa de 100 a 150 dias.

2. Se o perigo referido no número anterior for criado por negligência, a pena será a de prisão até 3 anos e multa até 120 dias.

3. Se a acção referida no n.° 1 deste artigo for imputável a título de negligência, a pena será a de prisão até 2 anos e multa até 100 dias.
 
a malta aqui ja quase se morde toda :D :D :D

de olhos fechados da para perceber a quem caiu mal este topico lol!

ela nao disse nada q eu ja nao soubesse, ou q todos nos ja nao soubessem... e nao é so em casa dele q ha reunioes...aqui onde trabalho, tb ha algumas reunioes, com malta q equipa de preto.

a malta diz por ai com ela nao tem nenhuma credibilidade....?!?!?!?
tem mais credibilidade q todos nos...acho eu.

eu ca acho q ela devia de viajar por uns tempos.
 
A carolina está bem fodida.. eu n tinha coragem pa dizer o que ela disse... nem pensar e logo com kem...
 
Qualquer dia essa senhora vai escorregar num tapete em casa e vai bater com um olho numa esquina dum móvel e vai aprecer com olho à Belenenses..[}:)][}:)][}:)]..e não vai demorar muito..
 
citação:
‘Apito Dourado’ - chantagem era o objectivo
Detectives espiam vida de magistrados

D.R.
O nome ‘Apito Dourado’ dado pela PJ a esta operação deveu-se ao facto de terem sido oferecidos aos árbitros apitos em ouro. Mais tarde confirmou-se que afinal os apitos não eram daquele metal
O nome ‘Apito Dourado’ dado pela PJ a esta operação deveu-se ao facto de terem sido oferecidos aos árbitros apitos em ouro. Mais tarde confirmou-se que afinal os apitos não eram daquele metal
Os vários magistrados do processo ‘Apito Dourado’ foram submetidos durante meses a fio, em 2004 e 2005, à vigilância de detectives privados, visando a sua vida privada e familiar, incluindo a orientação sexual. Carlos Teixeira, procurador titular do ‘Apito Dourado’, foi o mais visado, chegando a ser perseguido durante a noite à saída do Tribunal de Gondomar. As vigilâncias incluíram dirigentes e inspectores da PJ, além de funcionários judiciais, para tentar condicionar e obstruir a acção dos profissionais da Justiça.

As vigilâncias ilegais serviriam para fazer chantagem a juízes e a magistrados do Ministério Público, tentando perturbar as investigações criminais à corrupção na arbitragem do futebol, mas os objectivos frustraram-se, apenas tendo sido afastado o então subdirector da PJ do Porto, Reis Martins, porque tinha um processo disciplinar em curso, na ocasião em que dirigia a investigação do ‘Apito Dourado’.

Segundo apurou o Correio da Manhã junto de várias fontes ligadas ao processo, as vigilâncias e as perseguições tiveram a participação de elementos ligados à DINFO (antiga Secreta militar) e de um antigo inspector-chefe da Polícia Judiciária, que possui uma empresa de segurança e detectives privados, que tem entrada condicionada na Directoria da PJ do Porto.

O escândalo só não foi mais longe porque os magistrados e os investigadores da Polícia Judiciária nunca se intimidaram, já que não tinham telhados de vidro. Apenas Reis Martins se debatia com uma investigação, por alegadamente ter ajudado a agredir os assaltantes do filho, com apoio de elementos do corpo de segurança da PJ e agindo à revelia do piquete. Teve de pedir a aposentação, não só para escapar ao procedimento disciplinar como para evitar a publicação de notícias do caso quando supervisionava as investigações criminais ao ex-presidente da CM do Marco, Avelino Ferreira Torres.

As perseguições só acabaram quando Pinto Nogueira, que era coordenador do ‘Apito Dourado’, sendo agora o procurador distrital da República no Porto, denunciou então tal situação numa entrevista ao ‘DN’, mas as vigilâncias terão continuado.

ESPIAR É CRIME QUE DÁ PRISÃO

Espiar a vida de um cidadão é um crime previsto e punido com pena de prisão até um ano ou com multa até 240 dias, tratando-se de devassa da vida privada.

De acordo com o artigo 192.º do Código Penal, quem sem consentimento e com intenção, devassar a vida privada das pessoas, designadamente a intimidade da vida familiar ou sexual, está sujeito a prisão até um ano ou multa até 240 dias.

A devassa tipificada pelo Código Penal contempla interceptar, gravar, registar, utilizar, transmitir ou divulgar conversa ou comunicação telefónica, ou então captar, fotografar, filmar, registar ou divulgar imagem das pessoas ou de objectos ou espaços íntimos, assim como observar ou escutar às ocultas pessoas que se encontrem em lugar privado. É ainda punido divulgar factos relativos à vida privada ou doença grave de outra pessoa.

A Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 26.º, n.º 2, determina que “a lei estabelecerá garantias efectivas contra a utilização abusiva ou contrária à dignidade humana de informações relativas às pessoas e famílias”, no âmbito dos direitos, liberdades e garantias.

O CASO DO DIVÓRCIO DE CARLOS TEIXEIRA

Carlos Teixeira, procurador adjunto do Ministério Público de Gondomar responsável pelas investigações do ‘Apito Dourado’, foi o mais visado, porque não se limitaram a vigiá-lo mas ainda a persegui-lo a alta velocidade quando saía do Tribunal de Gondomar.

O caso do divórcio de Carlos Teixeira, saídas do magistrado e colegas, para jantar, onde iam comer, o que comiam e quanto pagavam, ou se as refeições eram oferecidas, tudo era alvo do interesse dos detectives.

UMA AMIGA DA JUÍZA 'RIVAL' DO GONDOMAR

Uma das atoardas que tentaram montar contra Ana Cláudia Nogueira – a primeira juíza de instrução criminal do ‘Apito Dourado’ – era que era muito amiga de uma nora de José Oliveira, presidente do Dragões Sandinenses, o rival do Gondomar SC, preterido na subida à Honra em 2003/04. Tentaram desacreditar a imagem da jovem magistrada que nunca hesitou a autorizar investigações criminais a alguns dos mais poderosos do futebol português.

Também a vida pessoal da juíza foi passada a pente fino pelos detectives, ao ponto de saberem que queria construir uma vivenda na sua terra natal, cidade de Espinho.

RESPONSÁVEIS DA PJ TAMBÉM FORAM VIGIADOS

Reis Martins foi o único responsável da PJ do Porto que saiu, porque tinha algo que o comprometia, o caso da agressão aos assaltantes do filho, apesar de nessa ocasião ainda não ter sido repreendido por escrito por fazer justiça pelas próprias mãos. Mas o próprio director da PJ do Porto, juiz Ataíde das Neves, entretanto promovido a desembargador, colocado na Relação de Coimbra, também foi vigiado. As idas ao golfe e as saídas à noite foram ainda objecto de vigilâncias ilegais.

A coordenadora de investigação criminal, Edite Dias, responsável da 1.ª Secção Regional de Investigação de Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira da PJ do Porto, também viu a sua vida privada vasculhada, assim como o chefe da 1.ª brigada, António Gomes.

FUGAS DE INFORMAÇÃO IRRITAM JUÍZES

As constantes fugas de informação no ‘Apito Dourado’ têm irritado todos os magistrados que trabalham neste processo, chegando a promover reuniões com funcionários judiciais, o que nunca resultou, pois as fugas não partiram do tribunal.

No entanto, é certo e sabido que têm partido dos arguidos as revelações em segredo de justiça, até por só depois de serem notificados os arguidos é que as fugas de informação surgem cirurgicamente. O Ministério Público de Gondomar tem todas as provas nesse sentido.

E os que mais se queixam da violação de segredo de justiça são aqueles que mais depressa dão para a Imprensa muitas fotocópias de peças processuais do ‘Apito Dourado’, para denegrirem outros arguidos ou para tentar que outros dirigentes de clubes sejam também eles arguidos, partindo dos dirigentes do Norte as tentativa para envolver dirigentes de clubes do Sul. E as fugas de informação são no caso ‘Apito Dourado’ uma das armas privilegiadas para se desacreditar o processo e até os próprios responsáveis, com a divulgação de escutas telefónicas da Polícia Judiciária, a fim de serem envolvidos Luís Filipe Vieira e José Eduardo Bettencourt, por nunca terem sido chamados ao processo do ‘Apito Dourado’.

A PJ terá agora como testemunha Carolina Salgado, depois da publicação do seu livro.

http://forum.autohoje.com/topic.asp?TOPIC_ID=91694&whichpage=37
 
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