Será k vi bem, não há aki topico do Pinto da Costa

Estado
Não está aberto a mais respostas.
E aqui a historia do tal Valentim filhos e Companhia, Lda [}:)]

"Valentim acusado de negócio ilegal

PS denuncia "lucro" de três milhões Major diz desconhecer processo e critica socialistas

Manuel Martins denunciou negócios suspeitos de Valentim


O PS de Gondomar acusou Valentim Loureiro, presidente da Câmara de Gondomar e candidato independente a novo mandato, de ter celebrado um negócio ilegal, "através" do seu filho Jorge Loureiro, do seu número dois, José Luís Oliveira, e do ex-dirigente da arbitragem Laureano Gonçalves. Uma operação que terá rendido cerca de três milhões de euros. Os documentos que comprovam a situação seguiram para a Procuradoria-Geral da República.

Valentim Loureiro assegurou não conhecer o processo e disse que Ricardo Bexiga faz sempre este tipo de denúncias a poucos dias das eleições. Atribuiu as acusações ao "desespero" do PS, confrontado com a sondagem JN/TSF, na qual não vai além dos 12%.

A história, denunciada em conferência de Imprensa por Manuel Martins, candidato do PS à Câmara, e Ricardo Bexiga, líder do PS/Gondomar, terá tido a sua génese em Outubro de 2000, quando, sabendo da intenção da STCP de instalar em Gondomar uma estação de recolha, terão convencido a proprietária da Quinta do Ambrósio, em Fânzeres, a vender-lhes, por um um milhão de euros, a propriedade, classificada reserva agrícola nacional (RAN). Aquisição feita com procuração da proprietária.

"Em 12 de Outubro de 2001, com a intervenção da Câmara de Gondomar, os novos proprietários conseguem desafectar a quinta da RAN. Logo a seguir, em 18 de Outubro, Valentim Loureiro faz aprovar na Câmara a atribuição de capacidade de construção urbana aos terrenos agrícolas da Quinta, que o PSD ratifica em Assembleia Municipal", continuou Manuel Martins, acrescentando que o terreno seria vendido à STCP por quase quatro milhões de euros.

"Valentim e os seus amigos conseguiram ganhar, em menos de um ano, cerca de três milhões de euros, com um terreno onde antes não era possível construir, mas onde a Câmara de Gondomar passou a autorizar a construção de 53 198 m2", contabilizou o candidato.

"Não contentes com os ganhos astronómicos obtidos, só no final de 2004 e em Janeiro de 2005 os compradores pagaram a sisa que era devida em 2000, procurando, até ao fim, fugir ao fisco", sustentou, ainda."

Quem leu como eu o artigo em papel desta semana que passou, vê bem o quanto de trafulhice há, e então quando á futebol + politica é demais..

Estes gajos estão a começar a ser pressionados e deviam ir para um sito que cá sei..
 
Tudo o que o jmpub disse sao "conversas de pe de orelha" no Porto e em Gondomar ha muito tempo!

No fundo muito dos boatos que se ouvem como aquele de levar os arbitos a casas de meninas e gravar em video as quecas para chantagear os protagonistas com divorcios caso nao arbitem em favor de X ou Y sao porventura verdade!

E ja agora... chamem um senhor chamado Pedro Santana Lopes e sentem-no na PJ e no trubunal para falar de uma vila chamada Canal Caveira e das fantasticas historietas que por la se passaram!
 
Esse é outro artista ;)

vida boa... mal se vê e não se vê trabalhar mas andar sempre na boa..

Na politica, onde passou mamaou como nenhum, lol
e claro, depois vai de malas aviadas...

Acerca do PC a que acho mais piada é aquela cena de o FCP ter pago numa agencia de viagens umas viagens a uns arbritos e quando se descobriu, a desculpa foi que nem tinham dado por ela, na contabilidade do porto, e claro era um erro que tinha acontecido.. [}:)][}:)][}:)]

Pena eu não ter desses erros, como foi o caso de viagem ao brasil paga por alguem, por erro...

Esse é um gota no oceano do futebol e neste caso do mar enorme que é o PC..
 
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Depois dizem que a máfia está no norte... :D

[}:)][}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]
[}:)][}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]
 
Um amigo meu, filho de um ex-dirigente de um clube de provincia, disse-me que ha muitos anos atras a equipa da Vila precisava de ganhar determinado jogo.

Como tal marcou-se uma jantarada com o arbito nomeado para o jogo onde lhe ficou prometido um Corsa 1200 novinho em folha (daqueles mais velhinhos) caso ele desse um "jeitinho"!

Meu dito meu feito o arbito andava cego naquele campo! Era tudo a chamar-lhe filho da pauta e outros nomes, de tal modo que quando a "sua" equipa meteu golo o homem deu um pulo e gritou...

Goooooooolooooooooooooooo!!!

[}:)][}:)][}:)][}:)]
 
E as revelações continuam



PINTO DA COSTA FOI PARA CASA DE JUÍZA, NÃO PARA A CORUNHA

Pinto da Costa foi para casa de uma juíza, nos arredores do Porto, quando soube que tinha um mandado de detenção para responder no Tribunal de Gondomar sobre o processo ‘Apito Dourado’, no feriado de 1 de Dezembro de 2004. Foi a Polícia Judiciária do Porto que detectou as movimentações do presidente do FC Porto – que, afinal, nunca teria ido à Corunha (Espanha), ao contrário do que então afirmou, apurou o CM junto de fonte daquela Polícia.

Ao preparar na véspera das cinco buscas – da segunda fase do ‘Apito Dourado’ – a Polícia Judiciária do Porto sabia que ele não tinha saído do País.

Este episódio não foi contado por Carolina Salgado no livro ‘Eu, Carolina’, pois a ex-companheira ou não soube ou não quis revelar o paradeiro do presidente do FC Porto. Carolina Salgado acabou por ficar na Casa da Madalena, em Vila Nova de Gaia, enquanto Pinto da Costa passou a noite em casa de uma juíza das suas relações pessoais. Na vivenda da magistrada estavam outras pessoas da sua família quando aquela recebeu o presidente do FC Porto, sabendo-se já que seria procurado pela Justiça.

Apesar destes pormenores serem do conhecimento de vários responsáveis da PJ, nunca foi formalizado um inquérito às circunstâncias da fuga de informação, de dentro da Directoria do Porto da PJ, que permitiram a Pinto da Costa ser o único investigado que não foi surpreendido pela operação policial.

A fuga, noticiada em primeira mão pelo CM, é agora confirmada no livro de Carolina Salgado, cuja primeira edição esgotou em três dias.

Jorge Nuno Pinto da Costa ficou aterrorizado ao saber que seria detido no dia seguinte, de manhã, temendo a eventual permanência nos calabouços da PJ do Porto, como sucedera com Valentim Loureiro, Pinto de Sousa, José Luís Oliveira, Joaquim Castro Neves e 12 árbitros de futebol, aquando da primeira fase da operação ‘Apito Dourado’, a 20 de Abril de 2004.



SUBDIRECTOR DA PJ TRAÍDO

O subdirector da Polícia Judiciária do Porto que supervisionava as investigações do processo ‘Apito Dourado’, Reis Martins, pagou caro por não ter travado o trabalho da brigada que tratava do caso durante as averiguações a Pinto da Costa. O dirigente da PJ teve a vida privada e profissional devassada, a ponto de ficar sem condições para se manter no cargo, antecipando por isso a sua aposentação, disse ao CM fonte próxima de Reis Martins.

Ao longo de meio ano, entre a primeira e a segunda fases do caso ‘Apito Dourado’, pessoas próximas do presidente do FC do Porto acreditavam que Reis Martins teria a incumbência de abafar o processo da corrupção no futebol, quando o então director nacional da PJ, juiz Adelino Salvado, o incumbiu de coadjuvar naquele processo o novo director da PJ do Porto, Ataíde das Neves. Reis Martins deu todo o apoio à equipa que investigava o caso. Foi ele quem concordou com as buscas a casa de Pinto da Costa.

As investigações incluíram duas buscas à Câmara de Gondomar, presidida por Valentim Loureiro. Avelino Ferreira Torres, que era presidente da Câmara do Marco de Canaveses, também viu a sua imagem manchada pelas buscas.

O facto de Reis Martins ser vizinho do vice-presidente portista Reinaldo Teles serviu para tentar ligá-lo a fugas de informação – agora confirmadas por Carolina Salgado – para avisar Pinto da Costa das buscas. Hoje sabe-se que teria sido um outro dirigente da PJ a fazê-lo, tendo Reis Martins sido traído por aqueles em quem confiava.

O CM tentou obter um comentário do ex-subdirector da PJ mas tal não possível até ao fecho desta edição.

PERFIL

José Jorge de Almeida Reis Martins, natural do Porto, licenciou-se em Direito enquanto era agente da PJ. No Porto, dirigiu a Investigação do Tráfico a Estupefacientes, a Brigada de Homicídios e outras áreas. Foi director de Investigação Criminal nos Açores e na Madeira. Principal responsável pelas investigações a Fátima Felgueiras, foi de seguida adjunto do Director Nacional da PJ Adelino Salvado.

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=223946&idselect=9&idCanal=9&p=200
 
Isto está engraçado



Carolina Salgado pediu estatuto de arrependida

Carolina Salgado, a antiga companheira do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, pediu o estatuto de arrependida para colaborar com a justiça no processo "Apito Dourado".

Carolina Salgado lançou recentemente um livro em que denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça , agressões, perjúrio e fuga à justiça, que envolvem Pinto da Costa, arguido no processo de corrupção no futebol conhecido como "Apito Dourado".

No livro, Carolina Salgado revela ainda ter contratado duas pessoas - a mando do presidente do FC Porto - para agredir Ricardo Bexiga, então vereador da Câmara de Gondomar, cujas denúncias deram origem à investigação do "Apito Dourado".

De acordo com o Correio da Manhã, a colaboração de Carolina Salgado pode "ajudar a reabrir várias certidões entretanto arquivadas" no processo.

Entretanto, o jornal Público noticia hoje que os magistrados do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Ministério Público vão ouvir a ex- mulher de Pinto da Costa.

Segundo este jornal, o DIAP quer inquirir Carolina Salgado sobre as agressões a Ricardo Bexiga e sobre a alegada fuga de informação que terá permitido Pinto da Costa a ausentar-se do país e a evitar a sua detenção.

Face às revelações feitas no livro "Eu, Carolina", a responsável pelo Departamento Central de Investigação e de Acção Penal (DCIAP), Cândida Almeida, e o Procurador-geral, Pinto Monteiro, anunciaram ter encarregado um procurador de ler a publicação.

Em declarações ao Diário de Notícias, Pinto Monteiro disse querer fazer uma "análise global" do processo Apito Dourado pelo que convocou o procurador t itular dos autos para uma reunião na Procuradoria-Geral da República.

Pinto Monteiro justificou a iniciativa por considerar que o processo em causa é muito importante, tendo em conta a dimensão social do fenómeno do futebol".

Agência LUSA
 
Vá lá que a nobel da literatura lançou um livro pelo menos faz esquecer os 11 pontos de atraso no campeonato ou o facto do seu presidente Luis Filipe vieira que é arguido, estando acusado pelo M. Público de fraude fiscal, branqueamento de capitais, corrupção activa e burla qualificada.

Talvez se junte a Vale e Azevedo e José Veiga como mais um representante do Benfica nas cadeias nacionais.
 
citação:Originalmente colocada por Callisto

Vá lá que a nobel da literatura lançou um livro pelo menos faz esquecer os 11 pontos de atraso no campeonato ou o facto do seu presidente Luis Filipe vieira que é arguido, estando acusado pelo M. Público de fraude fiscal, branqueamento de capitais, corrupção activa e burla qualificada.

Talvez se junte a Vale e Azevedo e José Veiga como mais um representante do Benfica nas cadeias nacionais.
Se o Pinto da Costa também for lá parar, já são 4 para jogar á sueca :D
 
citação:Originalmente colocada por Callisto

Vá lá que a nobel da literatura lançou um livro pelo menos faz esquecer os 11 pontos de atraso no campeonato ou o facto do seu presidente Luis Filipe vieira que é arguido, estando acusado pelo M. Público de fraude fiscal, branqueamento de capitais, corrupção activa e burla qualificada.

Talvez se junte a Vale e Azevedo e José Veiga como mais um representante do Benfica nas cadeias nacionais.


Um excelente momento militar.

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O Lançamento de uma cortina de fumo, com o objectivo de tapar o poder de observação adversário.
 
A serem todos levados para a grelha entao poderao "gerir" o campeonato de futebol "IN-mate" no patio entre os "Naifas de Matosinhos" e os "Rasgadores de Caxias"...

E sempre podem dar uns queijos e uma garrafas de Porto ou de Vinho de Colares para os guardas prisionais. [}:)]
 
citação:Originalmente colocada por michaelvasconcelos

Com tantos problemas no País, o assunto do momento ser o Livro da Carolina [8][8][8][8] ... viva Portugal [^]

Vê a coisa assim: Acabando-se a corrupção no futebol (esta foi gira, eu sei [}:)]) o interesse na bola, esbate-se, e o povo começa a reparar melhor nos problemas do país :D
 
Carolina Salgado conta tudo à PJ

Nuno Miguel Maia e Rui Farinha

Carolina Salgado tem fornecido, desde há pelo menos dois meses, várias informações sobre Jorge Nuno Pinto da Costa à Polícia Judiciária (PJ). A colaboração da ex-namorada do presidente do F. C. Porto com as autoridades tem tido carácter informal e levou a várias deslocações a Lisboa, designadamente à Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira da PJ.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, a autora do livro "Eu, Carolina" tem sido acompanhada à PJ por pessoas que, nos últimos meses, se têm tornado próximas de Carolina, presumivelmente também devido a sentimentos de inimizade para com Pinto da Costa. Para essa finalidade, a ex-companheira do dirigente tem estado várias vezes alojadas em hotéis de Lisboa.

As informações fornecidas por Carolina Salgado à PJ - sempre em Lisboa - estarão relacionadas com aspectos da vida financeira e bancária de Pinto da Costa, com quem viveu durante aproximadamente seis anos, em grande intimidade e cumplicidade. A autobiografia intitulada "Largos Dias Têm 100 Anos", do líder portista, chega a ser dedicada à sua "mulher" Carolina.

Fintar providência cautelar

A estas deslocações frequentes a Lisboa não será alheio o extremo cuidado no lançamento do livro, na passada quinta-feira. Ao mesmo tempo em que era distribuído pelos postos de venda, Carolina desdobrou-se em entrevistas às televisões. Antes disso, o secretismo era a palavra de ordem.

No dia em que o livro foi lançado, só a própria, os elementos da sua família, o grupo de pessoas que agora lhe presta assessoria e a editora sabiam que a obra já estava nas bancas. Porquê? Para evitar que uma eventual providência cautelar, oriunda da facção de Pinto da Costa impedisse que a obra chegasse à luz do dia.

O lançamento foi de tal forma trabalhado que, durante duas semanas, até foi fabricado o rumor de que, afinal, o livro não seria publicado. O boato foi difundido, em voz baixa, pela D. Quixote através da imprensa cor-de-rosa. Isto porque Pinto da Costa e restantes visados já sabiam, há muito, da intenção de Carolina, embora não imaginassem as histórias que viriam a ser contadas.

Ao mesmo tempo, a visada queixou-se de receber ameaças, através de mensagens escritas de telemóvel, aconselhando-a a estar calada. Algumas indiciariam mesmo que iria terminar na prisão de Tires. A informação de que o livro já havia saído foi dada cuidadosamente, de modo a aproveitar o fim-de-semana prolongado e impedir que o tribunal viesse a actuar a tempo.

Em simultâneo, foram também limadas arestas com Ricardo Bexiga, a quem já tinha pedido desculpa pelo episódio das agressões em Janeiro de 2005. Desde aí, mantiveram contacto frequente com o objectivo de estudar a melhor maneira de minorar a carga negativa da notícia que cairia, brevemente, sobre ambos. Os dois saberiam, aliás, que o caso da agressão era a chave da credibilidade da publicação e que mais tinta iria fazer correr. Acertaram em cheio.

Todavia, de acordo com informações recolhidas, o livro de Carolina foi alvo de vários cortes. Alguns aspectos de várias personalidades (não só de Pinto da Costa e outras individualidades referenciadas no texto final) foram retirados por sua própria decisão ou no seguimento de conselhos de juristas. Não é, por acaso, que não há qualquer documento oficial no livro "Eu, Carolina". Esses estão bem guardados, sabe o JN.

Actualmente, Carolina é vigiada por segurança privada. No entanto, as ameaças terão continuado. Versarão essencialmente sobre os seus dois filhos. Como medida de precaução, as crianças deixaram de frequentar uma escola privada, em Gaia. Por enquanto, é nesta cidade que a ex-companheira do dirigente portista continua a viver. Apesar das várias tentativas, o JN não conseguiu ontem contactar Carolina e o seu advogado, José Dantas.

"Com certeza que estou a ler o livro. É a minha obrigação"

"Não estou preocupado. Em Tribunal falarei"

"É sempre desagradável ver pessoas desavindas"

O livro de Carolina Salgado não é apenas alvo das atenções do cidadão comum. Com efeito, o próprio procurador-geral da República e o seu Gabinete estão a analisar com atenção o livro de que é autora a ex-companheira de Pinto da Costa. A análise passa pela leitura do livro pelo próprio procurador, Pinto Monteiro. E foi o próprio a confirmar ontem aos jornalistas que está a guardar uma parte do s eu tempo para esse efeito "Com certeza que sim, que estou a ler o livro, é essa a minha obrigação. É para isso que o Estado me paga", para levar em linha de conta e analisar "tudo aquilo que for indícios possíveis" de crimes. Pinto Monteiro confessa, no entanto: "ainda não acabei de ler" o livro de Carolina Salgado.


Rompendo pela primeira vez o silêncio que até agora tem mantido sobre o conteúdo do livro da ex-companheira, Pinto da Costa partiu, no entanto, para o ataque em declarações à Comunicação Social numa reacção ao conteúdo da obra "Não estou preocupado. Em tribunal, falarei", afirmou, acrescentando em tom de aviso e ameaça, que exigirá "que os outros também o façam" - numa mensagem que parece destinada à antiga companheira, de quem partem as acusações que estão a ser analisadas na Procuradoria-Geral da República. "Aqui não tenho nada que falar", remata. As palavras de Carolina Salgado são, no entanto, um ataque directo a Pinto da Costa, mas o presidente do F.C. Porto opta para já por não responder: "Isto é tudo tão absurdo que nem desminto", afirmou.


Valentim Loureiro, um dos principais arguidos no processo Apito Dourado, enquadra a polémica à volta do livro de Carolina Salgado num caso de zanga entre um casal. Disse-o à saída do Ministério Público de Gondomar onde se tinha deslocado para tratar do que classificou como "assuntos relacionados com a autarquia". "Os casais quando se desentendem normalmente dizem coisas que talvez não devessem ser ditas", apontou Valentim Loureiro, que, não obstante, não deixou de lamentar "o que se está a passar". E prosseguiu o seu raciocínio, frisando que "é sempre desagradável ver pessoas desavindas na praça pública e atingirem-se como é o caso". Mas condenou a alegada encomenda de agressões a Ricardo Bexiga.

http://jn.sapo.pt/2006/12/13/primeiro_plano/carolina_salgado_ta_tudo_a_pj.html
 
Carolina: Pinto da Costa será preso quando sair do FC Porto

A antiga companheira de Pinto da Costa Carolina Salgado diz numa entrevista publicada hoje na revista Focus que o presidente do FC Porto será preso quando sair do clube, na sequência do processo Apito Dourado.

Questionada pela revista se Pinto da Costa ainda vai continuar muito tempo à frente do FC Porto, Carolina Salgado responde que «sim».

«Quando ele sair do clube vai acontecer-lhe o mesmo que a Vale e Azevedo (antigo presidente do Benfica que esteve preso devido a fraudes na transferência de jogadores). Vai preso. Aí é que ele vai ver os poucos amigos que tem. Está rodeado de bajuladores e oportunistas», revela.

Na entrevista à revista Focus, a antiga companheira de Pinto da Costa declara que muitos dirigentes devem estar contentes com a sua separação.

Carolina Salgado diz ainda que não escreveu o livro «Eu, Carolina» por vingança e que deseja após esta publicação «encerrar um capítulo e voltar ao anonimato».

No livro, a antiga companheira de Pinto da Costa denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça, agressões, perjúrio e fuga à justiça, que envolvem Pinto da Costa, arguido no processo de corrupção no futebol conhecido como «Apito Dourado».

Carolina Salgado revela ainda ter contratado duas pessoas - a mando do presidente do FC Porto - para agredir Ricardo Bexiga, então vereador da câmara de Gondomar, cujas denúncias deram origem à investigação do «Apito Dourado».

De acordo com a imprensa de terça-feira, a colaboração de Carolina Salgado com a justiça pode «ajudar a reabrir várias certidões entretanto arquivadas» do processo Apito Dourado.

Este processo, que incluiu investigações a alegados casos de corrupção e tráfico de influências entre o futebol profissional português e as autarquias, foi investigado durante quase dois anos e teve o despacho de acusação em 8 de Fevereiro deste ano.

Diário Digital / Lusa

13-12-2006 9:29:33
 
Carolina está obrigada a confirmar ao MP acusações lançadas no livro

Se for chamada a depor na sequência das revelações que faz no seu livro, Carolina Salgado está obrigada a confirmar às autoridades as acusações que aí lança. Quando prestar declarações, seja na Polícia Judiciária ou no Ministério Público, a ex-companheira de Pinto de Costa terá de relatar com mais pormenor as situações por si descritas em Eu, Carolina. Sendo que, como alertou ao DN uma fonte policial, no caso da agressão a Ricardo Bexiga, apenas a própria Carolina Salgado acaba por ficar comprometida, porque assume ter pago uma quantia de dinheiro, em notas, a dois indivíduos para agredirem o antigo vereador.

Contactado pelo DN, um director da Polícia Judiciária confirmou a existência de conversas informais entre elementos desta polícia e a ex-companheira de Pinto da Costa antes do lançamento do livro. Porém, a mesma fonte declarou que o conteúdo da obra tem escasso valor no processo penal. "A autora terá de confirmar as suspeitas que levanta com mais pormenor de modo a que o seu depoimento possa ser considerado credível. O livro só por si representa muito pouco."

"Do ponto de vista da investigação criminal, seria interessante um depoimento que revelasse um conhecimento directo sobre contratos de jogadores, offshores, comissões e outros negócios à volta do futebol", disse ainda a mesma fon- te da PJ.

Uma vez que até agora Carolina Salgado não prestou declarações num processo relacionado com os casos que denuncia (sobretudo no que diz respeito à agressão de Ricardo Bexiga), não beneficia de qualquer medida de protecção policial.

PJ espera decisão do PGR

Hoje, o procurador-geral da República reúne-se com Carlos Teixeira, procurador que investigou o processo "Apito Dourado". Segundo fonte da Procuradoria, Pinto Monteiro deverá revelar no final desta semana qual a posição do Ministério Público face às revelações de Carolina Salgado. Em causa pode estar a reabertura de alguns inquéritos já arquivados.

Até o procurador-geral tomar uma decisão, a PJ vai apenas acompanhar a situação sem tomar qualquer iniciativa processual. "Depois de se saber o que decidiu o Ministério Público, actuaremos de acordo com as nossas competências", frisou a fonte contactada pelo DN.

Mas é um dado adquirido que, pelo menos no inquérito sobre Ricardo Bexiga, a ex-companheira de Pinto da Costa será ouvida, até porque o livro trouxe "factos novos".
 
b]


"Da iniciativa do Conselho de Deontologia do Porto da Ordem dos Advogados (OA) não será instaurado qualquer processo disciplinar ao advogado Lourenço Pinto." António Salazar não podia ser mais claro. Para este advogado, presidente do Conselho de Deontologia do Porto, o comentário que Lourenço Pinto dirigiu a Carolina Salgado, ex-companheira de Pinto da Costa, a respeito da agressão ao antigo vereador da Câmara de Gondomar Ricardo Bexiga, não é razão suficiente para que se avance com um processo contra o causídico do Porto. E António Salazar assumiu esta posição ao DN mesmo sabendo que o bastonário da Ordem dos Advogados (OA), Rogério Alves, já tinha afirmado publicamente que a questão vai ser analisada, no sentido de se apurar se há ou não fundamento para um processo disciplinar.

Mas vamos por partes. No polémico livro que lançou este fim-de-semana, intitulado Eu, Carolina, a antiga companheira do presidente do FC Porto assume ter sido ela quem contratou, a mando de Pinto da Costa (segundo assegura Carolina), os homens que agrediram em 2005 Ricardo Bexiga. E a páginas tantas, mais precisamente na página 135 do livro - que, diga-se, o presidente do Conselho de Deontologia caracterizou de "literatura de cordel" -, Carolina Salgado conta que numa visita ao escritório do "doutor Lourenço Pinto", advogado, entre outros, de Valentim Loureiro no caso "Apito Dourado", ouviu o mesmo comentar a respeito da tareia dada ao vereador: "Oh, minha querida, mas ele ficou a falar!" Ao que Carolina terá respondido: "Mas eles partiram-no todo." Resposta de Lourenço Pinto: "Sim, mas ficou a falar."

"Se era para ter graça, não teve graça nenhuma e mais doente fiquei", relata Carolina, contando depois o quanto se sentiu mal depois de ter visto uma fotografia de Bexiga "todo ligado, e com um filho a brincar ao lado". A ex-companheira do presidente dos azuis e brancos prossegue: "Vendo-me a tremer, o doutor Lourenço Pinto condoeu-se do meu estado e, com palavras doces, recomendou-me a leitura de um romance intitulado A Siciliana, passado em Itália, sobre as guerras da Mafia, que ele tinha apreciado muito ler e que achava que me iria animar."

Duas vozes na Ordem

Instado pelo DN a comentar as palavras do advogado Lourenço Pinto sobre a tareia a Bexiga, o presidente do Conselho de Deontologia do Porto (a quem caberá analisar o processo disciplinar caso este seja instaurado) foi categórico a afirmar que não tomará a iniciativa e a considerar que "a declaração é manifestamente insuficiente para determinar um processo disciplinar".

Admitiu, contudo, que o conselho não poderá deixar de analisar a questão caso o Ministério Público ou o bastonário da OA, Rogério Alves, ordenem a abertura de um inquérito.

Contactado pelo DN, Rogério Alves não descartou esta possibilidade, limitando-se a afirmar que o assunto "vai ser objecto de análise" para se saber "que procedimento se vai adoptar".

Haja ou não processo, e embora o bastonário ainda não tenha decidido, o presidente do Conselho de Deontologia já fez questão de deixar bem clara a sua posição.

http://dn.sapo.pt/2006/12/13/sociedade/ordem_porto_recusa_processar_lourenc.html
 
Maria José Morgado: Carolina Salgado «deve ser protegida»

Maria José Morgado, antiga responsável pela Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade da Polícia Judiciária, defende, em declarações ao Jornal de Negócios, que a ex-companheira de Pinto da Costa, Carolina Salgado, deve ser protegida pelas autoridades, enquanto «denunciante».

No entender de Maria José Morgado, Carolina Salgado, que num livro recentemente publicado acusa o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, de corrupção desportiva e evasão fiscal, «é uma colaborante na descoberta da verdade», pelo que «merece protecção legal».

Em declarações reproduzidas na edição desta terça-feira do Jornal de Negócios, a magistrada recorda, no entanto, que, «do lado dos tribunais, cada um está a dizer a sua coisa», ao mesmo tempo que condena afirmações como as de «um colega meu do Porto», que terá afirmado «”Se ela mantiver isto que escreveu é muito grave, porque também pode ser constituída arguida”Ora, isto é para ver se lhe mete medo… e se ela dá menos trabalho».

12-12-2006 9:48:24
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=254023
 
lol isto é só fogo de vista, o que interessa é que se fale do livro para vender mais. Parece-me que esta é a ultima alternativa que lhe resta porque senão, ela tera de voltar a ganhar a vida no "calor da noite".

Faz-me lembrar livros que se publicam em Inglaterra, por antigas amantes, mordomos que tendo estado perto de pessoas de relevo, aproveitam-se disso para escrevem livros e ganharem dinheiro à custa disso.

O colinho do Pinto da Costa acabou, por isso, ou ela vence o nobel da literatura com este livro ou tem de arranjar trabalho. Não quero imaginar como será a vida dela daqui para a frente, de certeza que vai ouvir muitos impropérios e em certa medida merecidos.
 
citação:Originalmente colocada por Callisto

lol isto é só fogo de vista, o que interessa é que se fale do livro para vender mais. Parece-me que esta é a ultima alternativa que lhe resta porque senão, ela tera de voltar a ganhar a vida no "calor da noite".

Faz-me lembrar livros que se publicam em Inglaterra, por antigas amantes, mordomos que tendo estado perto de pessoas de relevo, aproveitam-se disso para escrevem livros e ganharem dinheiro à custa disso.

O colinho do Pinto da Costa acabou, por isso, ou ela vence o nobel da literatura com este livro ou tem de arranjar trabalho. Não quero imaginar como será a vida dela daqui para a frente, de certeza que vai ouvir muitos impropérios e em certa medida merecidos.


Oh sim pois ! Isso tudo !

Tocaram no sr. e vocês desdobram-se em desculpas.

ABrem 1025 tópicos a falar do Benfica e dos seus dirigentes, chamam de cegos e fundamentalistas aos Benfiquistas, mas quando vos toca pela porta, é só desculpas e como sempe uma cabala.
 
Estado
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