Sportscars/Protótipos/Endurance

Agora o oficial (https://assets.lemans.org/explorer/...ns/spotter-guide-24-heures-du-mans-2023.pdf):

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E com 3 bandeiras nacionais [:cool:]
 
24h de Le Mans: Ferrari arrasou na Hyperpole


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Foi a Ferrari a fazer a pole para a corrida do centenário de Le Mans. Numa sessão em que o domínio da Scuderia foi claro, a Ferrari deixou a Toyota a pouco menos de um segundo e meio. Os carros italianos foram constantemente os mais rápidos durante a Hyperpole e a desilusão do lado da Toyota foi claro. Em LMP2 tivemos uma surpresa em LMGTE, Ben Keating voltou a mostrar qualidade.

A derradeira sessão de qualificação, que decidia a pole para as três categorias em pista começou com muitos protótipos em pista, com asfalto seco e condições ótimas para os carros. Esta sessão acontecia depois do terceiro treino em que os dois Ferrari ficaram nas primeiras posições, com o 50 (A. Fuoco / M. Molina / N. Nielsen) a ficar com o melhor registo – 3:26.579 – à frente do Ferrari 51 (A. Pier Guidi / J. Calado / A. Giovinazzi ), seguidos dos Toyota 7 (M. Conway / K. Kobayashi / J. Lopez ) e 8 (S. Buemi / B. Hartley / R. Hirakawa). Quem fechou o top 5 foi o Porsche 963 38 de Félix da Costa (A. Da Costa / W. Stevens / Y. YE). Em LMP2 foi o 28 da JOTA (D. Heinemeier-Hansson / O. Rasmussen / P. FittipaldI) a ficar com o melhor tempo – 3:34.071 – com o 22 de Filipe Albuquerque a ficar com o quarto tempo. Em LMGTE, foi o Ferrari 54 da AF Corse (T. Flohr / F. Castellacci / D. Rigon) a assinar o melhor tempo – 3:53.681.

Sem reabastecimentos, mas com a possibilidade de entrar nas boxes para trocar de pneus, a Ferrari começava bem com os dois carros da Scuderia na frente aquando das primeiras tentativas, com o 51 a Pier Guidi a instalar-se no topo da tabela, seguido do 50 de Antonio Fuoco. Na terceira posição, tínhamos o 7 de Kamui Kobayashi e o 8 de Brendon Hartley, com o #3 da Cadillac Racing a fechar o top 5 (S. Bourdais / R. Van Der Zande / S. Dixon). António Fuoco passou para a frente com oito minutos para o fim da sessão, destronando, sendo o primeiro a entrar no segundo 22.

Nos LMP2 era o carro 14 da Nielsen Racing Ben Hanley de na frente nos primeiros minutos, seguido do 28 de Pietro Fittipaldi, com o 48 da IDEC Sport a passar este duo pouco depois, pela mão de Paul Loup Chatin. Em LMGTE, tínhamos o 33 da Corvette Racing de Bem Keating a instalar-se no topo da tabela.

Entretanto, a sessão foi interrompida com o Cadillac #3 a ficar parado em pista com um começo de incêndio levando à interrupção da sessão. Após removido o carro de pista a sessão recomeçou e assistimos às últimas tentativas, mas a ordem não se alterou muito e os pilotos que tinham feito os melhores tempos antes da interrupção mantiveram a posição.

Assim, Antonio Fuoco ficou com a pole para a corrida do centenário de Le Mans – 3:22.982 – e a Ferrari larga da linha da frente com dois carros nas duas primeiras posições. O 50 à frente do 51 Na terceira posição ficou o Toyota 8 de Hartley e no quarto lugar o Porsche 75 (F. Nasr / M. Jaminet / N. Tandy) de Felipe Nasr, com o Toyota 7 de Kobayashi a fechar o top 5. O Cadillac 2 (E. Bamber / A. Lynn / R. Westbrook) ficou com o sexto registo, à frente do Porsche 5 (D. Cameron / M. Christensen / F. Makowiecki) e do Cadillac 3.


Em LMP2 tivemos surpresa com Chatin a ficar com a pole para a IDEC – 3:32.923- com o 280da JOTA em segundo e o 41 de Louis Deletraz (R. Andrade / L. Delétraz / R. Kubica) a fechar o top 3.

Em LMGTE, mais uma excelente prestação de Keating com uma pole clara – 3:52.376 – ficando à frente do Aston Martin 25 (A. Al Harthy / M. Dinan / C. Eastwood) e do Ferrari 54.

Foi uma pole algo surpreendente para a Ferrari. Eram favoritos, com a Toyota, mas a distância entre os italianos e os nipónicos foi considerável. Na corrida a história pode ser outra, mas em velocidade pura, a Ferrari ganhou por larga margem. A Porsche conseguiu colocar um carro ao nível dos Hypercars, o que é positivo e a Cadillac não conseguiu mostrar o mesmo desempenho que a Porsche.
Em LMP2 a pole parecia estar “encomendada” para Fittipaldi, mas Chatin e a IDEC surpreenderam com uma excelente volta.
Em LMGTE, Keating mostrou porque é um dos melhores pilotos bronze da atualidade, com uma excelente pole.



 
E para 2026 a Toyota já afirmou que a sua aposta sera no.. hidrogénio! GR H2 Racing Concept

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E entretanto a Alpine também já mostrou a previsão do seu modelo LMDh: A424_β
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Será esta a grande esparança entre os franceses após o fiasco que está a ser o Peugeot 9x8
 
Será este o futuro? Não sei, mas promete 🙂

Toyota apresenta o GR H2 Racing movido a hidrogénio


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A Toyota apresentou na sexta-feira o seu conceito de protótipo movido a hidrogénio. A organização do Mundial de Endurance usará o combustível a partir de 2026.
Assim, o Toyota GR H2 Racing é o primeiro protótipo voltado para a categoria de hidrogênio do WEC. O presidente da Toyota, Akio Toyoda, esteve presente, ficando ao volante do carro.

Inicialmente, o fabricante japonês construiu os carros de acordo com os regulamentos LMP1 e LMH, mas agora está olhando para a visão do campeonato de maior sustentabilidade por meio da energia do hidrogénio.

“Um dos maiores benefícios do combustível de hidrogênio sobre o gás é o quão leve ele é, o que, como todos sabemos, é uma das maiores vantagens que você pode ter em um carro de corrida”, disse Toyoda.
“Na verdade, há duas semanas, dirigi um Corolla movido a hidrogênio líquido na corrida Super TEC 24 horas no Fuji Speedway”
“Esta é uma estreia mundial para um carro de corrida e não apenas terminamos a corrida com sucesso, mas também aprendemos muito”.
“Pessoalmente, meu objetivo é alcançar a neutralidade de carbono no automobilismo sem sacrificar em termos de desempenho ou emoção”.
“Não estaríamos investindo nessa tecnologia se eu não achasse que poderíamos vencer com ela. Quer dizer, eu tenho minhas prioridades, afinal”.
“Eu realmente quero encorajar nossos concorrentes a considerar o hidrogênio. Não apenas porque é bom para o meio ambiente, mas porque é realmente uma opção interessante”.
“O som e o torque, a dinâmica: está tudo lá. No final, quando se trata de neutralidade de carbono no automobilismo, precisamos buscar todas as opções”.

Os detalhes do Toyota GR H2 Racing



As especificações técnicas do Toyota GR H2 Racing Concept são limitadas. Por fim, inclui um motor a hidrogénio e um sistema híbrido, com um comprimento total total do veículo de 5.100 mm e um comprimento de 2.050 mm.
Segundo a Toyota, o carro-conceito foi desenvolvido com “a concorrência em vista”. Assim, sua apresentação foi “estimulada” pelo anúncio recente da ACO de que veículos movidos a hidrogénio com motor de combustão interna podem competir ao lado de carros elétricos com célula de combustível.
“Desde veículos elétricos a bateria e além, e é por isso que na Toyota o hidrogénio é apenas um dos muitos caminhos que estamos seguindo”, acrescentou Toyoda.
“Somos gratos ao ACO e Le Mans por fornecer esta oportunidade única de compartilhar nosso esforço com o mundo e estamos ansiosos para o nosso novo carro de corrida GR H2. Em duelo na nova classe de hidrogénio de Le Mans no futuro”, finalizou.








 
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