Subidas bem inclinadas

Não sei explicar isso dos atmosféricos mas um amigo meu aí da Madeira diz que se safava melhor com o 1.5NA a gasolina do que com o 1.4 Turbo Diesel. Na rua dele com o atmosférico conseguia manter a 2ª, já com o TD tinha que fazer tudo em 1ª.
 
Não sei explicar isso dos atmosféricos mas um amigo meu aí da Madeira diz que se safava melhor com o 1.5NA a gasolina do que com o 1.4 Turbo Diesel. Na rua dele com o atmosférico conseguia manter a 2ª, já com o TD tinha que fazer tudo em 1ª.

O atmosférico deve ter o binário máximo a uma rotação baixa.

Aqui em casa tinha um Clio II 1.2 8v e um Megane II 1.4 16v, e apesar do Clio ter menos 40cv e um rácio kg/cv pior que o Megane, faz subidas com uma agilidade que o Megane não tem. A rotações mais altas a vantagem vai para o Megane.

Ainda assim, no caso que descreveste estaria à espera que o TD tivesse melhor desempenho que um atmosférico.
 
O atmosférico deve ter o binário máximo a uma rotação baixa.

Aqui em casa tinha um Clio II 1.2 8v e um Megane II 1.4 16v, e apesar do Clio ter menos 40cv e um rácio kg/cv pior que o Megane, faz subidas com uma agilidade que o Megane não tem. A rotações mais altas a vantagem vai para o Megane.

Ainda assim, no caso que descreveste estaria à espera que o TD tivesse melhor desempenho que um atmosférico.

Na Madeira, a experiência que tenho, motores turbodiesel 1.3 e a gasolina turbo 0.9 ou 1.0 se tiver caixa longa, é um cancro para arranques nas subidas. Se for um carro antigo, atmosférico, mesmo que tenha pouca potência mas a caixa não é longa, até se desenrasca razoavelmente.
Um exemplo: já conduzi um Clio IV 0.9 TCE na via rápida aqui da Madeira e tinha dificuldade que a 5ª aguentasse em boa parte do percurso. Com o típico 1.2 a gasolina (eu conduzi vários) só reduzias em 2 pontos, subida de Santa Rita e subida do Caniço (para quem conhece). E com esse Clio via-me a reduzir em sítios impensáveis...
Uma vez conduzi um Corsa E 1.0 no Porto Santo e lembro-me que não podia me esquecer de acelerar bem mais que o normal para arrancar, mesmo numa zona plana! Eu que estava habituado a conduzir o meu Corsa D 1.2...
 
Eu agora com o Jimny que tem um 1.5 atmosférico a gasolina ele arranca no ralenti em plano. E em subidas já com alguma inclinação se meter as redutoras...
 
Na Madeira, a experiência que tenho, motores turbodiesel 1.3 e a gasolina turbo 0.9 ou 1.0 se tiver caixa longa, é um cancro para arranques nas subidas. Se for um carro antigo, atmosférico, mesmo que tenha pouca potência mas a caixa não é longa, até se desenrasca razoavelmente.
Um exemplo: já conduzi um Clio IV 0.9 TCE na via rápida aqui da Madeira e tinha dificuldade que a 5ª aguentasse em boa parte do percurso. Com o típico 1.2 a gasolina (eu conduzi vários) só reduzias em 2 pontos, subida de Santa Rita e subida do Caniço (para quem conhece). E com esse Clio via-me a reduzir em sítios impensáveis...
Uma vez conduzi um Corsa E 1.0 no Porto Santo e lembro-me que não podia me esquecer de acelerar bem mais que o normal para arrancar, mesmo numa zona plana! Eu que estava habituado a conduzir o meu Corsa D 1.2...

Na Madeira um carro com caixa curta vale ouro... já tive um 116d com caixa longa e tinha que andar constantemente a reduzir, para arrancar era chato e era preciso andar a queimar embraiagem.

Também às vezes acontece entre carros turbo e atmosféricos, que nos carros turbos é preciso estar sempre naquela faixa de rotação onde o carro tem força, se a rotação cai muito já não há nada a fazer a não ser reduzir, já o atmosférico lá se aguenta.

A minha mulher tem um Arona 1.0 e vai todos os dias para as zonas altas e o carro safa-se bem, agora é preciso saber trabalhar bem com a caixa e com o pé esquerdo, já o meu Megane é muito mais fácil e não requer tanto esforço.
 
Eu na madeira não estou para mrds.

Alugo sempre caixa automática e de preferência segmento C para cima.

O ano passado foi um A200 novinho e foi uma delícia.

Quem fala em segmento A nunca lá deve ter ido. Os segmentos A nem para o continente prestam, quanto mais para uma ilha com o relevo da Madeira.
 
Na Madeira fiz umas subidas com um Panda carregado que até fiquei com pena do carro...mas não havia outra forma. 😂

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Digo-vos já que, em milhares de Km ja feitos na Madeira com rent-a-cars, o Panda ou Punto 1.2 aguenta-se bem melhor que, por ex, o Puretech 1.2 no 208. E em arranques a frio em subidas íngremes, o 0.9 Tce ou é logo acelerado à bruta ou morre logo ao arrancar. Bem me vi à rasca para sair de uma garagem com o Captur, tive que deixar o motor aquecer um pouco pois ele não respondia.
 
Para aqui para a Madeira no minimo segmento B com turbo, senão é um desespero.

Pois, foi o que eu senti com 4 pessoas dentro do Panda. [:)] Muitas vezes, nem em segunda se aguentava e a descer fica extremamente solto. Conduzi a versão 1.2 e a hibrida. A 1.2 pareceu-me com um pouco mais de pulmão.
 
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