Não sei explicar isso dos atmosféricos mas um amigo meu aí da Madeira diz que se safava melhor com o 1.5NA a gasolina do que com o 1.4 Turbo Diesel. Na rua dele com o atmosférico conseguia manter a 2ª, já com o TD tinha que fazer tudo em 1ª.
A descida é visível aqui do lado direito:
https://www.google.com/maps/@32.660...try=ttu&g_ep=EgoyMDI0MTAwOC4wIKXMDSoASAFQAw==
O atmosférico deve ter o binário máximo a uma rotação baixa.
Aqui em casa tinha um Clio II 1.2 8v e um Megane II 1.4 16v, e apesar do Clio ter menos 40cv e um rácio kg/cv pior que o Megane, faz subidas com uma agilidade que o Megane não tem. A rotações mais altas a vantagem vai para o Megane.
Ainda assim, no caso que descreveste estaria à espera que o TD tivesse melhor desempenho que um atmosférico.
Na Madeira, a experiência que tenho, motores turbodiesel 1.3 e a gasolina turbo 0.9 ou 1.0 se tiver caixa longa, é um cancro para arranques nas subidas. Se for um carro antigo, atmosférico, mesmo que tenha pouca potência mas a caixa não é longa, até se desenrasca razoavelmente.
Um exemplo: já conduzi um Clio IV 0.9 TCE na via rápida aqui da Madeira e tinha dificuldade que a 5ª aguentasse em boa parte do percurso. Com o típico 1.2 a gasolina (eu conduzi vários) só reduzias em 2 pontos, subida de Santa Rita e subida do Caniço (para quem conhece). E com esse Clio via-me a reduzir em sítios impensáveis...
Uma vez conduzi um Corsa E 1.0 no Porto Santo e lembro-me que não podia me esquecer de acelerar bem mais que o normal para arrancar, mesmo numa zona plana! Eu que estava habituado a conduzir o meu Corsa D 1.2...
Na Madeira um carro com caixa curta vale ouro...
Para aqui para a Madeira no minimo segmento B com turbo, senão é um desespero.