TAP Portugal

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Acho que o pessoal ir de pé é chegar ao extremo no entanto acredito que seja uma ideia que possa vir a ter sucesso quando combinada com outras alternativas.

Algumas perguntas:
- Imagina que eu vou de fim-de-semana a Barcelona e levo apenas uma bagagem de mão. Porque ei de pagar tanto como uma pessoa que leva bagagem de porão e de mão.
- Porque é que tenho que pagar uma tarifa mais cara na TAP para ter um banquinho um bocado maior e mais espaço para as pernas quando o que a easyjet oferece é mais do que suficiente para 90% da população.

1- Porque é o tipo de serviço que uma companhia de bandeira te presta. Ou também achas que a TAP deveria seguir o exemplo das low cost nisto? É que pelo que vejo andas a defender que funcione tudo como numa low cost (bagagens, distância entre bancos, etc), não vejo como poderia a TAP se quer ficar "stuck in the middle" nestes moldes.

2- Duvido MUITO que as tarifas fossem mais baixas se conseguissem meter mais uma ou duas filas de bancos reduzindo a tal polegada a mais para a KLM. E diga-se, não acho que haja espaço a mais na família A320. Não conheço a KLM.
 
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eu acho que deviam ir ao site da tap e ver o preço de 1 lisboa malaga, ir e vir no mesmo dia, ou no dia seguinte, e depois metam aqui e digam o que acham

Para málaga não faço ideia dos preços, mas ainda hoje marquei uma viagem de trabalho para Barcelona e curiosamente a tarifa mais baixa foi mesmo a da TAP.
 
TAP cresce cinco vezes mais que Europa

A TAP teve em 2010 um ritmo de crescimento cinco vezes mais forte que a média das suas congéneres de rede europeias associadas da AEA, de acordo com os dados a que o PressTUR teve acesso, segundo os quais a companhia portuguesa teve um aumento do tráfego de passageiros de 13,6%, enquanto a perspectiva da Associação europeia é de que o crescimento médio do sector tenha ficado em 2,5%.
As previsões avançadas pela AEA indicam que em 2010 as suas 36 associadas transportaram 335 milhões de passageiros, mais dez milhões que em 2009, o que significa um aumento da ordem dos 3%, e tiveram um crescimento de 2,5% em RPK (passageiros x quilómetros percorridos), unidade mais utilizada no sector.
A TAP, por sua vez, teve um aumento médio do número de passageiros em 7,7%, para 9,088 milhões, que é um novo recorde anual para a companhia, e em RPK, segundo avançou ao PressTUR o seu Gabinete de Comunicação, o aumento atingiu 13,6%.
A aviação usa preferencialmente o indicador de passageiros x quilómetros percorridos para avaliar o tráfego por considerar que do ponto de vista do seu negócio conta o número de passageiros transportados bem como a distância média que foi percorrida, porque não é a mesma coisa, tanto em receitas como em custos, viajar mil quilómetros ou dez mil quilómetros.
As estimativas da AEA para o ano de 2010 foram avançadas em comunicado no qual a Associação salienta que no ano transacto ocorreram eventos que distorcem a comparação com os anos anteriores, entre os quais avultam os encerramentos do espaço aéreo em Abril e Maio passados devido à nuvem de cinzas vulcânicas, os fechos de aeroportos em Novembro e Dezembro devido a nevões e um aumento da frequência e intensidade de greves, “muitas vezes em resposta a medidas de austeridade associadas à recessão e seus efeitos posteriores, especialmente na Zona Euro”.
A AEA assinala que segundo dados do Eurocontrol 160 mil voos foram cancelados na Europa por essas razões, cem mil dos quais pela nuvem de cinzas vulcânicas e que os outros 60 mil, por outras razões, traduzem um aumento de 150% em relação aos cancelamentos ocorridos em 2009.
“Com tantas perturbações a afectarem as tendências de tráfego, é difícil ter uma perspectiva clara do estado do mercado, mas há dados suficientes dos números mensais que sugerem uma tendência de crescimento, à medida que o ano foi avançando, na ordem dos 5% a 6%”, diz a AEA.
A Associação especifica ainda que na primeira metade de 2010 o sector ainda não estava a recuperar o tráfego perdido em 2009, pela recessão económico-financeira mundial, mas que na segunda metade já houve crescimento, embora fraco e ainda sem demonstrar a resiliência evidenciada em outras ocasiões de crise, como na sequência dos atentados de 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque, da segunda Guerra do Golfo e da epidemia de SARS.
“Na Europa estamos a ficar atrás do resto do mundo”, diz nesse comunicado o secretário-geral da AEA, Ulrich Schulte-Strathaus, referindo-se ao crescimento mais moderado da aviação europeia.
A consequência é que as companhias europeias estão em desvantagem, acrescenta, para sublinhar que é “de importância vital” que o quadro regulador não seja ainda mais penalizador.
O comunicado diz ainda que a estimativa da Associação é de que em 2010 a aviação europeia tenha um “pequeno lucro operacional”, mas com grandes discrepâncias entre companhias, com algumas a terem resultados “impressionantes” e outra “ perdas significativas”.
“Mais consolidação parece inevitável nestas circunstâncias”, acrescenta Ulrich Schulte-Strathaus, que também reclama mais eficiência em toda a cadeia de valor da aviação.
Os últimos dados publicados pela Associação, ainda relativos aos meses de Janeiro a Novembro de 2010, indicam um aumento médio do número de passageiros embarcados em 2,8%, para 318,395 milhões, e um crescimento do tráfego em RPK em 2,7%.
Embora modesto, esse crescimento dos RPK, porque num quadro de ligeira redução da capacidade (em ASK = lugares x quilómetros percorridos), em 0,2%, leva a uma subida da taxa de ocupação dos voos, que é um dos indicadores mais escrutinados, em 2,2 pontos, para 78,1%.
Em relação à TAP, os dados publicados pela AEA indicam que de Janeiro a Novembro tem um aumento do número de passageiros embarcados em 7,6%, para 8,358 milhões, o tráfego em RPK cresce 13,9% face a um aumento da capacidade em 4,1%, tendo assim uma subida da taxa média de ocupação dos voos em 6,41 pontos, para 74,6%.
Embora ainda 3,54 pontos abaixo da taxa média de ocupação das companhias da AEA, a TAP, que até Outubro era a companhia com a maior subida deste indicador, tem uma forte recuperação, atendendo a que em 2009 ficou 8,13 pontos abaixo e em 2008 tinha ficado 9,32 pontos abaixo.
Os dados da AEA mostram ainda que a TAP, de Janeiro a Novembro de 2010, está claramente acima do período homólogo de 2008, considerado referência pré-crise mundial, tendo aumentos de 3,4% no número de passageiros embarcados, 8,7% em RPK e 7,12 pontos na taxa de ocupação.
A confirmar-se a estimativa da AEA de 335 milhões de passageiros transportados pelas suas associadas em 2010, este total ainda ficará aquém dos anos de 2006 (345,6 milhões), 2007 (362,9 milhões) e 2008 (350,3 milhões), se bem que entre estes anos também ocorram diferenças por alterações no leque de companhias associadas.
A AEA indica na sua última informação ter 36 companhias aéreas associadas, que anualmente transportam 377 milhões de passageiros e seis milhões de toneladas de carga, que em conjunto operam 2,8 mil aviões e diariamente fazem em média 12 mil voos para 630 destinos em 163 países.
A AEA diz ainda que as suas associadas empregam 392 mil pessoas e geram um montante conjunto de receitas de 82 mil milhões de euros.

in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=28681
 
Uma boa noticia, que significa que está numa altura boa para privatizar a TAP [;)]


Não deixa de ser uma boa notícia, mas a citação "TAP cresce cinco vezes mais que Europa" é deveres sensacionalista quando a TAP se encontra bem abaixo da média das companhias aéreas Europeias(o que é referido na notícia). É uma citação à Biggest Looser, que é quanto mais peso tem, mais pode perder[:)].
 
Se fosses amanhã seriam 667€. Daqui a um mês 130€. Simulações feitas agora mesmo.

Em cima da hora é sempre complicado. Ainda por cima num voo feito por um Beechcraft (19 lugares apenas).

:eek::eek::eek:

Isso deve ser certamente em executiva, nem para NY\Brasil pagas isso.

Barcelona, ida e volta ficou por 100 e poucos euros, e nem foi marcado com grande antecedência (menos de 15 dias).


eu creio que meti para abril, e deu-me os 800 porque era ir e vir no mesmo dia

metam ir a 19 e vir a 19 de abril por exemplo, da os 667
 
De ondem vêm os vários as viagens gratuitas que tem os ex-empregados? Tudo isso conta no orçamento anual da empresa. É certo que as lowcost conseguem obter lucros à custa de ordenados mais baixos e piores condições de trabalho.

Por acaso estou para marcar uma viagem para a europa com 1 mês de antecedência e fica mais barato na tap que nas low-cost. Não cobram bagagem, visas, deixam levar mais 3kg. Quando se aproxima a data da viagem já não compensa a nível de preço mas até lá é competitivo.
 
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É mais barato voar de Barcelona para o Rio de Janeiro com escala em Lisboa na TAP, do que directo de Lisboa para o Rio de Janeiro!
Eu já sabia que isto é uma prática mais ou menos comum nas transportadoras aéreas, que tentam promover determinadas rotas, etc, mas nunca me tinha apercebido em concreto.
Por motivos profissionais terei que me deslocar ao rio proximamente. Mas como venho de Barcelona no dia anterior, e sigo para o Rio no dia seguinte, pensei que se calhar mais valia ir "directo" de barcelona para o Rio.
Ora, no site da TAP, conseguimos uma tarifa de 1.102 euros por pessoa viajando directo de Lisboa para o Rio.
Mas, se viajarmos de Barcelona para o Rio, com escala em Lisboa (onde apanhamos exactamente o mesmo voo que na opção directa), pagamos apenas 906 euros. Ou seja, pagamos menos 196 euros por pessoa!

Infelizmente não há forma de comprar a viagem de barcelona-lisboa-rio e apanhar o avião só em Lisboa, claro.
 
Por norma as companhias aéreas fazem os voos mais caros a partir do seu HUB do que num voo em escala, e ainda mais se compreende nos voos TAP para a América do Sul onde grande percentagem dos passageiros são de voos em escala e assim tratam de encher estes voos intercontinentais e conseguem ter uma boa percentagem de passageiros nos voos europeus!!
 
Por norma as companhias aéreas fazem os voos mais caros a partir do seu HUB do que num voo em escala, e ainda mais se compreende nos voos TAP para a América do Sul onde grande percentagem dos passageiros são de voos em escala e assim tratam de encher estes voos intercontinentais e conseguem ter uma boa percentagem de passageiros nos voos europeus!!

Pois é, do ponto de vista comercial faz todo o sentido. Mas deixa sempre algum amargo de boca ver uma companhia pública de bandeira a cobrar mais aos portugueses que aos espanhóis. É a vida!
 
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