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Eis uma notícia refrescante!
PVC
14-02-2008 0:02
Nova técnica descoberta por portugueses
Foi descoberta uma nova técnica de fabrico de PVC sem recurso a aditivos tóxicos. A pesquisa foi feita por investigadores da faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
O autor da técnica, o cientista Jorge Coelho, foi galardoado esta semana por ter desenvolvido este novo método de produção reconhecido internacionalmente.
A Renascença, através do jornalista António José Soares, falou com a orientadora da pesquisa.
A investigadora Helena Gil começa por lembrar que há cerca de 40 anos que não surgiam novos processos de fabricação de PVC, um dos plásticos mais utilizados a nível mundial.
CC
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Pegada funda no mar
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Primeiro atlas do impacto humano nos oceanos
Pesca excessiva, poluição, temperaturas superficiais médias a aumentar, corais em declínio - as actividades humanas afectam hoje negativamente 40% dos oceanos no planeta. É o que mostra o primeiro atlas global da pegada humana para o mar, hoje publicado na Science.
Este primeiro retrato global do impacto das actividades humanas nos oceanos, realizado por uma equipa internacional de cientistas, coordenada por Benjamin Halpern, do National Center for Ecological Analysis and Synthesis in Santa Barbara, na Califórnia, mostra também que apenas 4 % do mar permanece intacto e praticamente intocado.
De acordo com as observações feitas pela equipa, entre as regiões mais afectadas estão as Caraíbas, o mar do Norte e o mar do Japão.
As zonas oceânicas menos afectadas encontram-se junto a ambas as regiões polares. Esta informação, defende o grupo de cientistas, poderá agora permitir desenhar planos de conservação e definir prioridades e projectos a esse nível.
A equipa liderada por Halpern compilou dados observacionais de várias fontes e introduziu-os num modelo computacional que assumiu como área geográfica unitária um quilómetro quadrado.
Cada uma destas "quadrículas" ficou com um determinado valor atribuído pelo modelo, depois de feitas as contas, e esse valor representa o impacto global das actividades humanas nesse ponto.
Os resultados mostram, assim, pela primeira vez os efeitos das actividades humanas em todos os oceanos. Do ponto de vista dos ecossistemas, por exemplo, as plataformas continentais (entre o litoral e o mar alto), as barreiras de coral, os fundos marinhos e os montes submarinos são os mais gravemente afectados.
"Este estudo permite quantificar pela primeira vez a extensão dos problemas cuja existência os oceanógrafos e biólogos marinhos conheciam há muito", disse John Bruno, da universidade da Carolina do Norte e co-autor da pesquisa, sublinhando que "não basta saber que os problemas existem, é necessário saber quais são, e onde estão".
É isso, defende ainda o mesmo autor, que este atlas vem agora fornecer. "Esta informação permite-nos perceber onde é preciso intervir para recuperar os ecossistemas. Os esforços locais e regionais são importantes, mas estes dados mostram que é necessário pensar também em soluções globais".
Outro dado que fica pela primeira claro também é o da extensão e localização geográfica precisa do aumento da temperatura da superfície oceânica, uma consequência das alterações climáticas. - F.N.
Robot abastece automóveis
Até ao fim do ano, algumas estações de serviço holandesas vai ficar equipadas com um braço robótico que abastecerá, de combustível, os automóveis. Para além da parte mecânica, o robot tem um vasto conjunto de sensores que permite todas as operações, incluindo a abertura do tanque. Existe apenas uma condição prévia: os automobilistas que desejem usufruuir do serviço terão de estar registados numa base de dados, para que o robot escolha o tipo certo de carburante.
Ciência
26-02-2008 16:48
Descoberta sequência genética do milho
Investigadores americanos anunciaram ter completado a sequência genética do milho, um dos alimentos-base de grande parte da população mundial, fonte de combustível e outros produtos derivados.
O mapa genético do milho vai ser divulgado ao mundo científico depois de amanhã, numa conferência em Washington.
A sequenciação pode ajudar a desenvolver novas variedades de milho e de outros cereais, de forma a aumentar as colheitas e melhorar a resistência a doenças e à própria seca.
“Os cientistas podem agora de forma exacta e eficiente decifrar o mapa genético do milho para encontrar maneiras de melhorar as plantações e aumentar a produção”, disse Richard Wilson da Universidade de St.Louis, que lidera a equipa de investigadores.
Ciência
27-02-2008 0:25
Três visões sobre cereais e combustíveis "verdes"
A Renascença ouviu três especialistas a propósito da divulgação, agendada para quinta-feira, da sequência do genoma do milho e do uso de biocombustíveis.
Os cientistas norte-americanos responsáveis pela descoberta dizem que poderá abrir portas a uma melhoria substancial das variedades de milho e outros cereais, como por exemplo o arroz, tornando-os mais resistentes às condições climatéricas e às doenças.
O estudo, que será divulgado quinta-feira, em Washington, custou mais de 29 milhões de dólares, e surge numa altura em que o preço dos cereais está em alta, devido à forte procura não só para alimentação mas também para uso nos biocombustíveis.
Para Carolino Monteiro, especialista em genética, o conhecimento do genoma do milho poderá contribuir para minimizar os efeitos da fome no mundo, mas não só.
“Cada vez mais se caminha para alimentos que, ao mesmo tempo, são medicamentos, e se esses alimentos puderem ser de cultivo fácil e de preço razoável, então, estamos a contribuir para a melhoria da qualidade de vida daqueles que têm algumas doenças genéticas”, argumenta Carolino Monteiro.
A descodificação do genoma do milho poderá também abrir portas ao cultivo em larga escala de milho ou outros cereais para a produção dos biocombustíveis.
Do milho extrai-se o etanol, que União Europeia e, sobretudo, os Estados Unidos consideram uma solução possível para uma redução da dependência energética do petróleo e que é fortemente contestada pelos ambientalistas.
Margarida Silva, professora universitária e membro da Quercus, garante que os biocombustíveis não são a solução para o planeta, antes pelo contrário: vão ser, no futuro, os elementos geradores de grande instabilidade e fome.
“O etanol produzido a partir de milho consome mais calorias do que aquelas que produz, ou seja, todo o ciclo agrícola, mais o processamento industrial envolvem uma utilização de energia superior àquela que depois está contida em cada litro de etanol. O etanol é um mau negócio em termos energéticos”, sustenta.
Margarida Silva adverte que os biocombustíveis “vão criar uma competição adicional pela comida e só quem tiver dinheiro é que vai comer”.
No entanto, os avanços produzidos pelos investigadores, como a descodificação do genoma do milho, são bem-vindos, refere Margarida Silva.
Também ouvido pela Renascença, Nuno Ribeiro da Silva, especialista em questões energéticas e antigo secretário de Estado da Energia, considera que, à luz da aposta nos biocombustíveis, a União Europeia, em geral, e Portugal, em particular, deveriam adaptar-se a esta nova realidade.
A possibilidade de utilizar espaço agrícola para a produção de biocombustíveis “faz sentido”, até porque a UE é uma grande importadora de petróleo.
“Se não é possível à Europa continuar a subsidiar os excessos de lacticínios ou de outras culturas em que não é competitiva e em que produz excedentes (…) então que se reconverta esse espaço para se produzir coisas que necessitamos e que nos são úteis”, sugere Nuno Ribeiro da Silva, apontado os biocombustíveis e a floresta como uma boa alternativa.
O especialista em questões energéticas reconhece que os “combustíveis verdes” podem ajudar a reduzir a dependência do petróleo, mas avisa que não são uma solução definitiva e que, para isso, serão precisos progressos tecnológicos que levem ao abandono do motor de explosão.
Ambiente
26-02-2008 14:55
“Arca de Noé” vegetal inaugurada no Árctico
A Noruega inaugurou no arquipélago de Svalbard, no Árctico, uma “Arca de Noé” do reino vegetal.
O objectivo deste projecto é preservar a diversidade vegetal do planeta, ameaçada por catástrofes naturais, guerras e alterações climáticas.
Mais de cem países já enviaram cem milhões de sementes para Svalbard: arroz, milho, trigo, alface, batatas, entre outras espécies.
Esta espécie de “cofre” - escavado na rocha gelada - pode guardar em três salas sementes congeladas por 200 anos.
Segundo o Primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, esta medida defende “os blocos de construção da civilização” de forças que estão a ameaçar a “diversidade da vida que sustenta o nosso planeta”.
“Teremos uma grande colecção (de sementes) aqui, uma das maiores do mundo”, disse Cary Fowler, director do Fundo Mundial para a Diversidade das Culturas (Global Crop Diversity Trust), fundo que financia o projecto.
As sementes aqui depositadas – a temperaturas de 18 a 20 graus Celsius negativos - continuam a pertencer aos depositários, que incluem os maiores bancos genéticos nos países em desenvolvimento.
Se uma variedade desaparecer no seu meio natural, os Estados poderão recuperar as sementes que depositaram neste banco.
Stoltenberg e Wangari Maathai, ambientalista queniana que recebeu o Prémio Nobel da Paz em 2004, colocaram numa das câmaras frias a primeira caixa com sacos de sementes de arroz da colecção, numa cerimónia de inauguração que contou ainda com a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.
The Structure
The Svalbard Global Seed Vault is the ultimate protection for the world’s agricultural biodiversity, and will therefore be built to stand the test of time. Put simply, a tunnel will be excavated in the side of a mountain. The facility will have one entrance and a robust security door and airlock will separate the entrance area from the seed vault itself.
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In order to maintain the temperature at a constant -10°C to -20°C, the cold Arctic air will be drawn into the vault during the winter, automatically and without human intervention. The surrounding rock will maintain the temperature requirements during the extremely cold season and during warmer periods refrigeration equipment will engage. However, in the event of an equipment failure, temperatures in the vault would not rise above approximately -3.5°C, and would, in fact, take months to warm even to that level which would be perfectly adequate for seed conservation for some years. The inside of the seed storage vault will be lined with insulated panels (in addition to the thick concrete wall) to help maintain the cold temperatures. Electronic transmitters linked to a satellite system will monitor temperature, etc., and send this information back to the appropriate authorities at Longyearbyen and at the Nordic Gene Bank, which will provide the technical expertise for managing the Seed Vault.
The remote location, as well as the rugged structure, provide unparalleled security for the world’s agricultural heritage, and the facility will also be equipped with motion detectors and possibly even CCTV. The presence of polar bears, which prowl the area, may be seen by some as providing an added layer of security.
The Seed Vault, with its combination of natural and mechanical cooling systems and remote location, is designed to provide a service that no genebank or even consortium of genebanks can offer, and which will function effectively centuries into the future.
Saving Seeds at Svalbard
The Seed Vault has a capacity of 4.5 million seed samples, equivalent to about 2 billion seeds. Samples eligible for conservation at Svalbard must already be housed in two conventional long-term genebanks elsewhere, in keeping with current international standards. The facility will start with a collection from the CGIAR and certain key national genebanks. As the collection expands, the focus will be on safeguarding as much of the world’s unique genetic material as possible and avoiding duplication.
Seed would be stored under what is known as “black box” arrangements, meaning that seed packages and boxes sent for storage would not be opened. The responsibility for testing material or for subsequent regeneration and multiplication will remain with the genebanks sending their seeds to Svalbard. The Svalbard Global Seed Vault will not operate like a regular genebank, making material available to breeders, and in fact samples held in “black boxes” will only be released in the event that all other seed sources have been destroyed or exhausted.
Packaging, shipment and information management
Genebanks sending seed would be required to place the seed in specified, standard-size foil packages inside a standard-size box.
The Trust expects to provide support for the ongoing operations of the Seed Vault, and to provide funding for the preparation and shipment of seeds from developing countries to the facility. Provision of assistance from the Trust would only be granted for those collections that satisfy the Trust’s normal funding criteria, and relevant policies established by the Seed Vault.
The Nordic Gene Bank will establish and maintain a public on-line database of samples stored in Svalbard. In addition, a hardcopy would be kept inside each box in the facility. All records would indicate both a Svalbard and a depositor identification number. Depositors of seed will provide a complete electronic inventory of the samples with generally recognized passport, characterization, and evaluation data when available.
Várias dezenas de sementes portuguesas, guardadas há décadas no Banco de Germoplasma de Braga, vão ser preservadas na "Arca de Noé Verde", o depósito de sementes mundiais inaugurado terça-feira na Noruega.
"Há contactos para enviarmos essas sementes. Mas ainda estão a ser definidos os mecanismos administrativos científicos para ser feita essa entrega", afirmou fonte do gabinete do ministro da Agricultura, Jaime Silva.
As negociações sobre como vai ser feito esse transporte ou a salvaguarda da devolução dessas sementes ainda estão a ser definidas.
O Banco Português de Germoplasma contém todas as variedades de milho, leguminosas e frutas de Portugal, preservando o património genético nacional.
Em quanto tempo se carrega um portátil [ISEC cria veículo eléctrico alimentado por baterias idênticas às dos computadores
:: 2007-09-11
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O protótipo de um veículo ligeiro eléctrico isento de licença de condução, que funciona através de baterias recarregáveis semelhantes às de um computador portátil, está hoje a ser apresentado pelo Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC).
Segundo João Trovão, do Departamento de Engenharia Electrotécnica, o veículo está preparado para percorrer distâncias diárias não superiores a 35 quilómetros, funcionando com um motor de corrente alternada, com baterias de pequena dimensão e leves que permitem ciclos sucessivos de energia.
"Este projecto insere-se numa preocupação de redução da forte dependência ao petróleo, utilização de energias renováveis (sol) e num estudo que indica uma utilização típica de 35 quilómetros diários em percursos urbanos", referiu o investigador.
"O que pretendemos é alertar as pessoas para os problemas ambientais e o cumprimento das metas de Quioto, que não estão a ser atingidas na área dos transportes, para além de formarmos os alunos nesta nova área tecnológica, que terá grande implicação na futura geração de veículos", acrescentou.
O protótipo assenta na conversão de um pequeno veículo com motor de combustão interna isento de licença de condução, num veículo eléctrico vocacionado para distâncias curtas e de repetição diária, tipicamente ideal para percursos urbanos, através da alteração de todo o sistema de tracção do motor.
Trata-se de uma viatura de dois lugares, construída com chassis leve e fibra, equipada com um motor que funciona através de um sistema de tracção à base de baterias. O projecto foi classificado como muito bom pela Fundação da Ciência e Tecnologia que, no entanto, não atribuiu quaisquer financiamento à construção do protótipo, que foi suportado pelo ISEC com o empenho de docentes e alunos.
Paralelamente ao desenvolvimento deste protótipo, o ISEC desenvolve projectos de comunicações com a Universidade de Aveiro, para eliminar os cabos nas ligações automóveis, e outros para eliminar as partes mecânicas e aumentar o grau de inteligência artificial do veículo.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=23237&op=all
O que há com nomes em latim?
O talento especial por trás das espécies e gêneros por Steve Mirsky![]()
FOTOGRAFIA DE FLYNN LARSEN; ILUSTRAÇÃO DE MATT COLLINS![]()
O papa-léguas é classificado como Geococcyx californianus. O menor, como Geococcyx velox. E aquele mais familiar, do desenho animado (bip, bip), foi designado em ocasiões diferentes como Accelerati incredibilus, Velocitus tremenjus, Birdibus zippibus, Speedipus rex e Morselus babyfastious tastius. E quem fracassa em suas tentativas de apanhá-lo é Wile E. Coyote, ele próprio classificado como um representante das espécies Carnivorous slobbius, Eatius birdius, Overconfi dentii vulgaris, Poor schinookius ou Caninus nervous rex. (Os coiotes reais são Canis latrans, o que soa como um banheiro usado por legionários romanos.)![]()
Então a quem nós, e as figuras do desenho animado, temos a agradecer por criar as regras que levaram a todo esse pomposo humor alatinado? A ninguém menos que o naturalista sueco Carl Linnaeus, que era tão apaixonado por nomear coisas que deu a si mesmo alguns outros: Carl Linné, Carl von Linné, Carolus Linnaeus e Caroli Linnaei, nomes pelos quais propôs o sistema padrão de género das espécies da nomenclatura taxonómica binomial, ainda usada para registar toda a vida existente. O ano de 2007 foi o do tricentenário do nascimento de Linnaeus, o que mostra que a contribuição de algumas pessoas dá a elas uma vita postmortem que não é nada brevis.
O jornalista e fofoqueiro americano H. L. Mencken fez um involuntário tributo à classificação de Linnaeus quando apelidou grande parte da população americana de Boobus americanus. (Não se preocupe. São os outros, não você.) Mencken descreveu o perpétuamente mistificado B. americanus como “um pássaro que desconhece a estação proibida”, o que coincidentemente descreve o Papa-Léguas, também conhecido como Disappearialis quickius. Mencken, por falar nisso, cobriu o famoso caso Scopes, no qual o Homo sapiens tratou a idéia de estar relacionado ao Gorilla gorilla e ao Pan troglodytes como se fosse uma infecção da Yersinia pestis.
Entre os muitos comentários enérgicos sobre o H. sapiens, está o de que “um idealista é alguém que, sabendo que uma rosa cheira melhor que um repolho, conclui que ela também dará uma sopa melhor”. E, na verdade, misturando qualquer uma das numerosas espécies do gênero Rosa com Brassica oleracea do grupo Capitata, fica ainda mais aloprado (Bertholetia excelsa) em latim. Prevenir a confusão é uma razão pela qual o sistema de Linnaeus é tão útil: o presidente francês pode chamá-lo um “moineau”, o rei da Espanha Juan Carlos, de um “gorrión”, e o vice-presidente americano Dick Cheney pode (ou não) bradar “explosão à frente!” antes de abatê-lo do céu, mas o pássaro em questão seria reconhecível por todos os seus conselheiros científicos como Passer domesticus. Que também é conhecido em inglês como um pardal doméstico. E por não terem os nomes comuns das espécies a autoridade das designações oficiais de Linnaeus, mesmo dentro de uma mesma língua, o pardal doméstico é conhecido também em inglês como o pardal inglês. Algum taxonomista pode ajudar?
Os dois grandes trabalhos gêmeos de Linnaeus foram o Species planterum, de 1753, no qual classificou toda espécie conhecida de vegetação, e o Systema naturae, de 1758, que celebra 250 anos este ano e foi o primeiro esforço importante de organização do mundo animal. O verbete sobre Linnaeus na Wikipedia nota que, por ter o hábito de nomear todas as coisas vivas que encontrava, “pensava em si mesmo como um segundo Adão”. A capa de Systema naturae mostra um homem, presumivelmente Linnaeus, atirando títulos latinos a “novas criaturas enquanto são criadas no Jardim do Éden”. Ele não era um membro em extinção do gênero Viola.
Linnaeus parece ter ocasionalmente abusado de seu poder apelativo. O Jardim Botânico de Nova York, que em novembro passado fez uma rara exibição pública da própria cópia anotada por Linnaeus de seu Systema naturae, ressalta em seu website que “ele se vingou de seus críticos dando seus nomes a plantas e animais desagradáveis. Por exemplo, nomeou a Siegesbeckia, erva daninha sem atrativos que exala um líquido de mau cheiro, por causa do botânico alemão Johan Siegesbeck”. Linnaeus seria assim provavelmente um pé no Scrotum. Mas sem ele, a biologia poderia não ter se tornado uma ciência respeitável.
Se fossem suficientemente pequenas até podiam ser várias para uso alternado. Enquanto uma era usada as outras eram carregadas em simultâneo pelo sistema do carro... [Em quanto tempo se carrega um portátil []?
Black Holes Explained
What exactly is a black hole, anyway? Listen in as 11 top physicists and astronomers take on the challenge of describing the strangest entities in the universe. Listen online by selecting Play All or choose individual clips below.
http://www.pbs.org/wgbh/nova/blackhole/explained.html
Mas isso já foi verificado?
«A nossa missão é ajudar outros a dar grandes passos!»
Entrevista exclusiva de Peggy Whitson, a primeira astronauta a liderar a Estação Espacial Internacional
:: 2008-06-17 Por Marta F. Reis
Peggy sente-se uma pequena parte da Descoberta do UniversoAos 48 anos, Peggy Whitson, a primeira mulher a comandar a Estação Espacial Internacional (ISS), ainda não perdeu o sotaque de quem cresceu num rancho do Iowa, no «midwest» americano. Foi em casa que, aos oito anos, viu o primeiro passo do homem na Lua e ficou com o bichinho de querer ser astronauta. Ao telefone de Houston, do Centro Espacial da NASA, a astronauta norte-americana do momento – regressou em Abril de seis meses à frente da ISS, deu uma entrevista exclusiva ao Ciência Hoje, na véspera de um dia inteiramente dedicado aos media em que se comemoram os 25 anos do voo histórico de Sally Ride, a primeira mulher no espaço.![]()
«Nós estamos muito bem treinados! Não tenho medo no Espaço»Num jeito simples, Peggy, cientista de um currículo enorme de onde saltam à vista as distinções da NASA, o recorde feminino de "spacewalking" e o vigésimo lugar na lista dos veteranos espaciais, disse estar muito orgulhosa por fazer parte da História da Descoberta do Universo.![]()