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citação:Originalmente colocada por Excalibur
Multas automáticas
New Camera Mails Tickets to Noisy Cars
New technology allows police to mail automated tickets to cars with loud stereos and noisy exhausts.
Noise cameraTransportation officials are looking to expand the use of photo enforcement to cash in on motorists who blast their stereos or use modified, high-performance exhausts. At least one agency has expressed interest in a ticketing system developed by Acoustic Research Laboratories, a New South Wales company that developed acoustic detection equipment for the Australian Navy.
The fully automated setup mails traffic citations to passing vehicles that exceed a predetermined noise threshold. It can detect loud subwoofers, a noisy exhaust, or even an inopportune honk of the
horn.
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A combination of sound level meters, cameras and computer processors identify these targets of opportunity. Separate microphone and video modules are pole-mounted in waterproof boxes that communicate with a laptop control unit using WiFi. The manufacturer claims that the system distinguishes predetermined trigger sounds from general background road noise. Once the system is configured, it will generate up to 10,000 tickets before the on-board hard drive is filled. A 10-second video and audio clip is stored for each incident.
Similar red light camera and photo radar technology has generated billions of dollars worldwide. In Washington, DC alone, cameras billed drivers more than $171 million since 1999.
http://www.thenewspaper.com/news/10/1019.asp
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Gene específico pode ter diferenciado cérebro de homens e chimpanzés
Por David Biello
As seqüências de DNA de humanos e chimpanzés são 98% idênticas. Entretanto, essa diferença de 2% representa pelo menos 15 milhões de mudanças ocorridas em nosso genoma desde a época de nosso ancestral comum - há aproximadamente seis milhões de anos. Agora, uma nova técnica computacional identificou 49 regiões que mudaram com particular rapidez entre humanos e chimpanzés, e pode ter revelado pelo menos um gene exclusivo dos seres humanos que foi crítico para o desenvolvimento de cérebros maiores e outras características humanas que resultaram em maior inteligência que a dos chimpanzés.
Katherine Pollard, da Universidade da Califórnia em Davis, foi a primeira a usar computadores para buscar segmentos de DNA que exibam a maioria das mudanças entre os genomas de humanos e chimpanzés. Os computadores identificaram 49 dessas áreas, denominadas regiões humanas aceleradas (ou HAR, na sigla em inglês). Na mais radicalmente revolucionária, rotulada HAR1, ocorreu a transformação de 18 de seus 118 nucleótidos no curso dos últimos poucos milhões de anos; para se ter uma idéia, apenas dois haviam sofrido modificações nos 310 milhões de anos anteriores que separam as galinhas dos macacos. "Trata-se, realmente, de um caso extremo", afirma a pesquisadora.
Observações mais detalhadas feitas por Sofie Salama, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, revelaram que a região é parcialmente superposta a dois genes vizinhos: HAR1F e HAR1R. Esses genes não codificam proteínas que desempenhem uma determinada função no organismo. Eles produzem uma molécula mensageira de RNA (mRNA) que orienta a produção de proteínas por outros genes.
Experiências adicionais realizadas por uma equipe internacional de colaboradores revelaram que o gene HAR1F é fortemente expresso durante o desenvolvimento do neocórtex nos embriões humanos, processo que inicia na sétima semana. O mRNA é produzido pelos neurônios Cajal-Retzius, que pesquisas anteriores revelaram ser responsáveis por orientar a criação de camadas de neurônios no córtex humano. Essas células também produzem a proteína reelina, que ajuda a criar a arquitetura do cérebro humano. Em outros primatas, o gene correspondente desempenha um papel similar, segundo experiências com macacos comedores de caranguejos (Macaca fascicularis).
Embora essa pesquisa não associe definitivamente essa região com diferenças cerebrais entre os seres humanos e nossos parentes mais próximos, seus resultados são fascinantes. "Nós não sabemos o que (essa região) faz, e não sabemos se ela interage com a reelina, mas a evidência é bastante sugestiva da importância desse gene no desenvolvimento do córtex cerebral, e isso é fascinante porque o córtex humano é três vezes maior do que o de nossos predecessores", destaca David Haussler, líder da equipe na Universidade da Califórnia em Santa Cruz. "Alguma coisa fez com que nossos cérebros evoluíssem de modo a ser muito maiores e ter mais funções do que os cérebros de outros mamíferos".
E essa é apenas a primeira das 49 regiões de rápida evolução a serem estudadas. "Agora precisamos examinar as outras 48", diz Haussler. O estudo foi divulgado no site da Nature dia 16 de agosto.
@ http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/noticia/noticia_162.html
citação:Satélite captura criação de nova Crosta Continental
Um novo mar está se formando no deserto do nordeste da Etiópia.
Em milhões de anos, o afastamento das placas tectônicas árabe e núbia permitirá que o mar invada a região, formando uma extensão do Mar Vermelho. E graças à abundância de imagens de satélite, os cientistas têm conseguido pela primeira vez vislumbrar como as placas se separam. A crosta de rocha se move na superfície da Terra a até 12 cm por ano.
Tim Wright, da Universidade de Leeds, e sua equipe internacional de pesquisadores, coletaram observações em solo e do espaço da ampliação de uma fissura no deserto etíope Afar. Entre setembro e outubro do ano passado, uma extensão de rocha com 60 km de comprimento aumentou até 8 metros. Magma de vulcões adjacentes preencheu a parte inferior da fissura, criando uma nova crosta continental e um dique de aproximadamente 2,5 km³ - o dobro do material ejetado pela poderosa erupção do monte Saint Helens em 1980 - mais de 2 km abaixo da superfície.
"Muita cinza foi lançada no ar e surgiram rachaduras no solo com mais de 1 metro de largura", diz Cindy Ebinger, da Universidade de Londres, e membro da equipe. "A região de Afar constitui uma área de estudo valiosíssima de ruptura continental e formação de novas bacias oceânicas". Isso porque trata-se de uma das poucas fissuras ativas que não está no fundo do oceano. Esse espraiamento da crosta continental prosseguirá ao longo da fissura, estendendo-se do Líbano à Tanzânia, com o bordo oriental da África possivelmente seguindo Madagascar, mar afora. O artigo relatando a pesquisa aparece na Nature de 25 de julho.
@ http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/noticia/noticia_158.html
citação:Chip minúsculo converte pensamento de paraplégico em ações
Matthew Nagle perdeu o uso dos braços e pernas em 2001, após ter a espinha dorsal seccionada por uma ferimento a faca. Três anos mais tarde, aos 25 anos, um sensor implantado o fez recuperar a capacidade de converter pensamento em ações. Anteriormente, um sensor semelhante permitira que macacos movessem um cursor pela tela de um computador simplesmente por meio do pensamento. Nagle é o primeiro caso de eficácia comprovada desse dispositivo em humanos. Resultados preliminares de nove meses de testes são relatados na revista Nature desta semana.
O neurologista Leigh Hochberg, do Hospital Geral de Massachusetts, e seus colegas - entre eles John Donoghue, da Universidade Brown, co-inventor do sensor - alojaram o minúsculo dispositivo contendo 100 eletrodos, cada um mais fino que um fio de cabelo humano, sobre a superfície do córtex motor de Nagle, a parte do cérebro que controla os movimentos. O sensor registra os sinais elétricos de neurônios no entorno e os transmite por fios de ouro para uma base de titânio no crânio de Nagle. Cabos conectam essa base a um conjunto de computadores, processadores e monitores.
O equipamento mede o disparo dos neurônios - por vezes até 200 por segundo - e os converte em ações. Depois de Nagle rastrear um cursor movido por um técnico para calibrar os computadores, ele pôde usar um cursor neural no decorrer de 57 sessões subseqüentes para abrir mensagens de e-mail, desenhar círculos e jogar um videogame de pingue-pongue. O sistema também permitiu que ele abrisse e fechasse os dedos de uma prótese de mão, e que usasse um braço robótico para apanhar balas e depositá-las na mão de um técnico. Ele conseguiu também controlar a televisão, mesmo enquanto conversava com pessoas a seu redor.
"O que é realmente fascinante é que a atividade cortical de uma pessoa com dano na coluna vertebral - ao controlar um dispositivo externo simplesmente mediante a intenção de mover sua própria mão - é semelhante à vista durante estudos pré-clínicos em que macacos usavam efetivamente as mãos", diz Hochberg. "Tanto para o movimento real quanto para o planejado, os neurônios parecem reagir com padrões similares de disparo".
Muitos obstáculos persistem, incluindo um defeito inexplicável após cerca de seis meses de testes e a necessidade de um sistema menos volumoso, mas os pesquisadores estão confiantes na sua superação por tecnologias emergentes. Outro pesquisa divulgada na mesma edição da Nature mostra como o sistema poderia ser acelerado simplesmente mediante a antevisão do resultado final desejado. Extrapolando de resultados obtidos com macacos, o grupo de Krishna Shenoy, da Universidade Stanford, conseguiu velocidades de processamento de sinais neurais que permitiriam a digitação de 15 palavras por minuto, suficientemente rápido para uma comunicação eficaz. "Embora reste muito trabalho a ser feito", acrescenta Hochberg, "esperamos um dia poder dizer que temos uma tecnologia capaz de fazer as pessoas se movimentarem novamente". - David Biello
@ http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/noticia/noticia_156.html
citação:Originalmente colocada por Nuvolari
http://www.inovacaotecnologica.com.br - Vão aparecendo por aqui umas novidades interessantes.
citação:LCD, LED, HDTV, plasma, they don’t have anything compared to the latest and greatest display technology that should begin appearing next year. The next big thing is called Surface-conduction Electron-emitter Display, or SED for short. Basically it combines the terrific contrast, responsiveness and sharpness of conventional CRT monitors with the power efficiency, size, and thickness of LCDs or Plasmas. Like any new display technology, it will probably cost an arm and a leg.
citação:Extrato de frutas é utilizado para converter energia solar em eletricidade
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Antonio Carlos Quinto
Agenusp
06/09/2006
Extrato de frutas é utilizado para converter energia solar em eletricidade
Utilizando corantes naturais extraídos de frutas como amora, jabuticaba e calafate (comum na região da Patagônia, na América do Sul), cientistas do Instituto de Química (IQ) da USP desenvolveram uma nova tecnologia para a produção de células capazes de converter a luz solar em energia elétrica, as chamadas Dye-cells® - células solares de camada delgada.
Comparado com os sistemas convencionais, que utilizam como matéria prima o silício, o processo apresenta vantagens como o custo de produção - estimado em cerca de 30% a 50% menor - e o uso de materiais que não agridem o meio ambiente.
Nos laboratórios do IQ já existem células solares de 10cm x 10 cm, com a aparência de um vidro transparente, que demonstram a eficiência das Dye-cells®. André Sarto Polo, doutorando do Instituto, explica que o sistema utiliza como semicondutor o dióxido de titânio (TiO2). "Esta substância é utilizada na indústria em cremes dentais, tintas etc. Por ser branca, não absorve a luz visível e necessita de um corante para absorver a luz solar, que pode ser obtido de extratos de frutas."
Em testes feitos com calafate e jabuticaba, os pesquisadores conseguiram atingir potências em torno de 1,5 a 2 miliwatts por centímetro quadrado (cm2). Os experimentos de controle vêm sendo realizados em pequenas células solares que possuem uma área ativa de 1/2 cm2. Segundo Polo, já se sabe que o sistema com corantes naturais é capaz de converter a energia proveniente de sol em eletricidade com eficiência em torno de 1% a 2%.
Painéis solares
A partir das Dye-cells® que estão sendo experimentadas no IQ é possível montar-se painéis solares. "Ainda não sabemos por quanto tempo o sistema que utiliza os corantes naturais é capaz de converter a energia solar em energia elétrica, mas acreditamos que as células desenvolvidas no laboratório apresentam vários aspectos vantajosos", afirma o doutorando. Diferentemente do sistema convencional, essas células podem converter a energia luminosa mesmo em dias nublados e nem são tão afetadas pelo ângulo de incidência da luz.
Segundo a professora Neyde Yukie Murakami Iha, do Laboratório de Fotoquímica Inorgânica e Conversão de Energia do IQ, coordenadora do projeto, uma célula solar com este arranjo pode apresentar a aparência de um vidro transparente colorido. "Por isso as Dye-cells® podem ser usadas como janelas de prédios e residências ou tetos solares de automóveis capazes de absorver e converter a energia solar. Nesse caso, além de coletar a luz e transformá-la em energia elétrica, a célula permite também a transmissão da fração de luz incidente não aproveitada", explica. Neyde lembra ainda que as pesquisas já renderam três patentes à USP.
Os próximos passos dos estudos, de acordo com Polo, serão verificar o tempo de vida útil das células e a utilização de diferentes compostos. "O que podemos afirmar com certeza é que o fruto in natura mostra uma relação custo benefício muito promissora", salienta.
@ http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115060906
citação:Gerador compacto de alta eficiência gera energia a partir das marés
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Da redação
20/06/2006
Gerador de eletricidade a partir das ondas e marés
Você sabe a diferença entre um motor elétrico e um gerador de eletricidade? Pois gire um motor ao contrário e você descobrirá que é apenas o sentido da rotação. Foi esse pequeno detalhe que permitiu que dois engenheiros ingleses criassem um novo gerador que poderá baratear a produção de eletricidade a partir de correntes de água, sejam ondas do mar, o movimento das marés ou até mesmo o fluxo constante das águas de um rio.
Steve Turnock e Suleiman Abu-Sharkh, da Universidade de Southampton, Inglaterra, trabalhavam com motores elétricos para veículos subaquáticos. Foi quando eles perceberam que poderiam tirar vantagem da eficiência de seus motores para a aplicação inversa. Ao invés de usar eletricidade para empurrar seus veículos, eles poderiam aproveitar fluxos naturais de água para gerar eletricidade.
É claro que já existe um sem-número de geradores desse tipo. Mas o que impressiona na nova turbina é a sua simplicidade. "Este é um projeto compacto, que eliminou a maioria das partes móveis encontradas nas turbinas marinhas convencionais. É uma novidade na geração de energia a partir das marés," disse Turnock.
A maioria dos geradores movidos a água são essencialmente turbinas invertidas preparadas para funcionar submersas, com toda a sua complexidade técnica e os elevados custos de manutenção associados.
Já o novo gerador tem pás projetadas para girarem com a mesma eficiência qualquer que seja o sentido de deslocamento da maré. E seu invólucro foi projetado em computador visando permitir uma passagem da água com o mínimo atrito possível.
A simplicidade também permite que o equipamento seja inteiramente montado na fábrica, necessitando apenas ser mergulhado na água para começar a gerar eletricidade. Isso contrasta frontalmente com os elevados custos de instalação das turbinas tradicionais.
O protótipo apresentado pelos cientistas tem apenas 25 centímetros de diâmetro. A construção de um modelo maior, segundo eles, permitirá aumentar ainda mais a eficiência das pás do rotor. Eles esperam ter um gerador disponível comercialmente em cinco anos.
@ http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115060620
citação:Originalmente colocada por Ronin
Nthor... Uma palavra... BRILHANTE!! Por este tópico e pela sua manutenção!
Abraço!
citação:Inglaterra cria infraestrutura para aproveitar energia das ondas e das marés
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Da redação
13/02/2006
Energia das ondas e das marés
Enquanto o mundo volta a discutir a instalação de centrais nucleares - "ruim com elas, pior sem elas", parece ser o mote do momento - o governo inglês dá um passo concreto rumo à utilização de fontes renováveis e limpas de energia.
Acabam de ser escolhidos os parceiros para a construção do "Wave Hub", uma espécie de soquete submarino, ao qual poderão ser conectados equipamentos para aproveitamento da energia gerada pelas ondas e pelas marés. O "concentrador das ondas" funcionará como uma espécie de incubadora, uma subestação submarina onde as empresas poderão testar seus equipamentos antes de lançá-los no mercado.
O Wave Hub começará a ser construído em 2007, criando a primeira "fábrica" de energia gerada a partir do mar. Além do "plug" propriamente dito, o concentrador consistirá em um sistema de transformadores e cabossubmarinos, capazes de levar a energia gerada até uma conexão com o sistema de distribuição tradicional do país.
Quando o Wave Hub estiver pronto, as empresas poderão plugar seus equipamentos para geração de energia a partir das ondas e das marés, efetuando testes e aprimorando-os para que eles possam chegar ao mercado e serem instalados em usinas em escala industrial.
Segundo estudos da Agência de Desenvolvimento Regional do Sudeste da Inglaterra, responsável pela construção do Wave Hub, 20% das necessidades de eletricidade daquele país poderão ser supridos a partir do aproveitamento das ondas e das marés.
@ http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010115060213
citação:A US-British team of scientists has successfully tested a cloak of invisibility in the laboratory.
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The cloak is constructed from advanced "metamaterials"
The device mostly hid a small copper cylinder from microwaves in tests at Duke University, North Carolina.
It works by deflecting the microwaves around the object and restoring them on the other side, as if they had passed through empty space.
But making an object vanish before a person's eyes is still the stuff of science fiction - for now.
The cloak consists of 10 fibreglass rings covered with copper elements and is classed as a "metamaterial" - an artificial composite that can be engineered to produce a desired change in the direction of electromagnetic waves.
Like visible light waves, microwaves bounce off objects, making them apparent and creating a shadow. But at microwave frequencies, the detection has to be made by instruments rather than the naked eye.
New chapter
Water behaves differently. When water in a river flows around a smooth rock, the water closes up on the opposite side. Someone looking at the water downstream would never guess it had passed around an obstacle.
The metamaterial cloak channelled the microwaves around the object like water flows around the rock.
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Scientists were able to watch waves bending around the cloak
"These metamaterials have opened a new chapter in electromagnetism. We've opened the door into the secret garden," co-author Professor John Pendry, from Imperial College London, told BBC News.
In the experiment, the scientists first measured microwaves travelling across a plane of view with no obstacles. Then they placed a copper cylinder in the same plane and measured the disturbance, or scattering, in the microwaves.
Next, the researchers placed the invisibility cloak over the copper cylinder. The cloak did not completely iron out the disturbance, but it greatly reduced the microwaves being blocked or deflected.
Hidden from view
"This cloak guides electromagnetic waves around a central region so that any object at all can be placed in that region and will not disturb the electromagnetic fields," explained co-author Dr David Schurig from Duke University.
"There is reduced reflection from the object, and there is also reduced shadow."
In principle, the same theoretical blueprint could be used to cloak objects from visible light. But this would require much more intricate and tiny metamaterial structures, which scientists have yet to devise.
"As an application, it's not clear that you're going to get the invisibility that everyone thinks about - as in Harry Potter's cloak, or the Star Trek cloaking device," said Professor David R Smith of Duke.
Broad applications
John Pendry commented: "There's a rule about the internal structure of the metamaterial: it has to be smaller than the wavelength of radiation. So for radar waves that's 3cm. You can easily engineer something a few millimetres across.
"You go up to optical radiation - visible light - and the wavelength is less than a micron. So your microstructure has to be a few tens of nanometres across. and we're only just learning how to do nanotechnology... maybe in five or 10 years' time you could do this, but not today."
The researchers say that if an object can be hidden from microwaves, it can be hidden from radar - a possibility that will ensure interest from the military.
Professor Pendry said a metamaterial cloak could be manufactured to wrap around a fighter plane or tank. But, he said: "You mustn't demand that the cloak be too thin. Despite the hype around Harry Potter, this isn't anything that flaps around in the breeze; it's more like a shed."
It could be used to hide objects from terahertz waves, a regime that is being exploited for numerous sensing technologies, or even from mobile phone frequencies and magnetic fields.
Paul.Rincon-INTERNET@bbc.co.uk
@ http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/6064620.stm
citação:Nortel avisa que a Internet pode estar a caminhar para o colapso
A procura de jogos, música e filmes está a consumir cada vez mais largura de banda e as empresas que prestam serviços de acesso à Net vão ter de abrir os cordões à bolsa e renovar infra-estruturas, caso contrário, a Internet pode simplesmente ficar congestionada. O aviso foi feito hoje pela Nortel, fabricante de equipamentos de telecomunicações, que lembra ser necessário evitar os erros do passado para manter o crescimento actual no sector tecnológico.
John Roese, responsável pela área tecnológica da Nortel, referiu em entrevista à Reuters que a crise que se assistiu entre 1999 e 2001 no sector tecnológico foi, em boa parte, provocada pelo excesso de oferta de tecnologias.
A Nortel foi mesmo uma das principais “vítimas” da crise da “bolha” tecnológica, perdendo grande parte do valor bolsista e dos seus funcionários nessa época conturbada.
Curiosamente, Roese lembra que foi o excesso de oferta no que toca às redes de telecomunicações que permitiu que o sucesso de sites como o YouTube não tivesse redundado no colapso da Internet.
O responsável da Nortel lembra também que a procura por conteúdos cada vez mais “pesados” vai aumentar nos próximos tempos e que o prestadores de serviços de acesso à Internet vão ter de investir em novas tecnologias para conseguir manter a Internet a funcionar.
Em caso de fracasso o impacto na economia global não tardará a fazer sentir-se, lembra.
@ http://exameinformatica.clix.pt/noticias/internet/214087.html