Tópico Cinéfilo v2.0

Mas a própria história de humanidade baseia-se nessa premissa, o facto de querermos e termos a nossa casa. Até é um pensamento simples mas correcto.

O que defendíamos nos em Aljubarrota?
E nas conquistas não procurávamos expandir a nossa casa (nação) para não parecer tão insignificante perante as outras casas europeias?

Tudo começa com uma casa, e nos só desejamos o melhor para a nossa casa e não há nada de mal em desejarmos isto.

Desculpem o offtopic

Pormenor: spielberg fez um filme que fala por si e que dispensa de muito marketing como foi o caso da guerra dos mundos (da sua autoria também) Hollywood devia estudar o caso pois nem sempre o marketing é a melhor receita para cativar o público.
 
Pelo que sei o filme nao defende nenhum dos lados, chamando a atençao que porrada combate-se com porrada, mas que está errado!
 
Fui ontem ver o Munich e embora tenha tido recentemente a oportunidade de conhecer melhor o que se passou em 72, o filme tocou-me bastante pelo lado humano que nunca conseguimos ter com os livros de historia. Muito bom e dos poucos que me fez e faz pensar, muito tempo depois de o filme ter terminado...

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citação:Originalmente colocada por Taveirada

Pelo que sei o filme nao defende nenhum dos lados, chamando a atençao que porrada combate-se com porrada, mas que está errado!


Precisamente.

E por isso o lado israelita gostou ainda menos do filme que o lado palestiniano, tendo já sobrado para Spielberg alguns epítetos de «traidor»...

Spielberg que lhes responda como o fez Woody Allen a uns rabinos que o apontavam como um «mau judeu que envergonha Israel»: «F*d*i-v*s uns aos outros que eu não vos aturo!»
 
citação:Originalmente colocada por Johnny E.

citação:Originalmente colocada por Taveirada

Pelo que sei o filme nao defende nenhum dos lados, chamando a atençao que porrada combate-se com porrada, mas que está errado!


Precisamente.

E por isso o lado israelita gostou ainda menos do filme que o lado palestiniano, tendo já sobrado para Spielberg alguns epítetos de «traidor»...

Spielberg que lhes responda como o fez Woody Allen a uns rabinos que o apontavam como um «mau judeu que envergonha Israel»: «F*d*i-v*s uns aos outros que eu não vos aturo!»

Em suma... nao vale a pena mostrar pros e contras de dois lados... quando um dos lados pensa que nao teve nenhuma falha...
 
Como eu já disse na página anterior ao deixar a impressão geral sobre o filme:

De um lado e de outro: assassinos em processo de autojustificação.
 
Ontem vi o Jarhead. Filme baseado num best-seller, conta a historia das tropas norte-americanas na fronteira do Kwait, antes e durante a tempestade no deserto. O drama dos dias ke passam sem ter nada ke fazer, a maneira como os marines viveram o kuase meio ano ke tiveram no deserto sem nada pra fazer, apenas á espera.... Gostei do filme, mas não é um filme classico de guerra, ate porque as guerras modernas já não são "classicas".
7.3@IMDB
 
bem , eu acabo de ver wolf creek é bom, muito parecido a casa dos 1000 cadaveres, mais duvido que fose feito sob. argumentos veridicos,não entendo porque as duas mulheres tiveram mais de 1 oportunidade de matar o gajo, e não o fizeram, ao contrario da casa dos 1000 cadaveres que nunca tiveram hipotese.
 
Bem...Vi o "Broken Flowers" achei uma seca de filme,perdi tempo e trafego [}:)].
"Waiting" pelo trailer pensava que era só rir...Bem estava eu enganado,ri-me umas vezes...
Saw II...Não é demasiado morbido?Nunca o vi, mas terror ou gore nunca foi algo que me desse gosto ver
 
citação:Originalmente colocada por ricardohdi

johnny desculpa perguntar, mas vais ao cinema todos os dias? :P


Vou a 3-4 sessões por semana (+150 filmes/ano visionados em salas de cinemas.)

Em dvd só mesmo séries televisivas e filmes antigos ou alternativos que seja impossível apanhar em cinema (mesmo nos ciclos especiais).
 
Os últimos filmes que vi:


«WOLF CREEK»: até que enfim um filme minimamente sério no campo do terror...

«THE DARK»: mistura de misticismo celta (versão galesa...) com suspense...

«LAVADO EM LÁGRIMAS»: um filme português a roçar as franjas do cinema alternativo. A jovem actriz (Rita Martins) tem potencial evidente.
 
citação:Originalmente colocada por Unreal

Bem...Vi o "Broken Flowers" achei uma seca de filme,perdi tempo e trafego [}:)].
"Waiting" pelo trailer pensava que era só rir...Bem estava eu enganado,ri-me umas vezes...
Saw II...Não é demasiado morbido?Nunca o vi, mas terror ou gore nunca foi algo que me desse gosto ver

O SAW não e demasiadamente Gore. É um bocadinho mas n tira bocado... ;)
 
Eu comprei agora o livro "Munique - a vingança", pelo que não "posso" ver o filme antes de ler o livro.

E como estou a acabar de ler os "102 minutos", para a seguir ler o "Codex 632" e só depois o "Munique" ainda vou demorar algum tempinho.
 
Ontem vi o The great Raid. Abstraindo da americanisse pegada que é, gostei mto do filme! Aconcelho aos fãs de filmes de guerra!
É uma historia baseada em factos veridicos.
 
Últimos visionamentos:

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«Two for the Money» (traduzido por «Aposta de Risco»...): o regresso de Al Pacino num filme muito interessante sobre o mundo das apostas telefónicas.


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«Brokeback Mountain»: um filme obrigatório, não só pela qualidade cinematográfica mas também pela abordagem da homossexualidade que faz num tempo e num lugar onde ter comportamentos homossexuais era questão de vida e de morte... Servirá também para arejar muita mentalidade homofóbica.


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«Dead Fish» (traduzido por «Tiros Certeiros»...): uma surpreendente comédia sobre o «underground» londrino do crime tecida numa teia de enganos e personagens fabulosos... Imperdível!
 
citação:«Brokeback Mountain»: um filme obrigatório, não só pela qualidade cinematográfica mas também pela abordagem da homossexualidade que faz num tempo e num lugar onde ter comportamentos homossexuais era questão de vida e de morte... Servirá também para arejar muita mentalidade homofóbica

Sem duvida, vi-o ontem e gostei bastante.

Penso que retrata muito bem o que se passa em algumas familias (fachada).....
 
Um cromo que precisa urgentemente de ver o «Brokeback Mountain» é o tristemente célebre padre Serras Pereira!

Um ano após ter mandado publicar um anúncio em que dizia recusar a comunhão a quem usasse métodos contraceptivos e depois de condenado por difamação ao acusar de ‘serial killer’ a Associação de Planeamento Familiar, o padre franciscano Serras Pereira regressou ontem ao centro da polémica, defendendo que “a homossexualidade é uma doença”, que “o aborto é um crime pior do que a pedofilia”, que o uso do DIU (dispositivo intra-uterino) como contraceptivo é “assassino” e acusa, em afirmações ao CM, os outros sacerdotes de só não concordarem consigo por “má-fé” ou “ignorância crassa”.


http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=191268&idselect=10&idCanal=10&p=94
 
Esta semana visionei:


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«RUMOR HAS IT...»: Um filme sofrível que vale sobretudo por Shirley McLaine...


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«DERAILED»: Uma história sobre a grande cidade...


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«AEON FLUX»: A ideia é boa e permitiria outro nível mais denso e sofisticado de exploração...


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«WALK THE LINE»: Um bom filme sobre Johnny Cash...


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«LOS TRES ENTIERROS DE MALAQUIADES ESTRADA»: Um filme extraordinário de Tommy Lee Jones!


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«SYRIANA»: um filme baseado numa obra factual (alicerçada no testemunho de um operacional da CIA que foi usado durante 20 anos em operações de «desestabilização» no Médio-Oriente) e que poem a nú o cinismo entranhado e a infindável hipocrisia que dos EUA (e da sua «real politik»: all is business!) irradiam desde há décadas. Um filme para quem quiser ver e compreender o presente (e o que a ele conduziu) sem máscara nem filtro.
 
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