Tópico Cinéfilo v2.0

Já consegui ir ver o Sherlock Holmes e fiquei completamente rendido.

As cenas à Guy Richie, principalmente aqueles slow-motion, ficaram soberbos. Depois, as interpretações do Robert Downey Jr. e do Jude Law estão bastante boas. Para mim, um dos melhor filmes de 2008!

IMDB: 7,7
Eu: 8,5


2009 pah [:cool:]

A ver se vou ver esse mais logo [:blush:]
 
Por acaso ainda só vi 18/50 dessa lista... [:blush:]
Tenho curiosidade em ver mais uns quantos que aí estão mas que ainda não surgiu a oportunidade [:cool:]
Eu vi um pouco mais, talvez 30-35, assim por alto.

Ontem vi:

The Invention Of Lying
the_invention_of_lying_poster.jpg

No fundo, é uma comédia, mas acaba por ser mais do que isso.
Ricky Gervais é um dos comediantes mais requisitados do momento, pois tem um estilo bastante peculiar.
Depois de ter entrado há pouco para o mercado de Hollywood, começa a dar os primeiros passos.

E este filme tem uma história de base muito boa. A impossibilidade de as pessoas mentirem. Apenas dizem aquilo que realmente pensam. Se pensarmos um bocadinho, notamos que é um comportamento impossível para nós assumir. Dizer a verdade sobre tudo aquilo que vemos ou sentimos.
O filme acaba por ser um excelente ensaio nesse aspecto. Faz-nos rir com situações tão banais como um encontro desajustado ou o nascimento de um bebé (toda a gente diz que eles são lindíssimos).
Diria que no filme, as pessoas não têm sentimentos, não é isso que importa naquela sociedade.

Depois, o filme gira em volta de todo um conjunto de situações em que a personagem principal desenvolve a capacidade de mentir, demonstrando a inocência da restante população.
Não gostei do rumo que o filme levou lá mais para o meio, mas tinha que ir para algum lado...

Não é um filme que nos faça rir a bandeiras despregadas, mas passa-se bem o tempo, com situações bem curiosas.

6/10
[;)]
 
Ontem revi este grande clássico:



Filme antigo, mas que faz inveja a muitas superproduções modernas no que a transmitir emoções ao espectador diz respeito.

Argumento simples, história simples, mas que combinados com a adrenalina que transmite, faz com que seja um filme muito agradável de se ver e que prende uma pessoa até ao fim...é daqueles filmes que se tivesse 3 horas de duração nem se dava por ela, fica-se totalmente imerso no filme.

Pessoalmente dou 8/10. [;)]

Também tenho esse.

Não nos esqueçamos que isso nasceu como um TV movie, foi gravado em 2 semanas, mas no entanto ganhou rapidamente estatuto de culto, chegando a ser exibido no estrangeiro em salas de cinema.

Uma história simples, mas excelentemente contada e montada, revelando ao mundo um jovem e inspirado Spielberg.

Aqui para a malta dos automóveis, é fácil gostar disto.
Basicamente é uma perseguição automóvel de 90 minutos.[:D]
Mas acaba por ser mais que isso.
Excelente interpretação de Dennis Weaver!
 
Apesar de não ser tecnicamente o fim da década o IMDB já tem a sua lista dos mais votados de 2000 para cá e como neste tópico preza-se muito este site aqui fica o top 50:

[FONT=Arial, Helvetica, sans-serif][SIZE=-1]01 - The Dark Knight (2008) [/SIZE][/FONT]
[FONT=Arial, Helvetica, sans-serif][SIZE=-1]02 - The Lord of the Rings: The Return of the King (2003)[/SIZE][/FONT]

03 - [SIZE=-1]Cidade de Deus (2002)[/SIZE]
[SIZE=-1]04 - The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring (2001)[/SIZE]

[SIZE=-1]05 - Avatar (2009)[/SIZE]
[SIZE=-1]06 - Memento (2000)[/SIZE]
[SIZE=-1]07 - The Lord of the Rings: The Two Towers (2002)[/SIZE]

[SIZE=-1]08 - WALL·E (2008)[/SIZE]
09 - [SIZE=-1]Le fabuleux destin d'Amélie Poulain (2001)[/SIZE]
[SIZE=-1]10 - [/SIZE][SIZE=-1]Das Leben der Anderen (2006)[/SIZE]
[SIZE=-1]11 - Sen to Chihiro no kamikakushi (2001)[/SIZE]
[SIZE=-1]12 - The Pianist (2002)[/SIZE]
[SIZE=-1]13 - The Departed (2006)[/SIZE]
[SIZE=-1]14 - Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004)[/SIZE]
[SIZE=-1]15 - Requiem for a Dream (2000)[/SIZE]
[SIZE=-1]16 - Up (2009)[/SIZE]
17 - [SIZE=-1]Inglourious Basterds (2009)[/SIZE]
[SIZE=-1]18 - El laberinto del fauno (2006)[/SIZE]
[SIZE=-1]19 - Der Untergang (2004)[/SIZE]
[SIZE=-1]20 - The Prestige (2006)[/SIZE]
[SIZE=-1]21 - Gran Torino (2008)[/SIZE]
[SIZE=-1]22 - Slumdog Millionaire (2008)[/SIZE]
[SIZE=-1]23 - Sin City (2005)[/SIZE]
[SIZE=-1]24 - District 9 (2009)[/SIZE]
[SIZE=-1]25 - Hotel Rwanda (2004)[/SIZE]
[SIZE=-1]26 - Up in the Air (2009/I)[/SIZE]
[SIZE=-1]27 - Oldboy (2003)[/SIZE]
[SIZE=-1]28 - Batman Begins (2005)[/SIZE]
[SIZE=-1]29 - Gladiator (2000)[/SIZE]
[SIZE=-1]30 - Fantastic Mr. Fox (2009)[/SIZE]
[SIZE=-1]31 - No Country for Old Men (2007)[/SIZE]
[SIZE=-1]32 - Nefes: Vatan sagolsun (2009)[/SIZE]
[SIZE=-1]33 - The Wrestler (2008)[/SIZE]
[SIZE=-1]34 - There Will Be Blood (2007)[/SIZE]
[SIZE=-1]35 - Donnie Darko (2001)[/SIZE]
[SIZE=-1]36 - Into the Wild (2007)[/SIZE]
[SIZE=-1]37 - Kill Bill: Vol. 1 (2003)[/SIZE]
[SIZE=-1]38 - Star Trek (2009)[/SIZE]
[SIZE=-1]39 - Snatch. (2000)[/SIZE]
[SIZE=-1]40 - Million Dollar Baby (2004)[/SIZE]
[SIZE=-1]41 - The Bourne Ultimatum (2007)[/SIZE]
[SIZE=-1]42 - Amores perros (2000)[/SIZE]
[SIZE=-1]43 - Okuribito (2008)[/SIZE]
[SIZE=-1]44 - Finding Nemo (2003)[/SIZE]
[SIZE=-1]45 - Ratatouille (2007)[/SIZE]
46 - [SIZE=-1]V for Vendetta (2005)[/SIZE]

47 - [SIZE=-1]Le scaphandre et le papillon (2007)[/SIZE]
[SIZE=-1]48 - The Incredibles (2004)[/SIZE]
[SIZE=-1]49 - Dil Chahta Hai (2001)[/SIZE]
[SIZE=-1]50 - Tasogare Seibei (2002)[/SIZE]

Negrito itálico os que gostei mesmo muito... ainda tenho alguns dessa lista por ver há demasiado tempo
[8b]
 
Ontem fui ver o filme Agora ao cinema.

Ver anexo 67882

Sempre gostei de filmes históricos em geral e no contexto do império romano em particular. Logo, era com natural expectativa que fui ver este e embora o filme tome um rumo que eu não estava à espera acho que é uma boa e interessante película. A vários níveis.

Esperava encontrar um filme que me desse conta ou que me pudesse contar algo sobre como se processou a queda do império romano. E embora esse aspecto esteja bem retratado o tema central não é esse, trata antes um aspecto tão actual como o fundamentalismo religioso e a forma como desde há milénios - sim porque já passaram pelo menos dois - este consegue controlar a vontade de homens e governos.

Não deixa de ser irónico que esse fundamentalismo seja, neste caso, encarnado por cristãos e os perseguidos sejam os judeus - aqui é um dejà vu - assim como os pagãos. Também não era preciso recuar tanto para se ver isto... Afinal o presente não deixa de ser uma repetição da história e a teoria geológia de Charles Lyell também se aplica ao comportamento humano.

Irónico não será o facto dos cristãos terem feições mais próximas do estereótipo que fazemos dos muçulmanos. Todo o espectador mais atento reparará nisso. Todo o espectador mais perspicaz perceberá o porquê.

Um pouco à semelhança do que acontece com o filme/livro Nome da Rosa, aqui também se vê uma perseguição ao conhecimento e à liberdade. E aqui há um pormenor delicioso. Durante quase todo o filme a personagem principal procura a solução para um problema que (quase) todos os espectadores sabem a resposta. Dei por mim a perguntar a mim próprio como é que era possível ela não saber aquilo que é tão óbvio para nós. Pois é óbvio, porque alguém nos ensinou. Descobrir as coisas pela primeira vez é algo infinitamente mais complicado que as ler num livro qualquer.

Também temos um romance à mistura, em que a Hypatia de Alexandria se encontra num triângulo amoroso com o seu escravo e com o seu aluno. Não foi muito explorada esta faceta do filme e penso que a necessidade de não desviar a atenção dos outros temas tenha sido o principal motivo para tal suceder. Ainda assim, em pequenos pormenores do comportamento humano pode estar a chave para grandes acontecimentos.

Nos planos mais técnicos gostei muito da banda sonora e o gostei dos planos de filmagem. Não me parecendo inédito gostei bastante dos planos à la Google Earth que o filme apresenta. Não só gostei como acho que é interessante e didáctico. Uma coisa é lermos livros e ouvir pessoas, outra coisa é visualizar aquilo que por vezes não conseguimos sequer imaginar. Um aspecto bem positivo para os cenários, guarda-roupa e adereços. E para a beleza do Farol de Alexandria.

Não gostei muito da forma que o realizador arranjou para avançar no tempo a meio do filme. Que se meta texto no início e no fim do filme penso que é aceitável. Avançar no tempo a meio do filme através dum textozito parece-me uma solução demasiado simples e simplória. Um pormenor que não estraga o filme mas...

No que diz respeito às interpretações, acho que estiveram todos em bom plano. A Rachel Weisz é cada vez mais uma actriz que dispensa apresentações em que a sua beleza natural apenas é superada pelo seu talento. Max Minghella interpreta o seu escravo e também está em bom nível. Oscar Isaac interpreta o Prefeito Orestes e o melhor elogio que posso fazer é que não consigo imaginar outro esterótipo romano que não tenha a sua imagem e/ou traços. Não conheço ou não me lembro de outros trabalhos que tenha feito e acho que acaba por ser, a maior surpresa em termos de representação.

Acho que Agora é um bom filme e extremamente interessante. Mas também sei que não é filme para agradar a todos e reconheço que lhe falta qualquer coisa - carisma? - para chegar ao patamar dos grandes filmes. No entanto não estou nada arrependido de o ter ido ver.

PS: Cada vez que vi personagem Ammonius lembrei-me do Aldo Lima. Muito parecidos!

Também uma agradavel surpresa.
O ultimo filme de produção espanhola deste género histórico tinha sido uma desilusão (também tinham Viggo Mortensen como cabeça de cartaz para atrair mais pessoal), e por isso fiquei um pouco ansioso quando percebi que vinha aqui do país ao lado. Quando o fui ver, só tinha visto um trailer fraquinho, fraquinho. Felizmente, revelou-se bastante interessante.

Não apresentava um carácter holywoodesco, apesar dos cenários excelentemente executados e toda a caracterizaçaõ de Alexandria.

Apesar de ser história com mais de um milénio em cima, é impressionante como continua actual.

São várias histórias presentes neste filme com um ingrediente comum... religião. E não sai bem vista, mais uma vez.

Aparentemente tudo o que o Homem crê acaba por gerar violência.
Temos cristãos vs judeus vs "politeistas".
Temos muitos paralelismos com a actualidade, em que o islamismo é constantemente notícia pelo fundamentalismo reinante.
No Ágora, encontramos uma luta de dominânica religiosa, a forma como interage com o poder e como procura controlar todos os aspectos da sociedade.
Temos também policia religiosa, que em nome de Deus faz as maiores atrocidades.

A destruição do conhecimento, substituindo-o com os ensinamentos "sagrados". O fim da biblioteca de Alexandria foi sem dúvida um dos episódios mais negros da história da "Humanidade".

E no meio disto tudo, uma filósofa, ateísta (ateía???) interpretada de forma excelente por Rachel Weiz, a cientista da altura, que tenta resolver ao longo do filme um problema, que apesar de ser conhecimento básico agora, obrigava na altura a destruir convenções e contrariar conhecimentos mais que enraízados.
Pode parecer algo básico (como assisti a alguns comentários de pessoas a assistir o filme), mas temos que nos recordar que na altura não havia telescópios, sendo tudo "teorizado" a partir da observação a olho nú, juntamente com a aplicação da geometria.

A única, no meio de todo o non-sense religioso, a não enveredar pela violência para provar o seu ponto de vista.

No meio disto, ainda um espaço para um triângulozito amoroso, que nem sequer é parte relevante do filme, apenas servindo para justificar alguns laços emocionais que se revelam importantes para justificar certas acções mais para o final do mesmo.

Muito interessante o uso dos planos gerais, vistos bem lá de cima.
Perdem-se referências à época, e bem que poderia ser um qualquer cenário de guerra actual.

Os planos daTerra, ao inicio algo incompreensiveis acabam por fazer sentido no decorrer do filme, tendo em conta a natureza do problema que aflige a protagonista, e dando uma perspectiva global, quase reduzindo-nos à nossa insignificância. Somos grãos de areia...para quê complicar?

concordo com o pormenor manhoso da ligação entre "actos" com um texto.
Manhoso, uma reliquia dos filmes mudos, que já não faz sentido nenhum.
Quanto muito, um narrador...

No final, um bom filme, com sólidas interpretações euma história cativante e incrivelmente actual.
Tem uma personalidade própria, sente-se um aroma diferente daquele que nos é dado por filmes semelhantes feitos em hollywood, e só tem a ganhar com isso.
 
Gostei bastante do I AM LEGEND.

Falaram no outro tópico do final alternativo e já estive a procurar no youtube mas não encontrei..Como é o final alternativo?Alguém sabe?
 
Também uma agradavel surpresa.
O ultimo filme de produção espanhola deste género histórico tinha sido uma desilusão (também tinham Viggo Mortensen como cabeça de cartaz para atrair mais pessoal), e por isso fiquei um pouco ansioso quando percebi que vinha aqui do país ao lado. Quando o fui ver, só tinha visto um trailer fraquinho, fraquinho. Felizmente, revelou-se bastante interessante.

Não apresentava um carácter holywoodesco, apesar dos cenários excelentemente executados e toda a caracterizaçaõ de Alexandria.

Apesar de ser história com mais de um milénio em cima, é impressionante como continua actual.

São várias histórias presentes neste filme com um ingrediente comum... religião. E não sai bem vista, mais uma vez.

Aparentemente tudo o que o Homem crê acaba por gerar violência.
Temos cristãos vs judeus vs "politeistas".
Temos muitos paralelismos com a actualidade, em que o islamismo é constantemente notícia pelo fundamentalismo reinante.
No Ágora, encontramos uma luta de dominânica religiosa, a forma como interage com o poder e como procura controlar todos os aspectos da sociedade.
Temos também policia religiosa, que em nome de Deus faz as maiores atrocidades.

A destruição do conhecimento, substituindo-o com os ensinamentos "sagrados". O fim da biblioteca de Alexandria foi sem dúvida um dos episódios mais negros da história da "Humanidade".

E no meio disto tudo, uma filósofa, ateísta (ateía???) interpretada de forma excelente por Rachel Weiz, a cientista da altura, que tenta resolver ao longo do filme um problema, que apesar de ser conhecimento básico agora, obrigava na altura a destruir convenções e contrariar conhecimentos mais que enraízados.
Pode parecer algo básico (como assisti a alguns comentários de pessoas a assistir o filme), mas temos que nos recordar que na altura não havia telescópios, sendo tudo "teorizado" a partir da observação a olho nú, juntamente com a aplicação da geometria.

A única, no meio de todo o non-sense religioso, a não enveredar pela violência para provar o seu ponto de vista.

No meio disto, ainda um espaço para um triângulozito amoroso, que nem sequer é parte relevante do filme, apenas servindo para justificar alguns laços emocionais que se revelam importantes para justificar certas acções mais para o final do mesmo.

Muito interessante o uso dos planos gerais, vistos bem lá de cima.
Perdem-se referências à época, e bem que poderia ser um qualquer cenário de guerra actual.

Os planos daTerra, ao inicio algo incompreensiveis acabam por fazer sentido no decorrer do filme, tendo em conta a natureza do problema que aflige a protagonista, e dando uma perspectiva global, quase reduzindo-nos à nossa insignificância. Somos grãos de areia...para quê complicar?

concordo com o pormenor manhoso da ligação entre "actos" com um texto.
Manhoso, uma reliquia dos filmes mudos, que já não faz sentido nenhum.
Quanto muito, um narrador...

No final, um bom filme, com sólidas interpretações euma história cativante e incrivelmente actual.
Tem uma personalidade própria, sente-se um aroma diferente daquele que nos é dado por filmes semelhantes feitos em hollywood, e só tem a ganhar com isso.

É um pormenor indiscutível e que só abona em favor da película.

Depois do Gladiador, observou-se uma procura por um novo Gladiador. O que é pena porque as cópias que foram surgindo não tinham nem metade da qualidade do filme realizado por Ridley Scott.

A grande vantagem do Agora é que, embora tendo um contexto semelhante, não ambiciona a glória do(s) outro(s). É um filme com identidade.
 
Lost In Translation
lost_in_translation.jpg


Este é o primeiro filme que vi da Sofia Coppola. Andava para vê-lo há anos, depois dos diversos elogios que ouvia e das nomeações para os Oscars, mas nunca se tinha proporcionado.

"Lost In Translation" é praticamente todo filmado dentro de um hotel, em Tóquio, e relata a semana de um actor (Bill Murray) que vai à terra do sol nascente gravar um spot publicitário e fazer algumas acções de promoção.
A acção nunca foge muito do hotel, e dá-nos praticamente todos os passos do actor e de uma jovem recém-casada (Scarlett Johansson) que é deixada no hotel enquanto o marido - fotógrafo - faz a sua actividade profissional, e da sua aproximação, física mas essencialmente psicológica. As personagens têm idade para ser pai e filho e isso parece fazer desenvolver-se uma relação algo paternal.

É um filme bastante engraçado, que nos faz ver as diferenças culturais enormes que existem entre Ocidente e Oriente e nos faz reflectir sobre diversos temas descontraídos da sociedade.
Não há pressa nenhuma em avançar momentos mais monótonos, o que lhes dá maior realismo e nos faz afundar mais nas personagens.

Gostei bastante!

8/10
 
Hoje vou ver um filme Cult

Vanishing Point, nunca o vi, e para um amante automobilisitico é uma lacuna, e vou superara-la [:D]

Tenho ouvido maravilhas desse filme, entao vai ser a minha vez de o ver e quem sabe rever [:p]
 
Já consegui ir ver o Sherlock Holmes e fiquei completamente rendido.

As cenas à Guy Richie, principalmente aqueles slow-motion, ficaram soberbos. Depois, as interpretações do Robert Downey Jr. e do Jude Law estão bastante boas. Para mim, um dos melhor filmes de 2009!

IMDB: 7,7
Eu: 8,5
Eu por acaso tinha recomendado. Para mim o filme está fabuloso.
 
Lost In Translation
lost_in_translation.jpg


Este é o primeiro filme que vi da Sofia Coppola. Andava para vê-lo há anos, depois dos diversos elogios que ouvia e das nomeações para os Oscars, mas nunca se tinha proporcionado.

"Lost In Translation" é praticamente todo filmado dentro de um hotel, em Tóquio, e relata a semana de um actor (Bill Murray) que vai à terra do sol nascente gravar um spot publicitário e fazer algumas acções de promoção.
A acção nunca foge muito do hotel, e dá-nos praticamente todos os passos do actor e de uma jovem recém-casada (Scarlett Johansson) que é deixada no hotel enquanto o marido - fotógrafo - faz a sua actividade profissional, e da sua aproximação, física mas essencialmente psicológica. As personagens têm idade para ser pai e filho e isso parece fazer desenvolver-se uma relação algo paternal.

É um filme bastante engraçado, que nos faz ver as diferenças culturais enormes que existem entre Ocidente e Oriente e nos faz reflectir sobre diversos temas descontraídos da sociedade.
Não há pressa nenhuma em avançar momentos mais monótonos, o que lhes dá maior realismo e nos faz afundar mais nas personagens.

Gostei bastante!

8/10

Concordo!
Muito bom e com a Scarlett [kiss]
(Dedinho do pézinho aleijado... ai coitadinha!)
 
Já consegui ir ver o Sherlock Holmes e fiquei completamente rendido.

As cenas à Guy Richie, principalmente aqueles slow-motion, ficaram soberbos. Depois, as interpretações do Robert Downey Jr. e do Jude Law estão bastante boas. Para mim, um dos melhor filmes de 2009!

IMDB: 7,7
Eu: 8,5

2009 pah [:cool:]

A ver se vou ver esse mais logo [:blush:]

E tal como "prometido" lá fui ver ontem este belissimo filme!! apr:)apr:)apr:)

Epah, já algum tempo que não me entusiasmava tanto com um filme... achei as interpretações fantasticas, os slow-motions, os flashbacks, enfim, um filme recheado de pormenores deliciosos que fizeram - pelo menos a mim - ter vontade de continuar a ver o filme.. até tive alguma pena dele ter terminado, pois estava bastante absorvido na trama! [:blush:]
O filme é polvilhado de humor e até puxa por nós, pois convida-nos constantemente a pensar como o principal protagonista.

Sem duvida um dos filmes obrigatorios para se perder tempo a ver [:blush:]
8,5/10 [:cool:]
 
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