Tópico da Apple

Se não quer gastar tanta bateria, que não colocasse um ecrã enorme, touchscreen.
Que não utilizasse processadores tão potentes (com capacidade de correr jogos de computador de à uns anos atrás).
Agora, limitar um dos produtos que revolucionou a multimédia na última década?
Claro que não faz sentido.
Aliás, faz sentido. A Apple com todo o seu poder de persuasão, pretende eliminar um adversário, que é grande, poderoso e tem uma série de ferramentas bastante utilizadas e que podem chatear a sua appstore e standards que querem impor.
E parece que dá resultado... afinal vê-se pelo fórum que há quem acredite que é mesmo real aquilo que Jobs diz e os motivos pelo qual não o suportam no IPhone e IPad.:sh)
No mundo dos smartphones e tablets já tens tudo desde ontem... mas uns deixam a imaginação do utilizador voar. Outros querem que a imaginação do utilizador se mantenha dentro daquilo que eles querem/podem dar.
Uma politica que pensei que tinha dado o canto do cisne nos anos 80 mas parece que no século XXI ainda funciona... bastando para tal ter um determinado logótipo.

O WM5 é pré-histórico[:D]
Aliás, todos os smartphones dessa altura eram pré-históricos pois era um mercado exclusivo e pequeno, por isso o investimento no mesmo era muito mais reduzido do que é agora.
Não é bem assim. Sem o mesmo tamanho de ecrã, capacidade de processador, touchscreen, seriam produtos que não fariam sentido existir sequer.

Além disso o tamanho, permite também ter uma bateria generosa. E o Apple A4 é um SOC muito interessante em termos de consumo energético, ao ponto da autonomia do iPad ser bastante elogiada (a do iPhone 4 também aumentou bastante face aos anteriores iPhones, mas também tem uma bateria maior).

Claro que utilizar uma determinada app pode gastar tanta bateria como visitar um site em flash. A questão é que de web browsing espera-se outro tipo de consumo que não o de estar a jogar um jogo. E se às vezes se justifica a utilização de flash e esse consumo (jogos, videos), outras vezes é simplesmente web design totalmente ineficiente, disparatado e desadequado à hoje em dia generalizada utilização ubíquia da internet em dispositivos que ainda sofrem de limitação de autonomia.

Se esta não é a única razão, há pelo menos mais uma muito boa: a proliferação do flash na net faz com que estejamos dependentes de uma terceira empresa para aceder a conteúdos da web, o que é bastante perverso. O Android tem flash, mas está dependente do suporte que a Adobe lhe dá. Os clientes do Android estão assim dependentes não apenas da Google como de uma terceira empresa que pode fazer o que lhe dá na gana no que diz respeito a suporte, já que não têm qualquer tipo de compromisso e apenas se movem pelo interesse comercial de ter a sua plataforma como relevante, e que de um dia para o outro pode mudar de modelo de negócio.

Quanto à Adobe ser uma ameaça à Apple, nem de perto nem de longe. A Apple é a mais valiosa empresa do mundo da área da tecnologia (market cap.) e as ameaças poderão ser Microsoft, Google. A Adobe poderá é aliar-se a uma delas para retaliar as acções da Apple em querer tornar-se independente de terceiros, mas sem se esquecer que ainda tem muito do seu negócio dependente da Apple, nomeadamente na área das artes em que milhões utilizam a Creative Suite da Adobe (sobretudo Photoshop, Premiere), na plataforma da Apple (Macintosh).
 
Se o problema é a bateria, então que cortem nas especificações técnicas, iam poupar muito.
Há jogos que puxam ao máximo pela hardware...e consequentemente pela bateria. Não deviam ser banidos por isso? Mas assim, para que era preciso um equipamento todo xpto?
O utilizador é que sabe como quer usar.
Era a mesa coisa que comprares um portátil XPTO, 3 horas de autonomia... mas a marca não te deixava jogar porque para isso a bateria desaparecia em 45 minutos.
É estúpido, completamente descabido, irreal!

Tens um IPhone mas estás dependente:
- Do SO da Apple
- Da loja da Apple
- Do ITunes... da Apple (música)
- Das permissões... da Apple (permissão de aceitar ou não novas aplicações)
- Das certificações... da Apple (permitir ou não o desenvolvimento)
etc.

Isto não é perverso?... é monopólio!
E já agora, então é perverso teres de comprar uma aplicação que faz não sei o quê (estás dependente desse fornecedor), certo?
Seja um cd, um dvd, um serviço na internet... é tudo muito perverso porque estás dependente da empresa fornecedora!

Exemplo:
Queres ver primeira Liga de futebol.
Tens de assinar a SportTV.
É preverso?
Não, mas é aquela empresa que te fornece os conteúdos que precisas com qualidade e legalmente.
E os meo's e afins não têm o direito de te dizer que não podes usufruir desses conteúdos!

A Adobe não é uma ameaça a nível de hardware e SO... mas tem potencialidade para poder ser uma ameaça a nível de conteúdos. As ferramentas Adobe não muito utilizadas para conteúdos... e aí é uma ameaça ao "queijo" das aplicações da Apple.
Por algum motivo o flash foi proibido.
Por algum motivo a Apple aponta a Adobe como inimigo número 1, o alvo a abater.

Sejam realistas. Os defensores da Apple neste caso estão a ser meros peões que agem como Jobs quer numa guerra de tecnologia... e dinheiro, muito dinheiro.
Tudo não passa de jogos de dinheiro e poder.
A Apple quer lá saber se o IPhone tem autonomia para 10 horas ou 9,5horas. Quer lá saber se comprar aquilo para ouvir telefonar ou mostrar aos amigos. Quer é que ninguém lhe tire mercado, lhe tire dinheiro.
 
....
Aliás, faz sentido. A Apple com todo o seu poder de persuasão, pretende eliminar um adversário, que é grande, poderoso e tem uma série de ferramentas bastante utilizadas e que podem chatear a sua appstore e standards que querem impor.
E parece que dá resultado... afinal vê-se pelo fórum que há quem acredite que é mesmo real aquilo que Jobs diz e os motivos pelo qual não o suportam no IPhone e IPad.:sh)
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Uma coisa não pressupõe obrigatoriamente a negação da outra. Ou seja, para mim é fácil constatar que:
Sim, o flash é uma tecnologia pesada em termos de consumo de recursos, especialmente em ambientes OS Apple, onde nunca teve um suporte muito bom. Isto nota-se especialmente na autonomia dos dispositivos com bateria;
E sim, a Apple decidiu apoiar o HTML5 e deixar caír o flash, porque objectivamente quer eliminar um concorrente, não por causa do video, mas por causa das aplicações. Ou seja, não suportando flash, não corre o risco de ver aparecerem "clones" das aplicações nativas da app store codificadas em flash. Esta atitude é uma forma de proteger o seu investimento na app store, e garantir que os criadores de software continuem exclusivamente interessados em desenvolver para a app store. É uma estratégia empresarial como outra qualquer. Quantas marcas seja do que for não fazem isso constantemente, ao adoptarem um standard em detrimento de outro?

Ou seja, para mim ambas as afirmações são verdadeiras e coexistem perfeitamente.
Agora, o que acho que não faz sentido é esta animosidade toda contra a Apple só porque não adopta o flash, ou porque não abre o sistema de ficheiro, ou isto ou aquilo. Tudo é um trade-off. A Apple considera que, para chegar a um público o mais vasto possível (incluindo portanto leigos em tudo o que é tecnologias), tem que oferecer um ambiente controlado, limitando algumas potencialidades potenciais (passe a redundância) dos seus produtos. Tudo bem! Quem concorda, compra. Quem não gosta, tem alternativas no mercado. Felizmente!
 
Uma coisa não pressupõe obrigatoriamente a negação da outra. Ou seja, para mim é fácil constatar que:
Sim, o flash é uma tecnologia pesada em termos de consumo de recursos, especialmente em ambientes OS Apple, onde nunca teve um suporte muito bom. Isto nota-se especialmente na autonomia dos dispositivos com bateria;
E sim, a Apple decidiu apoiar o HTML5 e deixar caír o flash, porque objectivamente quer eliminar um concorrente, não por causa do video, mas por causa das aplicações. Ou seja, não suportando flash, não corre o risco de ver aparecerem "clones" das aplicações nativas da app store codificadas em flash. Esta atitude é uma forma de proteger o seu investimento na app store, e garantir que os criadores de software continuem exclusivamente interessados em desenvolver para a app store. É uma estratégia empresarial como outra qualquer. Quantas marcas seja do que for não fazem isso constantemente, ao adoptarem um standard em detrimento de outro?

Ou seja, para mim ambas as afirmações são verdadeiras e coexistem perfeitamente.
Agora, o que acho que não faz sentido é esta animosidade toda contra a Apple só porque não adopta o flash, ou porque não abre o sistema de ficheiro, ou isto ou aquilo. Tudo é um trade-off. A Apple considera que, para chegar a um público o mais vasto possível (incluindo portanto leigos em tudo o que é tecnologias), tem que oferecer um ambiente controlado, limitando algumas potencialidades potenciais (passe a redundância) dos seus produtos. Tudo bem! Quem concorda, compra. Quem não gosta, tem alternativas no mercado. Felizmente!

Concordo perfeitamente.
É tudo uma questão de negócios.
 
O que não estás a perceber é que estar dependente da empresa a quem pertence o produto é natural. Se eu compro uma coisa da Apple, comprometo-me com a ideia de estar dependente da Apple (para updates, para tudo).

Quem compra um Android também está dependente da Google (embora seja open source, a Google é que faz as releases, etc), Windows Microsoft, etc.

Uma pessoa está dependente de quem é cliente. Porque sabemos que do outro lado também está uma empresa que tem obrigações perante os seus clientes.

Mas da Adobe não sou cliente. Nem ninguém que utilize uma aplicação flash é cliente da Adobe. No entanto está dependente dela. E ela não tem a menor obrigação de continuar a suportar isso.

Essa é a parte perversa. Estar dependente de terceiros. Estar dependente da empresa a quem compramos um produto? Para além de natural, quem não quiser estar, não compra e ponto final.

Como diz a canção... "if you don't want an iPhone 4, don't buy it, if you bought one and you don't like it, bring it back". E aplica-se a tudo [:cool:]

YouTube - Song A Day #561: The iPhone Antenna Song

Eu não sou um peão da Apple contra a Adobe, gosto do software da Adobe, gosto da Adobe. Ninguém pode negar que o Adobe Creative Suite é um conjunto de software absolutamente de top, por exemplo. O Photoshop é o standard da edição avançada de imagem. Eu uso.

Agora, se não encontras lógica no facto de não concordar que muitos conteúdos da web estejam dependentes de uma empresa de um plugin, e se achas que isso é apenas um argumento porque o Steve Jobs diz que é, então se calhar precisas de um bocadinho mais de pensamento próprio e não de seguir cegamente padrões de lógica do género "se a Apple diz/faz, não concordo, se não diz/faz, então concordo em absoluto".

Agora, já se passava era à frente na argumentação. Já se sabe, o iOS não suporta flash, em principio nunca vai suportar, já é conhecido há anos, é um facto, morreu, chapéu, está feito, finito. Quem quiser compra, quem não quiser não compra. Agora estar a discutir a mesma coisa e a repetir os mesmos argumentos todos os meses ao longo de anos, por amor de deus :sh)
 
Não vale a pena continuar a discussão sobre o flash (que nem fui eu que a voltei a trazer) mas há algo que deve ser visto:

A Adobe tem todo o interesse de suportar o seu software o melhor possível. E tem-no melhorado, ultimamente, sobretudo a nível de recursos necessários.
Porque como dizes, nós utilizamos uma ferramenta da Adobe sem pagar... mas esta ganha milhões pelas aplicações desenvolvidas nas suas tecnologias. Se o Flash se torna ultrapassado ou deixa de dar suporte aos consumidores, o seu negócio acaba. E ao contrário da Apple (menos no caso da Microsoft), na Adobe não tens qualquer vínculo contratual nem hardware específico para correr as suas aplicações, sendo portanto ainda mais importante manter sempre o suporte de forma a que o negócio continue.
 
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É estúpido, completamente descabido, irreal!

Tens um IPhone mas estás dependente:
- Do SO da Apple
- Da loja da Apple
- Do ITunes... da Apple (música)
- Das permissões... da Apple (permissão de aceitar ou não novas aplicações)
- Das certificações... da Apple (permitir ou não o desenvolvimento)
etc.

Isto não é perverso?... é monopólio!
E já agora, então é perverso teres de comprar uma aplicação que faz não sei o quê (estás dependente desse fornecedor), certo?
Seja um cd, um dvd, um serviço na internet... é tudo muito perverso porque estás dependente da empresa fornecedora!
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Sejam realistas. Os defensores da Apple neste caso estão a ser meros peões que agem como Jobs quer numa guerra de tecnologia... e dinheiro, muito dinheiro.
Tudo não passa de jogos de dinheiro e poder.
A Apple quer lá saber se o IPhone tem autonomia para 10 horas ou 9,5horas. Quer lá saber se comprar aquilo para ouvir telefonar ou mostrar aos amigos. Quer é que ninguém lhe tire mercado, lhe tire dinheiro.

Eu já tenho tentado passar este conceito, mas admito que de facto seja um bocado difícil de enquadrá-lo:
Acho que tem tudo a ver com o posicionamento de mercado da companhia (da Apple). Com o aparecimento dos Ipods, do Iphone, e agora do Ipad, a Apple quis deixar de ser uma empresa de computadores (aliás, não à á toa que deixou caír a designação Apple computers), para ser essencialmente uma marca de "electrodomésticos" electrónicos. Ou seja, vende produtos fechados. É como se fosse um fabricante de frigoríficos, passe o exagero.

O que é inegável é que há um mercado imenso para este tipo de conceito, como as vendas dos dispositivos Apple têm provado à tripa-forra. Isto porque, agarrado a este conceito vem um paradoxo:
Para o utilizador tecnologicamente evoluído, é um conceito algo castrador e mesmo claustrofóbico. Quem gosta de tecnologia não apenas pela utilidade que tem mas pelo prazer que retira em explorá-la, é com efeito difícil conviver com as limitações que a Apple impõe aos seus produtos.
Pelo contrário, para quem não é muito versado em tecnologias, e/ou para quem se interessa exclusivamente pela facilidade de utilização e utilidade pura do equipamento, o conceito é libertador. Ou seja, ao aparecer com funcionalidades bem balizadas, conceitos simples e descomplicados, que minimizem qualquer necessidade de "sujar" as mãos com configurações esquisitas, instalação de drivers e codecs, resolução de incompatibilidades, crashes, etc, etc, etc, a Apple está a dar a um universo muito grande de utilizadores a possibilidade única de poder utilizar tecnologia de ponta. Algo que até aí estava vedado aos não iniciados. Neste sentido, a Apple não retira liberdade. Pelo contrário, abre todo um mundo novo que estava vedado a um mercado potencial enorme.

Como é óbvio, ninguém aqui é inocente e não há almoços grátis. Ao fechar o ciclo de produto, a Apple está a maximizar a rentabilização dos seus investimentos. Por isso é que eu acho muito bem que haja concorrência à altura, que actualmente infelizmente se resume à Google.
Mas também não me parece que haja grande perigo de monopólio, porque a Apple tem uma estratégia de nicho. Problemas de monopólio a sério acredito que venham a surgir daqui a uns anos vindos da própria Google.
 
Voltando ao tópico da apple [;)] vejam se me conseguem ajudar na seguinte situação:

O meu airport extreme não tinha alcance em certos sítios da casa, nem no quintal. Tinha um repetidor de sinal ranhoso da belkin que tinha muitas limitações.
Entretanto, tinha para aqui um router da linksys e lembrei-me de fazer o seguinte: Comprei 2 adaptadores de rede para ligar às fichas eléctricas, liguei uma saída do airport extreme a um e no outro lado da casa, liguei a porta WAN do linksys ao outro.

Funciona às mil maravilhas! Ambos estão em DHCP, o airport em 192.168.2.x e o linksys em 192.168.1.x.

Ambas as redes comunicam bem entre si, se bem que o OS X parece-me ter alguma dificuldade em dar com os periféricos ligados à outra rede. Por exemplo, estando ligado ao linksys, para configurar a impressora de rede que está no escritório ligada ao airport, teve de ser manualmente, e colocar o endereço IP (neste caso era 192.168.2.11) usando o protocolo HP jet-direct ou parecido. Esse problema está resolvido.

Contudo, não consigo ter acesso ao disco de 1.5Tb que tenho ligado à porta usb do airport, quando estou ligado ao linksys. Sei que o IP é 192.168.2.1:548, mas ainda não arranjei maneira de aceder aos ficheiros....

Algum expert em redes de mac que me possa ajudar?
 
Last edited:
Voltando ao tópico da apple [;)] vejam se me conseguem ajudar na seguinte situação:

O meu airport extreme não tinha alcance em certos sítios da casa, nem no quintal. Tinha um repetidor de sinal ranhoso da belkin que tinha muitas limitações.
Entretanto, tinha para aqui um router da linksys e lembrei-me de fazer o seguinte: Comprei 2 adaptadores de rede para ligar às fichas eléctricas, liguei uma saída do airport extreme a um e no outro lado da casa, liguei a porta WAN do linksys ao outro.

Funciona às mil maravilhas! Ambos estão em DHCP, o airport em 192.168.2.x e o linksys em 192.168.1.x.

Ambas as redes comunicam bem entre si, se bem que o OS X parece-me ter alguma dificuldade em dar com os periféricos ligados à outra rede. Por exemplo, estando ligado ao linksys, para configurar a impressora de rede que está no escritório ligada ao airport, teve de ser manualmente, e colocar o endereço IP (neste caso era 192.168.2.11) usando o protocolo HP jet-direct ou parecido. Esse problema está resolvido.

Contudo, não consigo ter acesso ao disco de 1.5Tb que tenho ligado à porta usb do airport, quando estou ligado ao linksys. Sei que o IP é 192.168.2.1:548, mas ainda não arranjei maneira de aceder aos ficheiros....

Algum expert em redes de mac que me possa ajudar?

O teu problema pode estar relacionado com o que coloquei a bold. A porta WAN pode bloquear pedidos broadcast ou ter a firewall activada.

Se puderes muda para uma porta LAN.
 
O teu problema pode estar relacionado com o que coloquei a bold. A porta WAN pode bloquear pedidos broadcast ou ter a firewall activada.

Se puderes muda para uma porta LAN.

Mas aí não perco o wireless? A ideia é ter 2 redes wireless, sendo que o airport fornece a conectividade ao linksys. Mas vou experimentar.

Vou ver também as configurações de firewall do linksys.

De qualquer das maneiras, como disse, o Macbook ligado ao linksys liga perfeitamente à impressora de rede que está no outro router e noutro range de endereços IP, custou foi a configurar, mas mal descobri o IP da impressora, não houve grande dificuldade.
 
Mas aí não perco o wireless? A ideia é ter 2 redes wireless, sendo que o airport fornece a conectividade ao linksys. Mas vou experimentar.

Vou ver também as configurações de firewall do linksys.

De qualquer das maneiras, como disse, o Macbook ligado ao linksys liga perfeitamente à impressora de rede que está no outro router e noutro range de endereços IP, custou foi a configurar, mas mal descobri o IP da impressora, não houve grande dificuldade.

Abre a firewall ao porto 548
 
Mas aí não perco o wireless? A ideia é ter 2 redes wireless, sendo que o airport fornece a conectividade ao linksys. Mas vou experimentar.

Vou ver também as configurações de firewall do linksys.

De qualquer das maneiras, como disse, o Macbook ligado ao linksys liga perfeitamente à impressora de rede que está no outro router e noutro range de endereços IP, custou foi a configurar, mas mal descobri o IP da impressora, não houve grande dificuldade.


O problema pode estar localizado no bloqueio de pacotes de broadcast, que são responsáveis pela localização dos devices na rede.

No fundo é semelhante a um pedido de eco em toda a rede e só respondem aqueles a que o pedido diz respeito. Mas todos ouvem.

Estes pedidos não podem passar para a Internet (WAN), como é obvio, actuando apenas ao nível local.
 
O problema pode estar localizado no bloqueio de pacotes de broadcast, que são responsáveis pela localização dos devices na rede.

No fundo é semelhante a um pedido de eco em toda a rede e só respondem aqueles a que o pedido diz respeito. Mas todos ouvem.

Estes pedidos não podem passar para a Internet (WAN), como é obvio, actuando apenas ao nível local.

Já desliguei a firewall no linksys e continua na mesma.
Tentei ligar numa porta lan, e fiquei sem internet no linksys.
A porta 548 está aberta no airport.

Isto sou eu no macbook ligado ao linksys, a pesquisar o IP do airport.
Como podem ver, parece que não há falta de conectividade.
Obviamente para aceder ao disco é preciso um username e password, já tentei com um cliente de ftp, e nada...

screenshot20100805at509.png


screenshot20100805at529.png


screenshot20100805at512.png
 
Eu já tenho tentado passar este conceito, mas admito que de facto seja um bocado difícil de enquadrá-lo:
Acho que tem tudo a ver com o posicionamento de mercado da companhia (da Apple). Com o aparecimento dos Ipods, do Iphone, e agora do Ipad, a Apple quis deixar de ser uma empresa de computadores (aliás, não à á toa que deixou caír a designação Apple computers), para ser essencialmente uma marca de "electrodomésticos" electrónicos. Ou seja, vende produtos fechados. É como se fosse um fabricante de frigoríficos, passe o exagero.

O que é inegável é que há um mercado imenso para este tipo de conceito, como as vendas dos dispositivos Apple têm provado à tripa-forra. Isto porque, agarrado a este conceito vem um paradoxo:
Para o utilizador tecnologicamente evoluído, é um conceito algo castrador e mesmo claustrofóbico. Quem gosta de tecnologia não apenas pela utilidade que tem mas pelo prazer que retira em explorá-la, é com efeito difícil conviver com as limitações que a Apple impõe aos seus produtos.
Pelo contrário, para quem não é muito versado em tecnologias, e/ou para quem se interessa exclusivamente pela facilidade de utilização e utilidade pura do equipamento, o conceito é libertador. Ou seja, ao aparecer com funcionalidades bem balizadas, conceitos simples e descomplicados, que minimizem qualquer necessidade de "sujar" as mãos com configurações esquisitas, instalação de drivers e codecs, resolução de incompatibilidades, crashes, etc, etc, etc, a Apple está a dar a um universo muito grande de utilizadores a possibilidade única de poder utilizar tecnologia de ponta. Algo que até aí estava vedado aos não iniciados. Neste sentido, a Apple não retira liberdade. Pelo contrário, abre todo um mundo novo que estava vedado a um mercado potencial enorme.

Como é óbvio, ninguém aqui é inocente e não há almoços grátis. Ao fechar o ciclo de produto, a Apple está a maximizar a rentabilização dos seus investimentos. Por isso é que eu acho muito bem que haja concorrência à altura, que actualmente infelizmente se resume à Google.
Mas também não me parece que haja grande perigo de monopólio, porque a Apple tem uma estratégia de nicho. Problemas de monopólio a sério acredito que venham a surgir daqui a uns anos vindos da própria Google.

É isto mesmo. As filosofias são diferentes. As posturas são diferentes. Não fará um gigantesco sentido comparar algumas das coisas.

Posso contar o meu caso particular, sem interessar qual plataforma é melhor. Gosto de algumas coisas tecnológicas, ligo muito ao aspecto do que tenho, e não sou imensamente devotado aos pormenores tecnológicos.

Desta forma, e depois de imensa pesquisa, acabei por comprar um MacBook Pro. Arrependimento zero. A experiência de utilização, para um average user, é do melhor. Não quero andar sempre a mexer em tudo o que são definições, pura e simplesmente não me apetece, e com o Mac OS X não preciso. E depois, tudo parece muito mais fluido...

Daí ter dado o passo seguinte e adquirido um iPhone 3GS. Impecável. Mesmo. Não preciso das possibilidades infinitas "androidianas", e mesmo o iPhone já me dá muito mais do que preciso...

E numa coisa, não encontrei nada igual em nenhum lado: a experiência de utilização. Lamento, mas é a minha visão e opinião.

Se este mundo é perfeito? Não, longe disso. Mas, como o Axxantis muito bem referiu, é um nicho que se adapta muito bem a uma fatia do mercado.
 
O teu problema pode estar relacionado com o que coloquei a bold. A porta WAN pode bloquear pedidos broadcast ou ter a firewall activada.

Se puderes muda para uma porta LAN.

Olho de lince, freefall! Confesso que tinha lido o post todo e não tinha dado conta desse pormenor. De facto, o PLC tem que ser ligado a uma porta LAN. Isto porque o router Linksys funcionará dentro da rede como se fosse mais um periférico do router "principal", que no caso é o airport.
Eu tenho em casa uma configuração muito parecida, mas é com 1 router SMC e um daqueles que o Sapo fornece (não me lembro da marca).

Não sou nenhum expert em redes, mas aprendi umas coisas à custa da minha experiência pessoal. Por exemplo, sempre que possível deve atribuir-se um endereço IP fixo a todos os periféricos dentro da rede. Facilita muito as coisas e evita conflito des IPs futuros.

Relativamente à problema em causa, como eu disse acima, o router "escravo" deve ser visto pelo airport como um periférico dentro do seu intervalo de endereços IP permitidos.
Ou seja, se o Airtport aceitar ligações de rede com IPs de 192.168.2.2 até 192.168.2.100 (por exemplo), então o router linksys deve ter ele próprio um endereço IP dentro daquele intervalo.
Portanto, o primeiro passo aqui é mudar o endereço IP default do Linksys para 192.168.2.2 (por exemplo). Depois os periféricos que estiverem ligados ao Linksys podem ter qualquer endereço, desde que também respeitem o intervalo de endereços do router airport (de 3 a 50).
Em princípio com isto ficas com o problema resolvido. Eu também me fartei de dar voltas até ter percebido isto. A partir daí ficou tudo a funcionar bem.

Mas aí não perco o wireless? A ideia é ter 2 redes wireless, sendo que o airport fornece a conectividade ao linksys. Mas vou experimentar.

....

A ideia não pode ser essa. Em princípio tens que ter apenas uma rede wireless, ou seja um SSID único. Configuras exactamente a mesma coisa em ambos os routers, mas deves ter o cuidado de pôr um deles num canal de rádio (por exemplo canal 6) e outro noutro canal, com pelo menos 5 canais de diferença, por causa das interferências. Em princípio, os dispositivos que entrarem na rede wireless saltarão automaticamente entre os 2 canais consoante a força de sinal, ou seja, consoante estejas mais perto ou mais longe de cada um dos routers. Digo em princípio porque no meu caso há dispositivos que o fazem e outros que não. Os Iphones fazem-no bem, portatéis wireless também, mas o meu Blackberry já não...

Ah, só mais uma coisa, configura tudo com as firewalls todas desligadas e sem encriptação wireless. Só depois de teres tudo a funcionar é que voltas a ligar as firewall e as passwords WPA. Assim eliminas à partida uma potencial fonte de problemas.
 
Olho de lince, freefall! Confesso que tinha lido o post todo e não tinha dado conta desse pormenor. De facto, o PLC tem que ser ligado a uma porta LAN. Isto porque o router Linksys funcionará dentro da rede como se fosse mais um periférico do router "principal", que no caso é o airport.
Eu tenho em casa uma configuração muito parecida, mas é com 1 router SMC e um daqueles que o Sapo fornece (não me lembro da marca).

Não sou nenhum expert em redes, mas aprendi umas coisas à custa da minha experiência pessoal. Por exemplo, sempre que possível deve atribuir-se um endereço IP fixo a todos os periféricos dentro da rede. Facilita muito as coisas e evita conflito des IPs futuros.

Relativamente à problema em causa, como eu disse acima, o router "escravo" deve ser visto pelo airport como um periférico dentro do seu intervalo de endereços IP permitidos.
Ou seja, se o Airtport aceitar ligações de rede com IPs de 192.168.2.2 até 192.168.2.100 (por exemplo), então o router linksys deve ter ele próprio um endereço IP dentro daquele intervalo.
Portanto, o primeiro passo aqui é mudar o endereço IP default do Linksys para 192.168.2.2 (por exemplo). Depois os periféricos que estiverem ligados ao Linksys podem ter qualquer endereço, desde que também respeitem o intervalo de endereços do router airport (de 3 a 50).
Em princípio com isto ficas com o problema resolvido. Eu também me fartei de dar voltas até ter percebido isto. A partir daí ficou tudo a funcionar bem.



A ideia não pode ser essa. Em princípio tens que ter apenas uma rede wireless, ou seja um SSID único. Configuras exactamente a mesma coisa em ambos os routers, mas deves ter o cuidado de pôr um deles num canal de rádio (por exemplo canal 6) e outro noutro canal, com pelo menos 5 canais de diferença, por causa das interferências. Em princípio, os dispositivos que entrarem na rede wireless saltarão automaticamente entre os 2 canais consoante a força de sinal, ou seja, consoante estejas mais perto ou mais longe de cada um dos routers. Digo em princípio porque no meu caso há dispositivos que o fazem e outros que não. Os Iphones fazem-no bem, portatéis wireless também, mas o meu Blackberry já não...

Ah, só mais uma coisa, configura tudo com as firewalls todas desligadas e sem encriptação wireless. Só depois de teres tudo a funcionar é que voltas a ligar as firewall e as passwords WPA. Assim eliminas à partida uma potencial fonte de problemas.

Estou um bocado confuso.

Vamos lá a ver, a configuração é a seguinte: Modem liga a WAN do airport no escritório. O disco está ligado por usb ao airport. Das 3 portas LAN (do airport) vai um cabo para a impressora, outro para o iMac, e outro para o adaptador de rede eléctrica.

Tenho outro adaptador numa tomada da sala, que está ligado à porta WAN do linksys. O objectivo deste é apenas dar acesso wireless. Para isso não tem de ter sinal na porta WAN? Devo ligar o cabo numa saída LAN??

Confesso que primeiro experimentei por o linksys no mesmo range de IP do Airport, acho que configurei aí para 192.168.2.50, mas não dava nada. Só mudando o IP do linksys para 192.168.1.x é que começou tudo a funcionar.

Devo então chamar às redes o mesmo nome? Já estão em canais diferentes.

De qualquer das maneiras, como já disse, o acesso à impressora funciona bem, fazendo um port scan ao airport tenho lá a porta do disco USB aberta...

Amanhã vou experimentar mais umas coisas, que agora estou a trabalhar...

Obrigado.
 
Estou um bocado confuso.

Vamos lá a ver, a configuração é a seguinte: Modem liga a WAN do airport no escritório. O disco está ligado por usb ao airport. Das 3 portas LAN (do airport) vai um cabo para a impressora, outro para o iMac, e outro para o adaptador de rede eléctrica.

Tenho outro adaptador numa tomada da sala, que está ligado à porta WAN do linksys. O objectivo deste é apenas dar acesso wireless. Para isso não tem de ter sinal na porta WAN? Devo ligar o cabo numa saída LAN??

Confesso que primeiro experimentei por o linksys no mesmo range de IP do Airport, acho que configurei aí para 192.168.2.50, mas não dava nada. Só mudando o IP do linksys para 192.168.1.x é que começou tudo a funcionar.

Devo então chamar às redes o mesmo nome? Já estão em canais diferentes.

De qualquer das maneiras, como já disse, o acesso à impressora funciona bem, fazendo um port scan ao airport tenho lá a porta do disco USB aberta...

Amanhã vou experimentar mais umas coisas, que agora estou a trabalhar...

Obrigado.

Sim, tens de ligar ao Linksys por uma porta LAN, senão acontece o que expliquei no meu post anterior, todos os pedidos de broadcast (procura) são bloqueados.
 
Sim, tens de ligar ao Linksys por uma porta LAN, senão acontece o que expliquei no meu post anterior, todos os pedidos de broadcast (procura) são bloqueados.

Mas se ligo na porta lan, a única coisa a que tenho acesso é ao IP do linksys por wireless, mais nada, nem internet. Há alguma coisa que tenha que configurar no router para ele ir buscar a net à porta LAN?

Já experimentei e nada feito... Coloquei o linksys no 192.168.2.50, a atribuir endereços a partir de 192.168.2.51, dei o mesmo nome às redes (e de facto só aparece uma no macbook), experimentei com o cabo ligado à porta WAN, a um porta LAN, e, em conclusão, o linksys só dá se estiver num range de IP diferente do airport e com a rede ligada na WAN...
 
Mas se ligo na porta lan, a única coisa a que tenho acesso é ao IP do linksys por wireless, mais nada, nem internet. Há alguma coisa que tenha que configurar no router para ele ir buscar a net à porta LAN?

Já experimentei e nada feito... Coloquei o linksys no 192.168.2.50, a atribuir endereços a partir de 192.168.2.51, dei o mesmo nome às redes (e de facto só aparece uma no macbook), experimentei com o cabo ligado à porta WAN, a um porta LAN, e, em conclusão, o linksys só dá se estiver num range de IP diferente do airport e com a rede ligada na WAN...

Assim à distância é complicado perceber o que está a funcionar mal.

Há um coisa que tens que fazer e que me esqueci de dizer antes: tens que desabilitar a função DHCP no linksys, para que seja o Airport o único router responsável pela configuração dos terminais.
 
Não percebo nada de redes... mas tenho brincado com algumas em windows e um pouco em linux e creio que com MACs não será muito diferente: :)



1. Obviamente tens de ter o DHCP desligado no linksys. Apenas um equipamento poderá ter esse serviço activo.

2. Ligas o cabo de uma porta LAN do Airport a uma porta LAN do linksys. (com os tais equipamentos de rede que se ligam à tomada)

3. O endereço do Linksys deverá ser atribuído manualmente e fora do "range" DHCP do AIRPORT... por exemplo o airport poderá atribuir 192.168.1.2 a 192.168.1.100 e o linksys ter um endereço fora desse espaço.

Em princípio isto basta e não será necessário configurar nem firewalls nem mais nada....

EDIT: A porta wan do linksys deixa de ser usada.


Até me dei ao trabalho de fazer um boneco todo pipi com o esquema... [:p]



boa sorte.
 
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